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Novo decreto estadual: saiba o que vai mudar a partir de hoje, 4 de outubro

Um dos destaques é a priorização do ensino presencial nas escolas Foto: Reprodução O governador Camilo Santana (PT) anunciou em suas redes sociais as medidas do novo decreto estadual, que passa a valer a partir de hoje, 4. O grande destaque foi dado à priorização do ensino presencial nas escolas cearenses e a ampliação no horário de funcionamento de restaurantes para até as 2h. Na publicação, Camilo disse que “o comitê definiu que o ensino presencial será priorizado, de forma com que a aprendizagem seja reforçada com a presença do aluno em sala de aula, sendo o modelo híbrido permitido em situações específicas, devidamente comprovadas”. O decreto, que entra em vigor a partir de hoje, 4, será válido por 15 dias. O que o novo decreto orienta   Prioridade do ensino presencial nas escolas Restaurantes podem funcionar até as 2h Eventos corporativos, hotéis e academias terão aumento da capacidade de ocupação (não definida) O que continua valendo   Toque de recolher: das 2h às 5h Salões de festas em condomínios: liberados, mas adotando os mesmos protocolos utilizados em buffets Escolas: as salas de aulas podem usar 100% da capacidade, respeitando as regras de distanciamento social Medidas do decreto anterior   Funcionamento de restaurantes até 1h Autorização de eventos sociais em condomínios Comprovação das duas doses da vacina ou testagem negativa para Covid-19 para entrar em buffets (exame deve ser do tipo antígeno ou RT-PCR feito em, no máximo, 48 horas antes do evento) Capacidade de público em eventos fechados foi ampliada de 150 para 200 pessoas, e de 300 para 400 em locais abertos Escolas do Ceará tiveram autorização para receber 100% dos alunos nas aulas presenciais (antes, apenas 70% da capacidade era permitida). O Povo

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No Ceará, preço médio da gasolina ultrapassa R$ 6 em 70% dos municípios monitorados

O menor preço registrado no Estado é de R$ 5,59 por litro, porém o combustível chega a ser comercializado até por R$ 7 Foto: Aurelio Alves Aalta acumulado no preço do litro da gasolina no Ceará em 2021 é de 25,7%. Conforme levantamento da Agência Nacional do Petróleo (ANP), 70% dos municípios monitorados no Ceará cobram em média mais de R$ 6 por litro de gasolina. O menor preço registrado no Estado é de R$ 5,59 por litro, porém o combustível chega a ser comercializado até por R$ 7, fazendo o preço médio chegar a R$ 5,98 em todo o Estado. A pesquisa foi divulgada na manhã do sábado, 2 de outubro, e faz referência aos monitoramento de 193 postos de combustíveis. O estudo comparou preço cobrado pelos combustíveis derivados do petróleo em 10 cidades do Estado, das quais, 7 apresentavam preço superior a R$ 6 para o litro da gasolina comum.  Para compor o estudo, ANP realizou monitoramento entre os dias 26 de setembro e 2 de outubro no Estado. O preço do etanol hidratado, o álcool veicular, ficou estável no patamar de R$ 5,48 por litro, sendo o quarto mais caro registrado no Nordeste.  O gás de cozinha, por outro lado, entra em sua quarta semana de aumento consecutiva no preço médio, saindo de R$ 99,95 na primeira semana de setembro, para R$ 102,12 no começo de outubro. Vendido por até R$ 110, o mercado cearense é o terceiro mais caro do entre os nove estados da região Nordeste para o produto.  A disparada nos preços dos combustíveis, além de uma questão econômica, tem se transformado em uma disputa política entre estados e o Governo Federal, com relação a responsabilidade sobre os aumentos recorrentes e o preço inflacionado.  No Ceará, o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado (Sindipostos/CE) pontua que o embate apenas agrava a crise gerada para os consumidores. A entidade destaca ainda que o principal fator responsável pelo aumento de preços é a pandemia de Covid-19 e o sistema de precificação baseado no dólar. “Nós estamos enfrentando um problema muito sério, é um problema mundial. É o começo da crise em função das altíssima de taxas do petróleo. O barril de petróleo em dezembro de 2020 custava cerca de 40 dólares e hoje já está mais de 80”, afirma o assessor econômico da entidade, Antônio José. O representante dos varejistas dos combustíveis afirma ainda que a margem de lucro das unidades não foi alterada. “Somos apenas um repassador dos preços, a menor parcela de custo está no posto de combustíveis. Para nós, os aumentos têm sido tão prejudiciais quanto para os clientes”, complementa. A entidade ainda não realizou nenhum levantamento sobre o aumento das despesas geradas pela inflação no preço dos combustíveis nas refinarias e distribuidoras, porém, Antônio afirma: “o impacto é grande, não temos um estudo, mas é nítido nas finanças de cada posto e enquanto ficarmos querendo culpar A, B, ou C sobre isso, a crise só irá aumentar”. O Povo

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No Ceará, preço médio da gasolina ultrapassa R$ 6 em 70% dos municípios monitorados

O menor preço registrado no Estado é de R$ 5,59 por litro, porém o combustível chega a ser comercializado até por R$ 7 Foto: Aurelio Alves Aalta acumulado no preço do litro da gasolina no Ceará em 2021 é de 25,7%. Conforme levantamento da Agência Nacional do Petróleo (ANP), 70% dos municípios monitorados no Ceará cobram em média mais de R$ 6 por litro de gasolina. O menor preço registrado no Estado é de R$ 5,59 por litro, porém o combustível chega a ser comercializado até por R$ 7, fazendo o preço médio chegar a R$ 5,98 em todo o Estado. A pesquisa foi divulgada na manhã do sábado, 2 de outubro, e faz referência aos monitoramento de 193 postos de combustíveis. O estudo comparou preço cobrado pelos combustíveis derivados do petróleo em 10 cidades do Estado, das quais, 7 apresentavam preço superior a R$ 6 para o litro da gasolina comum.  Para compor o estudo, ANP realizou monitoramento entre os dias 26 de setembro e 2 de outubro no Estado. O preço do etanol hidratado, o álcool veicular, ficou estável no patamar de R$ 5,48 por litro, sendo o quarto mais caro registrado no Nordeste.  O gás de cozinha, por outro lado, entra em sua quarta semana de aumento consecutiva no preço médio, saindo de R$ 99,95 na primeira semana de setembro, para R$ 102,12 no começo de outubro. Vendido por até R$ 110, o mercado cearense é o terceiro mais caro do entre os nove estados da região Nordeste para o produto.  A disparada nos preços dos combustíveis, além de uma questão econômica, tem se transformado em uma disputa política entre estados e o Governo Federal, com relação a responsabilidade sobre os aumentos recorrentes e o preço inflacionado.  No Ceará, o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado (Sindipostos/CE) pontua que o embate apenas agrava a crise gerada para os consumidores. A entidade destaca ainda que o principal fator responsável pelo aumento de preços é a pandemia de Covid-19 e o sistema de precificação baseado no dólar. “Nós estamos enfrentando um problema muito sério, é um problema mundial. É o começo da crise em função das altíssima de taxas do petróleo. O barril de petróleo em dezembro de 2020 custava cerca de 40 dólares e hoje já está mais de 80”, afirma o assessor econômico da entidade, Antônio José. O representante dos varejistas dos combustíveis afirma ainda que a margem de lucro das unidades não foi alterada. “Somos apenas um repassador dos preços, a menor parcela de custo está no posto de combustíveis. Para nós, os aumentos têm sido tão prejudiciais quanto para os clientes”, complementa. A entidade ainda não realizou nenhum levantamento sobre o aumento das despesas geradas pela inflação no preço dos combustíveis nas refinarias e distribuidoras, porém, Antônio afirma: “o impacto é grande, não temos um estudo, mas é nítido nas finanças de cada posto e enquanto ficarmos querendo culpar A, B, ou C sobre isso, a crise só irá aumentar”. O Povo

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Restaurantes agora podem funcionar até as 2h em novo decreto no Ceará

Restaurantes agora podem funcionar até as 2h em novo decreto no Ceará Por George Wilson  4 de outubro de 2021 – Site Badalo O novo decreto de isolamento social no Ceará, que passa a valer nesta segunda-feira (4), ampliou novamente o horário de funcionamento de bares e restaurantes, que passam a funcionar até as 2h. O documento também definiu que o ensino presencial será priorizado. Com isso, a permanência no regime híbrido ou virtual fica assegurada apenas aos alunos que por razões médicas comprovadas, mediante a apresentação de atestado ou relatório, não possam retornar integral ou parcialmente ao regime presencial. As flexibilizações do novo decreto foram anunciadas pelo governador Camilo Santana (PT) em postagem nas redes sociais na última sexta-feira (1º), e passam a valer a partir de segunda-feira (4) até o 17 de outubro. Anteriormente, a adesão às aulas presenciais ficava a critério dos pais e responsáveis desde o início da retomada no ensino presencial no Estado até este domingo (3). Assim, as instituições de ensino tinham que oferecer o ensino remoto integral ou parcial. As mudanças nas atividades de ensino ocorrem cerca de duas semanas após o governador autorizar o funcionamento das aulas presenciais com 100% da capacidade. A última ampliação da capacidade nas aulas presenciais foi anunciada no dia 3 de setembro. Na ocasião, as instituições de ensino foram autorizadas a receber até 70% dos estudantes. Restaurantes: podem funcionar até 2h (antes era até 1h). Escolas: alunos devem apresentar atestado médico para permanência no ensino híbrido ou virtual (antes as escolas deveriam ofertar as modalidades do ensino presencial, híbrido ou virtual); Limite de pessoas em eventos corporativos: 600 pessoas para eventos a serem realizadas em ambientes abertos e 500 pessoas para eventos em ambientes fechados (antes eram 400 e 200, respetivamente).

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Restaurantes agora podem funcionar até as 2h em novo decreto no Ceará Por George Wilson  4 de outubro de 2021 – Site Badalo O novo decreto de isolamento social no Ceará, que passa a valer nesta segunda-feira (4), ampliou novamente o horário de funcionamento de bares e restaurantes, que passam a funcionar até as 2h. O documento também definiu que o ensino presencial será priorizado. Com isso, a permanência no regime híbrido ou virtual fica assegurada apenas aos alunos que por razões médicas comprovadas, mediante a apresentação de atestado ou relatório, não possam retornar integral ou parcialmente ao regime presencial. As flexibilizações do novo decreto foram anunciadas pelo governador Camilo Santana (PT) em postagem nas redes sociais na última sexta-feira (1º), e passam a valer a partir de segunda-feira (4) até o 17 de outubro. Anteriormente, a adesão às aulas presenciais ficava a critério dos pais e responsáveis desde o início da retomada no ensino presencial no Estado até este domingo (3). Assim, as instituições de ensino tinham que oferecer o ensino remoto integral ou parcial. As mudanças nas atividades de ensino ocorrem cerca de duas semanas após o governador autorizar o funcionamento das aulas presenciais com 100% da capacidade. A última ampliação da capacidade nas aulas presenciais foi anunciada no dia 3 de setembro. Na ocasião, as instituições de ensino foram autorizadas a receber até 70% dos estudantes. Restaurantes: podem funcionar até 2h (antes era até 1h). Escolas: alunos devem apresentar atestado médico para permanência no ensino híbrido ou virtual (antes as escolas deveriam ofertar as modalidades do ensino presencial, híbrido ou virtual); Limite de pessoas em eventos corporativos: 600 pessoas para eventos a serem realizadas em ambientes abertos e 500 pessoas para eventos em ambientes fechados (antes eram 400 e 200, respetivamente).

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Ciro é vaiado e sofre tentativa de agressão em protesto: “Não me intimidarão”

Presidenciável do PDT foi alvo de militantes contrários à sua presença no evento; o pedetista disse que “não será intimidado” pelos ataques Foto: Reprodução/Twitter Pré-candidato do PDT à Presidência da República, o ex-ministro Ciro Gomes foi alvo de vaias e de uma tentativa de agressão durante participação de protestos contra Jair Bolsonaro realizados neste sábado, 2, em São Paulo. Em discurso em um carro de som na Avenida Paulista, Ciro primeiro fez fortes críticas ao atual presidente, destacando o “fascismo travestido de verde e amarelo” como maior ameaça ao Brasil hoje. Depois da fala, enquanto se encaminhava para deixar a manifestação, o pedetista foi alvo de vaias de militantes contrários à sua presença nos atos. Depois de Ciro deixar o protesto, um grupo de militantes seguiu o presidenciável, com um deles chegando a tentar arremessar uma garrafa de bebida contra o pedetista. Dois grupos de manifestantes a favor e contra Ciro entraram então em conflito, com a polícia usando spray de pimenta para conter a confusão. Em nota, o PDT disse que as agressões partiram de “meia dúzia de militantes petistas que estavam em um bar, visivelmente alterados”. “São atos covardes de quem não está interessado no país. Esses covardes não intimidarão quem quer que seja. Ciro e o PDT seguirão na luta contra Bolsonaro e a favor do Brasil”. O próprio Ciro se manifestou sobre o caso, dizendo que foi aos protestos “de peito aberto” e “sabendo que poderia enfrentar a deselegância de alguns radicais”. “Eles nunca me intimidarão. Porque as ruas não têm dono. E a democracia não tem senhores”. Hoje praticamente confirmado na disputa presidencial para 2022, Ciro Gomes vem entrando em rota de colisão com a militância de esquerda há vários anos, desde que passou a subir o tom das críticas contra o PT e o ex-presidente Lula. Nas últimas pesquisas de opinião, o pedetista tem aparecido sempre em terceiro lugar, atrás de Lula e Bolsonaro, com até 6% das intenções de voto no primeiro turno. Diário do Nordeste

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Presidenciável do PDT foi alvo de militantes contrários à sua presença no evento; o pedetista disse que “não será intimidado” pelos ataques Foto: Reprodução/Twitter Pré-candidato do PDT à Presidência da República, o ex-ministro Ciro Gomes foi alvo de vaias e de uma tentativa de agressão durante participação de protestos contra Jair Bolsonaro realizados neste sábado, 2, em São Paulo. Em discurso em um carro de som na Avenida Paulista, Ciro primeiro fez fortes críticas ao atual presidente, destacando o “fascismo travestido de verde e amarelo” como maior ameaça ao Brasil hoje. Depois da fala, enquanto se encaminhava para deixar a manifestação, o pedetista foi alvo de vaias de militantes contrários à sua presença nos atos. Depois de Ciro deixar o protesto, um grupo de militantes seguiu o presidenciável, com um deles chegando a tentar arremessar uma garrafa de bebida contra o pedetista. Dois grupos de manifestantes a favor e contra Ciro entraram então em conflito, com a polícia usando spray de pimenta para conter a confusão. Em nota, o PDT disse que as agressões partiram de “meia dúzia de militantes petistas que estavam em um bar, visivelmente alterados”. “São atos covardes de quem não está interessado no país. Esses covardes não intimidarão quem quer que seja. Ciro e o PDT seguirão na luta contra Bolsonaro e a favor do Brasil”. O próprio Ciro se manifestou sobre o caso, dizendo que foi aos protestos “de peito aberto” e “sabendo que poderia enfrentar a deselegância de alguns radicais”. “Eles nunca me intimidarão. Porque as ruas não têm dono. E a democracia não tem senhores”. Hoje praticamente confirmado na disputa presidencial para 2022, Ciro Gomes vem entrando em rota de colisão com a militância de esquerda há vários anos, desde que passou a subir o tom das críticas contra o PT e o ex-presidente Lula. Nas últimas pesquisas de opinião, o pedetista tem aparecido sempre em terceiro lugar, atrás de Lula e Bolsonaro, com até 6% das intenções de voto no primeiro turno. Diário do Nordeste

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Caio Ribeiro revela que não há mais linfomas em seu corpo: ‘não existe risco do câncer continuar’

O comentarista estava fazendo tratamento de quimioterapia para tratar um linfoma de Hodgkin Foto: Reprodução/Instagram O comentarista da Globo, Caio Ribeiro, anunciou nas redes sociais neste domingo (3) não ter mais linfomas. Caio estava fazendo tratamento de quimioterapia para tratar um linfoma de Hodgkin. Pelo Instagram, o comentarista agradeceu todo o apoio que recebeu e deu a notícia de cura. “Eu não via a hora de gravar esse vídeo pra dizer que acabou. Sexta-feira, eu fiz o exame para ver como é que tava a resposta ao medicamento, a quimioterapia, e não existe mais nenhum linfoma no meu corpo. Zerado, não existe mais nenhum risco do câncer continuar. Sucesso absoluto do tratamento”, disse ele.  Apesar do resultado dos exames, Caio afirmou também que ainda terá que realizar tratamento com radioterapia para prevenção. Linfoma de Hodgkin O comentarista esportivo foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin e começou o tratamento contra a doença depois do aparecimento de um caroço na região do pescoço. “Eu fui diagnosticado com um linfoma, que se chama linfoma de Hodgkin. A boa notícia é que ele tem 95% de cura e meu corpo está respondendo muito bem ao tratamento. Já estou na penúltima sessão de quimioterapia, estou forte, com a cabeça boa, tenho certeza de que em mais 15 dias isso vai passar”, explicou Caio Ribeiro no início de setembro. Diário do Nordeste

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O comentarista estava fazendo tratamento de quimioterapia para tratar um linfoma de Hodgkin Foto: Reprodução/Instagram O comentarista da Globo, Caio Ribeiro, anunciou nas redes sociais neste domingo (3) não ter mais linfomas. Caio estava fazendo tratamento de quimioterapia para tratar um linfoma de Hodgkin. Pelo Instagram, o comentarista agradeceu todo o apoio que recebeu e deu a notícia de cura. “Eu não via a hora de gravar esse vídeo pra dizer que acabou. Sexta-feira, eu fiz o exame para ver como é que tava a resposta ao medicamento, a quimioterapia, e não existe mais nenhum linfoma no meu corpo. Zerado, não existe mais nenhum risco do câncer continuar. Sucesso absoluto do tratamento”, disse ele.  Apesar do resultado dos exames, Caio afirmou também que ainda terá que realizar tratamento com radioterapia para prevenção. Linfoma de Hodgkin O comentarista esportivo foi diagnosticado com linfoma de Hodgkin e começou o tratamento contra a doença depois do aparecimento de um caroço na região do pescoço. “Eu fui diagnosticado com um linfoma, que se chama linfoma de Hodgkin. A boa notícia é que ele tem 95% de cura e meu corpo está respondendo muito bem ao tratamento. Já estou na penúltima sessão de quimioterapia, estou forte, com a cabeça boa, tenho certeza de que em mais 15 dias isso vai passar”, explicou Caio Ribeiro no início de setembro. Diário do Nordeste

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Paulo Guedes e Campos Neto têm empresas milionárias em paraísos fiscais, diz revista

Ministro da economia e presidente do Banco Central são suspeitos de conflitos de interesse Foto:APF A existência de empresas do ministro da Economia, Paulo Guedes, e do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em paraísos fiscais colocou a dupla no centro de suspeitas envolvendo conflitos de interesse. A informação faz parte de uma investigação  revelada por um consórcio internacional de jornalismo investigativo, neste domingo (3). No Brasil, a revista Piauí, o jornal El País e o site Poder 360 tiveram acesso a documentos que comprovam a existência das empresas.  De acordo com a revista, em 25 de setembro de 2014, Guedes – à época sócio da gestora de recursos Bozano Investimentos – abriu a Dreadnoughts International, uma offshore nas Ilhas Virgens Britânicas, um paraíso fiscal no Caribe. Após aquele dia, ele depositou na conta 9,55 milhões de dólares. Em 2014, o montante valia R$ 23 milhões. Contudo, devido à alta de 39% da taxa de câmbio desde que o próprio Guedes virou ministro, atualmente, a mesma quantia equivale a R$ 51 milhões. Offshore Offshore é o termo para definir uma empresa aberta no exterior, normalmente nos países conhecidos como “paraísos fiscais”, onde as regras tributárias são menos rígidas e não é necessário declarar o dono, nem a origem e o destino dos recursos.  Por si só, ter uma offshore não é ilegal – apesar de ser muitas vezes usadas para fins ilegais –, desde que declarada à Receita Federal. No entanto, o Código de Conduta da Alta Administração Federal veda a prática para servidores públicos: “investimento em bens cujo valor ou cotação possa ser afetado por decisão ou política governamental a respeito da qual a autoridade pública tenha informações privilegiadas”, determina. Caso o cidadão possua a offshore antes de se tornar servidor, o Código determina que ela seja declarada no prazo de até dez dias após assumir o cargo. Conforme as investigações da revista, a alternativa mais comum nesses casos tem sido o titular afastar-se da administração direta de seus investimentos. Porém, Guedes se manteve no controle direto da offshore nas Ilhas Virgens Britânicas. Nos documentos, consta ainda o nome de Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central. Ele é apontado como proprietário da Cor Assets S.A., uma offshore no Panamá. A empresa foi fundada em 2004, com um capital de 1,09 milhão de dólares – equivalente a R$ 3,3 milhões à época. Hoje, valeria R$ 5,8 milhões.  Neto chegou a fechar a empresa, mas só em agosto de 2020, quando já era presidente do Banco Central há mais de um ano e meio. Ele ainda manteve, entre janeiro de 2007 e novembro de 2016, outra offshore, a ROCN Limited, nas Ilhas Virgens Britânicas. Tanto Guedes quanto Neto alegam que a Receita Federal foi informada das empresas. No entanto, as suspeitas contra a dupla envolvem conflitos de interesse, já que eles possuem cargos públicos com poder de propor mudanças para beneficiar proprietários de empresas em paraísos fiscais.  Receita Federal À revista, a assessoria do ministro disse que “toda a atuação privada de Paulo Guedes, anterior à investidura no [atual] cargo, foi devidamente declarada à Receita Federal e aos demais órgãos competentes, o que inclui a sua participação societária na empresa mencionada”. “Sua atuação sempre respeitou a legislação aplicável e se pautou pela ética e pela responsabilidade. Desde que assumiu o cargo de ministro da Economia, Paulo Guedes se desvinculou de toda sua atuação no mercado privado, nos termos exigidos pela Comissão de Ética Pública, respeitando integralmente a legislação aplicada aos servidores públicos e ocupantes de cargos em comissão. Cumpre destacar que o próprio Supremo Tribunal Federal já atestou a idoneidade e a capacidade de Paulo Guedes, no julgamento de ação proposta pelo PDT contra o ministro da Economia”, conclui a nota.  Em nota, Campos Neto respondeu o seguinte: “As empresas estão declaradas à Receita Federal e foram constituídas há mais de 14 anos com rendimentos obtidos ao longo de 22 anos de trabalho no mercado financeiro, decorrentes, inclusive, de atuação em funções executivas no exterior. Não houve remessa de recursos às empresas após minha nomeação para função pública. Desde então, por questões de compliance, não faço investimentos com recursos das empresas. Questões tributárias não são atribuição da minha função pública.” Campos Neto disse ainda que havia informado à Comissão de Ética Pública sobre a existência de sua offshore no Panamá. “A integralidade desse patrimônio, no país e no exterior, está declarada à CEP, à Receita Federal e ao Banco Central, com recolhimento de toda a tributação devida e observância de todas as regras legais e comandos éticos aplicáveis aos agentes públicos.”  A investigação, no entanto, não encontrou nas atas de reuniões da Comissão de Ética Pública julgamento de processo do presidente do BC. Diário do Nordeste

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