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Arrecadação do Estado com combustíveis cresce quase 26%, e União deve dobrar valor em 2021

Governo do Ceará já arrecadou R$ 2,45 bilhões de janeiro a setembro. Já o Centro Brasileiro de Infraestrutura prevê que União embolsará R$ 70 bilhões neste ano                      Foto: Kid Júnior/SVM As disputas entre União e os Estados sobre a arrecadação de impostos sobre os combustíveis não deverão ser encerradas tão cedo. No entanto, ambos os entes terminarão, provavelmente, o ano de 2021 embolsando muito mais do que em 2020. Segundo dados da Secretaria da Fazenda do Ceará, o Estado já registra um crescimento de 25,92% do valor gerado pelo Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), gerando um valor de R$ 2,451 bilhões, de janeiro a setembro deste ano. A comparação em relação aos dados do Governo do Estado foram feitas entre janeiro e setembro de 2020 – quando foi arrecadado cerca de R$ 1,946 bilhão – e igual período de 2021. A alta da arrecadação deste ano está acima da variação do segmento medido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que foi de 16,84%.  GOVERNO FEDERAL Enquanto isso, o Governo Federal deverá registrar um aumento de 93,65% de arrecadação pelos impostos federais (CIDE, PIS e Cofins), em 2021, segundo o Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE).  O levantamento do CBIE indicou que os cofres públicos da União deverão contar com R$ 70 bilhões gerados pelos gastos com combustíveis em 2021. Em 2020, os números do Centro indicam o recebimento de R$ 36,2 bilhões. Os valores já incluem os pagamentos por royalties, participações especiais e os dividendos da Petrobras, já que o Governo ainda é o maior acionista da empresa.  TRIBUTOS E LUCROS Os dados não surpreenderam o economista Alex Araújo, que relacionou o crescimento dos valores de arrecadação justamente à inflação mundial no mercado de combustíveis e a crise de demanda por petróleo em vários países, aliado ao modelo tributário do País. Como o Brasil tem um sistema de impostos baseado em porcentagens incidindo sobre os preços, se um produto fica mais caro os entes públicos deverão arrecadar mais.  No entanto, há uma explicação para que a elevação da arrecadação da União seja consideravelmente maior do que a registrada pelo Estado. Conforme o economista, como a União recebe valores referentes a tributos e outros itens relacionados ao lucro com a venda dos produtos, há uma ligação direta com o final da cadeia de produção.  Já o Estado, que conta apenas com o ICMS, imposto voltado para circulação de mercadorias, há um impacto muito menor para a arrecadação, ainda que também tenha havido um crescimento claro dos valores embolsados pelo Governo do Ceará, por exemplo.  “De um lado, é um problema do modelo tributário, mas do outro temos o próprio fato da Petrobras usar o preço referencial em dólar para repassar custos ao mercado. Tem questões desses dois lados. Há uma predisposição dos Estados de buscar uma negociação e eles até congelaram o ICMS, mas será preciso pensar bem e buscar uma saída para o problema da alta dos preços dos combustíveis no Brasil”, explicou Araújo. O cenário complexo de preços, que tem influenciado na arrecadação pública, pode ser sentida diariamente no Ceará, com a última pesquisa da Agência Nacional do Petróleo (ANP), realizada de 31/10 a 6/11 em 100 postos de combustíveis de Fortaleza, indicando bairros onde o preço do litro da Gasolina já se aproxima dos R$ 7 (Mondubim: R$ 6,99). PREÇOS ELEVADOS  Para piorar este cenário, as soluções para essa encruzilhada dos preços parecem não ser tão simples. A Petrobras poderia, por exemplo, rever o modelo de reajustes de preços diários – implementado durante o governo Michel Temer, em 2016 – para tentar reduzir o impacto da inflação mundial e das variações cambiais, já que a gasolina no Brasil, hoje, depende diretamente do dólar.  Contudo, para Araújo, a Petrobras ainda enfrenta um grande gargalo no setor de refino, o que faz com que a Estatal precise importar itens usados na produção dos combustíveis, gerando novos gastos em dólar. A extração do petróleo não seria o problema, mas, sim, a capacidade de refino.  Para tentar minimizar esses impactos, o economista defende que o Governo Federal poderia agir com duas estratégias: de um lado favorecer uma política de estoques reguladores para mitigar o impacto interno causado pelas variações do mercado internacional; e do outro, incentivar a entrada da iniciativa privada no mercado de refino, reduzindo a pressão sobre a Petrobras.  “Não é uma questão simples e em outros setores há uma dinâmica de preços livres, como no setor de alimentos que dependem do trigo, mas no setor de refino de petróleo não, não temos um número grande de empresas como temos no de alimentos. E essa questão do petróleo tem levado inflação para países no mundo todo”, disse. “Temos de ter alguma forma de mitigar os efeitos, atuando com um estoque regulador ou fundo para reajuste desse preço e com uma regulação que devesse trabalhar para se ter mais empresas nesses negócios de refino. O único ‘player’ é a Petrobras, mas o ideal era ter mais gente”, completou.

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Arrecadação do Estado com combustíveis cresce quase 26%, e União deve dobrar valor em 2021

Governo do Ceará já arrecadou R$ 2,45 bilhões de janeiro a setembro. Já o Centro Brasileiro de Infraestrutura prevê que União embolsará R$ 70 bilhões neste ano                      Foto: Kid Júnior/SVM As disputas entre União e os Estados sobre a arrecadação de impostos sobre os combustíveis não deverão ser encerradas tão cedo. No entanto, ambos os entes terminarão, provavelmente, o ano de 2021 embolsando muito mais do que em 2020. Segundo dados da Secretaria da Fazenda do Ceará, o Estado já registra um crescimento de 25,92% do valor gerado pelo Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), gerando um valor de R$ 2,451 bilhões, de janeiro a setembro deste ano. A comparação em relação aos dados do Governo do Estado foram feitas entre janeiro e setembro de 2020 – quando foi arrecadado cerca de R$ 1,946 bilhão – e igual período de 2021. A alta da arrecadação deste ano está acima da variação do segmento medido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que foi de 16,84%.  GOVERNO FEDERAL Enquanto isso, o Governo Federal deverá registrar um aumento de 93,65% de arrecadação pelos impostos federais (CIDE, PIS e Cofins), em 2021, segundo o Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE).  O levantamento do CBIE indicou que os cofres públicos da União deverão contar com R$ 70 bilhões gerados pelos gastos com combustíveis em 2021. Em 2020, os números do Centro indicam o recebimento de R$ 36,2 bilhões. Os valores já incluem os pagamentos por royalties, participações especiais e os dividendos da Petrobras, já que o Governo ainda é o maior acionista da empresa.  TRIBUTOS E LUCROS Os dados não surpreenderam o economista Alex Araújo, que relacionou o crescimento dos valores de arrecadação justamente à inflação mundial no mercado de combustíveis e a crise de demanda por petróleo em vários países, aliado ao modelo tributário do País. Como o Brasil tem um sistema de impostos baseado em porcentagens incidindo sobre os preços, se um produto fica mais caro os entes públicos deverão arrecadar mais.  No entanto, há uma explicação para que a elevação da arrecadação da União seja consideravelmente maior do que a registrada pelo Estado. Conforme o economista, como a União recebe valores referentes a tributos e outros itens relacionados ao lucro com a venda dos produtos, há uma ligação direta com o final da cadeia de produção.  Já o Estado, que conta apenas com o ICMS, imposto voltado para circulação de mercadorias, há um impacto muito menor para a arrecadação, ainda que também tenha havido um crescimento claro dos valores embolsados pelo Governo do Ceará, por exemplo.  “De um lado, é um problema do modelo tributário, mas do outro temos o próprio fato da Petrobras usar o preço referencial em dólar para repassar custos ao mercado. Tem questões desses dois lados. Há uma predisposição dos Estados de buscar uma negociação e eles até congelaram o ICMS, mas será preciso pensar bem e buscar uma saída para o problema da alta dos preços dos combustíveis no Brasil”, explicou Araújo. O cenário complexo de preços, que tem influenciado na arrecadação pública, pode ser sentida diariamente no Ceará, com a última pesquisa da Agência Nacional do Petróleo (ANP), realizada de 31/10 a 6/11 em 100 postos de combustíveis de Fortaleza, indicando bairros onde o preço do litro da Gasolina já se aproxima dos R$ 7 (Mondubim: R$ 6,99). PREÇOS ELEVADOS  Para piorar este cenário, as soluções para essa encruzilhada dos preços parecem não ser tão simples. A Petrobras poderia, por exemplo, rever o modelo de reajustes de preços diários – implementado durante o governo Michel Temer, em 2016 – para tentar reduzir o impacto da inflação mundial e das variações cambiais, já que a gasolina no Brasil, hoje, depende diretamente do dólar.  Contudo, para Araújo, a Petrobras ainda enfrenta um grande gargalo no setor de refino, o que faz com que a Estatal precise importar itens usados na produção dos combustíveis, gerando novos gastos em dólar. A extração do petróleo não seria o problema, mas, sim, a capacidade de refino.  Para tentar minimizar esses impactos, o economista defende que o Governo Federal poderia agir com duas estratégias: de um lado favorecer uma política de estoques reguladores para mitigar o impacto interno causado pelas variações do mercado internacional; e do outro, incentivar a entrada da iniciativa privada no mercado de refino, reduzindo a pressão sobre a Petrobras.  “Não é uma questão simples e em outros setores há uma dinâmica de preços livres, como no setor de alimentos que dependem do trigo, mas no setor de refino de petróleo não, não temos um número grande de empresas como temos no de alimentos. E essa questão do petróleo tem levado inflação para países no mundo todo”, disse. “Temos de ter alguma forma de mitigar os efeitos, atuando com um estoque regulador ou fundo para reajuste desse preço e com uma regulação que devesse trabalhar para se ter mais empresas nesses negócios de refino. O único ‘player’ é a Petrobras, mas o ideal era ter mais gente”, completou.

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Presidente Darlan Lobo defende implantação do passe livre em Juazeiro

                         Foto: Redes Sociais  O Presidente da Câmara de Vereadores de Juazeiro voltou a abordar a questão do transporte público da cidade na sessão desta terça-feira, 9. Darlan Lobo disse estar lutando pela implantação do passe livre no município. Ele defende que o projeto é viável e já vem sendo implantado em outros municípios do porte de Juazeiro, como em Caucaia. O presidente disse que sempre discutiu essa questão do transporte público e desde a aprovação do subsídio da Prefeitura para a empresa Via Metro, para não haver aumento nas passagens, ele tem defendido a implantação do passe livre, que segundo ele, resolveria a situação, pois o subsídio vai acabar e as pessoas mais carentes não terão condições de pagar o preço das passagens. “A população de Juazeiro merece, é trabalhadora, e as pessoas precisam se deslocar para trabalhar todos os dias. Os mais carentes não tem condições de pagar, pois um passagem custa R$3 reais e quando acabar o subsídio, vai subir para R$ 3,50, o que vai ficar inviável para os mais carentes”, alerta o presidente. Ele diz que a ideia é convencer o prefeito a usar a economia que o município vem fazendo  para custear a tarifa zero. Isso, segundo Darlan ajudaria a população a sair dos bairros carentes para ir trabalhar, fomentaria o comércio, e movimentaria a cidade. “Esperamos que o prefeito abrace o projeto, faça o impacto financeiro e veja a possibilidade de custeio, se não total, pelo menos 50%, para ajudar a população de Juazeiro.”

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                         Foto: Redes Sociais  O Presidente da Câmara de Vereadores de Juazeiro voltou a abordar a questão do transporte público da cidade na sessão desta terça-feira, 9. Darlan Lobo disse estar lutando pela implantação do passe livre no município. Ele defende que o projeto é viável e já vem sendo implantado em outros municípios do porte de Juazeiro, como em Caucaia. O presidente disse que sempre discutiu essa questão do transporte público e desde a aprovação do subsídio da Prefeitura para a empresa Via Metro, para não haver aumento nas passagens, ele tem defendido a implantação do passe livre, que segundo ele, resolveria a situação, pois o subsídio vai acabar e as pessoas mais carentes não terão condições de pagar o preço das passagens. “A população de Juazeiro merece, é trabalhadora, e as pessoas precisam se deslocar para trabalhar todos os dias. Os mais carentes não tem condições de pagar, pois um passagem custa R$3 reais e quando acabar o subsídio, vai subir para R$ 3,50, o que vai ficar inviável para os mais carentes”, alerta o presidente. Ele diz que a ideia é convencer o prefeito a usar a economia que o município vem fazendo  para custear a tarifa zero. Isso, segundo Darlan ajudaria a população a sair dos bairros carentes para ir trabalhar, fomentaria o comércio, e movimentaria a cidade. “Esperamos que o prefeito abrace o projeto, faça o impacto financeiro e veja a possibilidade de custeio, se não total, pelo menos 50%, para ajudar a população de Juazeiro.”

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Justiça manda Prefeito Gledson Bezerra suspender seleção da educação e convocar os aprovados no concurso público

                         Foto: Redes Sociais Os Aprovados no Concurso Público da Prefeitura de Juazeiro do Norte conseguiram na 2ª Vara Civil da Comarca de Juazeiro do Norte, um mandado de segurança coletivo a suspensão da seleção por abusivo/ilegal praticado pelo Prefeito do Município de Juazeiro do Norte Gledson Bezerra e pela Secretária Municipal de Educação, Pergentina Jardim Os aprovados alegaram que foram aprovados no concurso público promovido pelo Município de Juazeiro do Norte regido pelo edital nº 001/2019, de 26 de março de 2020, contudo, sem qualquer justificativa, à Secretaria de Educação abriu seleção pública para contratação temporária (edital de seleção simplificada nº006/2021), visando à composição de cadastro de reserva de profissional para execução de atividade de limpeza, alimentação, portaria e monitoria escolar, o qual teve resultado final divulgado em 03/11/2021. Como resultado do processo seletivo foram realizadas 84 convocações imediatas, sem concurso público, para os cargos de auxiliar de merendeiras e 49 cargos de merendeira. O Município fez uma seleção por meio do Edital 001/2019, onde foram aprovados 42 e 126 ficaram no cadastro de reserva, o que totaliza 168 pessoas aptas e aprovadas em concurso público. Do concurso público as 42 aprovadas diretas já foram convocadas, restando convocar as 126 do Cadastro de reservas. Mesmo assim o Município resolveu fazer uma seleção de temporários onde qualifica como cadastro de reservas, 120 merendeiras e 298 auxiliares de merendeiras, um número quase o quádruplo Em virtude de tais fatos, o juiz Francisco José Mazza Siqueira concedeu a liminar que determina que o Município de Juazeiro do Norte suspenda o processo seletivo simplificado nº 006/2021, evitando a contratação. Fonte: Reprodução Site Tarciano Clécio

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                         Foto: Redes Sociais Os Aprovados no Concurso Público da Prefeitura de Juazeiro do Norte conseguiram na 2ª Vara Civil da Comarca de Juazeiro do Norte, um mandado de segurança coletivo a suspensão da seleção por abusivo/ilegal praticado pelo Prefeito do Município de Juazeiro do Norte Gledson Bezerra e pela Secretária Municipal de Educação, Pergentina Jardim Os aprovados alegaram que foram aprovados no concurso público promovido pelo Município de Juazeiro do Norte regido pelo edital nº 001/2019, de 26 de março de 2020, contudo, sem qualquer justificativa, à Secretaria de Educação abriu seleção pública para contratação temporária (edital de seleção simplificada nº006/2021), visando à composição de cadastro de reserva de profissional para execução de atividade de limpeza, alimentação, portaria e monitoria escolar, o qual teve resultado final divulgado em 03/11/2021. Como resultado do processo seletivo foram realizadas 84 convocações imediatas, sem concurso público, para os cargos de auxiliar de merendeiras e 49 cargos de merendeira. O Município fez uma seleção por meio do Edital 001/2019, onde foram aprovados 42 e 126 ficaram no cadastro de reserva, o que totaliza 168 pessoas aptas e aprovadas em concurso público. Do concurso público as 42 aprovadas diretas já foram convocadas, restando convocar as 126 do Cadastro de reservas. Mesmo assim o Município resolveu fazer uma seleção de temporários onde qualifica como cadastro de reservas, 120 merendeiras e 298 auxiliares de merendeiras, um número quase o quádruplo Em virtude de tais fatos, o juiz Francisco José Mazza Siqueira concedeu a liminar que determina que o Município de Juazeiro do Norte suspenda o processo seletivo simplificado nº 006/2021, evitando a contratação. Fonte: Reprodução Site Tarciano Clécio

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Balanço Geral da Câmara de Missão Velha – Presidente da Câmara faz cobranças à Prefeitura e Secretaria de Infraestrutura

José Nairton pede melhoria para as estradas que ligam as comunidades rurais         Foto: Redes Sociais Agência Caririensi Durante sessão na Câmara de Vereadores de Missão Velha, o presidente José Nairton cobrou da prefeitura e da Secretaria de Infraestrutura quanto a melhoria dos caminhos que ligam as comunidades rurais do município. O pedido do presidente é um reforço à demanda já apresentada pelo vereador Francisco de Assis Borges Landim. Nairton relata as melhorias feitas pela gestão anterior, com conserto de pontes, asfaltamento e sinalização, e afirma que a situação atual é precária. O presidente afirma que o estado dos caminhos será um problema quando o inverno começar de fato e cobra do prefeito e do Secretário de Infraestrutura o porquê das máquinas não estarem trabalhando nos consertos necessários. A gestão diz que as máquinas foram recebidas com defeitos, mas checando com o ex-Secretário de Transportes, José Nairton atestou o funcionamento das máquinas através da documentação. O presidente finaliza pedindo para que a prefeitura pare de fugir dos problemas e de culpar gestões anteriores para que a população das comunidades não sofra.

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José Nairton pede melhoria para as estradas que ligam as comunidades rurais         Foto: Redes Sociais Agência Caririensi Durante sessão na Câmara de Vereadores de Missão Velha, o presidente José Nairton cobrou da prefeitura e da Secretaria de Infraestrutura quanto a melhoria dos caminhos que ligam as comunidades rurais do município. O pedido do presidente é um reforço à demanda já apresentada pelo vereador Francisco de Assis Borges Landim. Nairton relata as melhorias feitas pela gestão anterior, com conserto de pontes, asfaltamento e sinalização, e afirma que a situação atual é precária. O presidente afirma que o estado dos caminhos será um problema quando o inverno começar de fato e cobra do prefeito e do Secretário de Infraestrutura o porquê das máquinas não estarem trabalhando nos consertos necessários. A gestão diz que as máquinas foram recebidas com defeitos, mas checando com o ex-Secretário de Transportes, José Nairton atestou o funcionamento das máquinas através da documentação. O presidente finaliza pedindo para que a prefeitura pare de fugir dos problemas e de culpar gestões anteriores para que a população das comunidades não sofra.

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Bolsonaro chama Petrobras de ‘monstrengo’ e diz que espera privatizar ‘parte dela’

O presidente também criticou a reforma da previdência e disse que as alterações no sistema de cobrança de impostos não são o que o governo esperava            Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fez críticas, nesta quarta-feira (10), à Petrobras e à reforma tributária em andamento no Congresso. Em entrevista para a Rádio Cultura FM, do Espírito Santo, o chefe do Executivo chamou a estatal de “monstrengo” e disse querer privatizar “parte dela” — sem, contudo, dar detalhes. “Não tenho ingerência sobre a Petrobras. Espero privatizar parte dela, o que não é fácil. Petrobras é um monstrengo, uma estatal com monopólio e vive a vida em função dela”, afirmou o presidente, que já disse que a petrolífera deveria gerar menos lucro. AUXÍLIO BRASIL Um dia após a Câmara dos Deputados aprovar a PEC dos Precatórios em segundo turno, Bolsonaro ainda voltou a dizer, durante a entrevista, que o governo não pode pagar um benefício acima de R$ 400 no Auxílio Brasil. “A gente sabe que não pode dar mais do que isso para a inflação não explodir”, declarou. “É, eu posso me dar bem com o programa, mas não quero que o povo passe fome”, disse.  Ao postergar o pagamento de dívidas transitadas em julgado e mexer no teto de gastos, a PEC dos Precatórios abre espaço fiscal para pagar o Auxílio Brasil de R$ 400 até o fim de 2022, ano eleitoral, e para ampliar o pagamento de emendas parlamentares. Fonte: Diário do Nordeste

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O presidente também criticou a reforma da previdência e disse que as alterações no sistema de cobrança de impostos não são o que o governo esperava            Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fez críticas, nesta quarta-feira (10), à Petrobras e à reforma tributária em andamento no Congresso. Em entrevista para a Rádio Cultura FM, do Espírito Santo, o chefe do Executivo chamou a estatal de “monstrengo” e disse querer privatizar “parte dela” — sem, contudo, dar detalhes. “Não tenho ingerência sobre a Petrobras. Espero privatizar parte dela, o que não é fácil. Petrobras é um monstrengo, uma estatal com monopólio e vive a vida em função dela”, afirmou o presidente, que já disse que a petrolífera deveria gerar menos lucro. AUXÍLIO BRASIL Um dia após a Câmara dos Deputados aprovar a PEC dos Precatórios em segundo turno, Bolsonaro ainda voltou a dizer, durante a entrevista, que o governo não pode pagar um benefício acima de R$ 400 no Auxílio Brasil. “A gente sabe que não pode dar mais do que isso para a inflação não explodir”, declarou. “É, eu posso me dar bem com o programa, mas não quero que o povo passe fome”, disse.  Ao postergar o pagamento de dívidas transitadas em julgado e mexer no teto de gastos, a PEC dos Precatórios abre espaço fiscal para pagar o Auxílio Brasil de R$ 400 até o fim de 2022, ano eleitoral, e para ampliar o pagamento de emendas parlamentares. Fonte: Diário do Nordeste

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