Copa do Mundo FIFA2026
Carregando partidas…

Potengi celebra os seus 69 anos de emancipação com destaque para a cultura, religiosidade e tradição na metalurgia artesanal

POTENGI-aspect-ratio-40-21

A cidade de Potengi, localizada no Cariri cearense, celebra os seus 69 anos de emancipação política, com destaque para a cultura, religiosidade e tradição na metalurgia artesanal, ficando popularmente conhecida como “a cidade que não dorme”. 

A região era habitada originalmente pelo povo indígena Kariri, antes da fixação de agricultores no século XIX, se chamando inicialmente de Vila de Xique-Xique. A localidade foi elevada à categoria de município, ganhando o nome de Potengi em 4 de setembro de 1957, sendo oficialmente instalado em 25 de março de 1959.

Força cultural

Potengi preserva viva a tradição do Reisado de Couro, manifestação folclórica importante no município. Além disso, a cidade abriga mestres da cultura tradicional que repassam conhecimento do reisado para as novas gerações. 

Religiosidade

A religiosidade é outro ponto que permeia a cidade de Potengi, com a vida religiosa do município girando em torno de São José, padroeiro da cidade.

A devoção ao padroeiro se conecta diretamente com a identidade local, com São José sendo também o santo dos artesãos e trabalhadores, algo que tem muita força na cidade.

A cidade que não dorme

O município de Potengi é amplamente conhecido como “a cidade que não dorme”. O apelido vem do ofício da metalurgia, que tem muita força local. Como o calor é muito forte no trabalho metalúrgico, os ferreiros locais costumam iniciar os trabalhos de fabricação das peças no período da noite.

Por conta do barulho gerado durante o período, a população acaba conhecendo a cidade por esse quesito.

A produção das peças produzidas é comercializada tanto dentro da cidade quanto exportada para estados vizinhos, como Piauí e Maranhão.

Ao celebrar mais um ano de sua história, Potengi reafirma a identidade construída ao longo das décadas por seus moradores, marcada pelas tradições, pela cultura, pelo trabalho e pelo sentimento de pertencimento.

Por redação: Caririensi.

Gostou da matéria, Compartilhe!

Rolar para cima