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Ataque a crianças em escola da zona rural de Farias Brito é registrado nesta quarta-feira (12)

Aluno feriu colegas com um machado  Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  Agência Caririensi  Um ataque a uma escola da zona rural de Farias Brito gerou desespero e pânico em pais e alunos no Sítio Caras, nesta quarta-feira (12). Conforme informações preliminares, repassadas ao Site CaririEnsi, um garoto do 9° ano feriu alunos do 4° com um machado. De acordo com relatos de alguns pais, o aluno estava afastado da escola por provocar brigas. O Site CaririEnsi estará atualizando o caso.

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Aluno feriu colegas com um machado  Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  Agência Caririensi  Um ataque a uma escola da zona rural de Farias Brito gerou desespero e pânico em pais e alunos no Sítio Caras, nesta quarta-feira (12). Conforme informações preliminares, repassadas ao Site CaririEnsi, um garoto do 9° ano feriu alunos do 4° com um machado. De acordo com relatos de alguns pais, o aluno estava afastado da escola por provocar brigas. O Site CaririEnsi estará atualizando o caso.

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Aluno feriu colegas com um machado  Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  Agência Caririensi  Um ataque a uma escola da zona rural de Farias Brito gerou desespero e pânico em pais e alunos no Sítio Caras, nesta quarta-feira (12). Conforme informações preliminares, repassadas ao Site CaririEnsi, um garoto do 9° ano feriu alunos do 4° com um machado. De acordo com relatos de alguns pais, o aluno estava afastado da escola por provocar brigas. O Site CaririEnsi estará atualizando o caso.

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Defender a redução da jornada de trabalho é defender a família!(OPINIÃO)

Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  Por Sued Carvalho Recentemente li sobre a luta da Associação de Pais, Amigos e Profissionais dos Autistas do Cariri (Ama Cariri) pela redução da jornada de trabalho para servidores públicos pais de crianças e adolescentes autistas em Juazeiro do Norte e Barbalha, dois municípios que, na contramão dos vizinhos, ainda não implementaram essa mudança, e comecei a refletir sobre a relação entre a carga horária de trabalho e as relações entre pais e filhos. Sou professora de ensino médio e é comum ouvir dos pais em épocas de fim de bimestre que não poderão comparecer as reuniões devido ao trabalho, pois o “patrão não libera”. Esse é apenas um exemplo de como a carga horária de 8 horas de trabalho interfere nas relações entre pais e filhos e impede a plena participação dos genitores na educação das crianças. Sem levar em conta que essa jornada de 8 horas, muitas vezes, não é respeitada, ficando os funcionários por 9, 10 horas no serviço, pagando horas extras indevidas. Os conservadores afirmam que a empregabilidade da mulher é responsável por isso, pois, argumentam, se a mãe estivesse em casa, cuidando dos filhos e sendo uma dona de casa zelosa enquanto o marido está no trabalho, as crianças teriam a assistência devida. Isso é um absurdo: As mulheres devem ter direito ao emprego e ao estudo tanto quanto os homens, portanto a existência de creches em tempo integral e a redução da jornada de trabalho, para que os pais possam passar mais tempo com a família, sem restrição de direitos. A AMA Cariri luta para que os servidores públicos de Juazeiro possam ter redução de carga horária caso tenham filhos no espectro autista, uma luta nobre que devemos apoiar, mas que leva ao questionamento: Os servidores públicos são 5,6% da população cearense (IBGE), portanto uma pequena parcela dos trabalhadores terão direito a acompanhar seus filhos autistas com mais atenção? E os trabalhadores da iniciativa privada? Essa é uma questão que está para além da Alçada da AMA Cariri, é um questionamento para o poder público! Podemos estender o direito para os trabalhadores em geral, alguns poderão dizer, mas é importante relembrar que a razão da iniciativa privada não é o bem comum, mas o lucro de uma pessoa ou uma minoria de pessoas, retirado do trabalho dos funcionários e funcionárias. Quanto mais tempo um funcionário e funcionária trabalha, maior lucro pode ser retirado dele/dela. Caso os pais de crianças autistas ganhassem esse direito no mercado de trabalho privado, a tendência seria a demissão ou marginalização desses trabalhadores do mercado de trabalho. Os patrões evitariam contratar genitores e responsáveis por crianças no espectro autista. Como resolver, então, esse imbróglio? Diminuindo a jornada de trabalho em geral. A carga horária de seis horas diárias para todos os trabalhadores estenderia aos pais de crianças e adolescentes autistas do setor privado também o direito de acompanhar seus filhos, assim como possibilitaria uma vida familiar mais presente e saudável a maioria da população brasileira. Os trabalhadores têm direito a ter uma vida familiar ativa, direito que lhes é retirado quando só podem ver seus filhos de noite ou no final de semana, são impedidos de participar de eventos escolares e reuniões bimestrais. Situação que se agrava quando a criança é portadora de deficiência ou está no espectro autista, isso sem falar de trabalhadores que tem pais idosos que requerem, também, atenção. Quem afirma defender a família, mas não fala na redução da jornada de trabalho ou é mentiroso ou é hipócrita! Mas isso irá destruir a economia! – Vocês podem, justificadamente, exclamar. Desde a revolução industrial se diz isso. No início do Século XIX os trabalhadores tinham cargas horárias superiores a 16 horas por dia, lutaram pela redução para 12, depois 10, depois 8 horas, sempre sob protesto dos grandes empresários, que afirmavam que isso “destruiria a economia”. Nunca destruiu, não destruirá agora. O avanço da tecnologia possibilita que os trabalhadores produzam mais em menos tempo. Produz-se em 8 horas hoje o dobro ou o triplo do que se produzia no mesmo tempo 20 anos atrás, no entanto só aumentaram-se os lucros dos patrões, não o tempo de descanso dos funcionários, que permanece o mesmo. É hora de fazer o avanço tecnológico servir, finalmente, para os trabalhadores e trabalhadoras. A vida é mais do que labutar.    

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Defender a redução da jornada de trabalho é defender a família!(OPINIÃO)

Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  Por Sued Carvalho Recentemente li sobre a luta da Associação de Pais, Amigos e Profissionais dos Autistas do Cariri (Ama Cariri) pela redução da jornada de trabalho para servidores públicos pais de crianças e adolescentes autistas em Juazeiro do Norte e Barbalha, dois municípios que, na contramão dos vizinhos, ainda não implementaram essa mudança, e comecei a refletir sobre a relação entre a carga horária de trabalho e as relações entre pais e filhos. Sou professora de ensino médio e é comum ouvir dos pais em épocas de fim de bimestre que não poderão comparecer as reuniões devido ao trabalho, pois o “patrão não libera”. Esse é apenas um exemplo de como a carga horária de 8 horas de trabalho interfere nas relações entre pais e filhos e impede a plena participação dos genitores na educação das crianças. Sem levar em conta que essa jornada de 8 horas, muitas vezes, não é respeitada, ficando os funcionários por 9, 10 horas no serviço, pagando horas extras indevidas. Os conservadores afirmam que a empregabilidade da mulher é responsável por isso, pois, argumentam, se a mãe estivesse em casa, cuidando dos filhos e sendo uma dona de casa zelosa enquanto o marido está no trabalho, as crianças teriam a assistência devida. Isso é um absurdo: As mulheres devem ter direito ao emprego e ao estudo tanto quanto os homens, portanto a existência de creches em tempo integral e a redução da jornada de trabalho, para que os pais possam passar mais tempo com a família, sem restrição de direitos. A AMA Cariri luta para que os servidores públicos de Juazeiro possam ter redução de carga horária caso tenham filhos no espectro autista, uma luta nobre que devemos apoiar, mas que leva ao questionamento: Os servidores públicos são 5,6% da população cearense (IBGE), portanto uma pequena parcela dos trabalhadores terão direito a acompanhar seus filhos autistas com mais atenção? E os trabalhadores da iniciativa privada? Essa é uma questão que está para além da Alçada da AMA Cariri, é um questionamento para o poder público! Podemos estender o direito para os trabalhadores em geral, alguns poderão dizer, mas é importante relembrar que a razão da iniciativa privada não é o bem comum, mas o lucro de uma pessoa ou uma minoria de pessoas, retirado do trabalho dos funcionários e funcionárias. Quanto mais tempo um funcionário e funcionária trabalha, maior lucro pode ser retirado dele/dela. Caso os pais de crianças autistas ganhassem esse direito no mercado de trabalho privado, a tendência seria a demissão ou marginalização desses trabalhadores do mercado de trabalho. Os patrões evitariam contratar genitores e responsáveis por crianças no espectro autista. Como resolver, então, esse imbróglio? Diminuindo a jornada de trabalho em geral. A carga horária de seis horas diárias para todos os trabalhadores estenderia aos pais de crianças e adolescentes autistas do setor privado também o direito de acompanhar seus filhos, assim como possibilitaria uma vida familiar mais presente e saudável a maioria da população brasileira. Os trabalhadores têm direito a ter uma vida familiar ativa, direito que lhes é retirado quando só podem ver seus filhos de noite ou no final de semana, são impedidos de participar de eventos escolares e reuniões bimestrais. Situação que se agrava quando a criança é portadora de deficiência ou está no espectro autista, isso sem falar de trabalhadores que tem pais idosos que requerem, também, atenção. Quem afirma defender a família, mas não fala na redução da jornada de trabalho ou é mentiroso ou é hipócrita! Mas isso irá destruir a economia! – Vocês podem, justificadamente, exclamar. Desde a revolução industrial se diz isso. No início do Século XIX os trabalhadores tinham cargas horárias superiores a 16 horas por dia, lutaram pela redução para 12, depois 10, depois 8 horas, sempre sob protesto dos grandes empresários, que afirmavam que isso “destruiria a economia”. Nunca destruiu, não destruirá agora. O avanço da tecnologia possibilita que os trabalhadores produzam mais em menos tempo. Produz-se em 8 horas hoje o dobro ou o triplo do que se produzia no mesmo tempo 20 anos atrás, no entanto só aumentaram-se os lucros dos patrões, não o tempo de descanso dos funcionários, que permanece o mesmo. É hora de fazer o avanço tecnológico servir, finalmente, para os trabalhadores e trabalhadoras. A vida é mais do que labutar.    

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Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  Por Sued Carvalho Recentemente li sobre a luta da Associação de Pais, Amigos e Profissionais dos Autistas do Cariri (Ama Cariri) pela redução da jornada de trabalho para servidores públicos pais de crianças e adolescentes autistas em Juazeiro do Norte e Barbalha, dois municípios que, na contramão dos vizinhos, ainda não implementaram essa mudança, e comecei a refletir sobre a relação entre a carga horária de trabalho e as relações entre pais e filhos. Sou professora de ensino médio e é comum ouvir dos pais em épocas de fim de bimestre que não poderão comparecer as reuniões devido ao trabalho, pois o “patrão não libera”. Esse é apenas um exemplo de como a carga horária de 8 horas de trabalho interfere nas relações entre pais e filhos e impede a plena participação dos genitores na educação das crianças. Sem levar em conta que essa jornada de 8 horas, muitas vezes, não é respeitada, ficando os funcionários por 9, 10 horas no serviço, pagando horas extras indevidas. Os conservadores afirmam que a empregabilidade da mulher é responsável por isso, pois, argumentam, se a mãe estivesse em casa, cuidando dos filhos e sendo uma dona de casa zelosa enquanto o marido está no trabalho, as crianças teriam a assistência devida. Isso é um absurdo: As mulheres devem ter direito ao emprego e ao estudo tanto quanto os homens, portanto a existência de creches em tempo integral e a redução da jornada de trabalho, para que os pais possam passar mais tempo com a família, sem restrição de direitos. A AMA Cariri luta para que os servidores públicos de Juazeiro possam ter redução de carga horária caso tenham filhos no espectro autista, uma luta nobre que devemos apoiar, mas que leva ao questionamento: Os servidores públicos são 5,6% da população cearense (IBGE), portanto uma pequena parcela dos trabalhadores terão direito a acompanhar seus filhos autistas com mais atenção? E os trabalhadores da iniciativa privada? Essa é uma questão que está para além da Alçada da AMA Cariri, é um questionamento para o poder público! Podemos estender o direito para os trabalhadores em geral, alguns poderão dizer, mas é importante relembrar que a razão da iniciativa privada não é o bem comum, mas o lucro de uma pessoa ou uma minoria de pessoas, retirado do trabalho dos funcionários e funcionárias. Quanto mais tempo um funcionário e funcionária trabalha, maior lucro pode ser retirado dele/dela. Caso os pais de crianças autistas ganhassem esse direito no mercado de trabalho privado, a tendência seria a demissão ou marginalização desses trabalhadores do mercado de trabalho. Os patrões evitariam contratar genitores e responsáveis por crianças no espectro autista. Como resolver, então, esse imbróglio? Diminuindo a jornada de trabalho em geral. A carga horária de seis horas diárias para todos os trabalhadores estenderia aos pais de crianças e adolescentes autistas do setor privado também o direito de acompanhar seus filhos, assim como possibilitaria uma vida familiar mais presente e saudável a maioria da população brasileira. Os trabalhadores têm direito a ter uma vida familiar ativa, direito que lhes é retirado quando só podem ver seus filhos de noite ou no final de semana, são impedidos de participar de eventos escolares e reuniões bimestrais. Situação que se agrava quando a criança é portadora de deficiência ou está no espectro autista, isso sem falar de trabalhadores que tem pais idosos que requerem, também, atenção. Quem afirma defender a família, mas não fala na redução da jornada de trabalho ou é mentiroso ou é hipócrita! Mas isso irá destruir a economia! – Vocês podem, justificadamente, exclamar. Desde a revolução industrial se diz isso. No início do Século XIX os trabalhadores tinham cargas horárias superiores a 16 horas por dia, lutaram pela redução para 12, depois 10, depois 8 horas, sempre sob protesto dos grandes empresários, que afirmavam que isso “destruiria a economia”. Nunca destruiu, não destruirá agora. O avanço da tecnologia possibilita que os trabalhadores produzam mais em menos tempo. Produz-se em 8 horas hoje o dobro ou o triplo do que se produzia no mesmo tempo 20 anos atrás, no entanto só aumentaram-se os lucros dos patrões, não o tempo de descanso dos funcionários, que permanece o mesmo. É hora de fazer o avanço tecnológico servir, finalmente, para os trabalhadores e trabalhadoras. A vida é mais do que labutar.    

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PF desarticula milícia que atuava na região do sertão pernambucano

Ao todo estão sendo cumpridos 16 (dezesseis) mandados de prisão temporária e 17 (dezessete) mandados de busca e apreensão. Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  A Polícia Federal, com apoio das Secretarias de Defesa Social de Pernambuco, Paraíba e Ceará, deflagrou na manhã desta quarta-feira (12/04) a operação Metástase, com a finalidade de desarticular associação criminosa miliciana, com características típicas de grupo de extermínio, integrada por policiais militares e civis dos Estados de Pernambuco, Paraíba e Ceará que atuava na região do sertão do Estado de Pernambuco, especificamente nos municípios de Salgueiro, Serra Talhada, Ouricuri e Parnamirim, especializada na prática de crimes violentos contra a vida, além de outras condutas ilícitas relacionadas. Ao todo estão sendo cumpridos 16 (dezesseis) mandados de prisão temporária e 17 (dezessete) mandados de busca e apreensão, além de outras medidas cautelares, a exemplo do sequestro de bens dos principais investigados. Dentre os alvos dos mandados está um político da Câmara Municipal de Parnamirim/PE. Participaram da deflagração da operação 180 (cento e oitenta) policiais federais oriundos de Pernambuco, Paraíba, Ceará, Rio Grande do Norte, Alagoas e Sergipe, incluindo equipes do Comando de Operações Táticas da Polícia Federal, além de 50 (cinquenta) policiais militares e 09 (nove) policiais civis das Corregedorias dos Estados de Pernambuco, Paraíba e Ceará. Os mandados estão sendo cumpridos em Serra Talhada/PE (05 MPP–06 MBA), Salgueiro/PE (02 MPP–02 MBA), Ouricuri/PE (03 MPP–04 MBA), Belém de São Francisco/PE (01 MPP–00 MBA), Parnamirim/PE (01 MPP–01 MBA), Brejo Santo/CE (01 MPP–01 MBA), Crato/CE (01 MPP–01 MBA) e Porteiras/CE (02 MPP–02 MBA). Entre os alvos da operação, pelo menos 11 (onze) deles possuem Certificado de Caçador, Atirador Desportivo e Colecionador (CAC). Os ilícitos investigados são de associação para constituição de milícia privada, homicídio, agiotagem, extorsão, segurança privada ilegal e jogos de azar, cujas penas ultrapassam os 40 anos de reclusão. Todos os presos passarão por audiência de custódia e posteriormente serão encaminhados para o CREED – (Centro de Reeducação da PM-PE) e COTEL – (Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna). O nome da operação faz analogia à capacidade de espalhamento do câncer por outros órgãos do organismo humano. Reprodução: Polícia Federal

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PF desarticula milícia que atuava na região do sertão pernambucano

Ao todo estão sendo cumpridos 16 (dezesseis) mandados de prisão temporária e 17 (dezessete) mandados de busca e apreensão. Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  A Polícia Federal, com apoio das Secretarias de Defesa Social de Pernambuco, Paraíba e Ceará, deflagrou na manhã desta quarta-feira (12/04) a operação Metástase, com a finalidade de desarticular associação criminosa miliciana, com características típicas de grupo de extermínio, integrada por policiais militares e civis dos Estados de Pernambuco, Paraíba e Ceará que atuava na região do sertão do Estado de Pernambuco, especificamente nos municípios de Salgueiro, Serra Talhada, Ouricuri e Parnamirim, especializada na prática de crimes violentos contra a vida, além de outras condutas ilícitas relacionadas. Ao todo estão sendo cumpridos 16 (dezesseis) mandados de prisão temporária e 17 (dezessete) mandados de busca e apreensão, além de outras medidas cautelares, a exemplo do sequestro de bens dos principais investigados. Dentre os alvos dos mandados está um político da Câmara Municipal de Parnamirim/PE. Participaram da deflagração da operação 180 (cento e oitenta) policiais federais oriundos de Pernambuco, Paraíba, Ceará, Rio Grande do Norte, Alagoas e Sergipe, incluindo equipes do Comando de Operações Táticas da Polícia Federal, além de 50 (cinquenta) policiais militares e 09 (nove) policiais civis das Corregedorias dos Estados de Pernambuco, Paraíba e Ceará. Os mandados estão sendo cumpridos em Serra Talhada/PE (05 MPP–06 MBA), Salgueiro/PE (02 MPP–02 MBA), Ouricuri/PE (03 MPP–04 MBA), Belém de São Francisco/PE (01 MPP–00 MBA), Parnamirim/PE (01 MPP–01 MBA), Brejo Santo/CE (01 MPP–01 MBA), Crato/CE (01 MPP–01 MBA) e Porteiras/CE (02 MPP–02 MBA). Entre os alvos da operação, pelo menos 11 (onze) deles possuem Certificado de Caçador, Atirador Desportivo e Colecionador (CAC). Os ilícitos investigados são de associação para constituição de milícia privada, homicídio, agiotagem, extorsão, segurança privada ilegal e jogos de azar, cujas penas ultrapassam os 40 anos de reclusão. Todos os presos passarão por audiência de custódia e posteriormente serão encaminhados para o CREED – (Centro de Reeducação da PM-PE) e COTEL – (Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna). O nome da operação faz analogia à capacidade de espalhamento do câncer por outros órgãos do organismo humano. Reprodução: Polícia Federal

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Ao todo estão sendo cumpridos 16 (dezesseis) mandados de prisão temporária e 17 (dezessete) mandados de busca e apreensão. Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  A Polícia Federal, com apoio das Secretarias de Defesa Social de Pernambuco, Paraíba e Ceará, deflagrou na manhã desta quarta-feira (12/04) a operação Metástase, com a finalidade de desarticular associação criminosa miliciana, com características típicas de grupo de extermínio, integrada por policiais militares e civis dos Estados de Pernambuco, Paraíba e Ceará que atuava na região do sertão do Estado de Pernambuco, especificamente nos municípios de Salgueiro, Serra Talhada, Ouricuri e Parnamirim, especializada na prática de crimes violentos contra a vida, além de outras condutas ilícitas relacionadas. Ao todo estão sendo cumpridos 16 (dezesseis) mandados de prisão temporária e 17 (dezessete) mandados de busca e apreensão, além de outras medidas cautelares, a exemplo do sequestro de bens dos principais investigados. Dentre os alvos dos mandados está um político da Câmara Municipal de Parnamirim/PE. Participaram da deflagração da operação 180 (cento e oitenta) policiais federais oriundos de Pernambuco, Paraíba, Ceará, Rio Grande do Norte, Alagoas e Sergipe, incluindo equipes do Comando de Operações Táticas da Polícia Federal, além de 50 (cinquenta) policiais militares e 09 (nove) policiais civis das Corregedorias dos Estados de Pernambuco, Paraíba e Ceará. Os mandados estão sendo cumpridos em Serra Talhada/PE (05 MPP–06 MBA), Salgueiro/PE (02 MPP–02 MBA), Ouricuri/PE (03 MPP–04 MBA), Belém de São Francisco/PE (01 MPP–00 MBA), Parnamirim/PE (01 MPP–01 MBA), Brejo Santo/CE (01 MPP–01 MBA), Crato/CE (01 MPP–01 MBA) e Porteiras/CE (02 MPP–02 MBA). Entre os alvos da operação, pelo menos 11 (onze) deles possuem Certificado de Caçador, Atirador Desportivo e Colecionador (CAC). Os ilícitos investigados são de associação para constituição de milícia privada, homicídio, agiotagem, extorsão, segurança privada ilegal e jogos de azar, cujas penas ultrapassam os 40 anos de reclusão. Todos os presos passarão por audiência de custódia e posteriormente serão encaminhados para o CREED – (Centro de Reeducação da PM-PE) e COTEL – (Centro de Observação e Triagem Professor Everardo Luna). O nome da operação faz analogia à capacidade de espalhamento do câncer por outros órgãos do organismo humano. Reprodução: Polícia Federal

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CRATO: Moradores do Sítio Campo Alegre denunciam problemas e descaso municipal após fortes chuvas

Problema é antigo e nenhuma gestão prestou assistência Imagens: Reprodução/ Redes Sociais  Agência Caririensi  Moradores do Sítio Campo Alegre, na zona rural do Crato, denunciam descaso da Prefeitura Municipal, após cratera se abrir em trecho que dá acesso ao local. Conforme os moradores, parte da estrada cedeu, formando uma imensa cratera, que dificulta a passagem dos veículos. Moradores ainda informaram que o problema é antigo, mas piorou, consideravelmente, após as chuvas dos últimos dias e a atual gestão não se prontificou em prestar assistência.

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