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Ministério da Saúde recebe novo lote de 1 milhão de doses da CoronaVac

Nas últimas semanas diversos municípios brasileiros enfrentaram desabastecimento do imunizante

Reprodução

Um lote com mais de 1 milhão de doses da vacina CoronaVac será enviada, nesta quinta-feira (6), ao Ministério da Saúde. As unidades desenvolvidas pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac serão incorporadas ao Plano Nacional de Imunização (PNI) e distribuídas aos estados. 
Nas últimas semanas diversos municípios brasileiros enfrentaram um desabastecimento do imunizante, o que chego a comprometer a conclusão do esquema vacinal de muitas cidades. 
No Ceará, por exemplo, em 29 de abril pelo menos 15 municípios, incluindo Fortaleza, não tinham CoronaVac suficientes para aplicar a segunda dose no grupo prioritário, o que gerou transtorno e frustração para centenas de idosos que chegaram a se deslocar para os postos de vacinação para receber os imunobiológicos.
O atraso na entrega de novas unidades da vacina desenvolvida pelo instituto brasileiro foi causada pela falta de Insumo Farmacêutico Ativo (IFA), matéria-prima importada necessária para a produção de novas doses da vacina contra o novo coronavírus. Conforme o Butanta, no último dia 19 recebeu uma nova remessa de 3 mil litros do produto. 
A instituição ainda informou que está negociando com a Sinovac o envio de mais um carregamento com 3 mil litros do IFA. “O Butantan trabalha para entregar mais 54 milhões de doses para a vacinação dos brasileiros até o dia 30 de agosto, totalizando 100 milhões de unidades contratadas até agora para a campanha contra a covid-19”. 
Desde o mês de janeiro, 42,05 milhões de doses da CoronaVac foram entregues ao Ministério da Saúde para serem incorporadas ao PNI e distribuídas pelo País. 
O imunizante íntegra o grupo de três vacinas contra a Covid-19 utilizadas pelo MS na vacinação da população brasileira. Além dele, a pasta também distribui unidades dos imunobiológicos desenvolvidos pela Universidade de Oxford em parceria com a AstraZeneca e pela norte-americana Pfizer. 
Diariodonordeste

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