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Justiça nega soltura de PM acusada de matar soldado carbonizado

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A justiça negou o pedido de soltura da Soldado Júlia Natália Girão Gomes, presa sob acusação de envolvimentos na morte do policial militar Raphael Sampaio da Silva, que teve o seu corpo carbonizado encontrado dentro do próprio carro no dia 11 de agosto.

A desembargadora citou que, conforme a investigação, a soldado chegou a oferecer R$50 para um colega  trocar a escala de trabalho, podendo trabalhar com a vítima na tarde anterior ao crime. A acusada ainda pediu a soltura baseada no fato de ser mãe. A relatora ressaltou que o benefício da prisão domiciliar não se aplica a crimes cometidos com violência ou grave ameaça.

O caso teve o soldado da Polícia Militar, Raphael Sampaio da Silva foi assassinado com três tiros na cabeça e foi encontrado carbonizado dentro de um carri em Itaitinga, na Região Metropolitana de Fortaleza, em 11 de agosto.

Por redação: Caririensi.

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