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Balanço Geral da Sessão da Câmara Municipal de Juazeiro – Com revolta sobre a saúde, sessão de vereadores é mais uma vez esvaziada

Falta de quórum impossibilitou a aprovação de projetos e incomodou vereadores e convidados da Tribuna Foto: Lucas Vieira/Agência Cariri Ensi Agência Cariri Ensi Nesta quinta-feira (9), mais uma sessão na Câmara Municipal de Juazeiro do Norte foi esvaziada por conta do baixo número de vereadores. Uma vez feita a chamada, pouco a pouco os vereadores – de base e oposição – começaram a deixar a Câmara a ponto de não ser mais possível a votação dos projetos, deixando as pautas do município inconcluídas novamente. Entre elas, está a do vice-coordenador nacional do Morhan (Movimento de Reintegração de Pessoas Afligidas pela Hanseníase), Faustino Pinto. O ativista relembra a última vez que esteve na Câmara, na época que o prefeito Glêdson Bezerra atuava como vereador, e conta que o atual gestor de Juazeiro deu a palavra que daria apoio às vítimas de Hanseníase. Há 8 meses como prefeito, Glêdson Bezerra não cumpriu o acordo com Faustino e sua gestão tem contribuído para a negligência com a qual os pacientes da doença estão sendo tratados em Juazeiro do Norte. Faustino faz críticas ao trabalho da Secretária de Saúde, Francimones Albuquerque, indicada por Glêdson, e alega que as demandas para o tratamento de pessoas vítimas da doença não estão sendo cumpridas desde o início do ano pelo Cetro de Dermatologia e Doenças Infecciosas do município, o “Postão”. Após a fala de Faustino, o vereador Rafael Cearense compartilha uma mensagem que recebeu de Francismone, que afirma que o tratamento de Hanseníase continua acontecendo “perfeitamente”. O vice-coordenador desmente o vereador alegando que não existe apoio para os pacientes da doença, que eles estão sendo postos em risco por conta da vacinação contra Covid-19 que acontece no prédio e desafia Francismone a repetir as mesmas informações para ele, se tiver coragem. Os vereadores que ficaram na sessão apoiaram a fala de Faustino e, em especial, Bilinha complementa seu depoimento falando que gostaria que Glêdson Bezerra tivesse o mesmo empenho que demonstrou como vereador agora como prefeito, em uma crítica a sua administração. Assista o vídeo com os convidados e a fala do vereador que presidiu a sessão: Imagens:Lucas Vieira/Agência Cariri Ensi

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Bolsonaro divulga nota oficial afirmando que nunca teve ‘intenção de agredir quaisquer dos Poderes’

Presidente citou divergências com Alexandre de Moraes, a quem chamou de “canalha” no 7 de setembro e assumiu que teve falas “contundentes” Foto: Isac Nóbrega/PR O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) emitiu nota oficial na tarde desta quinta-feira (9) para comentar os recentes conflitos e tensões entre ele e instituições legislativas e judiciárias. E frisou: “Nunca tive nenhuma intenção de agredir quaisquer dos Poderes”. No texto, publicado pelo Palácio do Planalto, o presidente assume que suas palavras foram “por vezes, contundentes” e decorreram “do calor do momento e dos embates que sempre visaram o bem”.  Ele citou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, a quem chamou de “canalha” durante os atos de 7 de setembro e proferiu ameaças.  “Sei que boa parte dessas divergências decorrem de conflitos de entendimento acerca das decisões adotadas pelo Ministro Alexandre de Moraes no âmbito do inquérito das fake news”, diz Bolsonaro.  Leia nota na Íntegra: No instante em que o país se encontra dividido entre instituições é meu dever, como Presidente da República, vir a público para dizer: 1. Nunca tive nenhuma intenção de agredir quaisquer dos Poderes. A harmonia entre eles não é vontade minha, mas determinação constitucional que todos, sem exceção, devem respeitar. 2. Sei que boa parte dessas divergências decorrem de conflitos de entendimento acerca das decisões adotadas pelo Ministro Alexandre de Moraes no âmbito do inquérito das fake news. 3. Mas na vida pública as pessoas que exercem o poder, não têm o direito de “esticar a corda”, a ponto de prejudicar a vida dos brasileiros e sua economia. 4. Por isso quero declarar que minhas palavras, por vezes contundentes, decorreram do calor do momento e dos embates que sempre visaram o bem comum. 5. Em que pesem suas qualidades como jurista e professor, existem naturais divergências em algumas decisões do Ministro Alexandre de Moraes. 6. Sendo assim, essas questões devem ser resolvidas por medidas judiciais que serão tomadas de forma a assegurar a observância dos direitos e garantias fundamentais previsto no Art 5º da Constituição Federal. 7. Reitero meu respeito pelas instituições da República, forças motoras que ajudam a governar o país. 8. Democracia é isso: Executivo, Legislativo e Judiciário trabalhando juntos em favor do povo e todos respeitando a Constituição. 9. Sempre estive disposto a manter diálogo permanente com os demais Poderes pela manutenção da harmonia e independência entre eles. 10. Finalmente, quero registrar e agradecer o extraordinário apoio do povo brasileiro, com quem alinho meus princípios e valores, e conduzo os destinos do nosso Brasil. DEUS, PÁTRIA, FAMÍLIA Jair Bolsonaro Presidente da República federativa do Brasil

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Bolsonaro divulga nota oficial afirmando que nunca teve ‘intenção de agredir quaisquer dos Poderes’

Presidente citou divergências com Alexandre de Moraes, a quem chamou de “canalha” no 7 de setembro e assumiu que teve falas “contundentes” Foto: Isac Nóbrega/PR O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) emitiu nota oficial na tarde desta quinta-feira (9) para comentar os recentes conflitos e tensões entre ele e instituições legislativas e judiciárias. E frisou: “Nunca tive nenhuma intenção de agredir quaisquer dos Poderes”. No texto, publicado pelo Palácio do Planalto, o presidente assume que suas palavras foram “por vezes, contundentes” e decorreram “do calor do momento e dos embates que sempre visaram o bem”.  Ele citou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, a quem chamou de “canalha” durante os atos de 7 de setembro e proferiu ameaças.  “Sei que boa parte dessas divergências decorrem de conflitos de entendimento acerca das decisões adotadas pelo Ministro Alexandre de Moraes no âmbito do inquérito das fake news”, diz Bolsonaro.  Leia nota na Íntegra: No instante em que o país se encontra dividido entre instituições é meu dever, como Presidente da República, vir a público para dizer: 1. Nunca tive nenhuma intenção de agredir quaisquer dos Poderes. A harmonia entre eles não é vontade minha, mas determinação constitucional que todos, sem exceção, devem respeitar. 2. Sei que boa parte dessas divergências decorrem de conflitos de entendimento acerca das decisões adotadas pelo Ministro Alexandre de Moraes no âmbito do inquérito das fake news. 3. Mas na vida pública as pessoas que exercem o poder, não têm o direito de “esticar a corda”, a ponto de prejudicar a vida dos brasileiros e sua economia. 4. Por isso quero declarar que minhas palavras, por vezes contundentes, decorreram do calor do momento e dos embates que sempre visaram o bem comum. 5. Em que pesem suas qualidades como jurista e professor, existem naturais divergências em algumas decisões do Ministro Alexandre de Moraes. 6. Sendo assim, essas questões devem ser resolvidas por medidas judiciais que serão tomadas de forma a assegurar a observância dos direitos e garantias fundamentais previsto no Art 5º da Constituição Federal. 7. Reitero meu respeito pelas instituições da República, forças motoras que ajudam a governar o país. 8. Democracia é isso: Executivo, Legislativo e Judiciário trabalhando juntos em favor do povo e todos respeitando a Constituição. 9. Sempre estive disposto a manter diálogo permanente com os demais Poderes pela manutenção da harmonia e independência entre eles. 10. Finalmente, quero registrar e agradecer o extraordinário apoio do povo brasileiro, com quem alinho meus princípios e valores, e conduzo os destinos do nosso Brasil. DEUS, PÁTRIA, FAMÍLIA Jair Bolsonaro Presidente da República federativa do Brasil

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Morador de rua é raptado em Juazeiro e encontrado amarrado com marcas de torturas

A polícia encontrou a vítima amarrada em uma casa na Avenida Carlos Cruz e ali também estava os quatro acusados, que foram presos Foto: Reprodução O morador de rua Antonio Cláudio de Paula Neto, de 21 anos, foi raptado, amarrado e torturado na tarde desta quarta-feira em Juazeiro sob acusação de um suposto assalto praticado na Rua Monsenhor Esmeraldo. A polícia tomou conhecimento do rapto e, imediatamente, passou a diligenciar quando prendeu quatro acusados e resgatou a vítima. Inclusive, as prisões em flagrante foram protocoladas às 11 horas de hoje junto à 2ª Vara Criminal da Comarca de Juazeiro e vão responder por crime de tortura. O fato aconteceu por volta das 17 horas quando a CIOPS (Coordenadoria Integrada de Operações e Segurança) foi avisada do rapto. Uma patrulha do POG comandada pelo Subtenente Vieira e a equipe RAIO 07 tendo à frente Sargento Valdeir souberam que o quarteto tinha levado o morador de rua num veículo Gol de cor prata e placas OKC-2381 o qual havia adentrado a garagem de uma casa na Avenida Carlos Cruz no mesmo bairro Franciscanos. No imóvel, Antonio Cláudio foi encontrado amarrado num dos cômodos e ali estava os quatro acusados. Tarcísio Medeiros, de 35, reside na Vila Fátima; Jonas Ismael Silva de Oliveira, de 20, mora no bairro Juvêncio Santana; Cícero Roberto da Silva Santos, de 33, reside no Jardim Gonzaga; e Ervesson Tavares Santos, de 24 anos, é morador do bairro Frei Damião. Todos foram levados à 20ª Delegacia Regional de Polícia Civil juntamente com a vítima que responde procedimento por tráfico de drogas. Com Informações do Site Miséria

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Presidente do TSE defende sistema eleitoral e rebate Bolsonaro

Barroso falou sobre o assunto ao discursar na abertura da sessão da corte na manhã desta quinta-feira (9) Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil Dois dias depois das manifestações de 7 de setembro, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, rebateu as suspeitas levantadas pelo presidente Jair Bolsonaro sobre a confiabilidade do sistema eleitoral brasileiro. Barroso falou sobre o assunto ao discursar na abertura da sessão da corte na manhã desta quinta-feira (9). “Todos sabem que não houve fraude e quem é o farsante nessa história”, afirmou Barroso. “Quando fracasso bate à porta, é preciso encontrar culpados.” O ministro disse que “o populismo vive de arrumar inimigos para justificar o seu fiasco. Pode ser o comunismo, pode ser a imprensa, podem ser os tribunais”. Urnas Ao defender as urnas eletrônicas, Barroso insistiu que as eleições brasileiras são seguras, limpas, democráticas e auditáveis. Numa referência ao discurso de Bolsonaro a apoiadores no 7 de setembro, quando o presidente defendeu a “contagem pública de votos”, Barroso argumentou que isso seria “como abandonar o computador e regredir, não à máquina de escrever, mas à caneta tinteiro”. “Seria um retorno ao tempo da fraude e da manipulação. Se tentam invadir o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal, imagine-se o que não fariam com as seções eleitorais”, observou o presidente do TSE. Luís Roberto Barroso lembrou ainda que as urnas não entram em rede e não são acessíveis remotamente. “Podem tentar invadir os computadores do TSE e obter dados cadastrais, ataques de negação de serviço aos sistemas, mas nada disso é capaz de comprometer o resultado das eleições”, garantiu. Retórica Ainda segundo Barroso, começa a ficar cansativo no Brasil ter que “repetidamente desmentir falsidades, para que não sejamos dominados pela pós-verdade, pelos fatos alternativos, para que a repetição da mentira não crie a impressão de que ela se tornou verdade. É muito triste o ponto a que chegamos”, declarou. Ainda sobre declarações do presidente contra o Judiciário nos atos da última terça-feira, o ministro classificou as falas como “retórica vazia, política de palanque”. “Insulto não é argumento. Ofensa não é coragem. A incivilidade é uma derrota do espírito. A falta de compostura nos envergonha perante o mundo”, criticou. Na avaliação de Barroso, a “marca Brasil” sofre neste momento uma desvalorização global. “Não é só o real que está desvalorizando. Somos vítima de chacota e de desprezo mundial. Um desprestígio maior do que a inflação, do que o desemprego, do que a queda de renda, do que a alta do dólar, do que a queda da bolsa, do que desmatamento da Amazônia, do número de mortos pela pandemia, do que a fuga de cérebros e de investimentos. Mas pior de tudo. A falta de compostura nos diminui perante nós mesmos. Não podemos permitir a destruição das instituições para encobrir o fracasso econômico, social e moral que estamos vivendo”, afirmou. Luís Roberto Barroso destacou ainda que o mundo vive um processo de “recessão democrática” e que teme que isso afete o Brasil. “É desse clube que nós não queremos que o Brasil faça parte”, afirmou. Barroso fez ainda uma metáfora com a passagem bíblica João 8:32. “Conhecereis a verdade e ela vos libertará”. “O slogan para o momento brasileiro, ao contrário do propalado, parece ser: “Conhecerás a mentira e a mentira te aprisionará”, ressaltou o ministro. O Povo

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Barroso falou sobre o assunto ao discursar na abertura da sessão da corte na manhã desta quinta-feira (9) Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil Dois dias depois das manifestações de 7 de setembro, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, rebateu as suspeitas levantadas pelo presidente Jair Bolsonaro sobre a confiabilidade do sistema eleitoral brasileiro. Barroso falou sobre o assunto ao discursar na abertura da sessão da corte na manhã desta quinta-feira (9). “Todos sabem que não houve fraude e quem é o farsante nessa história”, afirmou Barroso. “Quando fracasso bate à porta, é preciso encontrar culpados.” O ministro disse que “o populismo vive de arrumar inimigos para justificar o seu fiasco. Pode ser o comunismo, pode ser a imprensa, podem ser os tribunais”. Urnas Ao defender as urnas eletrônicas, Barroso insistiu que as eleições brasileiras são seguras, limpas, democráticas e auditáveis. Numa referência ao discurso de Bolsonaro a apoiadores no 7 de setembro, quando o presidente defendeu a “contagem pública de votos”, Barroso argumentou que isso seria “como abandonar o computador e regredir, não à máquina de escrever, mas à caneta tinteiro”. “Seria um retorno ao tempo da fraude e da manipulação. Se tentam invadir o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal, imagine-se o que não fariam com as seções eleitorais”, observou o presidente do TSE. Luís Roberto Barroso lembrou ainda que as urnas não entram em rede e não são acessíveis remotamente. “Podem tentar invadir os computadores do TSE e obter dados cadastrais, ataques de negação de serviço aos sistemas, mas nada disso é capaz de comprometer o resultado das eleições”, garantiu. Retórica Ainda segundo Barroso, começa a ficar cansativo no Brasil ter que “repetidamente desmentir falsidades, para que não sejamos dominados pela pós-verdade, pelos fatos alternativos, para que a repetição da mentira não crie a impressão de que ela se tornou verdade. É muito triste o ponto a que chegamos”, declarou. Ainda sobre declarações do presidente contra o Judiciário nos atos da última terça-feira, o ministro classificou as falas como “retórica vazia, política de palanque”. “Insulto não é argumento. Ofensa não é coragem. A incivilidade é uma derrota do espírito. A falta de compostura nos envergonha perante o mundo”, criticou. Na avaliação de Barroso, a “marca Brasil” sofre neste momento uma desvalorização global. “Não é só o real que está desvalorizando. Somos vítima de chacota e de desprezo mundial. Um desprestígio maior do que a inflação, do que o desemprego, do que a queda de renda, do que a alta do dólar, do que a queda da bolsa, do que desmatamento da Amazônia, do número de mortos pela pandemia, do que a fuga de cérebros e de investimentos. Mas pior de tudo. A falta de compostura nos diminui perante nós mesmos. Não podemos permitir a destruição das instituições para encobrir o fracasso econômico, social e moral que estamos vivendo”, afirmou. Luís Roberto Barroso destacou ainda que o mundo vive um processo de “recessão democrática” e que teme que isso afete o Brasil. “É desse clube que nós não queremos que o Brasil faça parte”, afirmou. Barroso fez ainda uma metáfora com a passagem bíblica João 8:32. “Conhecereis a verdade e ela vos libertará”. “O slogan para o momento brasileiro, ao contrário do propalado, parece ser: “Conhecerás a mentira e a mentira te aprisionará”, ressaltou o ministro. O Povo

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Humorista de ‘Nas Garras da Patrulha’, Djacir Oliveira morre aos 81 anos

Ele estava internado em Fortaleza Foto: Natinho Rodrigues/SVM O humorista Djacir Oliveira, ícone do programa “Nas Garras da Patrulha”, faleceu aos 81 anos na noite desta quarta-feira (8) por insuficiência respiratória aguda, consequência da Covid-19. Ele estava internado no Hospital Gênesis, em Fortaleza. Djacir estava no Sistema Verdes Mares desde 1989. Era inspiração às novas gerações do programa, que, neste ano, completou 20 anos no ar no Sistema Verdes Mares. “Nós temos ele como uma referência”, avaliou Cléber Fernandes sobre o profissional, o único que remanescia desde a primeira geração do programa. A ex-cunhada e amiga do humorista, Lourdes Leite, lamentou a perda. “Ele era um amigo maravilhoso. É muito difícil perder um amigo como ele, que é uma raridade”, disse.  “Nas Garras da Patrulha” Existente desde 1987, o programa trouxe, além de Djacir Oliveira, profissionais como Paulo Lélis, Tom Cavalcante, Marcos Belmino, Will Ferrari, Wilson Aguiar, Glice Sales e muitos outros, que, juntos, realizaram a façanha de levar a atração a um reconhecimento nacional. O humorístico tem, ao longo de sua jornada, extensa lista de personagens, com pelo menos 170 distintos. Entre eles, há Tabosa, Tizil, Danduska, Elenilson Júnior, Fresquin, Froxilda Fofolete e Sinira Beiçuda, esta interpretada por Djacir. Em monografia do curso de Jornalismo da Faculdade Cearense (FAC), o jornalista Antonio Rhodinelles destacou a identificação popular promovida pela atração, que fornece ao público “imagens de personalidades do imaginário local”.  “Sua linguagem se apresenta de forma a criar essa identificação com seu público, que possuem esse jeito cearense de falar, tão diferente, e motivo de orgulho de muitos cearenses que adotaram, gírias, expressões e palavras”, considera o autor do estudo. Diário do Nordeste

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Humorista de ‘Nas Garras da Patrulha’, Djacir Oliveira morre aos 81 anos

Ele estava internado em Fortaleza Foto: Natinho Rodrigues/SVM O humorista Djacir Oliveira, ícone do programa “Nas Garras da Patrulha”, faleceu aos 81 anos na noite desta quarta-feira (8) por insuficiência respiratória aguda, consequência da Covid-19. Ele estava internado no Hospital Gênesis, em Fortaleza. Djacir estava no Sistema Verdes Mares desde 1989. Era inspiração às novas gerações do programa, que, neste ano, completou 20 anos no ar no Sistema Verdes Mares. “Nós temos ele como uma referência”, avaliou Cléber Fernandes sobre o profissional, o único que remanescia desde a primeira geração do programa. A ex-cunhada e amiga do humorista, Lourdes Leite, lamentou a perda. “Ele era um amigo maravilhoso. É muito difícil perder um amigo como ele, que é uma raridade”, disse.  “Nas Garras da Patrulha” Existente desde 1987, o programa trouxe, além de Djacir Oliveira, profissionais como Paulo Lélis, Tom Cavalcante, Marcos Belmino, Will Ferrari, Wilson Aguiar, Glice Sales e muitos outros, que, juntos, realizaram a façanha de levar a atração a um reconhecimento nacional. O humorístico tem, ao longo de sua jornada, extensa lista de personagens, com pelo menos 170 distintos. Entre eles, há Tabosa, Tizil, Danduska, Elenilson Júnior, Fresquin, Froxilda Fofolete e Sinira Beiçuda, esta interpretada por Djacir. Em monografia do curso de Jornalismo da Faculdade Cearense (FAC), o jornalista Antonio Rhodinelles destacou a identificação popular promovida pela atração, que fornece ao público “imagens de personalidades do imaginário local”.  “Sua linguagem se apresenta de forma a criar essa identificação com seu público, que possuem esse jeito cearense de falar, tão diferente, e motivo de orgulho de muitos cearenses que adotaram, gírias, expressões e palavras”, considera o autor do estudo. Diário do Nordeste

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Conselho Municipal dos Direitos LGBTQIA+ leva novas propostas para a Prefeitura de Juazeiro do Norte

O Conselho se encontrou com a Secretária de Articulação Política da Prefeitura  Foto:Reprodução Agência Cariri En Si  Nesta quinta-feira (9), o Conselho Municipal de Direitos LGBTQIA+ se reuniu no gabinete do prefeito para discutir novas pautas em defesa da comunidade. O grupo foi recebido pela Secretária de Articulação Política, Josy Lima. O Prefeito Glêdson Bezerra não estava presente.  Entre as propostas defendidas pelo Conselho estão a implantação de uma política nacional de saúde LGBTQIA+ e um ambulatório para pessoas trans e intervenção junto a Semasp para sensibilização dos permissionários da alameda para respeitarem o uso do banheiro feminino por travestis e pessoas trans, tendo em vista as inúmeras denúncias de transfobia.

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