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Professor morre em acidente de moto na Av. Leão Sampaio, em Barbalha

Por volta das 02h30min da madrugada desta quinta-feira, na Avenida Leão Sampaio na área do Sítio Mata dos Limas, em Barbalha.  Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  O professor Adriano Silva de Vasconcelos, 41 anos, que residia na Avenida Projeta T (Parque Bulandeira) em Barbalha, morreu ao cair de sua motocicleta quando seguia para casa.  Profissionais de saúde do SAMU estiveram no local, em frente a revenda de carros Bené Veículos, mas apenas constataram o óbito. Professor Adriano foi candidato a vereador em Barbalha nas eleições de 2020 pelo PC do B (Partido Comunista do Brasil) quando obteve 23 votos ficando na suplência.

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Qual o preço da memória de um povo?(OPINIÃO)

Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  Por Luciana Dantas O último domingo foi marcado pelos atos antidemocráticos de uma minoria raivosa em intensa crise distópica. Os três poderes da República sentiram o amargor de um 2023 que ainda reverbera o eco de um país que verte de um genocídio indígena, de um vertiginoso processo de escravidão, de uma sociedade machista, uma sanha opressora. Um Brasil republicano que é fruto de um processo de redemocratização pálido e injusto para com os que sofreram tortura, desapareceram e foram assassinados. Sim, uma redemocratização desbotada, sem a potência de uma justiça que responsabilizasse aqueles que sustentaram a fatídica ditadura eclodida em 1964. Os criminosos foram anistiados e, em pleno século XXI, ainda devemos reparação histórica e social para com os povos originários e negros desse país. 8 de janeiro é o dia mundial da alfabetização, conforme ONU e UNESCO. Em nosso país foi o dia do analfabetismo político, não “somente” aquele nas estrofes de Bertold Brecht, mas o que desabrocha de uma atuação motivada por um tipo simbiótico de falta de leitura, interpretação, reflexão, criticidade e, sobretudo, memória. Verdadeiros analfabetos políticos funcionais quiseram derrubar um governo democraticamente eleito, assim como os demais poderes constituídos, com o fito de implantarem um regime de exceção. Mais que nunca é preciso o Estado brasileiro fazer com que os criminosos paguem e que todos lembrem que no Estado Democrático de Direito nossos direitos e garantias sustentam-se numa relação recíproca de respeito às instituições que basilam nossa República. Mais que nunca é preciso lembrarmos, agirmos e nunca esquecermos. Séculos de memória e história foram afetados pelo ato anacrônico dos vândalos pseudonacionalistas que depredaram a Capital brasileira. Foram vandalizados, por exemplo: o Brasão da República; a pintura “As mulatas”, de Di Cavalcanti, um dos idealizadores da Semana de Arte Moderna de 1922; a tela “Bandeira do Brasil”, de Jorge Eduardo, de 1995; a Mesa de trabalho de Juscelino Kubitscheck; a escultura em bronze “Bailarina”, de Victor Brecheret, introdutor do gênero modernista na escultura brasileira; a escultura de parede em madeira de Frans Krajcberg; a escultura “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti. Estão totalmente destruídos: a Galeria dos ex-presidentes; a escultura em bronze “O Flautista”, de Bruno Jorge; um relógio de Balthazar Martinot, do século XVIII, dado de presente à Dom João VI pela Corte Francesa (somente existem dois relógios feitos por esse artista no mundo), entre outros itens. O saldo do fatídico domingo é a certeza de que parcela de nosso povo não compreende a violência do período ditatorial, nem o inestimável valor de vivermos em um país democrático. Desse moderno analfabetismo político nasce a destruição de nosso patrimônio cultural, pois existe um hiato que pede por reparação histórica e social, dado o período ditatorial e, antes disso, nosso processo de colonização. Um fato indelével: Nós, enquanto povo e nação brasileira, saímos mais fortes do dia 8 de janeiro de 2023. Pode-se dizer que sinaliza um tempo de imperiosas reparações, mas sobretudo do fortalecimento de nossa República. Sobre o preço da memória. Bom, não pode ser valorado pelos danos causados em Brasília. A moeda corrente é a da responsabilidade política, histórica, cultural e social com essa e as gerações vindouras através de uma educação que liberte e uma justiça que puna com o rigor da lei todos, indistintamente, garantido o devido processo legal, o contraditório e a ampla defesa. Nosso país não foi descoberto em 1500. Mas com certeza a democracia que vivemos mostrou-se mais firme em 2023 do que nunca.

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Qual o preço da memória de um povo?(OPINIÃO)

Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  Por Luciana Dantas O último domingo foi marcado pelos atos antidemocráticos de uma minoria raivosa em intensa crise distópica. Os três poderes da República sentiram o amargor de um 2023 que ainda reverbera o eco de um país que verte de um genocídio indígena, de um vertiginoso processo de escravidão, de uma sociedade machista, uma sanha opressora. Um Brasil republicano que é fruto de um processo de redemocratização pálido e injusto para com os que sofreram tortura, desapareceram e foram assassinados. Sim, uma redemocratização desbotada, sem a potência de uma justiça que responsabilizasse aqueles que sustentaram a fatídica ditadura eclodida em 1964. Os criminosos foram anistiados e, em pleno século XXI, ainda devemos reparação histórica e social para com os povos originários e negros desse país. 8 de janeiro é o dia mundial da alfabetização, conforme ONU e UNESCO. Em nosso país foi o dia do analfabetismo político, não “somente” aquele nas estrofes de Bertold Brecht, mas o que desabrocha de uma atuação motivada por um tipo simbiótico de falta de leitura, interpretação, reflexão, criticidade e, sobretudo, memória. Verdadeiros analfabetos políticos funcionais quiseram derrubar um governo democraticamente eleito, assim como os demais poderes constituídos, com o fito de implantarem um regime de exceção. Mais que nunca é preciso o Estado brasileiro fazer com que os criminosos paguem e que todos lembrem que no Estado Democrático de Direito nossos direitos e garantias sustentam-se numa relação recíproca de respeito às instituições que basilam nossa República. Mais que nunca é preciso lembrarmos, agirmos e nunca esquecermos. Séculos de memória e história foram afetados pelo ato anacrônico dos vândalos pseudonacionalistas que depredaram a Capital brasileira. Foram vandalizados, por exemplo: o Brasão da República; a pintura “As mulatas”, de Di Cavalcanti, um dos idealizadores da Semana de Arte Moderna de 1922; a tela “Bandeira do Brasil”, de Jorge Eduardo, de 1995; a Mesa de trabalho de Juscelino Kubitscheck; a escultura em bronze “Bailarina”, de Victor Brecheret, introdutor do gênero modernista na escultura brasileira; a escultura de parede em madeira de Frans Krajcberg; a escultura “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti. Estão totalmente destruídos: a Galeria dos ex-presidentes; a escultura em bronze “O Flautista”, de Bruno Jorge; um relógio de Balthazar Martinot, do século XVIII, dado de presente à Dom João VI pela Corte Francesa (somente existem dois relógios feitos por esse artista no mundo), entre outros itens. O saldo do fatídico domingo é a certeza de que parcela de nosso povo não compreende a violência do período ditatorial, nem o inestimável valor de vivermos em um país democrático. Desse moderno analfabetismo político nasce a destruição de nosso patrimônio cultural, pois existe um hiato que pede por reparação histórica e social, dado o período ditatorial e, antes disso, nosso processo de colonização. Um fato indelével: Nós, enquanto povo e nação brasileira, saímos mais fortes do dia 8 de janeiro de 2023. Pode-se dizer que sinaliza um tempo de imperiosas reparações, mas sobretudo do fortalecimento de nossa República. Sobre o preço da memória. Bom, não pode ser valorado pelos danos causados em Brasília. A moeda corrente é a da responsabilidade política, histórica, cultural e social com essa e as gerações vindouras através de uma educação que liberte e uma justiça que puna com o rigor da lei todos, indistintamente, garantido o devido processo legal, o contraditório e a ampla defesa. Nosso país não foi descoberto em 1500. Mas com certeza a democracia que vivemos mostrou-se mais firme em 2023 do que nunca.

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Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  Por Luciana Dantas O último domingo foi marcado pelos atos antidemocráticos de uma minoria raivosa em intensa crise distópica. Os três poderes da República sentiram o amargor de um 2023 que ainda reverbera o eco de um país que verte de um genocídio indígena, de um vertiginoso processo de escravidão, de uma sociedade machista, uma sanha opressora. Um Brasil republicano que é fruto de um processo de redemocratização pálido e injusto para com os que sofreram tortura, desapareceram e foram assassinados. Sim, uma redemocratização desbotada, sem a potência de uma justiça que responsabilizasse aqueles que sustentaram a fatídica ditadura eclodida em 1964. Os criminosos foram anistiados e, em pleno século XXI, ainda devemos reparação histórica e social para com os povos originários e negros desse país. 8 de janeiro é o dia mundial da alfabetização, conforme ONU e UNESCO. Em nosso país foi o dia do analfabetismo político, não “somente” aquele nas estrofes de Bertold Brecht, mas o que desabrocha de uma atuação motivada por um tipo simbiótico de falta de leitura, interpretação, reflexão, criticidade e, sobretudo, memória. Verdadeiros analfabetos políticos funcionais quiseram derrubar um governo democraticamente eleito, assim como os demais poderes constituídos, com o fito de implantarem um regime de exceção. Mais que nunca é preciso o Estado brasileiro fazer com que os criminosos paguem e que todos lembrem que no Estado Democrático de Direito nossos direitos e garantias sustentam-se numa relação recíproca de respeito às instituições que basilam nossa República. Mais que nunca é preciso lembrarmos, agirmos e nunca esquecermos. Séculos de memória e história foram afetados pelo ato anacrônico dos vândalos pseudonacionalistas que depredaram a Capital brasileira. Foram vandalizados, por exemplo: o Brasão da República; a pintura “As mulatas”, de Di Cavalcanti, um dos idealizadores da Semana de Arte Moderna de 1922; a tela “Bandeira do Brasil”, de Jorge Eduardo, de 1995; a Mesa de trabalho de Juscelino Kubitscheck; a escultura em bronze “Bailarina”, de Victor Brecheret, introdutor do gênero modernista na escultura brasileira; a escultura de parede em madeira de Frans Krajcberg; a escultura “A Justiça” de Alfredo Ceschiatti. Estão totalmente destruídos: a Galeria dos ex-presidentes; a escultura em bronze “O Flautista”, de Bruno Jorge; um relógio de Balthazar Martinot, do século XVIII, dado de presente à Dom João VI pela Corte Francesa (somente existem dois relógios feitos por esse artista no mundo), entre outros itens. O saldo do fatídico domingo é a certeza de que parcela de nosso povo não compreende a violência do período ditatorial, nem o inestimável valor de vivermos em um país democrático. Desse moderno analfabetismo político nasce a destruição de nosso patrimônio cultural, pois existe um hiato que pede por reparação histórica e social, dado o período ditatorial e, antes disso, nosso processo de colonização. Um fato indelével: Nós, enquanto povo e nação brasileira, saímos mais fortes do dia 8 de janeiro de 2023. Pode-se dizer que sinaliza um tempo de imperiosas reparações, mas sobretudo do fortalecimento de nossa República. Sobre o preço da memória. Bom, não pode ser valorado pelos danos causados em Brasília. A moeda corrente é a da responsabilidade política, histórica, cultural e social com essa e as gerações vindouras através de uma educação que liberte e uma justiça que puna com o rigor da lei todos, indistintamente, garantido o devido processo legal, o contraditório e a ampla defesa. Nosso país não foi descoberto em 1500. Mas com certeza a democracia que vivemos mostrou-se mais firme em 2023 do que nunca.

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Suzane von Richthofen é solta após Justiça conceder progressão para o regime aberto

Condenada por matar os pais, Suzane cumpria pena em Tremembé, no interior de São Paulo. Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  Suzane von Richthofen, presa desde 2002 por matar os pais, foi solta na tarde desta quarta-feira (11), após a Justiça conceder progressão para o regime aberto (entenda mais abaixo). Ela cumpria pena há 20 anos e atualmente estava em um presídio em Tremembé, no interior de São Paulo. De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), Suzane deixou a Penitenciária Feminina I Santa Maria Eufrásia Pelletier por volta 17h35 desta quarta-feira. Por meio de nota, o Tribunal de Justiça informou que o caso corre sob segredo, mas confirmou que em decisão da 2ª Vara de Execuções Criminais de Taubaté, foi concedida a progressão ao regime aberto, após ser verificado o cumprimento dos requisitos estabelecidos pela Lei de Execução Penal. Desde 2017, Suzane tenta a progressão ao regime aberto, para cumprir a pena fora do presídio, assim como o ex-namorado Daniel Cravinhos, mas teve todos os pedidos negados pelo judiciário. Condenada inicialmente a 39 anos e seis meses de prisão, Richthofen conseguiu na Justiça diminuir seu tempo na cadeia ao longo dos anos. Atualmente, a pena revisada de Suzane é de 34 anos e 4 meses, com término previsto em 25 de fevereiro de 2038. O g1 acionou a defesa de Suzane von Richthofen, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem. Progressão de pena • Suzane foi condenada pela morte dos pais em 2002 • Desde outubro de 2015 que Richthofen conquistou o regime semiaberto e passou a ter permissão para deixar a cadeia nas saídas temporárias. • Em março de 2016, ela conseguiu sair do presídio pela primeira vez na saída temporária de Páscoa. • Desde 2017, Suzane tenta a progressão ao regime aberto, mas teve todos os pedidos negados pelo judiciário. Regime aberto No regime aberto, o condenado cumpre pena fora da prisão e pode trabalhar durante o dia e, à noite, deve se recolher em casa de albergado, ou seja, deve retornar para uma casa de hospedagem prisional coletiva, designada pela Justiça e que abriga presos que estão no mesmo regime. Para não perder o benefício, o condenado precisa seguir algumas regras, como: • permanecer no endereço que for designado durante o repouso e nos dias de folga; • cumprir os horários combinados para ir e voltar do trabalho; • não pode se ausentar da cidade onde reside sem autorização judicial; • quando determinado, deve comparecer em juízo, para informar e justificar suas atividades. Reprodução: G1

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Condenada por matar os pais, Suzane cumpria pena em Tremembé, no interior de São Paulo. Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  Suzane von Richthofen, presa desde 2002 por matar os pais, foi solta na tarde desta quarta-feira (11), após a Justiça conceder progressão para o regime aberto (entenda mais abaixo). Ela cumpria pena há 20 anos e atualmente estava em um presídio em Tremembé, no interior de São Paulo. De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), Suzane deixou a Penitenciária Feminina I Santa Maria Eufrásia Pelletier por volta 17h35 desta quarta-feira. Por meio de nota, o Tribunal de Justiça informou que o caso corre sob segredo, mas confirmou que em decisão da 2ª Vara de Execuções Criminais de Taubaté, foi concedida a progressão ao regime aberto, após ser verificado o cumprimento dos requisitos estabelecidos pela Lei de Execução Penal. Desde 2017, Suzane tenta a progressão ao regime aberto, para cumprir a pena fora do presídio, assim como o ex-namorado Daniel Cravinhos, mas teve todos os pedidos negados pelo judiciário. Condenada inicialmente a 39 anos e seis meses de prisão, Richthofen conseguiu na Justiça diminuir seu tempo na cadeia ao longo dos anos. Atualmente, a pena revisada de Suzane é de 34 anos e 4 meses, com término previsto em 25 de fevereiro de 2038. O g1 acionou a defesa de Suzane von Richthofen, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem. Progressão de pena • Suzane foi condenada pela morte dos pais em 2002 • Desde outubro de 2015 que Richthofen conquistou o regime semiaberto e passou a ter permissão para deixar a cadeia nas saídas temporárias. • Em março de 2016, ela conseguiu sair do presídio pela primeira vez na saída temporária de Páscoa. • Desde 2017, Suzane tenta a progressão ao regime aberto, mas teve todos os pedidos negados pelo judiciário. Regime aberto No regime aberto, o condenado cumpre pena fora da prisão e pode trabalhar durante o dia e, à noite, deve se recolher em casa de albergado, ou seja, deve retornar para uma casa de hospedagem prisional coletiva, designada pela Justiça e que abriga presos que estão no mesmo regime. Para não perder o benefício, o condenado precisa seguir algumas regras, como: • permanecer no endereço que for designado durante o repouso e nos dias de folga; • cumprir os horários combinados para ir e voltar do trabalho; • não pode se ausentar da cidade onde reside sem autorização judicial; • quando determinado, deve comparecer em juízo, para informar e justificar suas atividades. Reprodução: G1

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Condenada por matar os pais, Suzane cumpria pena em Tremembé, no interior de São Paulo. Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  Suzane von Richthofen, presa desde 2002 por matar os pais, foi solta na tarde desta quarta-feira (11), após a Justiça conceder progressão para o regime aberto (entenda mais abaixo). Ela cumpria pena há 20 anos e atualmente estava em um presídio em Tremembé, no interior de São Paulo. De acordo com a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP), Suzane deixou a Penitenciária Feminina I Santa Maria Eufrásia Pelletier por volta 17h35 desta quarta-feira. Por meio de nota, o Tribunal de Justiça informou que o caso corre sob segredo, mas confirmou que em decisão da 2ª Vara de Execuções Criminais de Taubaté, foi concedida a progressão ao regime aberto, após ser verificado o cumprimento dos requisitos estabelecidos pela Lei de Execução Penal. Desde 2017, Suzane tenta a progressão ao regime aberto, para cumprir a pena fora do presídio, assim como o ex-namorado Daniel Cravinhos, mas teve todos os pedidos negados pelo judiciário. Condenada inicialmente a 39 anos e seis meses de prisão, Richthofen conseguiu na Justiça diminuir seu tempo na cadeia ao longo dos anos. Atualmente, a pena revisada de Suzane é de 34 anos e 4 meses, com término previsto em 25 de fevereiro de 2038. O g1 acionou a defesa de Suzane von Richthofen, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem. Progressão de pena • Suzane foi condenada pela morte dos pais em 2002 • Desde outubro de 2015 que Richthofen conquistou o regime semiaberto e passou a ter permissão para deixar a cadeia nas saídas temporárias. • Em março de 2016, ela conseguiu sair do presídio pela primeira vez na saída temporária de Páscoa. • Desde 2017, Suzane tenta a progressão ao regime aberto, mas teve todos os pedidos negados pelo judiciário. Regime aberto No regime aberto, o condenado cumpre pena fora da prisão e pode trabalhar durante o dia e, à noite, deve se recolher em casa de albergado, ou seja, deve retornar para uma casa de hospedagem prisional coletiva, designada pela Justiça e que abriga presos que estão no mesmo regime. Para não perder o benefício, o condenado precisa seguir algumas regras, como: • permanecer no endereço que for designado durante o repouso e nos dias de folga; • cumprir os horários combinados para ir e voltar do trabalho; • não pode se ausentar da cidade onde reside sem autorização judicial; • quando determinado, deve comparecer em juízo, para informar e justificar suas atividades. Reprodução: G1

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Grupo de suplentes de vereadores se prepara para eleições 2024 em Juazeiro do Norte

Equipe de pré-candidatos intitulado por “Edil 2024” é coordenado pelo articulador político Idevanio Carvalho Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  Agência Caririensi  Na noite da terça-feira (10), um grupo de pré-candidatos, formado por suplentes de vereadores e demais interessados na carreira política, formado por 46 pessoas, se reuniu em Juazeiro do Norte para traçar metas para os próximos anos, principalmente, visando a campanha eleitoral de 2024. O grupo é coordenado pelo articular político Idevanio Carvalho, especialista em Direito Eleitoral e MBA em Marketing Político e responsável pela capacitação de vereadores do PMN do Crato e Juazeiro do Norte, além de reestruturar e organizar o PTB nestes municípios, elegendo seis vereadores. Conforme Idevanio, a meta é capacitar o máximo de pré-candidatos, no que diz respeito ao marketing e Legislação Eleitoral, “tornando-os preparados e orientados a enfrentar uma campanha eleitoral em 2024”. O articulador ainda afirmou que, deste grupo, sairá a formação de duas siglas partidárias, que irão concorrer ao cargo de vereadores, em 2024.

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Equipe de pré-candidatos intitulado por “Edil 2024” é coordenado pelo articulador político Idevanio Carvalho Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  Agência Caririensi  Na noite da terça-feira (10), um grupo de pré-candidatos, formado por suplentes de vereadores e demais interessados na carreira política, formado por 46 pessoas, se reuniu em Juazeiro do Norte para traçar metas para os próximos anos, principalmente, visando a campanha eleitoral de 2024. O grupo é coordenado pelo articular político Idevanio Carvalho, especialista em Direito Eleitoral e MBA em Marketing Político e responsável pela capacitação de vereadores do PMN do Crato e Juazeiro do Norte, além de reestruturar e organizar o PTB nestes municípios, elegendo seis vereadores. Conforme Idevanio, a meta é capacitar o máximo de pré-candidatos, no que diz respeito ao marketing e Legislação Eleitoral, “tornando-os preparados e orientados a enfrentar uma campanha eleitoral em 2024”. O articulador ainda afirmou que, deste grupo, sairá a formação de duas siglas partidárias, que irão concorrer ao cargo de vereadores, em 2024.

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Equipe de pré-candidatos intitulado por “Edil 2024” é coordenado pelo articulador político Idevanio Carvalho Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  Agência Caririensi  Na noite da terça-feira (10), um grupo de pré-candidatos, formado por suplentes de vereadores e demais interessados na carreira política, formado por 46 pessoas, se reuniu em Juazeiro do Norte para traçar metas para os próximos anos, principalmente, visando a campanha eleitoral de 2024. O grupo é coordenado pelo articular político Idevanio Carvalho, especialista em Direito Eleitoral e MBA em Marketing Político e responsável pela capacitação de vereadores do PMN do Crato e Juazeiro do Norte, além de reestruturar e organizar o PTB nestes municípios, elegendo seis vereadores. Conforme Idevanio, a meta é capacitar o máximo de pré-candidatos, no que diz respeito ao marketing e Legislação Eleitoral, “tornando-os preparados e orientados a enfrentar uma campanha eleitoral em 2024”. O articulador ainda afirmou que, deste grupo, sairá a formação de duas siglas partidárias, que irão concorrer ao cargo de vereadores, em 2024.

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