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WhatsApp testa ferramenta para transcrever mensagens de voz automaticamente

A princípio, a função deve ser ofertada apenas para usuários do sistema iOS Foto: Shutterstock O WhatsApp está testando uma nova função focada em transcrever automaticamente o conteúdo das mensagens de voz. Inicialmente, a opção deve ficar disponível para usuários beta do aplicativo para iPhone, mas ainda não tem data para ser lançado. A novidade foi divulgada pelo site especializado WABetaInfo na última sexta-feira (10). A plataforma é conhecida por divulgar lançamentos em primeira mão e acertar previsões sobre o mensageiro. A função será ofertada, a princípio, para usuários do sistema iOS devido a uma tecnologia de reconhecimento de voz já fornecida pelos aparelhos desenvolvidos pela Apple, ou seja, o áudio não deve ser processado pelos servidores do WhatsApp, e sim do sistema do dispositivo.  A ferramenta deverá ser opcional, e quem desejar ter acesso a ela terá que permitir que os dados para transcrição sejam enviados à Apple. A empresa afirmou que as informações serão usadas apenas para processar a solicitação e aprimorar os serviços de transcrição, e não poderão ser utilizadas para identificar usuários. Segundo as imagens divulgadas pelo portal especializado, o recurso ficará disponível em uma seção à parte no aplicativo, onde será possível acessar o áudio e a transcrição. A ferramenta deve transcrever a mensagem de voz em formato de linha do tempo, e o usuário pode checar o que foi dito em cada segundo do arquivo de áudio. Ainda conforme o WABetaInfo, as transcrições ficarão salvas no banco de dados do WhatsApp, logo não deve ser necessário que o usuário transcreva a mesma mensagem mais de uma vez.  A função ainda está em desenvolvimento e não tem data para ser lançada para versão teste ou para os demais usuários. Também é incerta se ela poderá ser utilizados pelo sistema Android, já que a ferramenta usa um recurso do iOS.  Diário do Nordeste

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Estados e municípios receberão 13,8 milhões de doses de Astrazeneca até fim do mês, diz MS

Alguns estados relatam a falta do imunizante, mas pasta orienta que localidades cumpram o que diz o Plano Nacional de Operacionalização Foto: Pool / AFP Estados e municípios brasileiros devem receber 13,8 milhões de doses da vacina AstraZeneca até o próximo dia 30 de setembro. É o que diz o Ministério da Saúde, com base no cronograma já previsto no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (PNO).  Conforme o PNO, as vacinas serão destinadas à segunda dose para a população atendida com remessa distribuída no último dia 2 de julho. Após alguns estados relataram falta do imunizante para a segunda dose nos últimos dias, a pasta emitiu ofício aos gestores locais nesta segunda-feira (13). A orientação é que as recomendações do Plano sejam seguidas, sob risco de as localidades sofrerem desabastecimento antes de completarem os esquemas vacinais.  Entre elas, manter o intervalo de 12 semanas entre a primeira e a segunda dose do imunizante, já que a distribuição é realizada a partir deste cálculo, assim como não usar parte dos imunizantes destinados para segunda dose como primeira dose. Cronograma Segundo esclarece o Ministério, foram realizadas quatro pautas de distribuição de Astrazeneca entre os dias 2 de julho e 6 de agosto, com remessas destinadas à primeira dose.  Seguindo esse planejamento, o primeiro grupo recebe os 13,8 milhões de imunizantes dentro do prazo. Já o último grupo contemplado nessas distribuições pode tomar a segunda dose até o dia 4 de novembro. Mais 62 milhões de doses da Astrazeneca estão previstos para 2021, conforme a pasta, o que garante a segunda dose sem prejuízos para a população. “Assim sendo, ressaltamos que o cronograma de distribuição de lotes de imunizantes do MS aos Estados está dentro do prazo previsto”, disse o Ministério em nota.  Diário do Nordeste

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Alguns estados relatam a falta do imunizante, mas pasta orienta que localidades cumpram o que diz o Plano Nacional de Operacionalização Foto: Pool / AFP Estados e municípios brasileiros devem receber 13,8 milhões de doses da vacina AstraZeneca até o próximo dia 30 de setembro. É o que diz o Ministério da Saúde, com base no cronograma já previsto no Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (PNO).  Conforme o PNO, as vacinas serão destinadas à segunda dose para a população atendida com remessa distribuída no último dia 2 de julho. Após alguns estados relataram falta do imunizante para a segunda dose nos últimos dias, a pasta emitiu ofício aos gestores locais nesta segunda-feira (13). A orientação é que as recomendações do Plano sejam seguidas, sob risco de as localidades sofrerem desabastecimento antes de completarem os esquemas vacinais.  Entre elas, manter o intervalo de 12 semanas entre a primeira e a segunda dose do imunizante, já que a distribuição é realizada a partir deste cálculo, assim como não usar parte dos imunizantes destinados para segunda dose como primeira dose. Cronograma Segundo esclarece o Ministério, foram realizadas quatro pautas de distribuição de Astrazeneca entre os dias 2 de julho e 6 de agosto, com remessas destinadas à primeira dose.  Seguindo esse planejamento, o primeiro grupo recebe os 13,8 milhões de imunizantes dentro do prazo. Já o último grupo contemplado nessas distribuições pode tomar a segunda dose até o dia 4 de novembro. Mais 62 milhões de doses da Astrazeneca estão previstos para 2021, conforme a pasta, o que garante a segunda dose sem prejuízos para a população. “Assim sendo, ressaltamos que o cronograma de distribuição de lotes de imunizantes do MS aos Estados está dentro do prazo previsto”, disse o Ministério em nota.  Diário do Nordeste

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Vídeo de carroçeiro levando imagem de Nossa Senhora viraliza na internet

Um vídeo de um homem levando a imagem de Nossa Senhora em Juazeiro do Norte está viralizando na internet  Foto: Reprodução/Vídeo Agência Cariri En Si  Um vídeo de um homem levando a imagem de Nossa Senhora em Juazeiro do Norte está viralizando na internet e sendo compartilhado nas redes sociais.  No domingo (12), era para ter acontecido a Procissão dos Carroçeiros, mas por conta da Covid-19 acabou não ocorrendo. O cidadão das imagens resolveu fazer sozinho a sua procissão e prestar homenagem, chamando a atenção de todos que passavam. Assista ao vídeo:

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SISEMJUN convoca profissionais da educação para paralisação

Ato público acontecerá em frente a Seduc Foto: Reprodução Agência Cariri En Si O Sindicato dos Servidores Municipais de Juazeiro do Norte (SISEMJUN) publicou uma convocatória para todos os profissionais do magistério e funcionários da educação para o Dia Municipal de Paralisação. As pautas que justificam o ato público são a convocação de todos os aprovados no Concurso de 2019, aposentadoria dos professores com mais de 100h ativas, implementação do PCCR dos funcionários da educação, entre outras urgências. O ato acontecerá nesta sexta-feira (24), às 8h, em frente a Secretaria de Educação e o Sindicato recomenda o uso de máscaras PFF2 e álcool em gel.

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Ato público acontecerá em frente a Seduc Foto: Reprodução Agência Cariri En Si O Sindicato dos Servidores Municipais de Juazeiro do Norte (SISEMJUN) publicou uma convocatória para todos os profissionais do magistério e funcionários da educação para o Dia Municipal de Paralisação. As pautas que justificam o ato público são a convocação de todos os aprovados no Concurso de 2019, aposentadoria dos professores com mais de 100h ativas, implementação do PCCR dos funcionários da educação, entre outras urgências. O ato acontecerá nesta sexta-feira (24), às 8h, em frente a Secretaria de Educação e o Sindicato recomenda o uso de máscaras PFF2 e álcool em gel.

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Covid-19: metade dos municípios começou a vacinar adolescentes no Ceará

Estado já vacinou 149.994 jovens nessa faixa etária Foto: Fabio Lima No Ceará, 92 municípios já iniciaram aplicação da primeira dose da vacina em adolescentes de 12 a 17 anos. Número corresponde à metade dos 184 municípios cearenses. Conforme o Vacinômetro, acompanhamento da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), 149.994 jovens nessa faixa etária já receberam o imunizante. Fortaleza é o município que mais aplicou doses, com 112.814 vacinados. Os municípios de Sobral (4.663) e Canindé (2.219) seguem a Capital nessa lista. Dados da campanha de imunização no Estado foram consolidados às 17 horas da última quinta-feira, 8. O cronograma da aplicação da primeira dose da vacina nesse público ocorre conforme a organização de cada município. A Capital já está vacinando adolescentes de 12 anos. O Povo

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Covid-19: metade dos municípios começou a vacinar adolescentes no Ceará

Estado já vacinou 149.994 jovens nessa faixa etária Foto: Fabio Lima No Ceará, 92 municípios já iniciaram aplicação da primeira dose da vacina em adolescentes de 12 a 17 anos. Número corresponde à metade dos 184 municípios cearenses. Conforme o Vacinômetro, acompanhamento da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), 149.994 jovens nessa faixa etária já receberam o imunizante. Fortaleza é o município que mais aplicou doses, com 112.814 vacinados. Os municípios de Sobral (4.663) e Canindé (2.219) seguem a Capital nessa lista. Dados da campanha de imunização no Estado foram consolidados às 17 horas da última quinta-feira, 8. O cronograma da aplicação da primeira dose da vacina nesse público ocorre conforme a organização de cada município. A Capital já está vacinando adolescentes de 12 anos. O Povo

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Com alta da energia, procura por painéis solares no Ceará dispara em 2021

O estado tem hoje mais de 16 mil unidades geradoras de energia solar, 60% a mais que no ano passado Foto: Natinho Rodrigues Com a conta de energia mais cara a cada mês – e perspectivas de aumento ainda maior com o acionamento da bandeira tarifária “escassez hídrica” – os cearenses têm apostado na instalação de painéis solares para economizar.  De acordo com dados do Sindicato das Indústrias de Energia e de Serviços do Setor Elétrico do Estado no Ceará (Sindienergia/CE), houve um crescimento de 60% no número de unidades instaladas no Ceará, considerando o comparativo do período entre janeiro e agosto de 2021 e os mesmos meses do ano passado.   Ao todo, já são 21.395 unidades receptoras e 16.759 unidades geradoras no Ceará. Os números são diferentes porque uma usina pode gerar energia para mais de um local ao mesmo tempo.  Maior consumo residencial A maioria das usinas é voltada para abastecimento energético de residências: são 12.745 no total. Os clientes comerciais ocupam o segundo lugar, com 2.663 unidades geradoras, seguidos das unidades rurais, 1.020, e das industriais, 241. O restante das usinas é de iluminação, poder e serviço públicos.   O CEO da empresa de placas fotovoltaicas Solarin, Diego Castro, conta que desde a pandemia, a loja percebeu um aumento da busca dos equipamentos para casas; antes, a demanda principal era para comércios.  Segundo o empresário, houve um crescimento de mais de 600% na procura pelos produtos do mês de fevereiro para cá, tanto partindo de Fortaleza como da Região Metropolitana e interior. A loja hoje vende uma média de 55 projetos por mês e a expectativa é dobrar esse número até o final do ano.  “Eles [clientes] reclamam muito do aumento na conta de energia, todo mês sobe. Com esse aumento teve uma procura muito grande para reduzir o custo. Com a pandemia, houve um crescimento muito grande das residências, antes a gente vendia muito para comércio”, diz.  Quanto custa e quando vale a pena? De acordo com o diretor de geração distribuída do Sindienergia, Hanter Pessoa, a instalação de um sistema de energia solar para uma residência que consuma uma média de 500 kWh por mês varia entre R$ 19 mil e R$ 20 mil.   Ele considera que a aquisição das placas fotovoltaicas não é vantajosa para consumidores com baixo consumo, já que hoje é necessário o pagamento de uma taxa mínima.   Hanter indica a instalação para quem tem consumo superior a 200 kWh por mês. A aquisição do sistema pode ser feita, inclusive, por meio de empréstimo ou financiamento.  “Hoje consegue fazer muito financiamento no banco para poder pagar a usina, o dinheiro que ele [consumidor] pagaria para Enel ele paga para o banco”, recomenda.  Ele esclarece que a compra de um gerador não isenta completamente o pagamento da conta de energia, já que existe uma taxa embutida para iluminação pública que ainda deve ser paga.   Em períodos de menos sol, em que a produção de energia das placas for menor, o complemento do abastecimento energético virá da companhia de energia e essa diferença será paga pelo consumidor caso ele não tenha crédito proveniente de meses com produção energética maior. Como instalar? Hanter aconselha que o consumidor busque uma empresa de energia solar vinculada a entidades como o Sindienergia. Ele ressalta que a escolha deve ser feita considerando o histórico da empresa e tendo em vista o longo prazo.  “Você tá fazendo um investimento para de 20 a 25 anos, a energia solar você compra a usina de uma empresa e é o início de um relacionamento de longo prazo”, coloca.  Escolhida a empresa, será feito um dimensionamento da residência e uma proposta de projeto. Caso o cliente aceito, todo o processo, incluindo a instalação das placas e os trâmites com a Enel, são resolvidos pelos especialistas contratados.  Perspectiva de crescimento Para o presidente do Sindienergia, Luis Carlos Queiroz, as expectativas de crescimento do segmento em 2022 são bastante otimistas. Ele cita um projeto de lei aprovado pela Câmara em agosto que garante subsídio de energia solar até 2045, afirmando que a medida é uma boa notícia para o aumento da geração distribuída.  Ele acrescenta que o sindicato tem trabalhado junto ao deputado federal Danilo Forte para traçar medidas que possam incentivar o setor.  “Existem muitas formas de a gente conseguir dar um apoio, reduzir e ofertar mais energia para o setor para poder a gente superar essa crise hídrica”, destaca.  Hanter Pessoa incentiva o incentivo à energia solar como uma forma de contornar a situação atual da crise energética.   “A geração distribuída tem um importante papel porque eu não preciso esperar pela construção de canais de transmissão. É um excelente remédio para a crise energética. Eu dou uma desafogada no setor elétrico. É a solução? Não. É uma das soluções”, afirma.  Diário do Nordeste

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Com alta da energia, procura por painéis solares no Ceará dispara em 2021

O estado tem hoje mais de 16 mil unidades geradoras de energia solar, 60% a mais que no ano passado Foto: Natinho Rodrigues Com a conta de energia mais cara a cada mês – e perspectivas de aumento ainda maior com o acionamento da bandeira tarifária “escassez hídrica” – os cearenses têm apostado na instalação de painéis solares para economizar.  De acordo com dados do Sindicato das Indústrias de Energia e de Serviços do Setor Elétrico do Estado no Ceará (Sindienergia/CE), houve um crescimento de 60% no número de unidades instaladas no Ceará, considerando o comparativo do período entre janeiro e agosto de 2021 e os mesmos meses do ano passado.   Ao todo, já são 21.395 unidades receptoras e 16.759 unidades geradoras no Ceará. Os números são diferentes porque uma usina pode gerar energia para mais de um local ao mesmo tempo.  Maior consumo residencial A maioria das usinas é voltada para abastecimento energético de residências: são 12.745 no total. Os clientes comerciais ocupam o segundo lugar, com 2.663 unidades geradoras, seguidos das unidades rurais, 1.020, e das industriais, 241. O restante das usinas é de iluminação, poder e serviço públicos.   O CEO da empresa de placas fotovoltaicas Solarin, Diego Castro, conta que desde a pandemia, a loja percebeu um aumento da busca dos equipamentos para casas; antes, a demanda principal era para comércios.  Segundo o empresário, houve um crescimento de mais de 600% na procura pelos produtos do mês de fevereiro para cá, tanto partindo de Fortaleza como da Região Metropolitana e interior. A loja hoje vende uma média de 55 projetos por mês e a expectativa é dobrar esse número até o final do ano.  “Eles [clientes] reclamam muito do aumento na conta de energia, todo mês sobe. Com esse aumento teve uma procura muito grande para reduzir o custo. Com a pandemia, houve um crescimento muito grande das residências, antes a gente vendia muito para comércio”, diz.  Quanto custa e quando vale a pena? De acordo com o diretor de geração distribuída do Sindienergia, Hanter Pessoa, a instalação de um sistema de energia solar para uma residência que consuma uma média de 500 kWh por mês varia entre R$ 19 mil e R$ 20 mil.   Ele considera que a aquisição das placas fotovoltaicas não é vantajosa para consumidores com baixo consumo, já que hoje é necessário o pagamento de uma taxa mínima.   Hanter indica a instalação para quem tem consumo superior a 200 kWh por mês. A aquisição do sistema pode ser feita, inclusive, por meio de empréstimo ou financiamento.  “Hoje consegue fazer muito financiamento no banco para poder pagar a usina, o dinheiro que ele [consumidor] pagaria para Enel ele paga para o banco”, recomenda.  Ele esclarece que a compra de um gerador não isenta completamente o pagamento da conta de energia, já que existe uma taxa embutida para iluminação pública que ainda deve ser paga.   Em períodos de menos sol, em que a produção de energia das placas for menor, o complemento do abastecimento energético virá da companhia de energia e essa diferença será paga pelo consumidor caso ele não tenha crédito proveniente de meses com produção energética maior. Como instalar? Hanter aconselha que o consumidor busque uma empresa de energia solar vinculada a entidades como o Sindienergia. Ele ressalta que a escolha deve ser feita considerando o histórico da empresa e tendo em vista o longo prazo.  “Você tá fazendo um investimento para de 20 a 25 anos, a energia solar você compra a usina de uma empresa e é o início de um relacionamento de longo prazo”, coloca.  Escolhida a empresa, será feito um dimensionamento da residência e uma proposta de projeto. Caso o cliente aceito, todo o processo, incluindo a instalação das placas e os trâmites com a Enel, são resolvidos pelos especialistas contratados.  Perspectiva de crescimento Para o presidente do Sindienergia, Luis Carlos Queiroz, as expectativas de crescimento do segmento em 2022 são bastante otimistas. Ele cita um projeto de lei aprovado pela Câmara em agosto que garante subsídio de energia solar até 2045, afirmando que a medida é uma boa notícia para o aumento da geração distribuída.  Ele acrescenta que o sindicato tem trabalhado junto ao deputado federal Danilo Forte para traçar medidas que possam incentivar o setor.  “Existem muitas formas de a gente conseguir dar um apoio, reduzir e ofertar mais energia para o setor para poder a gente superar essa crise hídrica”, destaca.  Hanter Pessoa incentiva o incentivo à energia solar como uma forma de contornar a situação atual da crise energética.   “A geração distribuída tem um importante papel porque eu não preciso esperar pela construção de canais de transmissão. É um excelente remédio para a crise energética. Eu dou uma desafogada no setor elétrico. É a solução? Não. É uma das soluções”, afirma.  Diário do Nordeste

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