Vereadora foi eleita na cidade do Crato, nas eleições de 2020
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Agência Caririensi
Conforme a denúncia recebida, o documento falso anexado ao processo pela vereadora Mariangela Auto Gomes, trata-se de uma suposta carta de anuência, assinada por: Raimundo Nonato Caldas, acontece que na data posta na carta de anuência de desfiliação, qual seja: 22 de maio de 2021, o Sr. Raimundo Nonato Caldas não era Presidente do Diretório Municipal do PMN de Crato, conforme certifica a Certidão de Composição Partidária emitida pela Justiça Eleitoral.
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O documento juntado pela vereadora: Mariangela Gomes, evidencia em tese a presença de indícios da prática do crime, além de contrariar e afrontar a Certidão expedida pela Justiça Eleitoral. o objetivo da juntada da suposta carta de anuência era de alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante, para assim simular uma anuência do PMN em relação a sua desfiliação, e embasar a defesa sua defesa, buscando desesperadamente afastar sua responsabilidade na infidelidade partidária a ensejar a cassação do seu mandato.


