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Site da Anvisa é hackeado com bandeira da Argentina

Ataque cibernético ocorreu no formulário que estrangeiros preenchem para entrar no Brasil, mas dados não foram prejudicados Foto: Reprodução/Anvisa O site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sofreu um ataque cibernético nessa quarta-feira (8). Por um tempo, o endereço exibiu uma bandeira argentina e uma mensagem provocativa sobre o superclássico de futebol de domingo: “Vão nos expulsar também?”. Segundo o órgão, hackers atacaram o site do formulário que os viajantes preenchem para entrar no Brasil, palco da polêmica interrupção da partida válida pelas eliminatórias para a Copa do Mundo do Catar-2022 entre Brasil e Argentina, em São Paulo, no domingo (5). “Anvisa, não fizemos quarentena para passar por seus servidores: vão nos expulsar também?”, dizia a mensagem dos hackers sobre um fundo preto e sob a imagem da bandeira argentina. O ataque cibernético deixou o formulário da Anvisa fora do ar por cerca de uma hora e meia, mas não afetou outros sistemas da agência, que entrou em contato “com os órgãos de segurança do Governo Federal para as ações cabíveis”.  Jogo suspenso A partida entre o Brasil, líder das eliminatórias sul-americanas com 21 pontos, e a Argentina, segunda colocada com 15, foi interrompida aos cinco minutos de jogo pela entrada de agentes sanitários que apontaram quatro jogadores argentinos por violação do protocolo anticovid e por mentir no formulário de imigração de entrada no país. A seleção argentina nega as acusações e a Fifa deve agora decidir o que fazer com os pontos da partida. Os argentinos Emiliano Martínez, Cristian Romero, Giovani Lo Celso e Emiliano Buendía não poderiam ter entrado no Brasil sem respeitar uma quarentena porque estiveram no Reino Unido em algum momento dos últimos quatorze dias. A Polícia Federal abriu inquérito contra os atletas, acusados de omitir essa informação no cadastro de imigração. Diário do Nordeste

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Venda de medicamentos para dormir cresce até 4 vezes no Ceará após pandemia

Mudanças de rotina e quadros ansiosos e depressivos estão entre principais fatores ligados à insônia no período pandêmico Foto: Shutterstock A busca dos cearenses por soluções para afastar a insônia durante a pandemia aumentou em até 4 vezes a compra de medicamentos para dormir. Em 2021, só até julho, foram vendidos no Ceará mais de 905 mil frascos e caixas de 5 das principais drogas para o sono. Os registros são de itens comprados em farmácias e drogarias privadas, e estão disponíveis no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Entre janeiro e julho de 2019, foram vendidos 2.911 frascos e caixas em farmácias do Ceará, número que saltou para 12.918 no mesmo período de 2021 – quase 5 vezes mais. Medicamentos com as substâncias zolpidem e hemitartarato de zolpidem, para insônia em adultos, também foram mais buscados na pandemia: em 2019, a venda foi de 147.731 unidades; em 2021, foram 193.995, cerca de 31% a mais, conforme a Anvisa. Diário do Nordeste

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Venda de medicamentos para dormir cresce até 4 vezes no Ceará após pandemia

Mudanças de rotina e quadros ansiosos e depressivos estão entre principais fatores ligados à insônia no período pandêmico Foto: Shutterstock A busca dos cearenses por soluções para afastar a insônia durante a pandemia aumentou em até 4 vezes a compra de medicamentos para dormir. Em 2021, só até julho, foram vendidos no Ceará mais de 905 mil frascos e caixas de 5 das principais drogas para o sono. Os registros são de itens comprados em farmácias e drogarias privadas, e estão disponíveis no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC), da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Entre janeiro e julho de 2019, foram vendidos 2.911 frascos e caixas em farmácias do Ceará, número que saltou para 12.918 no mesmo período de 2021 – quase 5 vezes mais. Medicamentos com as substâncias zolpidem e hemitartarato de zolpidem, para insônia em adultos, também foram mais buscados na pandemia: em 2019, a venda foi de 147.731 unidades; em 2021, foram 193.995, cerca de 31% a mais, conforme a Anvisa. Diário do Nordeste

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B-R-O Bró: Ceará entra em época mais quente do ano

Baixa umidade do ar devido à escassez de chuva no segundo semestre do ano explica a maior “quentura” sentida pelos cearenses de setembro a dezembro Foto: Fábio Lima O cearense já está acostumado a conviver com o calor, mas a “quentura”, aquele “calor medonho”, aumenta entre os meses de setembro e dezembro. É o chamado “B-R-O-Bró”, conhecido no Ceará por ser, historicamente, o período mais quente do ano. A explicação está na baixa umidade do ar devido à escassez de chuva. Nessa época, os ventos mais intensos acabam ajudando a reduzir o desconforto do calor, conforme Meiry Sakamoto, gerente de meteorologia da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme). “Os ventos são afetados pela topografia, então, próximo ao Litoral, a velocidade tende a ser mais elevada do que no Interior do Estado. No final do ano, com o início das primeiras chuvas, a temperatura se torna um pouco mais amena”, completa. A pré-estação chuvosa cearense vai de dezembro a janeiro, enquanto a quadra chuvosa compreende os meses de fevereiro a maio. Segundo a especialista, é a proximidade da linha do Equador que justifica por que as temperaturas no Ceará costumam ser altas o ano todo. Porém, as temperaturas médias mais altas, de fato, são observadas nos meses B-R-O Bró, quando a estiagem predomina. O céu claro ou com poucas nuvens é característico nesses meses. Nos horários mais quentes do dia, a umidade cai, o que é mais sentido no Interior. Em Tauá, por exemplo, a umidade média mensal de 76% em abril cai para 42% em setembro. “Em Fortaleza, a proximidade do mar faz com que os valores não sejam tão baixos, sendo que a média é de 71%”, acrescenta Meiry. A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica os níveis de umidade relativa do ar nas seguintes proporções: estado de observação: 40% a 31%; estado de atenção: de 30% a 21% e estado de alerta: de 20% a 12%. Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e da Funceme, entre agosto e setembro, as normais climatológicas das temperaturas máximas médias variam em cerca de 1ºC. Sobral e Crateús apresentam as maiores médias de temperaturas máximas de setembro entre os municípios monitorados, de 36,4 e 35,5°C, respectivamente. As médias se referem a valores mensais e históricos, diferente dos dados diários e pontuais, que podem ser acima ou abaixo. A temperatura máxima é aquela normalmente registrada por volta das 14 horas. Em outubro, as temperaturas máximas médias costumam aumentar ligeiramente. Na Capital, por exemplo, a normal climatológica em setembro é de 31°C, aumentando para 31,2°C no próximo mês. Já em Guaramiranga, a temperatura é de 26,5 °C em novembro e fica 27,1°C em outubro e novembro. No Ceará, as regiões de serras e próximas ao litoral tendem a apresentar temperaturas mais amenas. “Por isso, municípios como Sobral, Crateús, Tauá e outros municípios do interior apresentam as temperaturas máximas mais elevadas quando comparadas a Fortaleza ou Guaramiranga, por exemplo”, analisa Meiry. O Povo

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Baixa umidade do ar devido à escassez de chuva no segundo semestre do ano explica a maior “quentura” sentida pelos cearenses de setembro a dezembro Foto: Fábio Lima O cearense já está acostumado a conviver com o calor, mas a “quentura”, aquele “calor medonho”, aumenta entre os meses de setembro e dezembro. É o chamado “B-R-O-Bró”, conhecido no Ceará por ser, historicamente, o período mais quente do ano. A explicação está na baixa umidade do ar devido à escassez de chuva. Nessa época, os ventos mais intensos acabam ajudando a reduzir o desconforto do calor, conforme Meiry Sakamoto, gerente de meteorologia da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme). “Os ventos são afetados pela topografia, então, próximo ao Litoral, a velocidade tende a ser mais elevada do que no Interior do Estado. No final do ano, com o início das primeiras chuvas, a temperatura se torna um pouco mais amena”, completa. A pré-estação chuvosa cearense vai de dezembro a janeiro, enquanto a quadra chuvosa compreende os meses de fevereiro a maio. Segundo a especialista, é a proximidade da linha do Equador que justifica por que as temperaturas no Ceará costumam ser altas o ano todo. Porém, as temperaturas médias mais altas, de fato, são observadas nos meses B-R-O Bró, quando a estiagem predomina. O céu claro ou com poucas nuvens é característico nesses meses. Nos horários mais quentes do dia, a umidade cai, o que é mais sentido no Interior. Em Tauá, por exemplo, a umidade média mensal de 76% em abril cai para 42% em setembro. “Em Fortaleza, a proximidade do mar faz com que os valores não sejam tão baixos, sendo que a média é de 71%”, acrescenta Meiry. A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica os níveis de umidade relativa do ar nas seguintes proporções: estado de observação: 40% a 31%; estado de atenção: de 30% a 21% e estado de alerta: de 20% a 12%. Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e da Funceme, entre agosto e setembro, as normais climatológicas das temperaturas máximas médias variam em cerca de 1ºC. Sobral e Crateús apresentam as maiores médias de temperaturas máximas de setembro entre os municípios monitorados, de 36,4 e 35,5°C, respectivamente. As médias se referem a valores mensais e históricos, diferente dos dados diários e pontuais, que podem ser acima ou abaixo. A temperatura máxima é aquela normalmente registrada por volta das 14 horas. Em outubro, as temperaturas máximas médias costumam aumentar ligeiramente. Na Capital, por exemplo, a normal climatológica em setembro é de 31°C, aumentando para 31,2°C no próximo mês. Já em Guaramiranga, a temperatura é de 26,5 °C em novembro e fica 27,1°C em outubro e novembro. No Ceará, as regiões de serras e próximas ao litoral tendem a apresentar temperaturas mais amenas. “Por isso, municípios como Sobral, Crateús, Tauá e outros municípios do interior apresentam as temperaturas máximas mais elevadas quando comparadas a Fortaleza ou Guaramiranga, por exemplo”, analisa Meiry. O Povo

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Aferição de temperatura deixa de ser obrigatória nos estabelecimentos do Ceará

Sesa também aumentou o limite de público em ventos sociais no Estado, Conforme a Secretaria, “as alterações no protocolo ficam condicionadas às medidas definidas nos decretos estaduais” Foto: Aurelio Alves/O POVO Estabelecimentos do Ceará não são mais obrigados a aferir a temperatura de clientes e demais pessoas na entrada dos locais. Isso porque a Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) atualizou, no último dia 6 de setembro, o protocolo geral de critérios de funcionamento e normas sanitárias para evitar a transmissão da Covid-19. Desde o dia 28 de agosto, bares e restaurantes estão desobrigados da aferição. Agora, a não obrigatoriedade se estende para demais estabelecimentos, incluindo o poder público. “No atual contexto, essa aferição não traz tanto impacto para um acesso seguro das pessoas aos ambientes”, destaca Dolores Fernandes, coordenadora da Vigilância Sanitária do Ceará. Ela enfatiza a importância de outras medidas, como promover a maior ventilação dos ambientes.  A Coordenadoria de Vigilância Sanitária também atualizou o protocolo de eventos sociais, incluindo normas gerais, de alimentação, transporte, serviços e manutenção durante as festas, além de diretrizes para uso de EPIs. A alteração mais significativa é a ampliação de capacidade nos eventos: de 100 para 150 pessoas em ambientes fechados e de 200 para 300 pessoas em áreas ao ar livre. O Povo

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Sesa também aumentou o limite de público em ventos sociais no Estado, Conforme a Secretaria, “as alterações no protocolo ficam condicionadas às medidas definidas nos decretos estaduais” Foto: Aurelio Alves/O POVO Estabelecimentos do Ceará não são mais obrigados a aferir a temperatura de clientes e demais pessoas na entrada dos locais. Isso porque a Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) atualizou, no último dia 6 de setembro, o protocolo geral de critérios de funcionamento e normas sanitárias para evitar a transmissão da Covid-19. Desde o dia 28 de agosto, bares e restaurantes estão desobrigados da aferição. Agora, a não obrigatoriedade se estende para demais estabelecimentos, incluindo o poder público. “No atual contexto, essa aferição não traz tanto impacto para um acesso seguro das pessoas aos ambientes”, destaca Dolores Fernandes, coordenadora da Vigilância Sanitária do Ceará. Ela enfatiza a importância de outras medidas, como promover a maior ventilação dos ambientes.  A Coordenadoria de Vigilância Sanitária também atualizou o protocolo de eventos sociais, incluindo normas gerais, de alimentação, transporte, serviços e manutenção durante as festas, além de diretrizes para uso de EPIs. A alteração mais significativa é a ampliação de capacidade nos eventos: de 100 para 150 pessoas em ambientes fechados e de 200 para 300 pessoas em áreas ao ar livre. O Povo

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Ceará atinge 18% da meta de vacinação de adolescentes contra Covid-19; 251 mil estão sem cadastro

Imunização desse grupo começou há duas semanas. Objetivo é imunizar todas as 824.226 pessoas dessa faixa etária, aponta Sesa Foto: Thiago Gadelha Desde o início da vacinação dos adolescentes de 12 a 17 anos contra a Covid-19 no Ceará, há 14 dias, o Estado alcançou 18% da meta de imunizar 824.226 pessoas dessa faixa etária.  Até o momento, foram aplicadas 148.407 primeiras doses (D1) em pessoas deste público, além de 204 segundas doses (D2), apontam dados da plataforma Vacinômetro, da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), colhidos às 14h15 desta quarta-feira (8). Das 148.407 D1 aplicadas em jovens desse perfil no Ceará, a grande maioria (76%) foi em Fortaleza. O percentual equivale a um total de 112.814 doses. Em seguida, aparece o município de Sobral, com 4.535 primeiras doses aplicadas; e Canindé, com 2.219.   A ampliação da cobertura vacinal de adolescentes no Ceará, conforme a Sesa, dependerá “da capacidade de vacinação dos municípios e envio de vacina da Pfizer pelo Ministério da Saúde”. Mais de 251 mil jovens sem cadastro Dos 824.226 adolescentes contabilizados pelo IBGE no Ceará, 572.614 – ou 69,47% – se cadastraram na plataforma Saúde Digital para vacinação, até as 18h de hoje. Destes, 543.022 confirmaram o cadastro por e-mail. Cabe ressaltar que a confirmação é pré-requisito para o agendamento da imunização.   Com base nos números acima, portanto, é possível afirmar que 251.612 jovens de 12 a 17 anos do Ceará ainda não se cadastraram no Saúde Digital e que 29.592 até chegaram a se cadastrar na plataforma, mas não avançaram para a segunda etapa, com a confirmação por e-mail.  A quantidade de cadastros não confirmados é alta, mas está abaixo dos 36.627 vistos há menos de duas semanas, no último dia 27 de agosto. Diário do Nordeste

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Imunização desse grupo começou há duas semanas. Objetivo é imunizar todas as 824.226 pessoas dessa faixa etária, aponta Sesa Foto: Thiago Gadelha Desde o início da vacinação dos adolescentes de 12 a 17 anos contra a Covid-19 no Ceará, há 14 dias, o Estado alcançou 18% da meta de imunizar 824.226 pessoas dessa faixa etária.  Até o momento, foram aplicadas 148.407 primeiras doses (D1) em pessoas deste público, além de 204 segundas doses (D2), apontam dados da plataforma Vacinômetro, da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), colhidos às 14h15 desta quarta-feira (8). Das 148.407 D1 aplicadas em jovens desse perfil no Ceará, a grande maioria (76%) foi em Fortaleza. O percentual equivale a um total de 112.814 doses. Em seguida, aparece o município de Sobral, com 4.535 primeiras doses aplicadas; e Canindé, com 2.219.   A ampliação da cobertura vacinal de adolescentes no Ceará, conforme a Sesa, dependerá “da capacidade de vacinação dos municípios e envio de vacina da Pfizer pelo Ministério da Saúde”. Mais de 251 mil jovens sem cadastro Dos 824.226 adolescentes contabilizados pelo IBGE no Ceará, 572.614 – ou 69,47% – se cadastraram na plataforma Saúde Digital para vacinação, até as 18h de hoje. Destes, 543.022 confirmaram o cadastro por e-mail. Cabe ressaltar que a confirmação é pré-requisito para o agendamento da imunização.   Com base nos números acima, portanto, é possível afirmar que 251.612 jovens de 12 a 17 anos do Ceará ainda não se cadastraram no Saúde Digital e que 29.592 até chegaram a se cadastrar na plataforma, mas não avançaram para a segunda etapa, com a confirmação por e-mail.  A quantidade de cadastros não confirmados é alta, mas está abaixo dos 36.627 vistos há menos de duas semanas, no último dia 27 de agosto. Diário do Nordeste

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Brasil e Peru se enfrentam pelas Eliminatórias na Arena Pernambuco

Partida será disputada às 21h30 desta quinta-feira (9), na Arena Pernambuco, no Recife Foto: Lucas Figueiredo/CBF A Seleção Brasileira recebe o Peru, nesta quinta-feira (9), em Pernambuco, pela 10ª rodada das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2022, no Catar. A partida será disputada às  21h30 na Arena Pernambuco, no Recife. O Brasil lidera as eliminatórias Sul-Americanas com folga. São 7 vitórias em 7 jogos, com 100% de aproveitamento e 21 pontos na tabela. Esta será a primeira partida após a confusão em São Paulo pela rodada anterior, quando a entrada de um agente da Anvisa suspendeu a partida entre Brasil e Argentina por volta dos cinco minutos, após uma série de irregularidades sanitárias cometidas pelos visitantes.  A semana foi toda de desdobramentos sobre o caso, diferentes versões e ações da FIFA para uma definição sobre o caso, marcando um novo jogo ou declarando alguma parte como vencedora. Diário do Nordeste

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