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Prefeito Lorim avisa que estrada de Missão Velha a Jamacaru será restaurada em breve

O prefeito de Missão Velha, Doutor Lorim (PDT) publicou em suas redes sociais um vídeo no Palácio da Abolição, em Fortaleza Foto: Reprodução Agência Cariri En Si O prefeito de Missão Velha, Doutor Lorim (PDT) publicou em suas redes sociais um vídeo no Palácio da Abolição, em Fortaleza. Na ocasião, o gestor se encontrou com o Secretário de Relações Instituicionais da Casa Civil, Nelson Martins para discutir sobre a restauração da estrada que liga Missão Velha a Jamacaru. A estrada que liga o município ao seu distrito já foi palco de muitos acidentes no passado. De acordo com o prefeito, o Secretário garantiu que “em breve” a estrada será recuperada. “É uma boa notícia para nós, missão-velhenses, e para o povo do Jamacaru”.

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O prefeito de Missão Velha, Doutor Lorim (PDT) publicou em suas redes sociais um vídeo no Palácio da Abolição, em Fortaleza Foto: Reprodução Agência Cariri En Si O prefeito de Missão Velha, Doutor Lorim (PDT) publicou em suas redes sociais um vídeo no Palácio da Abolição, em Fortaleza. Na ocasião, o gestor se encontrou com o Secretário de Relações Instituicionais da Casa Civil, Nelson Martins para discutir sobre a restauração da estrada que liga Missão Velha a Jamacaru. A estrada que liga o município ao seu distrito já foi palco de muitos acidentes no passado. De acordo com o prefeito, o Secretário garantiu que “em breve” a estrada será recuperada. “É uma boa notícia para nós, missão-velhenses, e para o povo do Jamacaru”.

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“Não preciso andar com placa de que sou autoridade para ser respeitada”, diz delegada barrada em loja

 A delegada Ana Paula Barroso, diretora-adjunta do Departamento de Proteção aos Grupos Vulneráveis (DPGV), diz que não deu voz de prisão ao gerente porque foi surpreendida com a ação Foto:  Júlio Caesar  Em entrevista na sede do Complexo de Delegacias Especializadas (Code), a delegada Ana Paula Barroso, diretora-adjunta do Departamento de Proteção aos Grupos Vulneráveis (DPGV) disse que, no momento em que foi barrada de entrar na loja Zara do shopping Iguatemi, não deu voz de prisão ao gerente da loja por racismo porque foi surpreendida. “Não esperava”, conta a delegada. Ana Paula frisa que não vai alterar uma vírgula do que ocorreu ali e que, em momento nenhum, houve a menção do funcionário de que a abordagem era por conta de ela estar tomando o sorvete ou estar com a máscara no queixo. “Não preciso andar com placa de que sou autoridade para ser respeitada”, diz. O episódio aconteceu na terça-feira da semana passada, dia 14. Segundo Ana Paula Barroso, o funcionário da loja a abordou, pedindo que ela se retirasse do estabelecimento por “questão de segurança”. Ela diz que, no início, não entendeu a razão da ordenação e ainda questionou se o motivo era porque a delegada estava tomando um sorvete. O gerente, completa a delegada, somente repetia que a questão era “de segurança”. Então, Ana Paula se dirigiu ao setor de segurança do shopping e questionou se a postura da loja era realmente a adotada. Ao voltar à loja, o gerente ainda manteve o posicionamento. No domingo, a Polícia Civil cumpriu um mandado de busca e apreensão em uma loja de departamentos, para recolher os equipamentos de registros.  A delegada, que trabalha em um departamento dedicado a grupos vulneráveis, diz que tudo é “um propósito de Deus”. Ana Paula conta que saiu de uma sorveteria próxima à loja e o rapaz veio na direção dela. “Eu imaginava que era um vendedor que ia me atender”, diz. Ela conta que o homem chegou gesticulando e falando de forma rápida, mas muito enfático sobre o fato de ela não poder permanecer na loja “por questão de segurança”. Ela, que ficou surpresa com a abordagem, questionou se era por conta do sorvete. “Em momento nenhum ele falou que era por conta disso”, diz. A delegada aponta que, se o funcionário tivesse explanado a razão, ela teria saído da loja, tomado o sorvete e voltado em seguida. “Eu não estaria passando essa exposição. Porque não tenho dúvida, por muito menos eu acatei a ordem dele. Porque eu poderia ter permanecido (na loja). E olha, eu não estou errada, não estou fazendo nada de errado na loja. No shopping todinho, eu vinha andando de máscara”, conta. Várias pessoas, ainda de acordo com a delegada, já foram ouvidas no inquérito e afirmaram que entraram no estabelecimento tomando sorvete ou comendo outra coisa. O Povo

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 A delegada Ana Paula Barroso, diretora-adjunta do Departamento de Proteção aos Grupos Vulneráveis (DPGV), diz que não deu voz de prisão ao gerente porque foi surpreendida com a ação Foto:  Júlio Caesar  Em entrevista na sede do Complexo de Delegacias Especializadas (Code), a delegada Ana Paula Barroso, diretora-adjunta do Departamento de Proteção aos Grupos Vulneráveis (DPGV) disse que, no momento em que foi barrada de entrar na loja Zara do shopping Iguatemi, não deu voz de prisão ao gerente da loja por racismo porque foi surpreendida. “Não esperava”, conta a delegada. Ana Paula frisa que não vai alterar uma vírgula do que ocorreu ali e que, em momento nenhum, houve a menção do funcionário de que a abordagem era por conta de ela estar tomando o sorvete ou estar com a máscara no queixo. “Não preciso andar com placa de que sou autoridade para ser respeitada”, diz. O episódio aconteceu na terça-feira da semana passada, dia 14. Segundo Ana Paula Barroso, o funcionário da loja a abordou, pedindo que ela se retirasse do estabelecimento por “questão de segurança”. Ela diz que, no início, não entendeu a razão da ordenação e ainda questionou se o motivo era porque a delegada estava tomando um sorvete. O gerente, completa a delegada, somente repetia que a questão era “de segurança”. Então, Ana Paula se dirigiu ao setor de segurança do shopping e questionou se a postura da loja era realmente a adotada. Ao voltar à loja, o gerente ainda manteve o posicionamento. No domingo, a Polícia Civil cumpriu um mandado de busca e apreensão em uma loja de departamentos, para recolher os equipamentos de registros.  A delegada, que trabalha em um departamento dedicado a grupos vulneráveis, diz que tudo é “um propósito de Deus”. Ana Paula conta que saiu de uma sorveteria próxima à loja e o rapaz veio na direção dela. “Eu imaginava que era um vendedor que ia me atender”, diz. Ela conta que o homem chegou gesticulando e falando de forma rápida, mas muito enfático sobre o fato de ela não poder permanecer na loja “por questão de segurança”. Ela, que ficou surpresa com a abordagem, questionou se era por conta do sorvete. “Em momento nenhum ele falou que era por conta disso”, diz. A delegada aponta que, se o funcionário tivesse explanado a razão, ela teria saído da loja, tomado o sorvete e voltado em seguida. “Eu não estaria passando essa exposição. Porque não tenho dúvida, por muito menos eu acatei a ordem dele. Porque eu poderia ter permanecido (na loja). E olha, eu não estou errada, não estou fazendo nada de errado na loja. No shopping todinho, eu vinha andando de máscara”, conta. Várias pessoas, ainda de acordo com a delegada, já foram ouvidas no inquérito e afirmaram que entraram no estabelecimento tomando sorvete ou comendo outra coisa. O Povo

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Mãe de Luciano Hang teve declaração de óbito fraudada na Prevent Senior

Médicos indicam que operadora de saúde teria omitido que Regina Hang morreu em decorrência da Covid-19 Foto: reprodução O documento elaborado por 15 médicos que afirmam ter trabalhado para a operadora de saúde Prevent Senior, entregue à CPI da Covid-19, indica que a declaração de óbito da mãe do empresário Luciano Hang, Regina Hang, “foi fraudada”. As supostas irregularidades em procedimentos da Prevent Senior foram reveladas pela GloboNews. A reportagem também teve acesso ao material entregue à CPI.  O presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM), afirmou nesta quarta-feira (22) que o empreendedor “tinha condições de levar a sua genitora para a lua, porque tem dinheiro para isso”. “Mas leva para a Prevent Senior. E lá, segundo as informações, no atestado de óbito não consta que ela veio a óbito por Covid”, declarou Aziz. Conforme os profissionais de saúde, a suposta fraude na declaração de óbito da paciente é um dos “inúmeros casos que não foram devidamente noticiados”. O relato sobre a mãe do empresário consta no capítulo “Da suposta fraude nas declarações de óbito”, do dossiê de mais de 60 páginas. Em vídeo publicado nas redes sociais, em 5 de fevereiro, Luciano Hang relatou que a mãe estava assintomática e com “quase 95% do pulmão tomado” quando foi levada ao hospital. Regina Hang foi internada no Hospital Sancta Maggiore, da rede Prevent Senior, no bairro do Morumbi, em São Paulo. O dossiê aponta que ela foi internada em 31 de dezembro e morreu em 3 de fevereiro. No prontuário, segundo os médicos, havia informação sobre o início de sintomas, em 23 de dezembro, e adoção de tratamento precoce, com hidroxicloroquina, azitromicina e colchicina antes da entrada na Prevent Senior. Na internação, de acordo com informações dos médicos, ela teria recebido ivermectina e tratamentos experimentais. “Eu me questiono: será que se eu tivesse feito o tratamento preventivo, eu não teria salvado a minha mãe?”, afirmou no vídeo. O empresário é apoiador do presidente Jair Bolsonaro e incentivador do chamado “tratamento precoce”, composto por medicamentos sem eficácia comprovada ou contra-indicados para tratar a doença. Segundo o dossiê, que cita o vídeo publicado por Hang, a alegação do empresário “não condiz com as informações do prontuário”. Segundo os médicos, “o prontuário médico da sra. Regina Hang prova que ela utilizou o kit antes de ser internada e que repetiu o tratamento durante a internação, assim como registram que seu filho, sr Luciano Hang, tinha ciência dos fatos”. Procurada, a Prevent Senior reafirmou que não houve fraudes em declarações de óbitos. Diretor-executivo da empresa, Pedro Benedito Batista Junior presta depoimento à CPI nesta quarta-feira e negou que a operadora tenha cometido qualquer irregularidade. Até a publicação desta matéria, o empresário Luciano Hang ainda não havia se pronunciado sobre assunto. A reportagem do Estadão Conteúdo tentou entrar em contato com ele, mas não obteve sucesso. Diário do Nordeste 

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Médicos indicam que operadora de saúde teria omitido que Regina Hang morreu em decorrência da Covid-19 Foto: reprodução O documento elaborado por 15 médicos que afirmam ter trabalhado para a operadora de saúde Prevent Senior, entregue à CPI da Covid-19, indica que a declaração de óbito da mãe do empresário Luciano Hang, Regina Hang, “foi fraudada”. As supostas irregularidades em procedimentos da Prevent Senior foram reveladas pela GloboNews. A reportagem também teve acesso ao material entregue à CPI.  O presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM), afirmou nesta quarta-feira (22) que o empreendedor “tinha condições de levar a sua genitora para a lua, porque tem dinheiro para isso”. “Mas leva para a Prevent Senior. E lá, segundo as informações, no atestado de óbito não consta que ela veio a óbito por Covid”, declarou Aziz. Conforme os profissionais de saúde, a suposta fraude na declaração de óbito da paciente é um dos “inúmeros casos que não foram devidamente noticiados”. O relato sobre a mãe do empresário consta no capítulo “Da suposta fraude nas declarações de óbito”, do dossiê de mais de 60 páginas. Em vídeo publicado nas redes sociais, em 5 de fevereiro, Luciano Hang relatou que a mãe estava assintomática e com “quase 95% do pulmão tomado” quando foi levada ao hospital. Regina Hang foi internada no Hospital Sancta Maggiore, da rede Prevent Senior, no bairro do Morumbi, em São Paulo. O dossiê aponta que ela foi internada em 31 de dezembro e morreu em 3 de fevereiro. No prontuário, segundo os médicos, havia informação sobre o início de sintomas, em 23 de dezembro, e adoção de tratamento precoce, com hidroxicloroquina, azitromicina e colchicina antes da entrada na Prevent Senior. Na internação, de acordo com informações dos médicos, ela teria recebido ivermectina e tratamentos experimentais. “Eu me questiono: será que se eu tivesse feito o tratamento preventivo, eu não teria salvado a minha mãe?”, afirmou no vídeo. O empresário é apoiador do presidente Jair Bolsonaro e incentivador do chamado “tratamento precoce”, composto por medicamentos sem eficácia comprovada ou contra-indicados para tratar a doença. Segundo o dossiê, que cita o vídeo publicado por Hang, a alegação do empresário “não condiz com as informações do prontuário”. Segundo os médicos, “o prontuário médico da sra. Regina Hang prova que ela utilizou o kit antes de ser internada e que repetiu o tratamento durante a internação, assim como registram que seu filho, sr Luciano Hang, tinha ciência dos fatos”. Procurada, a Prevent Senior reafirmou que não houve fraudes em declarações de óbitos. Diretor-executivo da empresa, Pedro Benedito Batista Junior presta depoimento à CPI nesta quarta-feira e negou que a operadora tenha cometido qualquer irregularidade. Até a publicação desta matéria, o empresário Luciano Hang ainda não havia se pronunciado sobre assunto. A reportagem do Estadão Conteúdo tentou entrar em contato com ele, mas não obteve sucesso. Diário do Nordeste 

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Ceará poderá vacinar toda a população adulta contra a Covid-19 após compra de CoronaVac

A cobertura será possível graças à aquisição, nesta quarta-feira (22), de 300 mil doses de vacina do Instituto Butantan Foto: Assessorias da Casa Civil e do Governo de SP Com a compra direta de 300 mil doses da CoronaVac nesta quarta-feira (22), o Ceará possuirá estoque de imunizantes suficiente para concluir a vacinação contra a Covid-19 de 100% da população adulta em todo o Estado, incluindo as primeira e segundas doses. As informações foram divulgadas pelo governador Camilo Santana (PT), durante coletiva de imprensa, em São Paulo.  Com a compra direta de 300 mil doses da CoronaVac nesta quarta-feira (22), o Ceará possuirá estoque de imunizantes suficiente para concluir a vacinação contra a Covid-19 de 100% da população adulta em todo o Estado, incluindo as primeira e segundas doses. As informações foram divulgadas pelo governador Camilo Santana (PT), durante coletiva de imprensa, em São Paulo.  Segundo o chefe do Executivo, mais de 90% dos adultos já foram vacinados com pelo menos com a 1ª dose (D1) em Fortaleza. No restante do Ceará, o percentual de pessoas que receberam a D1 é de quase 90%. Assim, restam cerca de 10% a serem imunizadas.  Com a negociação direta, o Ceará amplia o estoque sem depender apenas do que é enviado via Plano Nacional de Imunização (PNI), administrado pelo Ministério da Saúde. Camilo iniciou as trativas desses contratos para incremento com o imunobiológico do Butantan após a suspensão da compra da russa Sputnik V.  Diário do Nordeste

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Fortaleza decide classificação à final da Copa do Brasil na Arena Castelão

A definição aconteceu nesta quarta-feira (22) em sorteio realizado na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) Foto: Thiago Gadelha / SVM O Fortaleza Esporte Clube decidirá a vaga para a final da Copa do Brasil no Arena Castelão, em Fortaleza (CE). A definição aconteceu nesta quarta-feira (22) em sorteio realizado na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no Rio de Janeiro. A equipe de Juan Pablo Vojvoda encara o Atlético-MG na semifinal do torneio nacional. A organização da competição projetou que o duelo de ida (no Estádio do Mineirão) aconteça no dia 20 de outubro, enquanto a volta (na Arena Castelão) está prevista para o dia 27 de outubro. O classificado à final garantirá automaticamente R$ 23 milhões (premiação dada ao vice-campeão da Copa do Brasil). O Fortaleza faturou, ao todo, disputando a competição desde a 1ª fase, R$ 17,2 milhões. O Tricolor do Pici eliminou Caxias-RS, Ypiranga-RS, Ceará, CRB-AL e São Paulo. A semifinal da Copa do Brasil pode marcar a retomada do público em jogos do Fortaleza. Após a liberação do Governo Estadual, existe a expectativa para que os duelos envolvendo mineiros e cearenses aconteçam sob a presença de torcedores, tanto na Arena Castelão, na capital cearense, como no Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte. Diário do Nordeste

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A definição aconteceu nesta quarta-feira (22) em sorteio realizado na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) Foto: Thiago Gadelha / SVM O Fortaleza Esporte Clube decidirá a vaga para a final da Copa do Brasil no Arena Castelão, em Fortaleza (CE). A definição aconteceu nesta quarta-feira (22) em sorteio realizado na sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no Rio de Janeiro. A equipe de Juan Pablo Vojvoda encara o Atlético-MG na semifinal do torneio nacional. A organização da competição projetou que o duelo de ida (no Estádio do Mineirão) aconteça no dia 20 de outubro, enquanto a volta (na Arena Castelão) está prevista para o dia 27 de outubro. O classificado à final garantirá automaticamente R$ 23 milhões (premiação dada ao vice-campeão da Copa do Brasil). O Fortaleza faturou, ao todo, disputando a competição desde a 1ª fase, R$ 17,2 milhões. O Tricolor do Pici eliminou Caxias-RS, Ypiranga-RS, Ceará, CRB-AL e São Paulo. A semifinal da Copa do Brasil pode marcar a retomada do público em jogos do Fortaleza. Após a liberação do Governo Estadual, existe a expectativa para que os duelos envolvendo mineiros e cearenses aconteçam sob a presença de torcedores, tanto na Arena Castelão, na capital cearense, como no Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte. Diário do Nordeste

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