Advogada se mostra contra possível soltura do Maníaco do Parque em 2028

maniaco do parque

Carolina Landim, advogada contratada para defender Francisco de Assis Pereira, mas conhecido como Maníaco do Parque, condenado a 285 anos de prisão por matar sete mulheres e estuprar outras nove, se mostra contra a sua soltura, que poderá acontecer em 2028. Como argumento, a defensora aponta que ele não passou por acompanhamento psiquiátrico adequado nem possui laudos atualizados sobre sua condição mental.

Os crimes cometidos pelo serial killer ocorreram entre 1997 e 1998, e ganharam notoriedade em todo o Brasil. Em 4 de agosto de 1998, ele foi condenado a mais de dois séculos de prisão. Na época, o limite de cumprimento de pena no país era de 30 anos, mas em 2019, o limite passou para 40, valendo apenas para crimes cometidos a partir da vigência da lei, em 2020.

Para que Francisco seja solto, seria necessário um pedido formal da defesa, algo que a advogada não tem intenção de fazer. “Por mim, ele ficará preso para sempre”, declarou em entrevista ao jornal O Globo. O criminoso, em conversa com Carolina, disse se considerar “outra pessoa”, e que estar “apto a viver em sociedade”

Ela também revelou que o maníaco solicitou dentes de porcelana, um rádio e um par de patins como exigências para aceitar participar de um documentário sobre seus crimes. Em 2024, a história voltou a chamar atenção midiática com o lançamento de um filme sobre o caso, com o ator cearense Silvero Pereira no papel principal.

 

Por: Redação Caririensi

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