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Com incêndios e falta de manutenção, Conmebol se assusta com situação do Castelão

Cadeiras quebradas e péssimo estado do gramado também foram notados

Incêndio começou em uma cabine de radio devido a um curto-circuito e se alastrou ate a cobertura da praça esportiva/Reprpdução/O Povo

Candidato a sediar as finais únicas da Copa Sul-Americana em 2021, 2022 e 2023, o Castelão teve a pior avaliação entre os quatro estádios brasileiros que foram inspecionados pela Conmebol nesta temporada. Além do Castelão, Arena Pernambuco, Mané Garrincha e Beira-Rio mostraram interesse em receber o evento que encerra a segunda principal competição entre clubes da América do Sul. O Mané Garrincha, em Brasília, foi o melhor avaliado.
A coluna conversou com pessoas diretamente ligadas aos processos e os observadores ficaram muito decepcionados com o que viram. Além do incêndio do final de janeiro  – os estragos ainda não foram reparados – um princípio de incêndio atingiu um dos vestiários do estádio justamente na véspera da estreia do Ceará na Sul-Americana, semana passada, contra o Jorge Wilstermann, quando o Castelão já estava sob comando da Conmebol.
Cadeiras quebradas e péssimo estado do gramado também foram notados no estádio que até pouco tempo era destaque pela beleza, funcionalidade e rapidez com que ficou pronto para a Copa do Mundo, tanto que participou da Copa das Confederações em 2013 e abrigou as quartas de final da Copa de 2014 entre Brasil x Colômbia, um presente da Fifa para a então organização apresentada.
Além dos estádios brasileiros, outras praças esportivas da América do Sul lutam pelo direito de sediar os jogos finais da Sul-Americana até 2023.
Opovo

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