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Whindersson Nunes revela luta contra drogas e lembra término com Luísa Sonza: ‘tive meu penhasco’

Em livro biográfico, artista contou que problema com substâncias acontecia antes mesmo de conhecer a cantora Legenda: Whindersson e Luísa terminaram o casamento em abril de 2020 Foto: reprodução/Instagram O humorista Whindersson Nunes usou o livro ‘Vivendo Como Um Guerreiro’, que conta a biografia dele, para revelar uma luta de anos contra as drogas. Segundo ele, o abuso de substâncias ilícitas, como ecstasy e LSD, já acontecia antes mesmo do envolvimento amoroso com Luísa Sonza, em 2017.  “Como eu nunca escondi nada do que vivi, do que sofri, houve um período muito duro da minha vida em que eu não conseguia ficar sem as drogas”, escreveu o artista na obra literária. Whindersson revelou que o pior momento em relação ao vício aconteceu cerca de um mês após o término com Sonza, quando teria ficado “sem chão”. Entretanto, ele especifica, o problema com as drogas já era antigo e vinha desde antes de 2017, quando os dois ainda não se conheciam. “O dia em que eu encontrei a Luísa, eu estava virado de droga, não estava bem, estava em busca do que eu não sabia”, revelou. O primeiro encontro entre os dois, inclusive, ainda está na memória do piauiense. “Quando a vi, pela primeira vez, eu a vi no efeito da droga. Eu a vi meio que brilhando. Foi o começo de uma viagem. Uma viagem de alguém que tem um instinto de professor. Eu queria passar tudo para ela. Eu queria que ela desse certo na vida”, continuou. Capítulo intenso A pontuação sobre o problema com abuso de substâncias é feito por Nunes no último capítulo do livro, intitulado de ‘Fim de Conversa’. No texto, ele faz questão de ressaltar que a ex-esposa não teve nenhuma relação com o vício que já mantinha. Após o fim do casamento, ele explica, chegou a cogitar uma internação para se livrar das drogas, o que não chegou a ocorrer. Além disso, ele também deu detalhes de como se sentia com Luísa. “Minha viagem com a Luísa durou 4 anos. Ela me ajudou com a minha autoestima. Eu não me achava um homem interessante, um cara bonito”, contou. Para Whindersson, a sensação era importante. “Isso pode não parecer muita coisa, mas para um alguém como eu, que algumas pessoas dizem que as mulheres estão comigo porque eu sou famoso e tenho dinheiro… O olhar dela fazia com que eu acreditasse que, de fato, eu era interessante, eu era legal”. Na continuação, o artista ainda diz que deseja sucesso e amor a Luísa, também pontuando que não deseja ver as pessoas destruindo o que viveram. Além disso, também revelou pouco mais do término dos dois. “Quando acabou com a Luísa, eu também tive o meu penhasco. A minha forma de lidar com essas situações é muito minha. Eu falo com o silêncio. Eu falo com o recolhimento. E, às vezes, falo errado. Reconheço que errei”, afirma. 

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Whindersson Nunes revela luta contra drogas e lembra término com Luísa Sonza: ‘tive meu penhasco’

Em livro biográfico, artista contou que problema com substâncias acontecia antes mesmo de conhecer a cantora Legenda: Whindersson e Luísa terminaram o casamento em abril de 2020 Foto: reprodução/Instagram O humorista Whindersson Nunes usou o livro ‘Vivendo Como Um Guerreiro’, que conta a biografia dele, para revelar uma luta de anos contra as drogas. Segundo ele, o abuso de substâncias ilícitas, como ecstasy e LSD, já acontecia antes mesmo do envolvimento amoroso com Luísa Sonza, em 2017.  “Como eu nunca escondi nada do que vivi, do que sofri, houve um período muito duro da minha vida em que eu não conseguia ficar sem as drogas”, escreveu o artista na obra literária. Whindersson revelou que o pior momento em relação ao vício aconteceu cerca de um mês após o término com Sonza, quando teria ficado “sem chão”. Entretanto, ele especifica, o problema com as drogas já era antigo e vinha desde antes de 2017, quando os dois ainda não se conheciam. “O dia em que eu encontrei a Luísa, eu estava virado de droga, não estava bem, estava em busca do que eu não sabia”, revelou. O primeiro encontro entre os dois, inclusive, ainda está na memória do piauiense. “Quando a vi, pela primeira vez, eu a vi no efeito da droga. Eu a vi meio que brilhando. Foi o começo de uma viagem. Uma viagem de alguém que tem um instinto de professor. Eu queria passar tudo para ela. Eu queria que ela desse certo na vida”, continuou. Capítulo intenso A pontuação sobre o problema com abuso de substâncias é feito por Nunes no último capítulo do livro, intitulado de ‘Fim de Conversa’. No texto, ele faz questão de ressaltar que a ex-esposa não teve nenhuma relação com o vício que já mantinha. Após o fim do casamento, ele explica, chegou a cogitar uma internação para se livrar das drogas, o que não chegou a ocorrer. Além disso, ele também deu detalhes de como se sentia com Luísa. “Minha viagem com a Luísa durou 4 anos. Ela me ajudou com a minha autoestima. Eu não me achava um homem interessante, um cara bonito”, contou. Para Whindersson, a sensação era importante. “Isso pode não parecer muita coisa, mas para um alguém como eu, que algumas pessoas dizem que as mulheres estão comigo porque eu sou famoso e tenho dinheiro… O olhar dela fazia com que eu acreditasse que, de fato, eu era interessante, eu era legal”. Na continuação, o artista ainda diz que deseja sucesso e amor a Luísa, também pontuando que não deseja ver as pessoas destruindo o que viveram. Além disso, também revelou pouco mais do término dos dois. “Quando acabou com a Luísa, eu também tive o meu penhasco. A minha forma de lidar com essas situações é muito minha. Eu falo com o silêncio. Eu falo com o recolhimento. E, às vezes, falo errado. Reconheço que errei”, afirma. 

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Icasa inicia pré-temporada para 2022

Verdão do Cariri já iniciou os trabalhos físicos de olho no Cearense série A Foto: Jackson Pilha O Icasa deu início a sua pré-temporada para o ano de 2022. Na tarde de ontem (15), no CT Praxedão, foram realizadas as primeiras atividades do alviverde juazeirense. O treinador Sidney Morais ainda não se encontra em Juazeiro do Norte e deverá chegar até o fim de semana. Os primeiros trabalhos foram executados pelo preparador físico do time, Marlon Robert. Além dos jogadores da categoria de base, e outros atletas que estão em avaliação, já trabalham no elenco do verdão, os cinco reforços, Denilson, Vinicius, William Gaúcho, Anderson Cachorrão e Filipinho, e o Leandro Mendes, que permaneceu do time que conquistou a Fares Lopes. Ao todo, se apresentaram 27 atletas. Na manhã desta quinta-feira (16), o time realizou um trabalho de fortalecimento em uma academia em Juazeiro do Norte. Ao decorrer do mês de dezembro, outros atletas serão anunciados. A expectativa é que o Icasa monte um bom e competitivo elenco para suprir as expectativas de sua torcida e conquistar grandes feitos na próxima temporada. Fonte: Site Badalo

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Verdão do Cariri já iniciou os trabalhos físicos de olho no Cearense série A Foto: Jackson Pilha O Icasa deu início a sua pré-temporada para o ano de 2022. Na tarde de ontem (15), no CT Praxedão, foram realizadas as primeiras atividades do alviverde juazeirense. O treinador Sidney Morais ainda não se encontra em Juazeiro do Norte e deverá chegar até o fim de semana. Os primeiros trabalhos foram executados pelo preparador físico do time, Marlon Robert. Além dos jogadores da categoria de base, e outros atletas que estão em avaliação, já trabalham no elenco do verdão, os cinco reforços, Denilson, Vinicius, William Gaúcho, Anderson Cachorrão e Filipinho, e o Leandro Mendes, que permaneceu do time que conquistou a Fares Lopes. Ao todo, se apresentaram 27 atletas. Na manhã desta quinta-feira (16), o time realizou um trabalho de fortalecimento em uma academia em Juazeiro do Norte. Ao decorrer do mês de dezembro, outros atletas serão anunciados. A expectativa é que o Icasa monte um bom e competitivo elenco para suprir as expectativas de sua torcida e conquistar grandes feitos na próxima temporada. Fonte: Site Badalo

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Crianças entre 5 a 11 anos já podem tomar vacina contra Covid-19 após aprovação da Anvisa

  Foto: Shawn Rocco/Reuters A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso da vacina produzida pelo consórcio Pfizer-BioNTech, a Comirnaty, contra a Covid-19 em crianças com idade de 5 a 11 anos. A aprovação foi anunciada nesta quinta-feira (16), em transmissão ao vivo da Anvisa, no Youtube, após avaliação técnica da agência, sobre o pedido apresentado em novembro, indicando o uso da vacina para este público. A resolução com a autorização da Anvisa será publicada ainda hoje (16) no Diário Oficial da União, em edição especial, segundo gerente geral de Medicamentos da Anvisa, Gustavo Mendes.Gustavo Mendes. “Com base na totalidade das evidências científicas disponíveis, a vacina Pfizer-BioNTech, quando administrada no esquema de duas doses em crianças de 5 a 11 anos de idade, pode ser eficaz na prevenção de doenças graves, potencialmente fatais ou condições que podem ser causadas pelo SARS-CoV-2”, disse Mendes. O gerente lembrou que as análises contaram com a participação de diversos especialistas tanto da Anvisa como de outras entidades. “Verificamos segurança e tolerabilidade, em uma primeira fase. Nela foram aplicadas doses diferentes. Com base no resultado, chegamos à conclusão de que deveriam ser aplicadas 10 microgramas, quantidade inferior à aplicada em adultos”, disse. Ele acrescentou que, na comparação entre crianças de 5 a 11 com pessoas de 16 a 25 anos [considerando as doses correspondentes a cada grupo], foi identificada a presença de anticorpos nas crianças. “Observamos desempenho satisfatório da vacina também contra a variante Delta”, ressaltou. “E não há relato de nenhum evento adverso sério, de preocupação ou relato relacionado a casos muito graves ou mortalidade por conta da vacinação. Esse perfil de segurança é muito importante”, completou. De acordo com a gerente geral de Monitoramento, Suzie Marie Gomes, as doses de vacinas para crianças é de um terço em relação à dose e à formulação aprovada anteriormente. Além disso a formulação pediátrica é diferente. Ou seja, não se pode fazer diluição da dose de adulto para a dose de criança. Suzie Marie acrescenta que as crianças que completarem 12 anos entre a primeira e a segunda dose devem manter a dose pediátrica. A vacina da Pfizer-BioNTech já havia sido autorizada para aplicação em adolescentes com idade a partir de 12 anos. Por fim, a gerente de Monitoramento ressalta que não há estudos sobre coadministração com outras vacinas e que, portanto, o uso de diferentes vacina não é indicado. Segundo a Anvisa, a dose da vacina para crianças será diferente daquela utilizada para pessoas a partir de 12 anos. Os frascos também terão cores distintas para evitar erros na aplicação. Fonte: Agência Brasil

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Crianças entre 5 a 11 anos já podem tomar vacina contra Covid-19 após aprovação da Anvisa

  Foto: Shawn Rocco/Reuters A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso da vacina produzida pelo consórcio Pfizer-BioNTech, a Comirnaty, contra a Covid-19 em crianças com idade de 5 a 11 anos. A aprovação foi anunciada nesta quinta-feira (16), em transmissão ao vivo da Anvisa, no Youtube, após avaliação técnica da agência, sobre o pedido apresentado em novembro, indicando o uso da vacina para este público. A resolução com a autorização da Anvisa será publicada ainda hoje (16) no Diário Oficial da União, em edição especial, segundo gerente geral de Medicamentos da Anvisa, Gustavo Mendes.Gustavo Mendes. “Com base na totalidade das evidências científicas disponíveis, a vacina Pfizer-BioNTech, quando administrada no esquema de duas doses em crianças de 5 a 11 anos de idade, pode ser eficaz na prevenção de doenças graves, potencialmente fatais ou condições que podem ser causadas pelo SARS-CoV-2”, disse Mendes. O gerente lembrou que as análises contaram com a participação de diversos especialistas tanto da Anvisa como de outras entidades. “Verificamos segurança e tolerabilidade, em uma primeira fase. Nela foram aplicadas doses diferentes. Com base no resultado, chegamos à conclusão de que deveriam ser aplicadas 10 microgramas, quantidade inferior à aplicada em adultos”, disse. Ele acrescentou que, na comparação entre crianças de 5 a 11 com pessoas de 16 a 25 anos [considerando as doses correspondentes a cada grupo], foi identificada a presença de anticorpos nas crianças. “Observamos desempenho satisfatório da vacina também contra a variante Delta”, ressaltou. “E não há relato de nenhum evento adverso sério, de preocupação ou relato relacionado a casos muito graves ou mortalidade por conta da vacinação. Esse perfil de segurança é muito importante”, completou. De acordo com a gerente geral de Monitoramento, Suzie Marie Gomes, as doses de vacinas para crianças é de um terço em relação à dose e à formulação aprovada anteriormente. Além disso a formulação pediátrica é diferente. Ou seja, não se pode fazer diluição da dose de adulto para a dose de criança. Suzie Marie acrescenta que as crianças que completarem 12 anos entre a primeira e a segunda dose devem manter a dose pediátrica. A vacina da Pfizer-BioNTech já havia sido autorizada para aplicação em adolescentes com idade a partir de 12 anos. Por fim, a gerente de Monitoramento ressalta que não há estudos sobre coadministração com outras vacinas e que, portanto, o uso de diferentes vacina não é indicado. Segundo a Anvisa, a dose da vacina para crianças será diferente daquela utilizada para pessoas a partir de 12 anos. Os frascos também terão cores distintas para evitar erros na aplicação. Fonte: Agência Brasil

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“Sem dados, eles são invisíveis”: por que ainda é preciso mapear negros, LGBTI+ e minorias no Ceará

Adoção de políticas públicas efetivas depende de levantamentos, mas dados oficiais são defasados e escassos Legenda: Dados embasam maior visibilidade a populações ditas como “minorias”, a exemplos dos negros no Ceará Foto: Fabiane de Paula Políticas públicas são, em resumo, o que garante os direitos dos cidadãos na prática. Para serem eficazes, é preciso que se conheça a realidade – sobretudo das “minorias”, como negros, pessoas com deficiência, em situação de rua e LGBTI+. Sem dados, isso não é possível. Especialistas ouvidos pelo Diário do Nordeste são unânimes: se não houver levantamentos oficiais e atualizados, essas populações se tornam invisíveis, e os direitos previstos na Constituição Federal não as alcançam. O problema, porém, é crônico: o País sucumbe a uma defasagem de números em várias áreas. Um exemplo é a contagem do número de pessoas em situação de rua em Fortaleza: o único censo sobre o assunto data de 2014. Sete anos depois, o segundo estudo foi elaborado, mas ainda aguarda audiência pública para divulgação. A pesquisadora Verônica Ximenes, professora e coordenadora do Núcleo de Psicologia Comunitária da Universidade Federal do Ceará (UFC), é categórica ao definir os impactos da subnotificação: “se um grupo ou problema social não tem dados, ele é invisível às políticas públicas.” A demanda em relação às pessoas em situação de rua, aliás, é histórica: o Censo oficial da população brasileira, a ser feito pelo IBGE em 2022, deveria incluí-las, mas isso não será concretizado. “Aí os municípios precisam separar recursos próprios para fazer”, pontua Verônica. O problema se repete em todas as regiões do País, segundo a pesquisadora. Ela cita que capitais como Teresina, São Paulo e Belo Horizonte possuem levantamentos oficiais atualizados, mas em Florianópolis e Curitiba, por exemplo, a contagem das pessoas que vivem nas ruas foi produzida por ONGs. Ter dados não é a solução, mas é um instrumento para questionar por que não há políticas públicas para uma população que só vem aumentando – principalmente depois da pandemia.                                                   VERÔNICA XIMENES                                          Psicóloga, professora e pesquisadora “Não podemos pensar políticas baseadas em suposições” Outro grupo cujos levantamentos oficiais têm sido ampliados, nos últimos anos, é a população LGBTI+. Silvia Cavalleire, coordenadora do Centro Estadual de Referência LGBT Thina Rodrigues, recém-inaugurado, traduz a necessidade de diagnósticos quantitativos e qualitativos das realidades de minorias. “É exatamente para que nós tenhamos parâmetros para elaborar as políticas públicas com mais precisão, porque não podemos pensá-las baseados em suposições. Essa construção perpassa debates históricos, culturais e aspectos sociais que nos ajudam a formular com base nos dados”, afirma. Fonte: Diário do Nordeste

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“Sem dados, eles são invisíveis”: por que ainda é preciso mapear negros, LGBTI+ e minorias no Ceará

Adoção de políticas públicas efetivas depende de levantamentos, mas dados oficiais são defasados e escassos Legenda: Dados embasam maior visibilidade a populações ditas como “minorias”, a exemplos dos negros no Ceará Foto: Fabiane de Paula Políticas públicas são, em resumo, o que garante os direitos dos cidadãos na prática. Para serem eficazes, é preciso que se conheça a realidade – sobretudo das “minorias”, como negros, pessoas com deficiência, em situação de rua e LGBTI+. Sem dados, isso não é possível. Especialistas ouvidos pelo Diário do Nordeste são unânimes: se não houver levantamentos oficiais e atualizados, essas populações se tornam invisíveis, e os direitos previstos na Constituição Federal não as alcançam. O problema, porém, é crônico: o País sucumbe a uma defasagem de números em várias áreas. Um exemplo é a contagem do número de pessoas em situação de rua em Fortaleza: o único censo sobre o assunto data de 2014. Sete anos depois, o segundo estudo foi elaborado, mas ainda aguarda audiência pública para divulgação. A pesquisadora Verônica Ximenes, professora e coordenadora do Núcleo de Psicologia Comunitária da Universidade Federal do Ceará (UFC), é categórica ao definir os impactos da subnotificação: “se um grupo ou problema social não tem dados, ele é invisível às políticas públicas.” A demanda em relação às pessoas em situação de rua, aliás, é histórica: o Censo oficial da população brasileira, a ser feito pelo IBGE em 2022, deveria incluí-las, mas isso não será concretizado. “Aí os municípios precisam separar recursos próprios para fazer”, pontua Verônica. O problema se repete em todas as regiões do País, segundo a pesquisadora. Ela cita que capitais como Teresina, São Paulo e Belo Horizonte possuem levantamentos oficiais atualizados, mas em Florianópolis e Curitiba, por exemplo, a contagem das pessoas que vivem nas ruas foi produzida por ONGs. Ter dados não é a solução, mas é um instrumento para questionar por que não há políticas públicas para uma população que só vem aumentando – principalmente depois da pandemia.                                                   VERÔNICA XIMENES                                          Psicóloga, professora e pesquisadora “Não podemos pensar políticas baseadas em suposições” Outro grupo cujos levantamentos oficiais têm sido ampliados, nos últimos anos, é a população LGBTI+. Silvia Cavalleire, coordenadora do Centro Estadual de Referência LGBT Thina Rodrigues, recém-inaugurado, traduz a necessidade de diagnósticos quantitativos e qualitativos das realidades de minorias. “É exatamente para que nós tenhamos parâmetros para elaborar as políticas públicas com mais precisão, porque não podemos pensá-las baseados em suposições. Essa construção perpassa debates históricos, culturais e aspectos sociais que nos ajudam a formular com base nos dados”, afirma. Fonte: Diário do Nordeste

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Servidores da saúde de Juazeiro deflagram greve parcial a partir de 3 de janeiro

  Foto: Reprodução/Redes Sociais O Sindicato dos Servidores Municipais de Juazeiro do Norte (SISEMJUN) deflagrou, em assembleia ocorrida na terça-feira (14), greve parcial dos servidores da saúde, prevista para começar a partir de 3 de janeiro de 2022. Os servidores reivindicam pela Implantação do Adicional de Insalubridade, pela criação da Gratificação de Desempenho do Previne Brasil e pela implementação das Jornadas de Trabalho da Psicologia e da Enfermagem, na forma das leis municipais. Em entrevista ao Portal Badalo, o presidente do SISEMJUN, Marcelo Alves, informou que a paralisação deve ser apenas parcial.  “Como saúde pública é área essencial, nos termos da Lei, o Sindicato assegurará pessoal no percentual de 30% para manutenção dos serviços, na forma de escala de trabalho própria elaborada pela entidade”, afirma. Marcelo ainda conta que a greve afetará a campanha de vacinação contra Covid-19, já que a enfermagem é um serviço essencial nesse processo. “A expectativa é de redução da velocidade da vacinação, embora a maioria da população juazeirense já tenha tomado as duas doses. Tal cenário implica na necessidade do Governo Gledson Bezerra reverter sua postura de precarização da saúde pública, de forma a valorizar os profissionais de saúde, com melhores salários e a implementação da Jornada de Trabalho da Enfermagem e da Psicologia”, declara. Os serviços de saúde seguem com normalidade até 3 de janeiro de 2022, data prevista para o início da paralisação. Após o início da greve, “o Sindicato garantirá o funcionamento dos serviços com pessoal concursado, temporário e comissionado no percentual de 30%, mediante escala, de forma a atender as necessidades inadiáveis da população juazeirense”, afirma o presidente do SISEMJUN. A Prefeitura de Juazeiro do Norte informou que até o momento desta publicação não houve contato do SISEMJUN com a prefeitura. O Ministério Público do Ceará (MPCE) também não se posicionou sobre as reivindicações. Fonte: Site Badalo

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Servidores da saúde de Juazeiro deflagram greve parcial a partir de 3 de janeiro

  Foto: Reprodução/Redes Sociais O Sindicato dos Servidores Municipais de Juazeiro do Norte (SISEMJUN) deflagrou, em assembleia ocorrida na terça-feira (14), greve parcial dos servidores da saúde, prevista para começar a partir de 3 de janeiro de 2022. Os servidores reivindicam pela Implantação do Adicional de Insalubridade, pela criação da Gratificação de Desempenho do Previne Brasil e pela implementação das Jornadas de Trabalho da Psicologia e da Enfermagem, na forma das leis municipais. Em entrevista ao Portal Badalo, o presidente do SISEMJUN, Marcelo Alves, informou que a paralisação deve ser apenas parcial.  “Como saúde pública é área essencial, nos termos da Lei, o Sindicato assegurará pessoal no percentual de 30% para manutenção dos serviços, na forma de escala de trabalho própria elaborada pela entidade”, afirma. Marcelo ainda conta que a greve afetará a campanha de vacinação contra Covid-19, já que a enfermagem é um serviço essencial nesse processo. “A expectativa é de redução da velocidade da vacinação, embora a maioria da população juazeirense já tenha tomado as duas doses. Tal cenário implica na necessidade do Governo Gledson Bezerra reverter sua postura de precarização da saúde pública, de forma a valorizar os profissionais de saúde, com melhores salários e a implementação da Jornada de Trabalho da Enfermagem e da Psicologia”, declara. Os serviços de saúde seguem com normalidade até 3 de janeiro de 2022, data prevista para o início da paralisação. Após o início da greve, “o Sindicato garantirá o funcionamento dos serviços com pessoal concursado, temporário e comissionado no percentual de 30%, mediante escala, de forma a atender as necessidades inadiáveis da população juazeirense”, afirma o presidente do SISEMJUN. A Prefeitura de Juazeiro do Norte informou que até o momento desta publicação não houve contato do SISEMJUN com a prefeitura. O Ministério Público do Ceará (MPCE) também não se posicionou sobre as reivindicações. Fonte: Site Badalo

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