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Pazuello: ministério não é responsável por falta de oxigênio no AM

Depoimento do ex-ministro foi retomado nesta quinta-feira Reprodução No seu segundo dia de depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia do Senado, nesta quinta-feira (20), o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello responsabilizou a empresa White Martins e a Secretaria Estadual de Saúde do Amazonas pela falta de oxigênio hospitalar em Manaus. “A empresa White Martins – que é a grande fornecedora – associada também, somada à produção da Carbox que é uma empresa menor, ela já vinha consumindo a sua reserva estratégica e não fez essa reposição de uma forma clara desde o início. Começa aí a primeira posição de responsabilidade”, avaliou. Pazuello acrescentou que o contraponto disso foi a atuação da Secretaria de Saúde, que “se tivesse acompanhado de perto, teria descoberto que estava sendo consumida uma reserva estratégica”. “Vejo aí duas responsabilidades muito claras”, concluiu. O ex-ministro da Saúde voltou a negar qualquer culpa do governo federal no colapso da falta de oxigênio no Amazonas, em janeiro de 2021.”Da nossa parte, nós fomos muito proativos quando tomamos conhecimento.” Pazuello afirmou ainda que não coube ao Ministério da Saúde o encerramento das atividades do Hospital de Campanha Nilton Lins, em Manaus, aberto em abril e fechado em junho de 2020. “Tanto a abertura quanto o fechamento foram determinados pelo governador do Amazonas [Wilson Lima]”, respondeu. Pazuello disse ainda que o governo federal chegou a discutir em uma reunião com ministros uma intervenção no Amazonas, mas a ideia não avançou após ouvirem o governador. “[A decisão de intervir] foi levada à reunião de ministros”, contou. “O governador se explicou e foi decidido pela não intervenção”, acrescentou. Decisões O ex-ministro da Saúde disse aos senadores que, enquanto ocupou a pasta, decidiu sozinho estratégias em relação à pandemia e dividiu responsabilidades com gestores dos estados, municípios e com os secretários do ministério. “A pandemia tem decisões em muitos vetores e no nível na Saúde, temos também decisões escalonadas, do ministro, de secretários, de estados e prefeitos, decisões tripartites. Não tomei decisões sozinho, eram pactuadas, discutidas de uma forma clara e objetiva com os executivos do Conass [Conselho Nacional de Secretários de Saúde] e do Conasems [Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde]”, explicou. TratCov Outra pergunta respondida por Pazuello foi sobre o aplicativo TratCov. Pela plataforma, pacientes descreviam os sintomas e, ao final, recebiam receitas de medicamentos como e ivermectina e hidroxicloroquina, sem eficácia comprovada contra a covid-19. O presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM), quis saber por que o app foi criado e divulgado pela TV Brasil, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). O ex-ministro esclareceu que a sugestão do app veio da secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Mayra Ribeiro. Na prática, disse Pazuello, a ideia era criar uma calculadora para “facilitar” o diagnóstico da covid-19 em Manaus, que à época enfrentava a falta de oxigênio hospitalar. “É bom colocar aos senhores que o diagnóstico clínico, naquele caso, em Manaus, era muito necessário, pela velocidade com que as coisas estavam acontecendo, pela contaminação excessiva e pelo risco de nós termos diagnósticos diferentes de doenças que estavam acontecendo em paralelo. Então, o diagnóstico era muito importante”, esclareceu. O ex-ministro detalhou que, entre 6 e 11 de janeiro, “inclusive no final de semana”, a equipe da pasta pegou uma base da internet e colocou os parâmetros dos sintomas da covid-19 dentro dessa calculadora. Segundo Pazuello, o TratCov ainda não estava completo quando foi apresentado e acabou sendo hackeado. “Foi feito um roubo dessa plataforma e foi feito um BO [boletim de ocorrência]. Ele foi hackeado por um cidadão. Tem uma investigação que chega a esse cidadão, ele foi descoberto, pegou o diagnóstico, alterou dados e colocou na rede pública”, afirmou sobre a plataforma, que depois desse fato foi retirada do ar. Vacinas Sobre o processo de compra de vacinas pelo Brasil, o ex-ministro atribuiu a demora na compra de imunizantes da Pfizer e da CoronaVac ao cumprimento da Lei do Sistema Único de Saúde (SUS). “A lei brasileira não permitia contratação sem que houvesse a vacina em território nacional, autorização de registro para ser incluída no SUS. Só poderia comprar a vacina com as autorizações legais da medida provisória, que foi editada em 4 de janeiro”, justificou. Especificamente sobre a CoronaVac, do Instituto Butantan, disse que a aquisição da vacina não sofreu interferência do presidente Jair Bolsonaro. “O que não houve foi a interferência no processo. Não havia compra, não havia contrato, a intenção de compra foi mantida. Não houve atraso. No mesmo dia da autorização da Anvisa, no dia 17 [de janeiro], o próprio governador [de São Paulo, João Doria] começou a vacinar. E no dia 18 começamos a vacinar em todo o país”, destacou Pazuello. O depoimento do ex-ministro começou ontem (19), mas foi interrompido, depois de mais de sete horas de duração, por causa do início da Ordem do Dia do Senado. A ideia do presidente do colegiado era retomar a oitiva ainda ontem, depois da sessão deliberativa do plenário da Casa, mas, diante de um mal-estar do ministro no intervalo e da grande quantidade de parlamentares interessados em fazer perguntas a ele, o depoimento foi retomado somente na manhã de hoje. Agenciabrasil

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Deputado Rafael Branco busca melhorias para ciclistas em Crato; saiba detalhes

A finalidade é tornar o uso dos espaços sociais e urbanos mais seguros, organizados e democratizados para o percurso de todos os cratenses  Redes sociais João Boaventura Neto O deputado estadual Rafael Branco (MDB), enviou nesta quinta-feira, dia 20, ofício ao governador Camilo Santana (PT) solicitando a implementação da ciclovia na avenida Pedro Felício Cavalcanti, no Crato.  A finalidade é tornar o uso dos espaços sociais e urbanos mais seguros, organizados e democratizados para o percurso de todos os cratenses.  “As pistas dedicadas ao tráfego das bicicletas geram muitos benefícios para a população. Contudo, trazer a devida organização para esse tráfego, ou seja, estabelecer o espaço adequado aos ciclistas e aos veículos automotores visando evitar acidentes, é pensar no bem coletivo”, afirmou Rafael Branco. O deputado completou dizendo saber da importância do uso da bicicleta e quer otimizar os espaços. Para ele, além de ser uma prática esportiva e que, consequentemente gera saúde, ainda reduz a poluição na cidade.

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Fiocruz deve retomar produção da vacina contra covid-19 na terça-feira

O Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fundação Oswaldo Cruz (Bio-Manguinhos/Fiocruz) suspendeu, hoje (20), a produção da vacina Oxford/AstraZeneca contra a covid-19 e deve retomá-la na próxima terça-feira (25).  Reprodução O Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fundação Oswaldo Cruz (Bio-Manguinhos/Fiocruz) suspendeu, hoje (20), a produção da vacina Oxford/AstraZeneca contra a covid-19 e deve retomá-la na próxima terça-feira (25). “Não há ainda previsão de que a interrupção temporária possa impactar entregas futuras. Caso haja impacto, isso será avaliado e comunicado mais à frente”, informou a fundação em comunicado publicado na Agência Fiocruz de Notícias. Segundo a Fiocruz, a produção poderá ser retomada na semana que vem graças à chegada de novos carregamentos do ingrediente farmacêutico ativo (IFA), prevista para sábado (22). O insumo é o componente mais importante da vacina e tem sido trazido da China, onde é produzido pelo laboratório Wuxi Biologics. Ao chegar, o IFA ainda precisa ser checado e descongelado.  Apesar da paralisação na linha de produção, Bio-Manguinhos fará amanhã (21) uma nova entrega de doses ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). As 5,3 milhões de doses que serão liberadas começaram a ser produzidas semanas atrás e estavam em processo de controle de qualidade. Desde fevereiro, a Fiocruz já produziu 50 milhões de doses da vacina, cerca de metade das 100,4 milhões de doses previstas no acordo de encomenda tecnológica assinado com a farmacêutica europeia AstraZeneca. Com a entrega de amanhã, 36,2 milhões de doses produzidas em Bio-Manguinhos já terão sido disponibilizadas ao Sistema Único de Saúde (SUS). As demais estão em diferentes etapas do processo de controle de qualidade e liberação, que chega a durar quatro semanas. Atualmente, Bio-Manguinhos tem capacidade de produzir 1 milhão de doses por dia.  Além das doses produzidas no Brasil, 4 milhões foram importadas prontas da Índia, onde foram produzidas pelo Instituto Serum. Com isso, chegará amanhã a 40 milhões o total de doses da vacina Oxford/AstraZeneca recebido pelo PNI  Chegada do IFA A Fiocruz prevê receber no sábado (22) um carregamento de IFA suficiente para produzir 12 milhões de doses de vacinas, o que vai assegurar as entregas ao SUS até a terceira semana de junho. A entrega incluirá duas remessas de IFA, já que um carregamento que estava previsto para o próximo dia 29 teve seu envio antecipado.  Enquanto produz as doses do acordo de encomenda tecnológica com a AstraZeneca, que prevê a importação do IFA, a fundação também trabalha no processo de transferência de tecnologia para produzir o insumo no Brasil. Segundo a Fiocruz, todas as informações técnicas necessárias à transferência de tecnologia já foram repassadas pela AstraZeneca à Fiocruz. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) já concedeu a certificação das condições técnico-operacionais das instalações (CTO) que produzirão o IFA, após vistoria realizada neste mês. Opovo

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Médicos de Maradona são acusados de assassinato ‘com intenção eventual’

Os especialistas indicaram que Maradona “não estava em pleno uso de suas faculdades mentais” Reprodução As sete pessoas acusadas pela morte de Diego Maradona foram intimadas, na quarta-feira, a uma instrução de investigação por suposto “assassinato com intenção eventual”, crime que inclui de 8 a 25 anos de prisão. Entre os acusados estão o neurocirurgião Leopoldo Luque e a psiquiatra Agustina Cosachov. A Procuradoria-Geral da República de San Isidro (periferia norte de Buenos Aires), a cargo do caso, mudou a capa de homicídio culposo (involuntário) para homicídio simples com fraude eventual (quando a pessoa não pode ignorar as consequências de suas ações). Diego Maradona morreu no dia 25 de novembro, aos 60 anos, em uma casa alugada em um bairro privado ao norte de Buenos Aires, onde se recuperava de uma operação por causa de um hematoma na cabeça. No fim do mês passado, um relatório, feito por uma junta médica formada por 20 profissionais, concluiu que o capitão da seleção argentina campeã do mundo no México em 1986 “teria mais chance de sobrevivência” se tivesse tido uma internação adequada e em um centro de saúde polivalente. “Levando em conta o quadro clínico, clínico-psiquiátrico e o mal estado geral, deveria ter continuado a sua reabilitação e tratamento interdisciplinar em uma instituição adequada”, insistiu a junta. Os especialistas indicaram que Maradona “não estava em pleno uso de suas faculdades mentais, nem em condições de tomar decisões sobre sua saúde” no momento em que deixou a clínica de Olivos, onde havia sido submetido a uma cirurgia na cabeça. Nos dias anteriores, o ex-astro do Napoli e do Barcelona havia insistido em deixar a clínica e se recusado a ser encaminhado para outro centro de saúde, segundo o seu médico pessoal, Leopoldo Luque, um dos investigados. Riscos foram ignorados Entre as conclusões, a banca sustenta que “foram ignorados os sinais de risco de vida que apresentava” e os cuidados de enfermagem nestas últimas semanas “estão repletos de deficiências e irregularidades” e com falta de exames. “A equipe médica assistencial representou plena e cabalmente a possibilidade do desfecho fatal em relação ao paciente, sendo absolutamente indiferente a essa questão, não modificando suas condutas e plano médico/assistencial traçado, mantendo as omissões prejudiciais acima mencionadas, abandonando ‘à própria sorte o estado de saúde do paciente’”, acusam os peritos no relatório. Diariodonordeste

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Vereadora de Altaneira apresenta projeto de combate a LGTBFOBIA no munícipio

O visa que o poder público municipal aplique sanções para quem cometer discriminações em razão da orientação sexual e de identidade de gênero Vereadora Rafaela Gonçalves é autora do projeto (Foto: Reprodução/ Instagram) João Boaventura Neto A vereadora Rafaela Gonçalves (PT-Altaneira) apresentou durante sessão realizada nessa quarta-feira, dia 19, o Projeto de Lei que visa combater a LGTBFOBIA no âmbito do município. As informações são do Blod do Negro Nicolau. O texto foi apresentado dentro de uma realidade que coloca o Brasil como um dos países mais violentos do mundo contra a população LGBTQIA+, além de ter no Palácio do Planalto alguém sem apreço pela causa. Está incluído ainda dentro de uma perspectiva de esperança, como a que ocorreu em 2019 quando a homofobia foi vista como crime. O projeto da advogada e vereadora Rafaela Gonçalves quer que o poder público municipal tome ações no sentido aplicar punições a aqueles e aquelas que venham cometer discriminações em razão da orientação sexual e de identidade de gênero. A autora da propositura classifica seu mandato como de “resistência” e destacou que esse é o “primeiro Projeto de Lei direcionado à comunidade LGTBQIA+ no município de Altaneira”. “É dever do Poder Público Municipal combater qualquer forma de discriminação em razão de orientação sexual ou identidade de gênero no Município, bem como delimitando que será punida, pelo Poder Público Municipal, dentro de suas competências e nos termos desta Lei, toda manifestação atentatória ou discriminatória praticada contra cidadãos/cidadãs homossexuais, bissexuais, travestis ou transexuais no município”, destacou Rafaela ao justificar seu texto. O projeto foi encaminhado para a Comissão Permanente da Casa para emissão de parecer.

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Maranhão registra caso da variante do coronavírus da Índia; é o primeiro do Brasil

Paciente tem 54 anos e é tripulante de um navio indiano que chegou ao estado. Outros cinco ocupantes já foram identificados com a variante Reprodução O Maranhão registrou o primeiro caso da variante originada na Índia, conforme anunciou o presidente do Conselho Nacional de Secretários das Saúdes (CONASS), Carlos Lula, na manhã desta quinta-feira (20). É o primeiro caso da cepa B.1617 confirmado no Brasil.  Segundo o portal G1, o primeiro paciente diagnosticado é um tripulante do navio indiano MV Shandong da Zhi, que chegou no litoral do Maranhão. No sábado (15), o governo do Estado emitiu nota afirmando que o tripulante, um homem de 54 anos, deu entrada em um hospital da rede privada de São Luís e que Anvisa já acompanhava o caso.  Depois da primeira identificação, o governo do Estado confirmou que dos 15 resultados positivos para a Covid-19 entre os tripulantes do Navio, em seis foram identificadas a B.1.617.2. A tripulação está em quarentena e o navio não tem permissão para atracar.  O homem a ser identificado primeiro começou a sentir sintomas no dia 4 de maio, e foi levado ao hospital com a persistência do quadro clínico. Ainda segundo Carlos Lula, 100 pessoas tiveram contato com esses tripulantes, e todas serão testadas e isoladas.  A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que a variante B.1616 é mais transmissível que a cepa original do vírus. A variante foi apontada como um dos motivos para a explosão de casos no país indiano nas últimas semanas. Especialistas já haviam alertado para a transmissão de uma cepa mais contagiosa, mas o governo local não adotou medidas mais restritivas para conter o avanço da proliferação do vírus. O governo brasileiro suspendeu voos vindos da Índia, África do Sul e Rieno Unido, para prevenir do risco de disseminação de variantes.  Diariodonordeste

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Cagece arrecada alimentos para a campanha Vacinação Solidária; participe!

O objetivo é ampliar a ajuda a famílias em situação de vulnerabilidade que têm sofrido com a pandemia de Covid-19 Ilustrativa João Boaventura Neto A partir desta quinta-feira (21), a Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) une esforços ao Governo do Ceará para a arrecadação de alimentos destinados à campanha Vacinação Solidária.  A ação da companhia, intitulada “Doe Alimentos. Doe Esperança”, tem como objetivo a arrecadação de itens que serão distribuídos na forma de cestas básicas para famílias em situação de vulnerabilidade social no estado. Para isso, a Cagece está instalando pontos de coleta em todas as unidades da empresa na capital e no interior. Assim, os colaboradores poderão doar alimentos não perecíveis nos dias de terça e quinta-feira. Uma campanha de divulgação interna junto aos mais de 5 mil colaboradores também está sendo articulada. Vale lembrar que todos os alimentos arrecadados por meio da ação serão destinados para a Campanha Vacinação Solidária, que fará a distribuição das cestas básicas. No total, a Cagece tem como meta alcançar cerca de 5 toneladas de itens. A campanha faz parte das ações em comemoração aos 50 anos de existência e atuação da empresa no estado do Ceará. Para o presidente da Cagece, Neuri Freitas, essa é mais uma oportunidade da Cagece ajudar as famílias em situação de vulnerabilidade social: “conto com a colaboração de toda a empresa para que juntos possamos ajudar o máximo de pessoas possível nesse momento de pandemia”. Saiba Mais Parceria do Governo do Ceará, Sistema Fecomércio, Aprece e APDMCE, lançada na última terça-feira (11), prevê que as pessoas a serem vacinadas possam levar alimentos da cesta básica para doar a entidades de todo o estado.  Objetivo é ampliar a ajuda a famílias em situação de vulnerabilidade que têm sofrido com a pandemia de Covid-19, através da experiência de ações como o Mais Nutrição e o Mesa Brasil.

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Campanha do MPCE de combate à violência sexual contra crianças e adolescentes tem #Exposed como tema

No ano de 2020, o movimento nas redes sociais #exposed surgiu com relatos de situações constrangedoras e de cunho sexual vivenciadas em escolas e universidades  Ilustrativa João Boaventura Neto O quarto vídeo da campanha em alusão ao 18 de maio – Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes traz informações sobre o movimento #exposed e as investigações do Núcleo de Investigação Criminal do Ministério Público do Estado do Ceará, o Nuinc.   No ano de 2020, o movimento nas redes sociais #exposed surgiu com relatos de situações constrangedoras e de cunho sexual vivenciadas em escolas e universidades de Fortaleza e de todo o estado.  Os depoimentos chamaram a atenção do Núcleo e as investigações resultaram em diversas operações e oferecimento de denúncias criminais. Por isso, não fique calado! Acione o Disque 100 e o Ministério Público.  Até sexta-feira, 21, o MPCE irá veicular em suas redes sociais vídeos que trazem dados, apresentam os sinais que devem ser observados e informam sobre materiais e a atuação do MPCE nesses casos.  As gravações foram feitas por promotores de Justiça que atuam na área e sempre lembram da importância de denunciar ao Disque 100 e ao Ministério Público.

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MC Kevin sofreu 13 fraturas após cair do 5º andar, aponta laudo do IML

Causa da morte do funkeiro é indicada como traumatismo cranioencefálico Reprodução O cantor Kevin Nascimento Bueno, o MC Kevin, 23 anos, sofreu 13 fraturas após cair do 5º andar de hotel no Rio, segundo laudo de necropsia feito no corpo dele na manhã da última segunda-feira (17). O funkeiro teve, também, hemorragia na cabeça, fígado rompido e pulmão perfurado após a queda. A causa da morte do artista é indicada como traumatismo cranioencefálico, provocado por ação contundente. As informações são do portal Extra. Conforme o documento, assinado pelo perito legista Leonardo Huber Tauil, obtido pelo jornal O Globo, as fraturas descritas ocorreram na mandíbula, no maxilar, no nariz e em dez costelas do lado esquerdo do corpo. MC Kevin também estava com olho roxo, cabeça inchada e escoriações nas duas axilas e nas duas coxas. O perito e professor titular de Medicina Legal da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Nelson Massini, acredita que ao supostamente tentar descer da suíte 502, onde estava, Kevin se desequilibrou, batendo o peito na lateral contra um telhado, e caindo no chão, próximo à piscina do hotel, em seguida. Depoimentos sobre o caso   Segundo os depoimentos prestados pelas testemunhas no 16º Distrito Policial, na Barra da Tijuca, que apura o caso, o funkeiro estaria com receio de que sua esposa, a advogada Deolane Bezerra, chegasse ao local. Ela também estava no hotel, mas no quarto 1305. Na delegacia, a modelo Bianca Domingues, que estava com o cantor, afirmou terem ocorrido relações sexuais no quarto. Ela teria ido ao local acompanhada do MC Victor Elias Fontenelle, o VK, pois Deolane estava hospedada no prédio. Houve, durante o sexo, uma briga por preservativos, e Kevin, irritado, chamou a modelo para ficar com ele na varanda. A modelo contou que, ao desviar o olhar e voltá-lo para Kevin, ele estava “passando a perna sobre o parapeito da sacada”. Já do lado de fora, ele foi descendo, apoiando as mãos na “parte mais baixa do parapeito”. Logo depois, a modelo viu o funkeiro se movimentar para “dar impulso” com braços, cabeça e parte do tronco — tudo, segundo ela, em questão de “pouquíssimos segundos”, o que a deixou sem reação. Em seguida, o artista caiu. Aos gritos, ela pediu a VK, que também estava no local, para uma ambulância ser chamada. Na delegacia, a modelo Bianca Domingues, que estava com o cantor, afirmou terem ocorrido relações sexuais no quarto. Ela teria ido ao local acompanhada do MC Victor Elias Fontenelle, o VK, pois Deolane estava hospedada no prédio. Houve, durante o sexo, uma briga por preservativos, e Kevin, irritado, chamou a modelo para ficar com ele na varanda. A modelo contou que, ao desviar o olhar e voltá-lo para Kevin, ele estava “passando a perna sobre o parapeito da sacada”. Já do lado de fora, ele foi descendo, apoiando as mãos na “parte mais baixa do parapeito”. Logo depois, a modelo viu o funkeiro se movimentar para “dar impulso” com braços, cabeça e parte do tronco — tudo, segundo ela, em questão de “pouquíssimos segundos”, o que a deixou sem reação. Em seguida, o artista caiu. Aos gritos, ela pediu a VK, que também estava no local, para uma ambulância ser chamada. MC Kevin chegou a ser socorrido por equipes do quartel do Corpo de Bombeiros do bairro e encaminhado ao Hospital municipal Miguel Couto, na Gávea, mas não resistiu aos ferimentos. Diariodonordeste

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