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Ceará e Fortaleza elevam tom por liberação conjunta de torcida em meio à crise gerada pelo Flamengo

Rubro-negro teve postura isolacionista, e agora clubes buscam liberações junto a governantes para não ficarem para trás Foto: divulgação / arquivo SVM A postura isolacionista do Clube de Regatas do Flamengo está criando um clima perigoso para o Campeonato Brasileiro da Série A nesta temporada de 2021. O acordo entre todos os membros da 1ª divisão a respeito da volta do público versa sobre o retorno igualitário dos torcedores às praças esportivas, logo que as autoridades locais façam as devidas liberações. Situação que atravessou metade da competição de forma controlada, até que o Flamengo resolveu quebrar a estabilidade. Obteve liberação do futebol com torcida no Rio de Janeiro e uma ação no Supremo Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) para ter público em seus jogos, mesmo sem os demais obterem tais direitos. Uma reunião foi realizada ontem entre clubes para deliberar sobre a atitude rubro-negra. E a conclusão foi unânime de só liberar a volta de público quando todas as equipes estiverem em igualdade de condições. Presidente Robinson de Castro, do Ceará, e Marcelo Paz, do Fortaleza, estiveram presentes e foram ao encontro dos demais times da Série A. Nas redes sociais, eles saíram de um tom mais comedido com relação a tema e fizeram defesas públicas do retorno do público e em condições iguais para todos as equipes.  Contudo, o Flamengo segue batendo o pé. Pela Copa do Brasil, contra o Grêmio, afirma que terá público. O time gaúcho ameaça não colocar equipe em campo. Situação que, se repetida na Série A, pode levar à paralisação da competição e impasse difícil de resolver, já que não há datas disponíveis para mais adiamentos. As cenas dos próximos capítulos prometem tensão e mais cenas vexatórias, como no jogo entre Brasil e Argentina. A impressão é que a escalada de egoísmo e intolerância acelera no Brasil, em todas as áreas. Um País que se encontra em completo estado de paralisia. Diário do Nordeste

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Clínicas veterinárias e pet shops deverão notificar maus-tratos a animais no Ceará; entenda a a PL do Dep. Rafael Branco

Rafael Branco explica que o intuito é ampliar as leis em defesa dos animais Foto: Ascom/ Rafael Branco O Deputado Estadual Rafael Branco (MDB) apresentou, na Assembleia Legislativa, o Projeto de Indicação que institui obrigatoriedade, das clínicas veterinárias e pet shops, a notificarem e denunciarem maus-tratos contra animais, no Ceará.     O projeto visa que os responsáveis, por estabelecimentos de atendimento veterinário, fiquem atentos e obrigados a notificar aos órgãos públicos os casos que forem constatados indícios de maus-tratos.     Rafael Branco explica que o intuito é ampliar as leis em defesa dos animais, no Estado: “Já temos legislações em andamento, mas é necessário ampliar cada vez mais. Temos muitos militantes da causa animal, porém, outra parcela da população insiste na falta de empatia e seguem cometendo maus-tratos a animais”, explicou o dep. Estadual Rafael Branco. Ascom Rafael Branco

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Rafael Branco explica que o intuito é ampliar as leis em defesa dos animais Foto: Ascom/ Rafael Branco O Deputado Estadual Rafael Branco (MDB) apresentou, na Assembleia Legislativa, o Projeto de Indicação que institui obrigatoriedade, das clínicas veterinárias e pet shops, a notificarem e denunciarem maus-tratos contra animais, no Ceará.     O projeto visa que os responsáveis, por estabelecimentos de atendimento veterinário, fiquem atentos e obrigados a notificar aos órgãos públicos os casos que forem constatados indícios de maus-tratos.     Rafael Branco explica que o intuito é ampliar as leis em defesa dos animais, no Estado: “Já temos legislações em andamento, mas é necessário ampliar cada vez mais. Temos muitos militantes da causa animal, porém, outra parcela da população insiste na falta de empatia e seguem cometendo maus-tratos a animais”, explicou o dep. Estadual Rafael Branco. Ascom Rafael Branco

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WhatsApp vai deixar de funcionar em mais de 40 modelos de celular; conheça-os

A partir do dia 1º de novembro, o aplicativo vai parar de operar em dezenas de aparelhos Foto Ilustrativa Agência Cariri En Si O WhatsApp divulgou quais modelos de smartphones deixarão de ter acesso ao aplicativo de mensagens. A decisão foi tomada a partir do conhecimento que os aparelhos já estão considerados obsoletos e não podem mais suportar o aplicativo e suas atualizações. Se o seu celular estiver na lista, a solução é trocar de aparelho ou baixar uma alternativa ao WhatsApp. No caso dos usuários de iPhone, o WhatsApp permite que o usuário faça back-up para um Xiaomi. Conheça os modelos de celular em que o WhatsApp deixará de funcionar: Apple: caso o celular não suporte mais atualização para o iOS 10 ou superior Samsung: Galaxy Trend Lite, Galaxy Trend II, Galaxy S2, Galaxy S3 mini, Galaxy Xcover 2, Galaxy Core e Galaxy Ace 2 LG: LG Lucid 2, Optimus F7, Optimus F5, Optimus L3 II Dual, Optimus F5, Optimus L5, Optimus L5 II, Optimus L5 Dual, Optimus L3 II, Optimus L7, Optimus L7 II Dual, Optimus L7 II, Optimus F6, Enact, Optimus L4 II Dual, Optimus F3, Optimus L4 II, Optimus L2 II, Optimus Nitro HD and 4X HD, e Optimus F3Q ZTE: ZTE Grand S Flex, ZTE V956, Grand X Quad V987 e Grand Memo Huawei: Huawei Ascend G740, Ascend Mate, Ascend D Quad XL, Ascend D1 Quad XL, Ascend P1 S e Ascend D2 Sony: Sony Xperia Miro, Sony Xperia Neo L e Xperia Arc S Outros: Alcatel One Touch Evo 7, Archos 53 Platinum, HTC Desire 500, Caterpillar Cat B15, Wiko Cink Five, Wiko Darknight, Lenovo A820, UMi X2, Faea F1 e THL W8.

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A partir do dia 1º de novembro, o aplicativo vai parar de operar em dezenas de aparelhos Foto Ilustrativa Agência Cariri En Si O WhatsApp divulgou quais modelos de smartphones deixarão de ter acesso ao aplicativo de mensagens. A decisão foi tomada a partir do conhecimento que os aparelhos já estão considerados obsoletos e não podem mais suportar o aplicativo e suas atualizações. Se o seu celular estiver na lista, a solução é trocar de aparelho ou baixar uma alternativa ao WhatsApp. No caso dos usuários de iPhone, o WhatsApp permite que o usuário faça back-up para um Xiaomi. Conheça os modelos de celular em que o WhatsApp deixará de funcionar: Apple: caso o celular não suporte mais atualização para o iOS 10 ou superior Samsung: Galaxy Trend Lite, Galaxy Trend II, Galaxy S2, Galaxy S3 mini, Galaxy Xcover 2, Galaxy Core e Galaxy Ace 2 LG: LG Lucid 2, Optimus F7, Optimus F5, Optimus L3 II Dual, Optimus F5, Optimus L5, Optimus L5 II, Optimus L5 Dual, Optimus L3 II, Optimus L7, Optimus L7 II Dual, Optimus L7 II, Optimus F6, Enact, Optimus L4 II Dual, Optimus F3, Optimus L4 II, Optimus L2 II, Optimus Nitro HD and 4X HD, e Optimus F3Q ZTE: ZTE Grand S Flex, ZTE V956, Grand X Quad V987 e Grand Memo Huawei: Huawei Ascend G740, Ascend Mate, Ascend D Quad XL, Ascend D1 Quad XL, Ascend P1 S e Ascend D2 Sony: Sony Xperia Miro, Sony Xperia Neo L e Xperia Arc S Outros: Alcatel One Touch Evo 7, Archos 53 Platinum, HTC Desire 500, Caterpillar Cat B15, Wiko Cink Five, Wiko Darknight, Lenovo A820, UMi X2, Faea F1 e THL W8.

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Brasil recebe 1,13 milhão de vacinas da Pfizer

Este é 66º lote do imunizante da farmacêutica a chegar ao país Foto: Agência Brasil O Brasil recebeu na noite de hoje (8), no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), o 66º lote de vacinas da Pfizer contra a covid-19. São 1.134.900 doses do imunizantes que agora estão sendo transportadas para o depósito do Ministério da Saúde, em Guarulhos (SP). A Pfizer deverá enviar 200 milhões de doses do imunizante ao país até o final de 2021, por meio de dois contratos de fornecimento da vacina. O primeiro, fechado com o Ministério da Saúde, em 19 de março, prevê a entrega de 100 milhões de doses até o final de setembro. Já o segundo, assinado em 14 de maio, prevê mais 100 milhões de doses entre outubro e dezembro. De acordo com a Pfizer, estão previstas as chegadas de mais seis lotes até o próximo dia 12, quando deverão ter sido entregues ao governo brasileiro cerca de 72 milhões de doses. Segundo o Ministério da Saúde, foram repassadas aos estados e Distrito Federal aproximadamente 59 milhões de doses da vacina da Pfizer. Agência Brasil

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Brasil recebe 1,13 milhão de vacinas da Pfizer

Este é 66º lote do imunizante da farmacêutica a chegar ao país Foto: Agência Brasil O Brasil recebeu na noite de hoje (8), no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), o 66º lote de vacinas da Pfizer contra a covid-19. São 1.134.900 doses do imunizantes que agora estão sendo transportadas para o depósito do Ministério da Saúde, em Guarulhos (SP). A Pfizer deverá enviar 200 milhões de doses do imunizante ao país até o final de 2021, por meio de dois contratos de fornecimento da vacina. O primeiro, fechado com o Ministério da Saúde, em 19 de março, prevê a entrega de 100 milhões de doses até o final de setembro. Já o segundo, assinado em 14 de maio, prevê mais 100 milhões de doses entre outubro e dezembro. De acordo com a Pfizer, estão previstas as chegadas de mais seis lotes até o próximo dia 12, quando deverão ter sido entregues ao governo brasileiro cerca de 72 milhões de doses. Segundo o Ministério da Saúde, foram repassadas aos estados e Distrito Federal aproximadamente 59 milhões de doses da vacina da Pfizer. Agência Brasil

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Ameaça de Bolsonaro ao STF trava acordo pelo novo Bolsa Família

Um dos principais articuladores chega a dizer que é inviável continuar com as conversas no Judiciário em meio ao conflito gerado por Bolsonaro Foto: Miguel Schincariol/AFP As ameaças do presidente Jair Bolsonaro ao STF (Supremo Tribunal Federal) travaram o acordo que vinha sendo costurado com o Judiciário para o governo deixar de pagar a totalidade dos precatórios em 2022. O tema dos precatórios (dívidas a serem pagas pelo Estado após decisões judiciais) é acompanhado de perto pelo mercado -que teme o resultado das discussões e as consequências para as contas públicas. O impasse é um dos motivos mais citados entre analistas para a queda de 3,78% da Bolsa nesta quarta-feira (8). A avaliação de diferentes envolvidos nas negociações ouvidos pela reportagem aponta que, mesmo com a disposição dos atores para dialogar, não há clima para discutir a proposta -a principal prioridade do ministro Paulo Guedes (Economia) neste momento, ao lado do Auxílio Brasil (o novo Bolsa Família). Um dos principais articuladores chega a dizer que é inviável continuar com as conversas no Judiciário em meio ao conflito gerado por Bolsonaro. Os precatórios são considerados um detalhe diante da crise institucional vivida entre os Poderes, comparada a um incêndio em uma usina nuclear. No STF (Supremo Tribunal Federal), os debates com o presidente Luiz Fux não devem ficar totalmente comprometidos porque o ministro busca manter interlocução com os atores do governo -sobretudo com Guedes- mesmo nos momentos mais tensos. Apesar disso, é ressaltado por interlocutores do STF que a solução para os precatórios terá que passar pelo Congresso Nacional e que o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) apenas regulamentaria o que for decidido pelos parlamentares. Diário do Nordeste

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Um dos principais articuladores chega a dizer que é inviável continuar com as conversas no Judiciário em meio ao conflito gerado por Bolsonaro Foto: Miguel Schincariol/AFP As ameaças do presidente Jair Bolsonaro ao STF (Supremo Tribunal Federal) travaram o acordo que vinha sendo costurado com o Judiciário para o governo deixar de pagar a totalidade dos precatórios em 2022. O tema dos precatórios (dívidas a serem pagas pelo Estado após decisões judiciais) é acompanhado de perto pelo mercado -que teme o resultado das discussões e as consequências para as contas públicas. O impasse é um dos motivos mais citados entre analistas para a queda de 3,78% da Bolsa nesta quarta-feira (8). A avaliação de diferentes envolvidos nas negociações ouvidos pela reportagem aponta que, mesmo com a disposição dos atores para dialogar, não há clima para discutir a proposta -a principal prioridade do ministro Paulo Guedes (Economia) neste momento, ao lado do Auxílio Brasil (o novo Bolsa Família). Um dos principais articuladores chega a dizer que é inviável continuar com as conversas no Judiciário em meio ao conflito gerado por Bolsonaro. Os precatórios são considerados um detalhe diante da crise institucional vivida entre os Poderes, comparada a um incêndio em uma usina nuclear. No STF (Supremo Tribunal Federal), os debates com o presidente Luiz Fux não devem ficar totalmente comprometidos porque o ministro busca manter interlocução com os atores do governo -sobretudo com Guedes- mesmo nos momentos mais tensos. Apesar disso, é ressaltado por interlocutores do STF que a solução para os precatórios terá que passar pelo Congresso Nacional e que o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) apenas regulamentaria o que for decidido pelos parlamentares. Diário do Nordeste

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Site da Anvisa é hackeado com bandeira da Argentina

Ataque cibernético ocorreu no formulário que estrangeiros preenchem para entrar no Brasil, mas dados não foram prejudicados Foto: Reprodução/Anvisa O site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sofreu um ataque cibernético nessa quarta-feira (8). Por um tempo, o endereço exibiu uma bandeira argentina e uma mensagem provocativa sobre o superclássico de futebol de domingo: “Vão nos expulsar também?”. Segundo o órgão, hackers atacaram o site do formulário que os viajantes preenchem para entrar no Brasil, palco da polêmica interrupção da partida válida pelas eliminatórias para a Copa do Mundo do Catar-2022 entre Brasil e Argentina, em São Paulo, no domingo (5). “Anvisa, não fizemos quarentena para passar por seus servidores: vão nos expulsar também?”, dizia a mensagem dos hackers sobre um fundo preto e sob a imagem da bandeira argentina. O ataque cibernético deixou o formulário da Anvisa fora do ar por cerca de uma hora e meia, mas não afetou outros sistemas da agência, que entrou em contato “com os órgãos de segurança do Governo Federal para as ações cabíveis”.  Jogo suspenso A partida entre o Brasil, líder das eliminatórias sul-americanas com 21 pontos, e a Argentina, segunda colocada com 15, foi interrompida aos cinco minutos de jogo pela entrada de agentes sanitários que apontaram quatro jogadores argentinos por violação do protocolo anticovid e por mentir no formulário de imigração de entrada no país. A seleção argentina nega as acusações e a Fifa deve agora decidir o que fazer com os pontos da partida. Os argentinos Emiliano Martínez, Cristian Romero, Giovani Lo Celso e Emiliano Buendía não poderiam ter entrado no Brasil sem respeitar uma quarentena porque estiveram no Reino Unido em algum momento dos últimos quatorze dias. A Polícia Federal abriu inquérito contra os atletas, acusados de omitir essa informação no cadastro de imigração. Diário do Nordeste

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