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Brasil registra 2.798 mortes por Covid em 24 horas, novo recorde da pandemia; total passa de 282 mil

País contabilizou 11.609.601 casos e 282.400 óbitos por Covid-19 desde o início da pandemia Ilustrativa O Brasil registrou novo recorde com 2.798 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas e totalizou nesta terça-feira (16) 282.400 óbitos. Com isso, a média móvel de mortes no país nos últimos 7 dias chegou a 1.976, também um novo recorde. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +48%, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença. É o que mostra novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desta terça. Já são 55 dias seguidos com a média móvel de mortes acima da marca de 1 mil, e pelo nono dia a marca aparece acima de 1,5 mil, aproximando-se agora de 2 mil. Foram 18 recordes seguidos nesse índice, registrados de 27 de fevereiro até aqui. Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 11.609.601 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 84.124 desses confirmados no último dia. Também é a maior marca de diagnósticos em 24 horas já registrada até aqui. A média móvel nos últimos 7 dias foi de 69.226 novos diagnósticos por dia. Isso representa uma variação de +22% em relação aos casos registrados em duas semanas, o que indica tendência de alta também nos diagnósticos. Vinte e dois estados e o Distrito Federal estão com alta nas mortes: PR, RS, SC, ES, MG, SP, DF, GO, MS, MT, AC, AP, PA, RO, TO, AL, CE, MA, PB, PE, PI, RN e SE. Em oito estados, foram registrados recordes na média móvel de mortes pela doença: AC (10), GO (125), MT (55), PB (41), RS (253), SC (113), SP (400) e TO (16). Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia). Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Os dados de médias móveis são, em geral, em números decimais e arredondados para facilitar a apresentação dos dados. Vacinação Balanço da vacinação contra Covid-19 desta terça-feira (16) aponta que 10.389.077 pessoas já receberam a primeira dose de vacina contra a Covid-19, segundo dados divulgados até as 20h. O número representa 4,91% da população brasileira. A segunda dose já foi aplicada em 3.791.197 pessoas (1,79% da população do país) em todos os estados e no Distrito Federal. No total, 14.180.274 doses foram aplicadas em todo o país. G1

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Fórum de Restauração do Conselho Municipal do Esporte de Juazeiro do Norte é adiado

Durante o evento, serão eleitos representantes do conselho para o biênio 2021/2022 Ilustrativa João Boaventura Neto  Devido as medidas necessárias para enfrentamento da Covid-19 e atendendo ao Decreto do Governo do Ceará que estabelece lockdown, o Fórum de Restauração do Conselho Municipal do Esporte de Juazeiro do Norte foi adiado. O Fórum aconteceria na próxima sexta-feira, dia 19 é foi adiado para o dia o próximo dia 7 de maio. A Secretaria de Esporte e Juventude de Juazeiro do Norte informa que irá avaliar a situação da pandemia no município antes do fórum e a data poderá ser alterada dependendo situação da pandemia.  Inscrições Com a nova data, o interessado em participar do Conselho Municipal de Esporte pode se inscrever até 7 dias antes do fórum.  Durante o evento, serão eleitos representantes do conselho para o biênio 2021/2022. Para participar, os candidatos devem estar aptos à posição de membro, seguindo os requisitos dispostos no edital de convocação nº 01/2021 da SEJUV, publicado no Diário Oficial do Município nº 5455, do dia 3 de março de 2021 (páginas 23 e 24). Devem entrar em contato com a secretaria através do WhatsApp: 98192-4192 ou do telefone: 3571-1322, para entrega de documentos e orientações de como irá funcionar o fórum. Confira o edital

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Juazeirense é o novo delegado geral da Polícia Civil do Ceará

Sérgio Pereira dos Santos foi anunciado pela Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) Ilustrativa João Boaventura Neto  A Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) anunciou o delegado Sérgio Pereira dos Santos como o novo delegado geral da Polícia Civil do Ceará (PCCE). Ele é natural de Juazeiro do Norte.  Antes de ser anunciado como delegado geral, Sérgio atuou como delegado geral adjunto de 2019 até os dias atuais e, anteriormente, como chefe de gabinete, entre 2017 e 2019. Também foi anunciado o novo nome à frente da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce), o perito Julio Cesar Nogueira Torres.  Ele é perito legista da Pefoce desde 2006, onde atuava como supervisor do Núcleo de Perícia em DNA Forense. Júlio possui experiência na área da Genética, com ênfase em Genética Forense. 

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Dr. Santana Neto emite nota se posicionando sobre condenação judicial; saiba detalhes

 O ex-prefeito de Juazeiro do Norte usou as redes sociais para se manifestar contra a decisão judicial João Boaventura Neto Dr. Santana Neto (Foto: Redes sociais) O ex-prefeito de Juazeiro do Norte, Dr. Santana Neto, emitiu nota se posicionando sobre condenação judicial imputada a ele e a mais 12 pessoas por desvio de verba pública. Para a Justiça Federal, o “escândalo da EAB” favoreceu uma empresa privada contratada durante o mandado de Santana. De acordo com a decisão, desvios de verba pública e outros crimes contra a administração pública ocorreram entre 2010 e 2012, e só agora houve condenação, que dentre outras medidas prevê detenção de 3 a 8 anos aos envolvidos.  De acordo com informações preliminares, Dr. Santana (PT), deve cumprir pena de 8 anos e 9 meses de detenção, assim como deve devolver aos cofres públicos do município quantia referente a R$ 19,5 milhões.  Dr. Santana usou as redes sociais para se manifestar contra a decisão judicial. Veja na íntegra! Postagem de Dr. Santana Neto (Foto: Reprodução/Redes sociais) De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), estão envolvidos no esquema e condenados, além do ex-prefeito, Rafael Apolinário Santana, Eduardo José Pontes Dantas, Sônia Luz Monteiro Oliveira, Greycianne Elli Oliveira Macêdo, Marisvaldo Justino da Silva, Argemiro Teófilo da Costa, Edinard Alves Bezerra, Francisca Aureny Bezerra, Antonio Ricarte Sobrinho Valderon, Maria Adrianne dos Santos Bezerra, Maria Barbosa Silva Parente e Maria Aparecida Alves da Silva.

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Prefeitura de Juazeiro pretende aumentar desconto do salário dos servidores para 14%

Presidente da Câmara se colocou contra o Projeto de Lei enviado pelo Poder Executivo Municipal de Juazeiro do Norte  Sede da Prefeitura Municipal de Juazeiro do Norte (Foto: João Boaventura Neto) João Boaventura Neto Deu entrada na Câmara Municipal de Juazeiro do Norte na sessão desta terça-feira, dia 16, um Projeto de Lei (PL) do Poder Executivo que pretende aumentar o desconto do salário dos servidores de 11% para 14%. O PL visa alterar a redação do artigo 48 da Lei Complementar 23, de 25 de maio de 2007. Ela dispõe sobre o Regime Próprio de Previdência Social dos Servidores do Município de Juazeiro do Norte. De acordo com a Gestão Municipal, “(…) as alterações produzidas pela Emenda Constitucional nº103, de 12 de novembro de 2019, os municípios brasileiros precisam adequar suas legislações ao novo regramento constitucional”, com consta em trecho da mensagem nº 08 acostada do PL. Na mensagem, o prefeito Glêdson Bezerra (Podemos) alega que “(… ) as adequações são imprescindíveis, pois se trata de uma exigência constitucional(…)”.  O texto cita ainda que a mudança é um requisito para emissão do Certificado de Regularidade Previdenciária (CRP), “(…) sem o qual o Município fica impedido de receber transferências voluntárias de recursos da União, contrair empréstimos, financiamentos, avais e subvenções em geral, dentre outros impedimentos”. No final da mensagem, Glêdson pede que os vereadores apreciem, votem e aprovem o projeto. Em entrevista ao site Cariri En Si, o presidente da Câmara Municipal, vereador Darlan Lobo (PTB), disse que não era o momento do Executivo enviar um Projeto de Lei que diminui o salário dos servidores aumentando a carga tributária. “Estamos no momento de pandemia. Temos que cortar gastos e não diminuir de quem já recebe pouco. Numa política de austeridade, como prega o prefeito Glêdson, não se pode aumentar os tributos e ainda mais durante essa pandemia de Covid-19”, disse Darlan. O parlamentar disse ainda que o gestor municipal deveria cortar de quem mais tem e não dos servidores. “Não é momento, de forma nenhuma, de tirar parte de salários dos servidores. Porque não tira dos cargos de confiança?”, finalizou Darlan com o questionamento. Agora o projeto segue os tramites legais para ser apreciado e votado pelos vereadores e depois é devolvido para o executivo sancionar ou vetar.

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Boninho diz quando participantes do ‘No Limite’ serão divulgados

 Reality show deve estrear uma semana depois do BBB 21 Reprodução Os nomes dos competidores do reality show No Limite serão divulgados no mês de abril. A informação é do diretor de televisão Boninho, 59 anos, em resposta a uma fã nas redes sociais. O programa será gravado no Ceará e deve estrear uma semana após o fim do Big Brother Brasil (BBB) 21. A nova edição do programa contará com ex-BBBs no elenco, conforme já foi divulgado anteriormente. Em razão disso, algumas especulações já foram criadas pelo público. De acordo com a coluna de Fábia Oliveira, no jornal O Dia, Petrix Barbosa e Lucas Chumbo, ambos do BBB 20, podem ser escolhidos por Boninho. Ambos os atletas são tidos como opção. Porém, diferentemente do surfista Chumbo, o ginasta Petrix mora nos Estados Unidos. Além disso, ele e a modelo alemã Joline Heitmann acabaram de virar pais da pequena Nia, o que tem levantado comentários de que o ex-BBB poderia declinar o convite. Enquete realizada pelo Diário do Nordeste aponta que a ex-sister Anamara, a ‘Maroca’, dos BBBs 10 e 13, é favorita do público para entrar no reality, com 30% dos votos.  O reality será apresentado por André Marques, 41 anos, e deve ficar no ar até julho de 2021, com 11 episódios ao todo. No programa, 18 participantes irão competir pelo prêmio — cujo valor ainda não foi divulgado. O programa teve outras edições nos anos de 2001, 2002, 2003 e 2009. No Limite coloca um grupo de pessoas em um ambiente inóspito e com recursos limitados. Além de conviv, além de conviver por vários dias. Diariodonordeste

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Guedes: já queria ter vacinado, acho ótimo, quero me vacinar

“Já queria ter me vacinado. Acho ótimo”, disse o ministro Divulgação O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta terça, 16, que vai se vacinar contra a covid-19. No Distrito Federal, onde o ministro despacha diariamente, a imunização dos idosos com 72 e 73 anos começa na próxima quinta (18) e em breve o alcance deve ser estendido à faixa em que está Guedes, que tem 71 anos. “Já queria ter me vacinado. Acho ótimo. Sou candidato à vacinação. Quero me vacinar”, disse o ministro da Economia em entrevista concedida à CNN. Em dezembro de 2020, em entrevista a jornalistas, Guedes se furtou de responder diretamente sobre se tomaria ou não a vacina. “Eu, como cidadão, tenho direito à privacidade sobre se vou tomar e qual vacina tomarei”, disse. Na ocasião, o ministro chegou a comparar a escolha de vacinar ao sigilo do voto, garantido pela Constituição. O contexto da declaração de Guedes em dezembro era outro: o Brasil ainda não havia iniciado a imunização, enquanto outros países davam passos iniciais nessa direção. Além disso, o governo federal ainda mantinha postura refratária às negociações para compra de doses de laboratórios como Pfizer, Janssen e Moderna. De lá para cá, porém, houve uma explosão no número de casos e óbitos. Primeiro em Manaus, onde a falta de oxigênio para dar suporte a pacientes com covid-19 expôs o colapso e rendeu ao ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, uma investigação por suspeita de omissão. Depois, em diversas cidades do País, com UTIs operando acima de suas capacidades, óbitos acima de 2 mil por dia e governadores decretando medidas duras de isolamento. Outra mudança é no próprio Ministério da Saúde, cujo comando passará das mãos de Pazuello para o médico Marcelo Queiroga. Embora tenha pedido reserva em dezembro sobre sua escolha pessoal em relação à vacinação, Guedes sempre adotou discurso favorável à vacinação. Mesmo com o presidente Jair Bolsonaro desencorajando a população a se imunizar contra covid-19, Guedes destacou já em dezembro que a imunização é o que sustentará o fôlego da recuperação econômica. Na mesma ocasião, defendeu uma espécie de “passaporte” para os imunizados, assegurando-lhes acesso a locais públicos como cinemas, shoppings, entre outros. Seria um incentivo à vacinação, sem torná-la obrigatória. Nas últimas semanas, o ministro da Economia intensificou esse discurso juntamente com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Na semana passada, ambos participaram ao lado de Bolsonaro da reunião que selou o acordo do governo federal para a aquisição de doses da vacina da Pfizer, inclusive com antecipação no cronograma para atender de forma mais urgente à demanda do Brasil. Estadão

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Corte de salário e jornada e suspensão de contratos deverá atingir 3 milhões

A estimativa considera que 2,7 milhões a 3,0 milhões de acordos serão firmados entre patrões e empregados Reprodução A nova rodada do programa que permite às empresas cortarem jornada e salário e suspender contratos de trabalho deve ter custo total entre R$ 5,8 bilhões e R$ 6,5 bilhões para o governo, responsável por pagar um benefício emergencial aos trabalhadores. A estimativa considera que 2,7 milhões a 3,0 milhões de acordos serão firmados entre patrões e empregados nas duas modalidades, segundo documento obtido pelo jornal O Estado de S. Paulo. Os dados constam em nota técnica produzida pela Subsecretaria de Políticas Públicas de Trabalho do Ministério da Economia em 9 de março de 2021. Os técnicos ainda podem refinar os números, sobretudo se o quadro de agravamento da pandemia de covid-19 indicar maior demanda pelo programa. Como revelou o jornal O Estado de S. Paulo, o governo prepara reformulação no seguro-desemprego para poupar recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e conseguir direcioná-los ao benefício emergencial (BEm). O programa que permite os acordos para proteger empregos e aliviar o caixa das empresas deve ter duração de quatro meses. Um desenho inicial do BEm previa que o governo bancaria com recursos públicos os primeiros dois meses de benefício, e os outros dois seriam uma antecipação do seguro-desemprego. No entanto, o governo mudou a estratégia e decidiu bancar integralmente os benefícios de quem tiver jornada e salário reduzido ou contrato suspenso, sem interferir no seguro-desemprego desse trabalhador, que manterá o direito de forma integral caso seja demitido após o fim do acordo. O dinheiro do BEm sairá todo do FAT, mas sem necessidade de aportes adicionais pelo Tesouro Nacional. Com o aumento substancial da dívida pública em 2020, a equipe econômica tem buscado soluções para combater a crise da covid-19 que dependam menos de recursos obtidos via emissão de dívida pública. A economia obtida com a reformulação do seguro-desemprego abrirá espaço dentro do fundo para essas despesas. Cenários Os técnicos traçaram três cenários para o pagamento do BEm, agora chamado de “Bolsa Emergencial”. No cenário-base, que na visão do governo é o que tem mais chances de ocorrer, haveria 1,16 milhão de acordos de suspensão de contrato e 1,69 milhão de acordos de redução de jornada e salário (total de 2,85 milhões). Considerando o gasto médio esperado com cada trabalhador, o custo do programa ficaria em R$ 6,14 bilhões. Na redução de jornada e salário, os acordos podem ser firmados com cortes de 25%, 50% ou 70%, nos mesmos moldes da primeira rodada do programa em 2020. No cenário conservador, menos contratos são alvo de acordo, 1,1 milhão em suspensão e 1,6 milhão em redução de jornada e salário. A despesa ficaria em R$ 5,82 bilhões. Já no cenário agressivo, haveria 1,2 milhões de suspensões de contrato e 1,8 milhões de acordos de redução de jornada e salário, com custo de R$ 6,46 bilhões. As projeções levaram em conta as adesões ao BEm no período de setembro a dezembro de 2020. Os técnicos usaram esse período, e não o do pico de acordos logo no início do programa, porque consideram que houve uma acomodação no número de empresas que precisam do instrumento para seguir operando sem prejuízos e sem precisar demitir seus funcionários. No início da pandemia, ainda sem grandes informações sobre o modo de dispersão da doença, muitos Estados decretaram o fechamento geral de atividades, inclusive industriais, o que gerou forte demanda pelos acordos. Hoje, muitos governadores já atuam sob protocolos preestabelecidos, segundo os quais as restrições são mais severas para os setores de comércio e serviços e mais brandas na indústria, onde há mais condições de se manter protocolos de distanciamento. Por isso, o período de setembro a dezembro de 2020 é considerado uma amostra mais fiel ao que deve suceder agora, em 2021, com o relançamento do programa. O governo tem recebido informações de que o maior demandante do novo BEm será o setor de serviços. Os cálculos também levaram em conta projeções de qual deve ser a duração dos acordos por faixa de renda. Na nota, essa metodologia é defendida sob o argumento de proporcionar estimativas “mais ajustadas”. No ano passado, o governo destinou R$ 51,55 bilhões ao programa, mas foram utilizados R$ 33,5 bilhões. Estadaoconteudo

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Município de Barbalha realiza vacinação drive-thru em idosos; assista

Público-alvo atendido pelas Equipes de Saúde da Família do Centro I e II foi imunizado no Centro de Artes e Esporte Unificado Reprodução João Boaventura Neto A Secretaria de Saúde de Barbalha está vacinando idosos entre 85 e 89 anos na modalidade drive thru. Nesta terça-feira, 16, o público-alvo atendido pelas Equipes de Saúde da Família do Centro I e II foi imunizado no Centro de Artes e Esporte Unificado, CEU Parque da Cidade. Para a coordenadora da imunização, Adriana Rocha, o objetivo é dar rapidez à vacinação. “Exatamente para que a gente consiga pegar um número maior de idosos, porque em domicílio demora mais. Aguardamos mais doses para conseguir vacinar todos a partir de 75 anos. Neste momento ainda estamos com a faixa dos 85 a 89”. O drive thru teve início no dia 9 no distrito do Caldas e depois, Riacho do Meio e Arajara. As equipes da ESF da Vila Santo Antônio, Bela Vista e Santo André também vacinaram este público ontem.  Está havendo vacinação no sítio Estrela, Santana e, também, foi feita no sítio Betânia. Na próxima quarta-feira, 17, será a vez da Unidade de Saúde da Cirolândia e Macaúba. Na quinta-feira, 18, será atendido o sítio Lagoa. A mobilização é feita pelas Agentes Comunitárias de Saúde, ACSs. Os idosos acima dessa idade que ainda não receberam nenhuma dose, também podem ser imunizados. Assista ao vídeo Cobertura vacinal sobre a população-alvo Trabalhadores de Saúde:  D1: 78,6%  D2: 45%  Idosos 75 e mais: D1: 34,5% Idosos 60 anos e mais em ILP: D1: 100% D2: 100%

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‘Política de saúde não é do ministro, é do governo Bolsonaro’, diz Marcelo Queiroga

Queiroga deve substituir Eduardo Pazuello no comando do Ministério da Saúde; é o quatro ministro durante a pandemia de Covid-19 Reprodução Marcelo Queiroga, indicado para o Ministério da Saúde e atual presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia, afirmou nesta terça-feira (16) que dará continuidade ao trabalho de Eduardo Pazuello e garantiu que a política de enfrentamento à Covid-19 no País “é do governo Bolsonaro e não do ministro da Saúde”. O presidente Jair Bolsonaro anunciou troca de ministros, que será a terceira durante a pandemia, na noite de sexta-feira (15), após reunião com Queiroga. “A conversa foi excelente, já conhecia há alguns anos, então não é uma pessoa que tomei conhecimento há poucos dias. Tem tudo no meu entender para fazer um bom trabalho, dando prosseguimento em tudo que o Pazuello fez até hoje”, disse o presidente. Queiroga afirmou, em reunião com a com a cúpula do Ministério da Saúde para discutir a transição do comando da pasta, que “O ministro Pazuello tem trabalhado arduamente para melhorar as condições sanitárias do Brasil e fui convocado pelo presidente Bolsonaro para dar continuidade a este trabalho para conseguirmos vencer esta crise na saúde pública”. “Não vim para avaliar gestão Pazuello, vim para trabalhar pelo Brasil”, completou. O médico deve substituir o atual ministro da Saúde na chefia da pasta após Pazuello sofrer entraves na campanha de vacinação. O general colocou em prática temas defendidos pelo presidente Jair Bolsonaro, como a recomendação de medicamentos sem eficácia comprovada. Pazuello, é alvo de inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de conduta omissiva na crise por falta de oxigênio na rede municipal de saúde de Manaus.  Queiroga reforçou também a necessidade de união nacional e de desenvolvimento de um plano para o combate contra a Covid-19. Segundo ele, sua nomeação depende de publicação em Diário Oficial da União (DOU) e de determinações do presidente Jair Bolsonaro, o qual “está muito preocupado com a situação da pandemia no País”, disse. Diariodonordeste

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