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O que o Ceará pode perder se o território de 13 municípios em disputa passar para o Piauí

O litígio entre os dois estados é foco de ação em tramitação no Supremo Tribunal Federal e pode afetar 13 cidades cearenses                      Foto: Cid Barbosa A disputa territorial entre o Ceará e o Piauí, alvo de ação no Supremo Tribunal Federal (STF), pode ter extenso impacto no território cearense – caso o estado vizinho obtenha vitória. Além do território e da população afetadas, equipamentos públicos, áreas de produção, estradas e até mesmo recursos hídricos podem ser perdidos pelo Ceará.  Pelo menos 13 municípios cearenses fazem parte da área de litígio – a maior parte localizada na região da Serra da Ibiapaba. O número pode subir para 14 caso o Supremo aceite a perícia preliminar realizada pelo Exército brasileiro – que aumentou a área de disputa entre os dois estados.  Como partes impactadas pelo processo, representantes das cidades afetadas estiveram na Assembleia Legislativa, na semana passada, para, junto à Procuradoria-Geral do Estado, trabalhar os próximos passos da ação,  inclusive com a possibilidade de, enquanto grupo, os Municípios solicitarem o ingresso no processo como parte interessada.  Apesar de o processo estar paralisado, esperando a continuidade dos trabalhos técnicos realizados na área pelo Exército, atores políticos e chefes do Executivo têm procurado alternativas para minimizar quaisquer prejuízos que o litígio possa trazer para o Ceará.  LEVANTAMENTO DO IMPACTO A ação ajuizada pelo Estado do Piauí resultou em uma perícia técnica preliminar realizada em 2016 pelo Exército brasileiro. Nela, foi realizada uma análise de documentos históricos tendo como referência apenas questões cartográficas e geográficas. Com isto, a área que poderia ser perdida do território cearense seria ainda maior do que inicialmente solicitada pelo estado vizinho no processo. Na ação em tramitação no Supremo, são detalhadas três áreas de litígio, correspondendo a um valor de 2.821,54 quilômetros quadrados – equivalente a 1,9% do território cearense.  A análise preliminar do Exército brasileiro triplica essa área, chegando a 6 mil quilômetros quadrados e abrangendo um número bem maior de localidades, equipamentos públicos e, principalmente, habitantes impactados pela disputa territorial.  Além destes, se a perícia inicial do Exército for aceita, o Estado também pode perder brinquedopraças (2), delegacias (3), posto da Polícia Rodoviária Estadual (1), Unidades de Conservação (2) e açudes estratégicos (2). Apenas pelo que foi pedido no processo, esses equipamentos não seriam afetados.  O levantamento do que pode ser afetado pela disputa foi elaborado em 2019, pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece) em parceria com o Comitê de Estudos de Limites e Divisas Territoriais do Ceará (Celditec) da Assembleia Legislativa do Ceará. O documento preliminar do Exército aponta ainda que seis municípios cearenses da área de litígio pertenceriam ao Piauí, caso sejam considerados apenas questões cartográficas e geográficas. Além disso, aumenta de 13 para 14 o número de cidades com território impactado.   No mesmo texto, a instituição afirma ser “desnecessário ter um gasto de tão grande vulto para a realização de uma Perícia Técnica”, já que havia sido possível identificar documentos cartográficos. Apesar disso, a relatora do processo no Supremo, ministra Cármen Lúcia, determinou, em 2019, que o Exército iniciasse, na área de litígio, os trabalhos técnicos para definir a quem pertencem as áreas de litígio. Contudo, a pandemia de Covid-19 afetou a realização da perícia, que ainda não foi finalizada.  PERTENCIMENTO AO TERRITÓRIO CEARENSE O estudo feito pelo Ipece aponta ainda que a interpretação apenas do divisor topográfico do litígio não contempla outros elementos relevantes para a disputa, como a dimensão cultural e de identidade das populações que vivem nesse território. Este também é um dos argumentos que deve ser apresentado pela defesa do Estado do Ceará, de responsabilidade da Procuradoria-Geral do Estado. Chefe da representação do órgão em Brasília, a procuradora Ludiana Carla Braga acompanha o processo desde o início, em 2011. Ela explica que existem elementos que devem ser destacados na hora da decisão quanto à posse dos territórios – e que devem ser levados ao Supremo pelo Ceará. “Temos o argumento, que é o mais importante, que é a verdadeira posse, a utilização do território e os equipamentos que (o Governo) traz para os territórios”, detalha. Esse contraponto será levantado em relação à alegação defendida pelo Piauí, que utiliza apenas aspectos cartográficos. Elementos culturais – principalmente quanto ao pertencimento da população – e econômicos também são ressaltados pelos prefeitos das cidades que podem ser atingidas pela disputa territorial.  “Além do questionamento territorial, nós temos também que elevar o questionamento cultural dessas comunidades, do cidadão que se identifica como cearense, de quanto tempo eles estão naquelas áreas, do investimento do Estado, há muitos anos, na região”. Saul Maciel Prefeito de São Benedito “O interesse é que a gente resolva logo, até pelo fato de que o município é beneficiado totalmente pelo estado do Ceará. Para nós, com certeza seria uma grande perda. Todos os benefícios que nós temos de infraestrutura, de saúde, tudo é via Governo do Estado do Ceará”, concorda o prefeito de Carnaubal, Zé Weliton.  A identificação da “raiz dessa população tem que ser ouvida”, argumenta Saul Maciel. O gestor considera que poderia ser feito, inclusive, um plebiscito com moradores da região – tanto do lado do Piauí como do Ceará – para que “essas comunidades possam ser ouvidas realmente”.  IMPACTO NA POPULAÇÃO O município de São Benedito pode sofrer uma perda territorial de 13,5% caso a decisão seja favorável ao Piauí. Em relação a habitantes, seriam, em média, 3 mil pessoas impactadas. No total, são quase 245 mil famílias que estão nas áreas de litígio.  “São nossos territórios, nossos conterrâneos, nossas famílias, uma população gigantesca que está envolvida nesse cenário”, ressalta o prefeito de Crateús, Marcelo Machado. Ele aponta que é momento de municípios, Estado e parlamentares estarem “juntos para somar, fortalecer e defender o que pertence a nós, o que pertence à nossa gente”.  No Ceará, o município que pode ser mais impactado por uma eventual vitória do Piauí no processo seria Poranga. A cidade perderia 66% do território – área que concentra os

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O litígio entre os dois estados é foco de ação em tramitação no Supremo Tribunal Federal e pode afetar 13 cidades cearenses                      Foto: Cid Barbosa A disputa territorial entre o Ceará e o Piauí, alvo de ação no Supremo Tribunal Federal (STF), pode ter extenso impacto no território cearense – caso o estado vizinho obtenha vitória. Além do território e da população afetadas, equipamentos públicos, áreas de produção, estradas e até mesmo recursos hídricos podem ser perdidos pelo Ceará.  Pelo menos 13 municípios cearenses fazem parte da área de litígio – a maior parte localizada na região da Serra da Ibiapaba. O número pode subir para 14 caso o Supremo aceite a perícia preliminar realizada pelo Exército brasileiro – que aumentou a área de disputa entre os dois estados.  Como partes impactadas pelo processo, representantes das cidades afetadas estiveram na Assembleia Legislativa, na semana passada, para, junto à Procuradoria-Geral do Estado, trabalhar os próximos passos da ação,  inclusive com a possibilidade de, enquanto grupo, os Municípios solicitarem o ingresso no processo como parte interessada.  Apesar de o processo estar paralisado, esperando a continuidade dos trabalhos técnicos realizados na área pelo Exército, atores políticos e chefes do Executivo têm procurado alternativas para minimizar quaisquer prejuízos que o litígio possa trazer para o Ceará.  LEVANTAMENTO DO IMPACTO A ação ajuizada pelo Estado do Piauí resultou em uma perícia técnica preliminar realizada em 2016 pelo Exército brasileiro. Nela, foi realizada uma análise de documentos históricos tendo como referência apenas questões cartográficas e geográficas. Com isto, a área que poderia ser perdida do território cearense seria ainda maior do que inicialmente solicitada pelo estado vizinho no processo. Na ação em tramitação no Supremo, são detalhadas três áreas de litígio, correspondendo a um valor de 2.821,54 quilômetros quadrados – equivalente a 1,9% do território cearense.  A análise preliminar do Exército brasileiro triplica essa área, chegando a 6 mil quilômetros quadrados e abrangendo um número bem maior de localidades, equipamentos públicos e, principalmente, habitantes impactados pela disputa territorial.  Além destes, se a perícia inicial do Exército for aceita, o Estado também pode perder brinquedopraças (2), delegacias (3), posto da Polícia Rodoviária Estadual (1), Unidades de Conservação (2) e açudes estratégicos (2). Apenas pelo que foi pedido no processo, esses equipamentos não seriam afetados.  O levantamento do que pode ser afetado pela disputa foi elaborado em 2019, pelo Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece) em parceria com o Comitê de Estudos de Limites e Divisas Territoriais do Ceará (Celditec) da Assembleia Legislativa do Ceará. O documento preliminar do Exército aponta ainda que seis municípios cearenses da área de litígio pertenceriam ao Piauí, caso sejam considerados apenas questões cartográficas e geográficas. Além disso, aumenta de 13 para 14 o número de cidades com território impactado.   No mesmo texto, a instituição afirma ser “desnecessário ter um gasto de tão grande vulto para a realização de uma Perícia Técnica”, já que havia sido possível identificar documentos cartográficos. Apesar disso, a relatora do processo no Supremo, ministra Cármen Lúcia, determinou, em 2019, que o Exército iniciasse, na área de litígio, os trabalhos técnicos para definir a quem pertencem as áreas de litígio. Contudo, a pandemia de Covid-19 afetou a realização da perícia, que ainda não foi finalizada.  PERTENCIMENTO AO TERRITÓRIO CEARENSE O estudo feito pelo Ipece aponta ainda que a interpretação apenas do divisor topográfico do litígio não contempla outros elementos relevantes para a disputa, como a dimensão cultural e de identidade das populações que vivem nesse território. Este também é um dos argumentos que deve ser apresentado pela defesa do Estado do Ceará, de responsabilidade da Procuradoria-Geral do Estado. Chefe da representação do órgão em Brasília, a procuradora Ludiana Carla Braga acompanha o processo desde o início, em 2011. Ela explica que existem elementos que devem ser destacados na hora da decisão quanto à posse dos territórios – e que devem ser levados ao Supremo pelo Ceará. “Temos o argumento, que é o mais importante, que é a verdadeira posse, a utilização do território e os equipamentos que (o Governo) traz para os territórios”, detalha. Esse contraponto será levantado em relação à alegação defendida pelo Piauí, que utiliza apenas aspectos cartográficos. Elementos culturais – principalmente quanto ao pertencimento da população – e econômicos também são ressaltados pelos prefeitos das cidades que podem ser atingidas pela disputa territorial.  “Além do questionamento territorial, nós temos também que elevar o questionamento cultural dessas comunidades, do cidadão que se identifica como cearense, de quanto tempo eles estão naquelas áreas, do investimento do Estado, há muitos anos, na região”. Saul Maciel Prefeito de São Benedito “O interesse é que a gente resolva logo, até pelo fato de que o município é beneficiado totalmente pelo estado do Ceará. Para nós, com certeza seria uma grande perda. Todos os benefícios que nós temos de infraestrutura, de saúde, tudo é via Governo do Estado do Ceará”, concorda o prefeito de Carnaubal, Zé Weliton.  A identificação da “raiz dessa população tem que ser ouvida”, argumenta Saul Maciel. O gestor considera que poderia ser feito, inclusive, um plebiscito com moradores da região – tanto do lado do Piauí como do Ceará – para que “essas comunidades possam ser ouvidas realmente”.  IMPACTO NA POPULAÇÃO O município de São Benedito pode sofrer uma perda territorial de 13,5% caso a decisão seja favorável ao Piauí. Em relação a habitantes, seriam, em média, 3 mil pessoas impactadas. No total, são quase 245 mil famílias que estão nas áreas de litígio.  “São nossos territórios, nossos conterrâneos, nossas famílias, uma população gigantesca que está envolvida nesse cenário”, ressalta o prefeito de Crateús, Marcelo Machado. Ele aponta que é momento de municípios, Estado e parlamentares estarem “juntos para somar, fortalecer e defender o que pertence a nós, o que pertence à nossa gente”.  No Ceará, o município que pode ser mais impactado por uma eventual vitória do Piauí no processo seria Poranga. A cidade perderia 66% do território – área que concentra os

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Há um ano, Juazeiro do Norte elegia Glêdson Bezerra como prefeito

O ex-vereador venceu Arnon Bezerra nas urnas                            Foto: Divulgação Agência Caririensi  Há um ano, Glêdson Bezerra (Podemos) era eleito o novo prefeito de Juazeiro do Norte, vencendo Arnon Bezerra (PTB) com 38,18% dos votos válidos.  A poucos meses de completar um ano de gestão, a administração de Glêdson vem dividindo a cidade, conhecida por nunca reeleger seus prefeitos. Com minoria na Câmara Municipal, Glêdson tem dificuldade de levar seus projetos à frente, muitos envolvendo decisões polêmicas para a população.  Alguns meses atrás, o prefeito mandou para os vereadores um pedido de subsídio de R$ 1 milhão para a empresa Viametro. O pagamento foi autorizado depois de muita discussão entre a base e a oposição na Câmara. Atualmente, o município vem se dividindo por conta de um contrato fechado em meio milhão com uma empresa que subloca ônibus, a Abreu Locações, para transportar as crianças da rede municipal. Inúmeras vezes, os vereadorez já denunciaram irregularidades na empresa e esperam que o prefeito e a Secretária de Educação solucionem a situação.  Assim como Glêdson, neste mesmo dia em 2020 eram anunciados os parlamentares que ocupariam as cadeiras da Câmara Municipal. Relembre os 21 nomes em ordem alfabética:  Adauto Araujo (PTB) Beto Primo (PSDB) Bilinha (PMN) Capitão Vieira (PTB) Cicinho Cabelereiro (PSD) Claudionor Mota (PMN) Darlan Lobo (PTB) David Araujo (PTB) Fábio do Gás (Rede) Ivanildo Rosendo (DC) Janu (Republicanos) Jaqueline Gouveia (Republicanos) Lucas do Horto (MDB) Lunga (PSB) Márcio Jóias (PTB) Rafael Cearense (Podemos) Raimundo Jr (MDB) Rosane de Ronnas Motos (Cidadania) Sargento Firmino (PSB) Sargento Nivaldo (PTB) Yanny Brena (PL)                  Foto: Divulgação

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O ex-vereador venceu Arnon Bezerra nas urnas                            Foto: Divulgação Agência Caririensi  Há um ano, Glêdson Bezerra (Podemos) era eleito o novo prefeito de Juazeiro do Norte, vencendo Arnon Bezerra (PTB) com 38,18% dos votos válidos.  A poucos meses de completar um ano de gestão, a administração de Glêdson vem dividindo a cidade, conhecida por nunca reeleger seus prefeitos. Com minoria na Câmara Municipal, Glêdson tem dificuldade de levar seus projetos à frente, muitos envolvendo decisões polêmicas para a população.  Alguns meses atrás, o prefeito mandou para os vereadores um pedido de subsídio de R$ 1 milhão para a empresa Viametro. O pagamento foi autorizado depois de muita discussão entre a base e a oposição na Câmara. Atualmente, o município vem se dividindo por conta de um contrato fechado em meio milhão com uma empresa que subloca ônibus, a Abreu Locações, para transportar as crianças da rede municipal. Inúmeras vezes, os vereadorez já denunciaram irregularidades na empresa e esperam que o prefeito e a Secretária de Educação solucionem a situação.  Assim como Glêdson, neste mesmo dia em 2020 eram anunciados os parlamentares que ocupariam as cadeiras da Câmara Municipal. Relembre os 21 nomes em ordem alfabética:  Adauto Araujo (PTB) Beto Primo (PSDB) Bilinha (PMN) Capitão Vieira (PTB) Cicinho Cabelereiro (PSD) Claudionor Mota (PMN) Darlan Lobo (PTB) David Araujo (PTB) Fábio do Gás (Rede) Ivanildo Rosendo (DC) Janu (Republicanos) Jaqueline Gouveia (Republicanos) Lucas do Horto (MDB) Lunga (PSB) Márcio Jóias (PTB) Rafael Cearense (Podemos) Raimundo Jr (MDB) Rosane de Ronnas Motos (Cidadania) Sargento Firmino (PSB) Sargento Nivaldo (PTB) Yanny Brena (PL)                  Foto: Divulgação

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Anitta vai homenagear Marília Mendonça no Grammy Latino

A cantora de sertanejo faleceu em um acidente aéreo no último dia 5                     Foto: redes Sociais Anitta vai fazer uma homenagem a Marília Mendonça no Grammy Latino que acontece nesta quinta-feira (18). A sertaneja morreu em um acidente aéreo no dia 5 de novembro. Grammy Latino 2021 será celebrado de forma presencial em Las Vegas. Marília concorre ao prêmio na categoria Melhor Álbum de Música Sertaneja, com As Patroas, trabalho feito em parceria com a dupla Maiara e Maraisa. Em 2019, a sertaneja venceu a mesma categoria com Todos os Cantos. “A morte de Marilia me destruiu. Tanto que me fez questionar e duvidar de muitas coisas em que acredito. A morte de uma menina de 26 anos, mãe que deixou um filho de 2 anos, é muito difícil de aceitar”, afirmou Anitta ao jornal Los Angeles Times, dos Estados Unidos. A artista prometeu fazer a apresentação “da sua vida” para a amiga. A homenagem também vai contar com a presença de Caetano Veloso. Caetano e seu filho Tom concorrem juntos com a música Talvez na categoria Gravação do Ano. Além de homenagear Marília, a apresentação será parte de uma celebração a Gloria Estefan. “Se eu me tornar a metade do que é importante e dar um pouco da contribuição que ela tem dado à música e à cultura latina, ficarei feliz. Ainda não consigo acreditar que vou estar no palco com ela”, disse Anitta. O Grammy Latino será transmitido no Brasil a partir das 22h de quinta-feira, ao vivo, pelo canal Bis. No domingo, 21, o Multishow exibirá os melhores momentos da cerimônia. Fonte: Reprodução Diário do Nordeste

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A cantora de sertanejo faleceu em um acidente aéreo no último dia 5                     Foto: redes Sociais Anitta vai fazer uma homenagem a Marília Mendonça no Grammy Latino que acontece nesta quinta-feira (18). A sertaneja morreu em um acidente aéreo no dia 5 de novembro. Grammy Latino 2021 será celebrado de forma presencial em Las Vegas. Marília concorre ao prêmio na categoria Melhor Álbum de Música Sertaneja, com As Patroas, trabalho feito em parceria com a dupla Maiara e Maraisa. Em 2019, a sertaneja venceu a mesma categoria com Todos os Cantos. “A morte de Marilia me destruiu. Tanto que me fez questionar e duvidar de muitas coisas em que acredito. A morte de uma menina de 26 anos, mãe que deixou um filho de 2 anos, é muito difícil de aceitar”, afirmou Anitta ao jornal Los Angeles Times, dos Estados Unidos. A artista prometeu fazer a apresentação “da sua vida” para a amiga. A homenagem também vai contar com a presença de Caetano Veloso. Caetano e seu filho Tom concorrem juntos com a música Talvez na categoria Gravação do Ano. Além de homenagear Marília, a apresentação será parte de uma celebração a Gloria Estefan. “Se eu me tornar a metade do que é importante e dar um pouco da contribuição que ela tem dado à música e à cultura latina, ficarei feliz. Ainda não consigo acreditar que vou estar no palco com ela”, disse Anitta. O Grammy Latino será transmitido no Brasil a partir das 22h de quinta-feira, ao vivo, pelo canal Bis. No domingo, 21, o Multishow exibirá os melhores momentos da cerimônia. Fonte: Reprodução Diário do Nordeste

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Cartão de vacinação para entrada em bares e restaurantes começa a ser exigido no Ceará nesta segunda (15)

Decreto do Governo do Estado é mais uma medida de combate à pandemia                           Foto: Divulgação Agência Caririensi A partir dessa segunda-feira (15), quem quiser entrar em bares, restaurantes e eventos no Ceará precisa apresentar o cartão ou passaporte de vacinação, de acordo com decreto anunciado em live pelo governador Camilo Santana (PT) na última sexta-feira (12). O documento servirá para comprovar o recebimento da primeira dose da vacina ou a vacinação completa (duas doses de CoronaVac, Pfizer, AstraZeneca e dose única Janssen) e também dose de reforço. A população pode apresentar o cartão nacional de vacinação emitido gratuitamente pelo Ministério da Saúde ou de forma virtual através do site ConecteSUS e do aplicativo Ceará App, também de forma gratuita.

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Decreto do Governo do Estado é mais uma medida de combate à pandemia                           Foto: Divulgação Agência Caririensi A partir dessa segunda-feira (15), quem quiser entrar em bares, restaurantes e eventos no Ceará precisa apresentar o cartão ou passaporte de vacinação, de acordo com decreto anunciado em live pelo governador Camilo Santana (PT) na última sexta-feira (12). O documento servirá para comprovar o recebimento da primeira dose da vacina ou a vacinação completa (duas doses de CoronaVac, Pfizer, AstraZeneca e dose única Janssen) e também dose de reforço. A população pode apresentar o cartão nacional de vacinação emitido gratuitamente pelo Ministério da Saúde ou de forma virtual através do site ConecteSUS e do aplicativo Ceará App, também de forma gratuita.

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Bolsonaro diz que nova prova do Enem terá “a cara do governo”

Declaração do presente acontece dias após ex-servidores acusarem o Inep de censura                         Foto: Rafael Carvalho Agência Caririensi Cumprindo agenda nos Emirados Árabes, o presidente Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira (15) que a prova do Enem que será aplicada este ano terá “a cara do governo” e não repetirá os “absurdos” das edições anteriores. A fala do chefe do Pode Executivo acontece dias após a debandada de 37 servidores do Inep, responsável pela realização do Enem, alegando que as questões da prova estavam sofrendo censura. Bolsonaro diz que os temas das redações anteriores “não tinham nada a ver com nada” e que agora as provas estarão realmente voltadas para o aprendizado. Sobre a saída dos funcionários do Inep, Bolsonaro diz ter conversado com o Ministro da Educação, o pastor  Milton Ribeiro, e apenas classificou o assunto como “complexo” e falou que era um absurdo o que gastavam com aquelas pessoas. No último dia 8, mais de 30 funcionários pediram exoneração do cargo relatando interferência na construção da prova e censura por parte da gestão. O dirigente Anderson Vieira, apontado pelo presidente do Inep, Danilo Dupas, teria pedido a retirada de 20 questões da prova. As questões estavam voltadas para o contexto social e econômico do Brasil nos últimos 50 anos e teria desagradado o presidente Jair Bolsonaro, segundo os servidores. Os servidores foram obrigados a elaborar uma nova prova, que, na sua avaliação, ficou em um nível abaixo da versão anterior e pode prejudicar os alunos que concorrerão a cursos muito disputados. Além disso, também relatam que o presidente do Inep teria feito uma lista de 22 novos nomes de pessoas autorizadas a ter acesso à prova, todos de confiança do ministro Milton, e enviado um policial federal  para o local em que o exame é preparado, um ambiente protegido por detector de metais, biometria e câmeras de segura, para intimidá-los. O Enem acontecerá no dia 21 e 28 de novembro, em dois finais de semana distintos.

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Declaração do presente acontece dias após ex-servidores acusarem o Inep de censura                         Foto: Rafael Carvalho Agência Caririensi Cumprindo agenda nos Emirados Árabes, o presidente Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira (15) que a prova do Enem que será aplicada este ano terá “a cara do governo” e não repetirá os “absurdos” das edições anteriores. A fala do chefe do Pode Executivo acontece dias após a debandada de 37 servidores do Inep, responsável pela realização do Enem, alegando que as questões da prova estavam sofrendo censura. Bolsonaro diz que os temas das redações anteriores “não tinham nada a ver com nada” e que agora as provas estarão realmente voltadas para o aprendizado. Sobre a saída dos funcionários do Inep, Bolsonaro diz ter conversado com o Ministro da Educação, o pastor  Milton Ribeiro, e apenas classificou o assunto como “complexo” e falou que era um absurdo o que gastavam com aquelas pessoas. No último dia 8, mais de 30 funcionários pediram exoneração do cargo relatando interferência na construção da prova e censura por parte da gestão. O dirigente Anderson Vieira, apontado pelo presidente do Inep, Danilo Dupas, teria pedido a retirada de 20 questões da prova. As questões estavam voltadas para o contexto social e econômico do Brasil nos últimos 50 anos e teria desagradado o presidente Jair Bolsonaro, segundo os servidores. Os servidores foram obrigados a elaborar uma nova prova, que, na sua avaliação, ficou em um nível abaixo da versão anterior e pode prejudicar os alunos que concorrerão a cursos muito disputados. Além disso, também relatam que o presidente do Inep teria feito uma lista de 22 novos nomes de pessoas autorizadas a ter acesso à prova, todos de confiança do ministro Milton, e enviado um policial federal  para o local em que o exame é preparado, um ambiente protegido por detector de metais, biometria e câmeras de segura, para intimidá-los. O Enem acontecerá no dia 21 e 28 de novembro, em dois finais de semana distintos.

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