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Homem atingido por equipamento de academia se recupera após cirurgia

Em entrevista ao UOL Regilanio falou sobre o acidente, cirurgia e os planos para o futuro  Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  O motorista de aplicativo Regilanio da Silva Inácio, 42 anos, que foi atingido por um aparelho de musculação em um acidente na academia 220 Fit, localizada em Juazeiro do Norte, em entrevista exclusiva ao UOL falou sobre o acidente.  Regilaneo relatou a intensidade do acidente, destacando sua gratidão por estar vivo após a cirurgia de reconstrução da coluna. “A pancada foi tão violenta que senti meu corpo sendo partido ao meio. Foi como se minhas pernas não fizessem mais parte de mim, estivessem fora do meu corpo. Graças a Deus foi um milagre a máquina não ter atingido minha cabeça, senão talvez não estaria aqui para contar a história”, revelou. O motorista, ainda abalado, descreveu a sensação de estar sem controle sobre a parte debaixo do quadril e das pernas após o acidente. Ele expressou sua determinação em superar o desafio: “É muito difícil aceitar, porém, não vou desistir, vou correr atrás, vou buscar o 1% de chance de que eu possa andar.” Após a cirurgia, a família de Regilaneo celebrou o fato de ele poder sentar-se em uma cadeira de rodas, um progresso que os médicos consideraram improvável em tão pouco tempo. “Graças a Deus deu tudo certo. Mais do que imaginavam”, concluiu aliviado. Cícero Santos, personal trainer da academia 220 Fit, observou as imagens do acidente e apontou que o aluno não havia travado o equipamento corretamente. Em resposta, a academia emitiu uma nota esclarecendo que o ocorrido foi um acidente e que o aparelho estava em “perfeito estado de funcionamento”, assegurando estar prestando assistência ao aluno. Campanha para doações  A situação sensibilizou muitas pessoas, levando familiares de Regilaneo a lançar campanhas de doações online para auxiliar nos custos do tratamento. Até o momento, mais de 170 mil reais já foram arrecadados em duas iniciativas distintas. Agradecendo pelo apoio, Regilaneo afirmou: “Quero agradecer pelas doações, elas vão ajudar muito nos gastos com meu tratamento.” Apesar das dificuldades enfrentadas, Regilaneo expressou seu desejo de retornar às atividades físicas no futuro. “Eu com certeza vou voltar a fazer atividade física. Eu não vejo a hora de voltar”, concluiu com determinação. Por: Redação Caririensi

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Comissão do Senado Aprova Projeto de Lei para Incluir Padre Cícero no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria

O projeto é de autoria do deputado José Guimarães  Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  Nesta terça-feira, 8, a Comissão de Educação e Cultura do Senado Federal deu um passo significativo na celebração do legado do Padre Cícero ao aprovar o Projeto de Lei 10/2020, que busca inscrever o nome do ilustre religioso no prestigioso Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria. Proposta pelo Deputado Federal José Guimarães (PT), a iniciativa foi prontamente respaldada pelo relator no Senado, Senador Cid Gomes (PDT). Agora, caso não haja recursos que impeçam a votação em Plenário, a proposta avançará para a fase de sanção. O Senador Cid Gomes, ao avalizar o projeto, enfatizou a relevância da influência do Padre Cícero e seu reconhecimento como figura de bondade e caridade, valores intrínsecos à cultura nordestina. Cid Gomes ressaltou que o legado do Padre Cícero já se refletiu em uma variedade de publicações, incluindo estudos e biografias, todos expondo uma vida inteira dedicada ao povo brasileiro. O Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria, o qual a inclusão do Padre Cícero visa honrar, é um registro solene de nomes que representam a dedicação e o heroísmo excepcionais demonstrados por brasileiros individuais ou grupos em prol da defesa e construção do país. Esse livro de grande significado está guardado no Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, situado na emblemática Praça dos Três Poderes, em Brasília. A aprovação do projeto não apenas marca o reconhecimento formal do Padre Cícero como uma figura icônica, mas também ressalta a contínua importância de preservar e homenagear aquele que contribuiu de maneira excepcional para a formação e fortalecimento da região do Cariri.  Por: Redação Caririensi

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O projeto é de autoria do deputado José Guimarães  Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  Nesta terça-feira, 8, a Comissão de Educação e Cultura do Senado Federal deu um passo significativo na celebração do legado do Padre Cícero ao aprovar o Projeto de Lei 10/2020, que busca inscrever o nome do ilustre religioso no prestigioso Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria. Proposta pelo Deputado Federal José Guimarães (PT), a iniciativa foi prontamente respaldada pelo relator no Senado, Senador Cid Gomes (PDT). Agora, caso não haja recursos que impeçam a votação em Plenário, a proposta avançará para a fase de sanção. O Senador Cid Gomes, ao avalizar o projeto, enfatizou a relevância da influência do Padre Cícero e seu reconhecimento como figura de bondade e caridade, valores intrínsecos à cultura nordestina. Cid Gomes ressaltou que o legado do Padre Cícero já se refletiu em uma variedade de publicações, incluindo estudos e biografias, todos expondo uma vida inteira dedicada ao povo brasileiro. O Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria, o qual a inclusão do Padre Cícero visa honrar, é um registro solene de nomes que representam a dedicação e o heroísmo excepcionais demonstrados por brasileiros individuais ou grupos em prol da defesa e construção do país. Esse livro de grande significado está guardado no Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, situado na emblemática Praça dos Três Poderes, em Brasília. A aprovação do projeto não apenas marca o reconhecimento formal do Padre Cícero como uma figura icônica, mas também ressalta a contínua importância de preservar e homenagear aquele que contribuiu de maneira excepcional para a formação e fortalecimento da região do Cariri.  Por: Redação Caririensi

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O projeto é de autoria do deputado José Guimarães  Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  Nesta terça-feira, 8, a Comissão de Educação e Cultura do Senado Federal deu um passo significativo na celebração do legado do Padre Cícero ao aprovar o Projeto de Lei 10/2020, que busca inscrever o nome do ilustre religioso no prestigioso Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria. Proposta pelo Deputado Federal José Guimarães (PT), a iniciativa foi prontamente respaldada pelo relator no Senado, Senador Cid Gomes (PDT). Agora, caso não haja recursos que impeçam a votação em Plenário, a proposta avançará para a fase de sanção. O Senador Cid Gomes, ao avalizar o projeto, enfatizou a relevância da influência do Padre Cícero e seu reconhecimento como figura de bondade e caridade, valores intrínsecos à cultura nordestina. Cid Gomes ressaltou que o legado do Padre Cícero já se refletiu em uma variedade de publicações, incluindo estudos e biografias, todos expondo uma vida inteira dedicada ao povo brasileiro. O Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria, o qual a inclusão do Padre Cícero visa honrar, é um registro solene de nomes que representam a dedicação e o heroísmo excepcionais demonstrados por brasileiros individuais ou grupos em prol da defesa e construção do país. Esse livro de grande significado está guardado no Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, situado na emblemática Praça dos Três Poderes, em Brasília. A aprovação do projeto não apenas marca o reconhecimento formal do Padre Cícero como uma figura icônica, mas também ressalta a contínua importância de preservar e homenagear aquele que contribuiu de maneira excepcional para a formação e fortalecimento da região do Cariri.  Por: Redação Caririensi

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Trecho da Avenida Paulo Maia em Juazeiro do Norte é renomeado em homenagem ao ciclista Manoelzim Fibra de Carbono

Manoel sim foi atropelado em abril de 2023 Imagens: Reprodução/ Redes Sociais  Um trecho significativo da Avenida Paulo Maia ganhou um novo nome, marcando uma homenagem emocional ao ciclista Manoelzim Fibra de Carbono, cuja vida foi tragicamente ceifada em abril deste ano. A mudança foi oficializada através da publicação da Lei 5523 no Diário Oficial de Juazeiro do Norte, que altera o trecho 1 da Malha Cicloviária do município. O ciclista, Manoelzim Fibra de Carbono, faleceu em uma fatídica tarde, quando foi atropelado por um veículo na CE-060, situada na zona rural do município de Jardim. Sua paixão pela bicicleta e sua dedicação à promoção do ciclismo saudável e sustentável não serão esquecidas, conforme a cidade presta tributo a seu legado. O trecho renomeado, agora denominado “Ciclovia Manoel Soares de Lima – Manoelzim Fibra de Carbono”, estende-se da Avenida Paulo Maia até a rua Coronel Firmino Araújo. A mudança no nome da ciclovia visa perpetuar a memória do ciclista, servindo como um lembrete constante para os cidadãos sobre a importância da segurança viária e do respeito aos ciclistas nas estradas. A Lei, que já se encontra em vigor, é de autoria do vereador Fábio do Gás, com coautoria dos vereadores Jaqueline Gouveia e Raimundo Junior. A mudança de nome do trecho da ciclovia é um tributo a Manoelzim Fibra de Carbono, celebrando sua dedicação ao ciclismo e sua contribuição para uma comunidade mais saudável e consciente.  Por: Redação Caririensi

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Manoel sim foi atropelado em abril de 2023 Imagens: Reprodução/ Redes Sociais  Um trecho significativo da Avenida Paulo Maia ganhou um novo nome, marcando uma homenagem emocional ao ciclista Manoelzim Fibra de Carbono, cuja vida foi tragicamente ceifada em abril deste ano. A mudança foi oficializada através da publicação da Lei 5523 no Diário Oficial de Juazeiro do Norte, que altera o trecho 1 da Malha Cicloviária do município. O ciclista, Manoelzim Fibra de Carbono, faleceu em uma fatídica tarde, quando foi atropelado por um veículo na CE-060, situada na zona rural do município de Jardim. Sua paixão pela bicicleta e sua dedicação à promoção do ciclismo saudável e sustentável não serão esquecidas, conforme a cidade presta tributo a seu legado. O trecho renomeado, agora denominado “Ciclovia Manoel Soares de Lima – Manoelzim Fibra de Carbono”, estende-se da Avenida Paulo Maia até a rua Coronel Firmino Araújo. A mudança no nome da ciclovia visa perpetuar a memória do ciclista, servindo como um lembrete constante para os cidadãos sobre a importância da segurança viária e do respeito aos ciclistas nas estradas. A Lei, que já se encontra em vigor, é de autoria do vereador Fábio do Gás, com coautoria dos vereadores Jaqueline Gouveia e Raimundo Junior. A mudança de nome do trecho da ciclovia é um tributo a Manoelzim Fibra de Carbono, celebrando sua dedicação ao ciclismo e sua contribuição para uma comunidade mais saudável e consciente.  Por: Redação Caririensi

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Manoel sim foi atropelado em abril de 2023 Imagens: Reprodução/ Redes Sociais  Um trecho significativo da Avenida Paulo Maia ganhou um novo nome, marcando uma homenagem emocional ao ciclista Manoelzim Fibra de Carbono, cuja vida foi tragicamente ceifada em abril deste ano. A mudança foi oficializada através da publicação da Lei 5523 no Diário Oficial de Juazeiro do Norte, que altera o trecho 1 da Malha Cicloviária do município. O ciclista, Manoelzim Fibra de Carbono, faleceu em uma fatídica tarde, quando foi atropelado por um veículo na CE-060, situada na zona rural do município de Jardim. Sua paixão pela bicicleta e sua dedicação à promoção do ciclismo saudável e sustentável não serão esquecidas, conforme a cidade presta tributo a seu legado. O trecho renomeado, agora denominado “Ciclovia Manoel Soares de Lima – Manoelzim Fibra de Carbono”, estende-se da Avenida Paulo Maia até a rua Coronel Firmino Araújo. A mudança no nome da ciclovia visa perpetuar a memória do ciclista, servindo como um lembrete constante para os cidadãos sobre a importância da segurança viária e do respeito aos ciclistas nas estradas. A Lei, que já se encontra em vigor, é de autoria do vereador Fábio do Gás, com coautoria dos vereadores Jaqueline Gouveia e Raimundo Junior. A mudança de nome do trecho da ciclovia é um tributo a Manoelzim Fibra de Carbono, celebrando sua dedicação ao ciclismo e sua contribuição para uma comunidade mais saudável e consciente.  Por: Redação Caririensi

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Lei Maria da Penha completa 17 anos sendo bem avaliada pela população brasileira

A Lei Maria da Penha teve um impacto positivo ao incentivar as mulheres a denunciarem casos de violência doméstica Imagem: Reprodução/ Redes Sociais A Lei Maria da Penha, sancionada em 7 de agosto de 2006 comemora seus 17 anos como uma importante ferramenta de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra as mulheres no Brasil. De acordo com a Pesquisa Violência doméstica contra a mulher na pandemia, realizada em 2020 pelo Locomotiva Instituto Patrícia Galvão, 85% da população brasileira conhece muito ou um pouco sobre a lei. A Lei Maria da Penha teve um impacto positivo ao incentivar as mulheres a denunciarem mais casos de violência doméstica, conforme relatado por 84% dos brasileiros. No entanto, a pesquisa também revela que 80% concordam que a lei é benéfica, mas enfrenta desafios na sua aplicação prática. Apesar dos avanços, os dados da Rede de Observatórios da Segurança revelam uma triste realidade, com uma mulher sendo vítima de feminicídio a cada dia no Brasil. Em 2022, a taxa de feminicídios aumentou em sete estados, com crimes predominantemente cometidos por maridos, namorados, companheiros e ex-companheiros dentro de casa. Em 2023, até o dia 13 de junho, 17 mulheres foram vítimas de feminicídio apenas no estado do Ceará. Um trágico incidente recente envolveu um Policial Militar em Fortaleza que foi preso após matar sua esposa. Diante desses desafios, o Conselho Nacional de Justiça tem buscado debater a aplicação da Lei Maria da Penha, promovendo a XVII Jornada Lei Maria da Penha, realizada pela primeira vez fora de Brasília. O evento visa apresentar propostas e orientações para toda a magistratura, buscando aprimorar as ações de enfrentamento à violência contra as mulheres. Apesar dos desafios e dos tristes dados de violência, a Lei Maria da Penha continua sendo uma importante referência no combate à violência doméstica e familiar no país, e a luta por sua efetiva aplicação e conscientização da população sobre os direitos das mulheres deve continuar. Quem é Maria da Penha? A Lei Maria da Penha leva o nome da farmacêutica cearense Maria da Penha Maia Fernandes, cujo caso inspirou o projeto de lei em 2004 após ser vítima de uma tentativa de feminicídio cometida pelo marido. O agressor só foi preso 20 anos depois do ocorrido. Por: Redação Caririensi

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A Lei Maria da Penha teve um impacto positivo ao incentivar as mulheres a denunciarem casos de violência doméstica Imagem: Reprodução/ Redes Sociais A Lei Maria da Penha, sancionada em 7 de agosto de 2006 comemora seus 17 anos como uma importante ferramenta de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra as mulheres no Brasil. De acordo com a Pesquisa Violência doméstica contra a mulher na pandemia, realizada em 2020 pelo Locomotiva Instituto Patrícia Galvão, 85% da população brasileira conhece muito ou um pouco sobre a lei. A Lei Maria da Penha teve um impacto positivo ao incentivar as mulheres a denunciarem mais casos de violência doméstica, conforme relatado por 84% dos brasileiros. No entanto, a pesquisa também revela que 80% concordam que a lei é benéfica, mas enfrenta desafios na sua aplicação prática. Apesar dos avanços, os dados da Rede de Observatórios da Segurança revelam uma triste realidade, com uma mulher sendo vítima de feminicídio a cada dia no Brasil. Em 2022, a taxa de feminicídios aumentou em sete estados, com crimes predominantemente cometidos por maridos, namorados, companheiros e ex-companheiros dentro de casa. Em 2023, até o dia 13 de junho, 17 mulheres foram vítimas de feminicídio apenas no estado do Ceará. Um trágico incidente recente envolveu um Policial Militar em Fortaleza que foi preso após matar sua esposa. Diante desses desafios, o Conselho Nacional de Justiça tem buscado debater a aplicação da Lei Maria da Penha, promovendo a XVII Jornada Lei Maria da Penha, realizada pela primeira vez fora de Brasília. O evento visa apresentar propostas e orientações para toda a magistratura, buscando aprimorar as ações de enfrentamento à violência contra as mulheres. Apesar dos desafios e dos tristes dados de violência, a Lei Maria da Penha continua sendo uma importante referência no combate à violência doméstica e familiar no país, e a luta por sua efetiva aplicação e conscientização da população sobre os direitos das mulheres deve continuar. Quem é Maria da Penha? A Lei Maria da Penha leva o nome da farmacêutica cearense Maria da Penha Maia Fernandes, cujo caso inspirou o projeto de lei em 2004 após ser vítima de uma tentativa de feminicídio cometida pelo marido. O agressor só foi preso 20 anos depois do ocorrido. Por: Redação Caririensi

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A Lei Maria da Penha teve um impacto positivo ao incentivar as mulheres a denunciarem casos de violência doméstica Imagem: Reprodução/ Redes Sociais A Lei Maria da Penha, sancionada em 7 de agosto de 2006 comemora seus 17 anos como uma importante ferramenta de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra as mulheres no Brasil. De acordo com a Pesquisa Violência doméstica contra a mulher na pandemia, realizada em 2020 pelo Locomotiva Instituto Patrícia Galvão, 85% da população brasileira conhece muito ou um pouco sobre a lei. A Lei Maria da Penha teve um impacto positivo ao incentivar as mulheres a denunciarem mais casos de violência doméstica, conforme relatado por 84% dos brasileiros. No entanto, a pesquisa também revela que 80% concordam que a lei é benéfica, mas enfrenta desafios na sua aplicação prática. Apesar dos avanços, os dados da Rede de Observatórios da Segurança revelam uma triste realidade, com uma mulher sendo vítima de feminicídio a cada dia no Brasil. Em 2022, a taxa de feminicídios aumentou em sete estados, com crimes predominantemente cometidos por maridos, namorados, companheiros e ex-companheiros dentro de casa. Em 2023, até o dia 13 de junho, 17 mulheres foram vítimas de feminicídio apenas no estado do Ceará. Um trágico incidente recente envolveu um Policial Militar em Fortaleza que foi preso após matar sua esposa. Diante desses desafios, o Conselho Nacional de Justiça tem buscado debater a aplicação da Lei Maria da Penha, promovendo a XVII Jornada Lei Maria da Penha, realizada pela primeira vez fora de Brasília. O evento visa apresentar propostas e orientações para toda a magistratura, buscando aprimorar as ações de enfrentamento à violência contra as mulheres. Apesar dos desafios e dos tristes dados de violência, a Lei Maria da Penha continua sendo uma importante referência no combate à violência doméstica e familiar no país, e a luta por sua efetiva aplicação e conscientização da população sobre os direitos das mulheres deve continuar. Quem é Maria da Penha? A Lei Maria da Penha leva o nome da farmacêutica cearense Maria da Penha Maia Fernandes, cujo caso inspirou o projeto de lei em 2004 após ser vítima de uma tentativa de feminicídio cometida pelo marido. O agressor só foi preso 20 anos depois do ocorrido. Por: Redação Caririensi

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