Neste 20 de fevereiro, Dia Nacional de Combate às Drogas e ao Alcoolismo, os dois cearenses narram aqui as duras jornadas que percorreram até a sobriedade
Foto:Reprodução/Redes Sociais
A bebida alcoólica entrou na vida de Ariadne* (nome fictício) antes de ela nascer. Pai, tio e irmão eram reféns do alcoolismo. O alerta não foi suficiente: por “genética ou destino”, ela também sucumbiu ao vício, e precisou buscar ajuda, em plena pandemia, para largá-lo.
José*, 70, conheceu o cheiro e o gosto forte da cachaça aos 13 anos, e já nessa época via “toda dose levar a um porre”. Não tinha controle. Aos 24, conseguiu esticar o braço para fora do “fundo do poço” e alcançar ajuda. Vive agarrado a ela até hoje, 4 décadas depois.
Neste 20 de fevereiro, Dia Nacional de Combate às Drogas e ao Alcoolismo, os dois cearenses narram aqui as duras jornadas que percorreram até a sobriedade – Ariadne está sem beber há 1 e 6 meses; José, há mais de 40 anos.
Reprodução: Diário do Nordeste