Pela 1ª vez no Brasil, um acordo inédito desse tipo foi feito pelo Ministério do Trabalho
Uma boate na cidade de São Paulo, no mês de junho, foi alvo de uma fiscalização feita pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) a partir de denúncias sobre condições análogas á escravidão. E pela 1ª vez no Brasil, um acordo inédito foi feito pelo Ministério do Trabalho, que comprovou vínculo imprecatório e assegurou carteira assinada a três prostitutas que trabalham no local.
Na fiscalização, o Ministério Público do Trabalho verificou as condições de alojamento, alimentação e remuneração dos estabelecimentos e constatou que “as profissionais eram de fato empregadas que atuavam na informalidade”.
O trabalho nas boates, com a concordância do proprietário, assinará um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) e a ocupação “profissional do sexo” está listado na Classificação Brasileira de Ocupação (CBO) desde 2014. O MPT recomenda também a obrigação de não contratar ou deixar permanecer qualquer menor de 18 anos.
De acordo com o MPT, essa foi a 1ª vez que uma fiscalização trabalhista conseguiu efetivar o vínculo empregatício de pessoas que atuam com prostituição.
Por: Redação Caririensi

