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Conselho Municipal dos Direitos LGBTQIA+ leva novas propostas para a Prefeitura de Juazeiro do Norte

O Conselho se encontrou com a Secretária de Articulação Política da Prefeitura  Foto:Reprodução Agência Cariri En Si  Nesta quinta-feira (9), o Conselho Municipal de Direitos LGBTQIA+ se reuniu no gabinete do prefeito para discutir novas pautas em defesa da comunidade. O grupo foi recebido pela Secretária de Articulação Política, Josy Lima. O Prefeito Glêdson Bezerra não estava presente.  Entre as propostas defendidas pelo Conselho estão a implantação de uma política nacional de saúde LGBTQIA+ e um ambulatório para pessoas trans e intervenção junto a Semasp para sensibilização dos permissionários da alameda para respeitarem o uso do banheiro feminino por travestis e pessoas trans, tendo em vista as inúmeras denúncias de transfobia.

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ONGs têm programação especial pelo Dia de Luta contra a LGBTFOBIA, nesta sexta, 10

A data lembra o bruto assassinato do ativista Jonathan Kiss, há 21 anos Foto: Divulgação A cada 19 horas um LGBTQIA+ é barbaramente assassinado ou se suicida vítima da “LGBTfobia”, o que faz do Brasil o campeão mundial de crimes contra a comunidade LGBTQIA+. O município de Juazeiro do Norte, nos últimos anos, tornou-se uma das cidades mais violentas para um LGBTQIA+ viver. Nesta sexta-feira, 10 de setembro, amanhã, é lembrado o Dia Municipal de Luta contra a LGBTFOBIA, data sancionada pela Lei Municipal Nº 5.092, de 29 de Outubro de 2021. A data lembra o bruto assassinato do ativista Jonathan Kiss, ocorrido em 10 de setembro de 2000. A Casa da Diversidade Cristiane Lima e a ABEMAVI, em parceria com outras instituições, prepararam uma vasta programação para reforçar a luta contra a LGBTFOBIA no município neste dia 10 de setembro. Confira: 9h – Entrega de material educativo “Redução do Estigma a Discriminação na rede de ensino” (Secretaria Municipal de Educação) 10h – Fixação de Placas da Lei 17.840 em Lojas e no Centro Comercial  14h – Roda de Conversa “LGBTFOBIA” (Hotel Encosta do Horto) 15h – Atendimento Psicossocial (Casa da Diversidade Cristiane Lima) Assessoria ComMonike

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A data lembra o bruto assassinato do ativista Jonathan Kiss, há 21 anos Foto: Divulgação A cada 19 horas um LGBTQIA+ é barbaramente assassinado ou se suicida vítima da “LGBTfobia”, o que faz do Brasil o campeão mundial de crimes contra a comunidade LGBTQIA+. O município de Juazeiro do Norte, nos últimos anos, tornou-se uma das cidades mais violentas para um LGBTQIA+ viver. Nesta sexta-feira, 10 de setembro, amanhã, é lembrado o Dia Municipal de Luta contra a LGBTFOBIA, data sancionada pela Lei Municipal Nº 5.092, de 29 de Outubro de 2021. A data lembra o bruto assassinato do ativista Jonathan Kiss, ocorrido em 10 de setembro de 2000. A Casa da Diversidade Cristiane Lima e a ABEMAVI, em parceria com outras instituições, prepararam uma vasta programação para reforçar a luta contra a LGBTFOBIA no município neste dia 10 de setembro. Confira: 9h – Entrega de material educativo “Redução do Estigma a Discriminação na rede de ensino” (Secretaria Municipal de Educação) 10h – Fixação de Placas da Lei 17.840 em Lojas e no Centro Comercial  14h – Roda de Conversa “LGBTFOBIA” (Hotel Encosta do Horto) 15h – Atendimento Psicossocial (Casa da Diversidade Cristiane Lima) Assessoria ComMonike

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Desabamento de prateleiras em distribuidora de bebidas deixa trabalhadores feridos em Itaitinga

Ainda não há informações sobre a causa do incidente; chão da empresa ficou tomado por líquido alcoólico e estilhaços de vidro Foto: reprodução/WhatsApp O Povo O desabamento de prateleiras em uma distribuidora de bebidas deixou trabalhadores feridos na tarde dessa quarta-feira, 8, em Itaitinga, na Região Metropolitana de Fortaleza. De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (CBMCE), o incidente foi registrado na empresa da Ypioca Industrial De Bebidas S.A, localizada no Km 22 da Br 116. Gôndolas carregadas de bebidas em embalagens de vidro despencaram sobre alguns funcionários que atuavam na reposição do estoque. De acordo com o major Emerson, dois funcionários ficaram feridos com escoriações leves e foram socorridos por agentes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Imagens enviadas ao O POVO mostram estruturas metálicas empilhadas no chão em meio a diversas garrafas de vidro estilhaçadas. O líquido das embalagens escoou pelo corredor e chegou a alagar áreas do setor administrativo da empresa. “A empresa tem toda uma estrutura, por isso eles se encarregaram de fazer essa limpeza, já tinha planejado tudo com a diretoria da empresa”, ressaltou o major. Segundo ele, pela grande quantidade de álcool no acidente, o local foi aberto e água foi derramada para diluir as bebidas. “A intervenção do Corpo de Bombeiros foi para avaliar, não chegamos a atuar diretamente”, acrescentou o agente. Não há risco de comprometimento na estrutura da distribuidora. Ainda não se sabe o que causou o incidente. Por nota, a empresa confirmou que o centro de distribuição da empresa localizado em Itaitinga (CE) registrou ontem a queda de parte da estrutura de porta paletes. Segundo a distribuidora, os dois colaboradores terceirizado já receberam atendimento médico e se encontram em casa. “A companhia reforça que tem como prioridade a segurança e o bem estar dos seus funcionários e parceiros e que todas as medidas necessárias estão sendo tomadas para o restabelecimento da operação”, ressaltou ainda por meio de comunicação. O Povo

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Ainda não há informações sobre a causa do incidente; chão da empresa ficou tomado por líquido alcoólico e estilhaços de vidro Foto: reprodução/WhatsApp O Povo O desabamento de prateleiras em uma distribuidora de bebidas deixou trabalhadores feridos na tarde dessa quarta-feira, 8, em Itaitinga, na Região Metropolitana de Fortaleza. De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (CBMCE), o incidente foi registrado na empresa da Ypioca Industrial De Bebidas S.A, localizada no Km 22 da Br 116. Gôndolas carregadas de bebidas em embalagens de vidro despencaram sobre alguns funcionários que atuavam na reposição do estoque. De acordo com o major Emerson, dois funcionários ficaram feridos com escoriações leves e foram socorridos por agentes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Imagens enviadas ao O POVO mostram estruturas metálicas empilhadas no chão em meio a diversas garrafas de vidro estilhaçadas. O líquido das embalagens escoou pelo corredor e chegou a alagar áreas do setor administrativo da empresa. “A empresa tem toda uma estrutura, por isso eles se encarregaram de fazer essa limpeza, já tinha planejado tudo com a diretoria da empresa”, ressaltou o major. Segundo ele, pela grande quantidade de álcool no acidente, o local foi aberto e água foi derramada para diluir as bebidas. “A intervenção do Corpo de Bombeiros foi para avaliar, não chegamos a atuar diretamente”, acrescentou o agente. Não há risco de comprometimento na estrutura da distribuidora. Ainda não se sabe o que causou o incidente. Por nota, a empresa confirmou que o centro de distribuição da empresa localizado em Itaitinga (CE) registrou ontem a queda de parte da estrutura de porta paletes. Segundo a distribuidora, os dois colaboradores terceirizado já receberam atendimento médico e se encontram em casa. “A companhia reforça que tem como prioridade a segurança e o bem estar dos seus funcionários e parceiros e que todas as medidas necessárias estão sendo tomadas para o restabelecimento da operação”, ressaltou ainda por meio de comunicação. O Povo

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Paralisação de caminhoneiros pode encarecer combustíveis e alimentos; Ceará não registra bloqueios

Temor é que o movimento, que está em seu segundo dia seguido no País, afete o abastecimento de produtos essenciais no Estado Foto: Lucas Barbosa O bloqueio de vias pelo País por caminhoneiros bolsonaristas chegou ao segundo dia consecutivo e, apesar de o Ceará ainda não ter sido afetado pelas paralisações, especialistas já temem que um possível prolongamento da situação alavanque os preços de combustíveis e alimentos, produtos que já têm passado por uma aceleração do processo inflacionário. O presidente do Conselho Regional de Economia do Ceará (Corecon-CE), Ricardo Coimbra, avalia que a prorrogação do movimento pode afetar o abastecimento e, consequentemente, os preços de produtos que vem de fora do Estado, como óleo, carne, tomate e cebola. “Os grandes efeitos seriam em relação ao desabastecimento e à inflação, que já está em alta”. De acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a inflação de Fortaleza desacelerou a 0,43% em agosto e, no ano de 2021, acumula alta de 6,54%. É a terceira maior alta entre as regiões metropolitanas brasileiras, atrás de Curitiba (PR) e Vitória (ES). O consultor na área de Petróleo e Gás, Bruno Iughetti, também teme pelo impacto dos bloqueios nos preços de combustíveis, caso haja agravamento dos bloqueios e paralisações – o que também impactaria os preços dos alimentos. “Essa possível paralisação aqui no Estado, a exemplo do que estamos vendo em outras localidades, pode evidentemente trazer um efeito negativo para o abastecimento de combustíveis, que é um produto que deve ser tratado de maneira diferente das demais mercadorias. Nós dependemos do combustível para movimentar a máquina econômica”, frisa Iughetti. Ele lembra que, até o momento, não se tem notícia de qualquer paralisação ou bloqueio que tenha afetado o abastecimento de combustíveis no Estado, mas pontua que a situação preocupa. “É um efeito em cadeia. Na hora em que o combustível aumenta por razões nem sempre justificadas, isso faz com que toda a cadeia sofra”, arremata Iughetti. Apesar do temor dos especialistas sobre os possíveis efeitos dos bloqueios na economia cearense, a tensão ainda não chegou ao setor de supermercados. De acordo com Gerardo Vieira, presidente da Associação Cearense de Supermercados (Acesu), “a situação ainda não despertou preocupação entre os supermercadistas por se tratar de algo muito inicial”. “Ainda é um movimento muito novo, começou ontem”, justifica Vieira. José Tavares Filho, vice-presidente do Sindicato dos Caminhoneiros no Ceará (Sindicam-CE) – entidade que representa os caminhoneiros que trabalham em regime CLT – revelou no início desta manhã à reportagem que ainda não se tem notícias de paralisações ou bloqueios no Estado e ressalta que o movimento é dos caminhoneiros autônomos, e não entre os celetistas. “A parte celetista está toda tranquila e o que estamos vendo é uma movimentação de caráter político, e não reivindicatório”, pontua Tavares. Ele destaca, porém, que os caminhoneiros celetistas têm medo de como a movimentação pode afetá-los, já que os relatos são de depredação dos veículos e até mesmo agressão aos caminhoneiros que tentarem furar os bloqueios, conforme lembra Tavares. “Muitos me ligaram reclamando, pedindo uma orientação sobre o que fazer e eu aconselho que, se for o caso, eles devem ficar em local seguro e parados”, explica o vice-presidente do Sindicam-CE. Ele avalia que a pauta joga a sociedade de encontro com a categoria. “Os caminhoneiros em todo o País estão com medo, estão sendo parados obrigatoriamente. Estão depredando patrimônio, furando pneus e até de fato espancando, como soubemos que ocorreu no Paraná e em Minas Gerais”, acrescenta o vice-presidente do Sindicam-CE. Diário do Nordeste

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Temor é que o movimento, que está em seu segundo dia seguido no País, afete o abastecimento de produtos essenciais no Estado Foto: Lucas Barbosa O bloqueio de vias pelo País por caminhoneiros bolsonaristas chegou ao segundo dia consecutivo e, apesar de o Ceará ainda não ter sido afetado pelas paralisações, especialistas já temem que um possível prolongamento da situação alavanque os preços de combustíveis e alimentos, produtos que já têm passado por uma aceleração do processo inflacionário. O presidente do Conselho Regional de Economia do Ceará (Corecon-CE), Ricardo Coimbra, avalia que a prorrogação do movimento pode afetar o abastecimento e, consequentemente, os preços de produtos que vem de fora do Estado, como óleo, carne, tomate e cebola. “Os grandes efeitos seriam em relação ao desabastecimento e à inflação, que já está em alta”. De acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a inflação de Fortaleza desacelerou a 0,43% em agosto e, no ano de 2021, acumula alta de 6,54%. É a terceira maior alta entre as regiões metropolitanas brasileiras, atrás de Curitiba (PR) e Vitória (ES). O consultor na área de Petróleo e Gás, Bruno Iughetti, também teme pelo impacto dos bloqueios nos preços de combustíveis, caso haja agravamento dos bloqueios e paralisações – o que também impactaria os preços dos alimentos. “Essa possível paralisação aqui no Estado, a exemplo do que estamos vendo em outras localidades, pode evidentemente trazer um efeito negativo para o abastecimento de combustíveis, que é um produto que deve ser tratado de maneira diferente das demais mercadorias. Nós dependemos do combustível para movimentar a máquina econômica”, frisa Iughetti. Ele lembra que, até o momento, não se tem notícia de qualquer paralisação ou bloqueio que tenha afetado o abastecimento de combustíveis no Estado, mas pontua que a situação preocupa. “É um efeito em cadeia. Na hora em que o combustível aumenta por razões nem sempre justificadas, isso faz com que toda a cadeia sofra”, arremata Iughetti. Apesar do temor dos especialistas sobre os possíveis efeitos dos bloqueios na economia cearense, a tensão ainda não chegou ao setor de supermercados. De acordo com Gerardo Vieira, presidente da Associação Cearense de Supermercados (Acesu), “a situação ainda não despertou preocupação entre os supermercadistas por se tratar de algo muito inicial”. “Ainda é um movimento muito novo, começou ontem”, justifica Vieira. José Tavares Filho, vice-presidente do Sindicato dos Caminhoneiros no Ceará (Sindicam-CE) – entidade que representa os caminhoneiros que trabalham em regime CLT – revelou no início desta manhã à reportagem que ainda não se tem notícias de paralisações ou bloqueios no Estado e ressalta que o movimento é dos caminhoneiros autônomos, e não entre os celetistas. “A parte celetista está toda tranquila e o que estamos vendo é uma movimentação de caráter político, e não reivindicatório”, pontua Tavares. Ele destaca, porém, que os caminhoneiros celetistas têm medo de como a movimentação pode afetá-los, já que os relatos são de depredação dos veículos e até mesmo agressão aos caminhoneiros que tentarem furar os bloqueios, conforme lembra Tavares. “Muitos me ligaram reclamando, pedindo uma orientação sobre o que fazer e eu aconselho que, se for o caso, eles devem ficar em local seguro e parados”, explica o vice-presidente do Sindicam-CE. Ele avalia que a pauta joga a sociedade de encontro com a categoria. “Os caminhoneiros em todo o País estão com medo, estão sendo parados obrigatoriamente. Estão depredando patrimônio, furando pneus e até de fato espancando, como soubemos que ocorreu no Paraná e em Minas Gerais”, acrescenta o vice-presidente do Sindicam-CE. Diário do Nordeste

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Ceará e Fortaleza elevam tom por liberação conjunta de torcida em meio à crise gerada pelo Flamengo

Rubro-negro teve postura isolacionista, e agora clubes buscam liberações junto a governantes para não ficarem para trás Foto: divulgação / arquivo SVM A postura isolacionista do Clube de Regatas do Flamengo está criando um clima perigoso para o Campeonato Brasileiro da Série A nesta temporada de 2021. O acordo entre todos os membros da 1ª divisão a respeito da volta do público versa sobre o retorno igualitário dos torcedores às praças esportivas, logo que as autoridades locais façam as devidas liberações. Situação que atravessou metade da competição de forma controlada, até que o Flamengo resolveu quebrar a estabilidade. Obteve liberação do futebol com torcida no Rio de Janeiro e uma ação no Supremo Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) para ter público em seus jogos, mesmo sem os demais obterem tais direitos. Uma reunião foi realizada ontem entre clubes para deliberar sobre a atitude rubro-negra. E a conclusão foi unânime de só liberar a volta de público quando todas as equipes estiverem em igualdade de condições. Presidente Robinson de Castro, do Ceará, e Marcelo Paz, do Fortaleza, estiveram presentes e foram ao encontro dos demais times da Série A. Nas redes sociais, eles saíram de um tom mais comedido com relação a tema e fizeram defesas públicas do retorno do público e em condições iguais para todos as equipes.  Contudo, o Flamengo segue batendo o pé. Pela Copa do Brasil, contra o Grêmio, afirma que terá público. O time gaúcho ameaça não colocar equipe em campo. Situação que, se repetida na Série A, pode levar à paralisação da competição e impasse difícil de resolver, já que não há datas disponíveis para mais adiamentos. As cenas dos próximos capítulos prometem tensão e mais cenas vexatórias, como no jogo entre Brasil e Argentina. A impressão é que a escalada de egoísmo e intolerância acelera no Brasil, em todas as áreas. Um País que se encontra em completo estado de paralisia. Diário do Nordeste

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