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Lançado no Cariri o Condomínio Gran Ville Juá

Foi lançado na noite desta quarta-feira (22), no Buffet Ravenala, em Crato, o mais novo empreendimento do Cariri Foto: Breno Rocha Foi lançado na noite desta quarta-feira (22), no Buffet Ravenala, em Crato, o mais novo empreendimento do Cariri: o Gran Ville Juá. Um condomínio fechado, residencial, com 272 unidades de apartamentos com 2 quartos, cuidadosamente projetados para ser um grande diferencial de conforto, com segurança, lazer e comodidade em um só empreendimento. O evento teve o objetivo de fortalecer o vínculo dos parceiros com a região do Cariri e contou com a presença da 2MS Engenharia e a Elite Engenharia, construtoras,  responsáveis pela obra, além de convidados, representantes comerciais, o vice Prefeito de Juazeiro do Norte, Giovani Sampaio e com a radiante alegria do show do cantor Chambinho do Acordeon. Cassiarocha.com

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Foi lançado na noite desta quarta-feira (22), no Buffet Ravenala, em Crato, o mais novo empreendimento do Cariri Foto: Breno Rocha Foi lançado na noite desta quarta-feira (22), no Buffet Ravenala, em Crato, o mais novo empreendimento do Cariri: o Gran Ville Juá. Um condomínio fechado, residencial, com 272 unidades de apartamentos com 2 quartos, cuidadosamente projetados para ser um grande diferencial de conforto, com segurança, lazer e comodidade em um só empreendimento. O evento teve o objetivo de fortalecer o vínculo dos parceiros com a região do Cariri e contou com a presença da 2MS Engenharia e a Elite Engenharia, construtoras,  responsáveis pela obra, além de convidados, representantes comerciais, o vice Prefeito de Juazeiro do Norte, Giovani Sampaio e com a radiante alegria do show do cantor Chambinho do Acordeon. Cassiarocha.com

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Curso oferecido pela Sedest e Senac forma jovens para o mercado de trabalho em Juazeiro do Norte

O curso formou uma turma de 20 pessoas atendidas pelos Centros de Referência de Assistência Social – Cras Foto: Divulgação Agência Cariri En SiO curso de Auxiliar Administrativo, oferecido através de parceria entre a Secretaria de Desenvolvimento Social e Trabalho – Sedest e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – Senac, teve seu encerramento nessa  quarta-feira, 22. O curso formou uma turma de 20 pessoas atendidas pelos Centros de Referência de Assistência Social – Cras. Com certificado de 160 horas, o curso profissionalizante está incluído no Código Brasileiro de Ocupações, e permitirá ao concluinte trabalhar em diversos setores da economia com carteira de trabalho assinada. A parceria se deu através de articulação do Setor de Trabalho e Renda da Sedest. A diretora Amanda Aquino esteve na aula de encerramento, que contou, ainda, com a presença de diretores do Senac. Na oportunidade, teve um coffee break e foram distribuídos brindes.

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O curso formou uma turma de 20 pessoas atendidas pelos Centros de Referência de Assistência Social – Cras Foto: Divulgação Agência Cariri En SiO curso de Auxiliar Administrativo, oferecido através de parceria entre a Secretaria de Desenvolvimento Social e Trabalho – Sedest e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – Senac, teve seu encerramento nessa  quarta-feira, 22. O curso formou uma turma de 20 pessoas atendidas pelos Centros de Referência de Assistência Social – Cras. Com certificado de 160 horas, o curso profissionalizante está incluído no Código Brasileiro de Ocupações, e permitirá ao concluinte trabalhar em diversos setores da economia com carteira de trabalho assinada. A parceria se deu através de articulação do Setor de Trabalho e Renda da Sedest. A diretora Amanda Aquino esteve na aula de encerramento, que contou, ainda, com a presença de diretores do Senac. Na oportunidade, teve um coffee break e foram distribuídos brindes.

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Diesel a R$ 5 aperta ganhos das transportadoras e gera onda de aumento de preços

Custos com o diesel devem ser repassados aos consumidores nos próximos meses, em diversas categorias de produtos Foto: José Leomar Com o preço do litro do óleo diesel chegando aos R$ 5 no Ceará, as empresas transportadoras já sentem os impactos na operação diante do alto custo com o combustível. Parte importante dos custos fixos, a despesa deve ser repassada aos consumidores.  De acordo com o diretor do Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas e Logística do Ceará (Setcarce), Marcelo de Holanda Maranhão, os preços têm impactado significativamente nos custos das empresas, já que nos últimos 12 anos o óleo diesel subiu 53%. Com isso, a alta é repassada principalmente para o comércio e a indústria.   Conforme levantamento realizado pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural de Biocombustíveis (ANP) entre 12 e 18 de setembro, o valor médio do litro do óleo diesel no Ceará ficou em R$ 4,94 e o do diesel S10, em R$ 4,87.  “O combustível representa 10% dos nossos custos, então qualquer aumento no diesel já aumenta nossos custos fixos e variáveis, o que impacta diretamente nos nossos lucros”, afirma Vinicius Gerland, analista de processos da VB Express, empresa cearense que oferece transporte de cargas e encomendas.   Para Carlos Eduardo Figueiredo, proprietário da Ceará Transportes, o aumento de centavos já é suficiente para afetar a operação. “Hoje, o combustível representa 21% do custo da operação daqui. A cada aumento somos surpreendidos com o preço do óleo diesel. Além disso, o sindicato, neste ano de 2021, aumentou de forma justa o salário dos funcionários do setor”.   Consequentemente, produtos que dependem do modal rodoviário – praticamente todos – para o transporte devem sofrer com aumento de preço. Conforme o diretor do Setcarce a elevação não é tendência, é necessidade.   “A gente precisa repassar sob pena de não conseguir executar nossa tarefa que é transportar todas as necessidades e riquezas do país. Todos os modais se comunicam com o modal rodoviário. Precisamos repassar o mínimo para que tenhamos sustentabilidade nas nossas operações, consequentemente quem vai pagar essa conta no final é o consumidor”, ressalta.   Na empresa de Figueiredo, o próximo mês já deve ser de reajustes com 17 empresas para as quais presta serviço, já que além do aumento da gasolina, os custos com pneu, baú de caminhão, óleo lubrificante também sofreram altal. “Chega uma hora que não dá e o pior: vejo que nessas empresas também está apertado”.  O economista Ricardo Coimbra, presidente do Conselho Regional de Economia Ceará (Corecon-CE), pontua que, dessa forma, será dificultada a comercialização de produtos, pois não diminui somente a margem de lucratividade do segmento como um todo, mas também de uma parcela de trabalhadores autônomos e individuais que recebem um percentual daquele frete.   Coimbra destaca ainda que esse processo tem como consequência um crescimento inflacionário. “A produção do produtor industrial que recebe isso de forma significativa e é repassada ao consumidor, parte desse processo inflacionário que estamos observando nos últimos meses é um reflexo dessa elevação e desse repasse para a cadeia produtiva”.   De acordo com o economista, caso o nível do preço do combustível se mantenha ou haja novas elevações, os consumidores podem esperar novos impactos nos preços dos produtos, principalmente nos alimentos.   Por isso, Coimbra ressalta a importância de se ter, ao longo dos próximos anos, uma melhora na infraestrutura dos modais de produção. “Usar os modais marítimos para escoar a produção interna, finalizar a Transnordestina, investir em modais mais eficientes como acontece na maioria dos países. Quando você faz isso, há um barateamento do custo, dos transportes das mercadorias”, aponta. Diário do Nordeste

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Custos com o diesel devem ser repassados aos consumidores nos próximos meses, em diversas categorias de produtos Foto: José Leomar Com o preço do litro do óleo diesel chegando aos R$ 5 no Ceará, as empresas transportadoras já sentem os impactos na operação diante do alto custo com o combustível. Parte importante dos custos fixos, a despesa deve ser repassada aos consumidores.  De acordo com o diretor do Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas e Logística do Ceará (Setcarce), Marcelo de Holanda Maranhão, os preços têm impactado significativamente nos custos das empresas, já que nos últimos 12 anos o óleo diesel subiu 53%. Com isso, a alta é repassada principalmente para o comércio e a indústria.   Conforme levantamento realizado pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural de Biocombustíveis (ANP) entre 12 e 18 de setembro, o valor médio do litro do óleo diesel no Ceará ficou em R$ 4,94 e o do diesel S10, em R$ 4,87.  “O combustível representa 10% dos nossos custos, então qualquer aumento no diesel já aumenta nossos custos fixos e variáveis, o que impacta diretamente nos nossos lucros”, afirma Vinicius Gerland, analista de processos da VB Express, empresa cearense que oferece transporte de cargas e encomendas.   Para Carlos Eduardo Figueiredo, proprietário da Ceará Transportes, o aumento de centavos já é suficiente para afetar a operação. “Hoje, o combustível representa 21% do custo da operação daqui. A cada aumento somos surpreendidos com o preço do óleo diesel. Além disso, o sindicato, neste ano de 2021, aumentou de forma justa o salário dos funcionários do setor”.   Consequentemente, produtos que dependem do modal rodoviário – praticamente todos – para o transporte devem sofrer com aumento de preço. Conforme o diretor do Setcarce a elevação não é tendência, é necessidade.   “A gente precisa repassar sob pena de não conseguir executar nossa tarefa que é transportar todas as necessidades e riquezas do país. Todos os modais se comunicam com o modal rodoviário. Precisamos repassar o mínimo para que tenhamos sustentabilidade nas nossas operações, consequentemente quem vai pagar essa conta no final é o consumidor”, ressalta.   Na empresa de Figueiredo, o próximo mês já deve ser de reajustes com 17 empresas para as quais presta serviço, já que além do aumento da gasolina, os custos com pneu, baú de caminhão, óleo lubrificante também sofreram altal. “Chega uma hora que não dá e o pior: vejo que nessas empresas também está apertado”.  O economista Ricardo Coimbra, presidente do Conselho Regional de Economia Ceará (Corecon-CE), pontua que, dessa forma, será dificultada a comercialização de produtos, pois não diminui somente a margem de lucratividade do segmento como um todo, mas também de uma parcela de trabalhadores autônomos e individuais que recebem um percentual daquele frete.   Coimbra destaca ainda que esse processo tem como consequência um crescimento inflacionário. “A produção do produtor industrial que recebe isso de forma significativa e é repassada ao consumidor, parte desse processo inflacionário que estamos observando nos últimos meses é um reflexo dessa elevação e desse repasse para a cadeia produtiva”.   De acordo com o economista, caso o nível do preço do combustível se mantenha ou haja novas elevações, os consumidores podem esperar novos impactos nos preços dos produtos, principalmente nos alimentos.   Por isso, Coimbra ressalta a importância de se ter, ao longo dos próximos anos, uma melhora na infraestrutura dos modais de produção. “Usar os modais marítimos para escoar a produção interna, finalizar a Transnordestina, investir em modais mais eficientes como acontece na maioria dos países. Quando você faz isso, há um barateamento do custo, dos transportes das mercadorias”, aponta. Diário do Nordeste

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300 mil doses de CoronaVac compradas no Butantan chegam ao Ceará para aplicação de D1 e D2

O governador Camilo Santana ressaltou que o lote completará a imunização de adultos Foto:Divulgação/Governo do Estado As primeiras 300 mil doses de CoronaVac, adquiridas em tratativa direta do Governo do Ceará com o Instituto Butantan, desembarcaram no Aeroporto de Fortaleza na madrugada desta quinta-feira (23). Ao todo, o Estado adquiriu 3 milhões de doses, mas o restante do carregamento será entregue por demanda. O lote inicial servirá para aplicação em adultos das doses 1 e 2 (D1 e D2) contra a Covid-19, segundo anunciou nas redes sociais o governador Camilo Santana.  A Comissão Intergestores Bipartite (CIB) já havia definido que o estoque seria para a população de 18 a 59 anos de idade. “Serão fundamentais para completarmos a imunização da população adulta do nosso estado. Juntos estamos superando essa pandemia”, ressaltou o gestor.  Durante coletiva de imprensa nessa quarta-feira (22), Camilo Santana esclareceu que as 2,7 milhões de doses de CoronaVac pendentes chegarão ao Ceará mediante demanda da Secretaria da Saúde (Sesa).  “Quando o estado fez a expectativa desse quantitativo na época foi, inclusive, para aplicarmos essa terceira dose nos idosos e nos adolescentes cearenses. Agora, serão usadas para complementar a imunização dos adultos que estão faltando no Ceará”, explicou Camilo.  Valor A compra do imunizante sem a interferência do Governo Federal custou aos cofres públicos do Ceará R$ 178,5 milhões.  A autorização foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) no dia seguinte a assinatura do contrato.  Pelo cronograma inicial, a previsão era de que o carregamento chegasse ao Ceará no dia 25 de agosto. A Sesa, no entanto, esclareceu que o processo foi adiado para este mês de setembro, após o Butantan concluir a entrega de 100 milhões de doses ao Ministério da Saúde. O último prazo informado era no dia 13 de setembro, mas a o repasse precisou ser novamente adiado para esta quarta-feira (22) em função de indisponibilidade na agenda dos governadores Camilo Santana e João Doria, de São Paulo.  Diário do Nordeste

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O governador Camilo Santana ressaltou que o lote completará a imunização de adultos Foto:Divulgação/Governo do Estado As primeiras 300 mil doses de CoronaVac, adquiridas em tratativa direta do Governo do Ceará com o Instituto Butantan, desembarcaram no Aeroporto de Fortaleza na madrugada desta quinta-feira (23). Ao todo, o Estado adquiriu 3 milhões de doses, mas o restante do carregamento será entregue por demanda. O lote inicial servirá para aplicação em adultos das doses 1 e 2 (D1 e D2) contra a Covid-19, segundo anunciou nas redes sociais o governador Camilo Santana.  A Comissão Intergestores Bipartite (CIB) já havia definido que o estoque seria para a população de 18 a 59 anos de idade. “Serão fundamentais para completarmos a imunização da população adulta do nosso estado. Juntos estamos superando essa pandemia”, ressaltou o gestor.  Durante coletiva de imprensa nessa quarta-feira (22), Camilo Santana esclareceu que as 2,7 milhões de doses de CoronaVac pendentes chegarão ao Ceará mediante demanda da Secretaria da Saúde (Sesa).  “Quando o estado fez a expectativa desse quantitativo na época foi, inclusive, para aplicarmos essa terceira dose nos idosos e nos adolescentes cearenses. Agora, serão usadas para complementar a imunização dos adultos que estão faltando no Ceará”, explicou Camilo.  Valor A compra do imunizante sem a interferência do Governo Federal custou aos cofres públicos do Ceará R$ 178,5 milhões.  A autorização foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) no dia seguinte a assinatura do contrato.  Pelo cronograma inicial, a previsão era de que o carregamento chegasse ao Ceará no dia 25 de agosto. A Sesa, no entanto, esclareceu que o processo foi adiado para este mês de setembro, após o Butantan concluir a entrega de 100 milhões de doses ao Ministério da Saúde. O último prazo informado era no dia 13 de setembro, mas a o repasse precisou ser novamente adiado para esta quarta-feira (22) em função de indisponibilidade na agenda dos governadores Camilo Santana e João Doria, de São Paulo.  Diário do Nordeste

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Em nova pesquisa eleitoral do Ipec, Lula mantém liderança com 48% dos votos contra 23% de Bolsonaro

O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) aparece com 8%, à frente do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que tem 3% e está empatado com Mandetta (DEM), também com 3% Foto:Miguel Schincariol/AFP e Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece mais de 20 pontos porcentuais à frente do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em pesquisa sobre as eleições presidenciais de 2022. Os números foram divulgados nessa quarta-feira (22) pelo instituto Ipec. Nas duas simulações pesquisadas, Lula supera todos os outros virtuais candidatos a presidente da República somados, o que o levaria a vencer já no primeiro turno. No primeiro cenário, Lula tem 48% ante 23% de Bolsonaro. O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) aparece com 8%, à frente do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que tem 3% e está empatado com o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM), também com 3%. Votos em branco e nulos somam 10% e não sabem ou não responderam, 4%. Núméros: Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 48% Jair Bolsonaro (sem partido): 23% Ciro Gomes (PDT): 8% João Doria (PSDB): 3% Luiz Henrique Mandetta (DEM): 3% Brancos / Nulos: 10% Não sabem / Não responderam: 4% No segundo cenário, Lula tem 45% e Bolsonaro 22%. Nesta sondagem, Ciro aparece com 6%, um ponto porcentual à frente do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro (sem partido), que tem 5%. O jornalista José Luiz Datena (PSL) vem em seguida, com 3%, e Doria aparece com 2%. Mandetta e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), estão empatados com 1%. Os senadores Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Simone Tebet (MDB-MS) não pontuaram. Votos em branco e nulos somam 9% e não sabem ou não responderam 5% dos entrevistados. Neste cenário, Lula aparece no limite da margem de erro para vencer em primeiro turno se as eleições fossem hoje. A pesquisa do Ipec foi realizada de 16 a 20 de setembro e ouviu 2.002 pessoas em 141 municípios. A margem de erro é de 2 pontos para mais e para menos. O nível de confiança é de 95%. Diário do Nordeste

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Em nova pesquisa eleitoral do Ipec, Lula mantém liderança com 48% dos votos contra 23% de Bolsonaro

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