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Balanço Geral da Câmara de Missão Velha – Vereadores derrubam projetos do prefeito que julgam prejudicar os agricultores

Para os vereadores, os dois projetos voltados para a agricultura dariam poder demais à uma gestão que classificam como “perseguidora”                          Foto: Divulgação Agência Caririensi Na sessão dessa quarta-feira (24) da Câmara Municipal de Missão Velha, os vereadores receberam o Secretário de Desenvolvimento Agrário, Vicente de Paulo Ribeiro Silva, para que apresentassem dois projetos do prefeito para o meio ambiente que atingem diretamente os agricultores do município. O primeiro projeto propõe que a prefeitura tenha autonomia para oferecer o LAC (Licença de Adesão e Compromisso) aos pequenos agricultores do município. O LAC é um documento exigido para que tenha acesso ao crédito rural e só pode ser conseguido através da Semace (Superintendência Estadual do Meio Ambiente). O Secretário justifica que a Semace não teria condições de alcançar todo o estado a autonomia do município diminuiria a burocracia. O segundo projeto também diz respeito a uma autonomia dada ao prefeito, dessa vez autorizando-o a delegar ações de serviço de saneamento básico nas localidades rurais e de pequeno porte de missão velha para o Sisar (Sistema Integrado de Saneamento Rural). A integração da comunidade rural ao Sisar daria suporte jurídico para a implantação do programa Águas do Sertão. Os projetos dividiram os vereadores de base e oposição. Enquanto os apoiadores do prefeito votaram a favor, julgando os projetos como benéficos para a população rural, a oposição acreditou que seria dar muito poder nas mãos do prefeito. Os vereadores chamaram a administração de Dr. Lorim (PDT) como perseguidora e mentirosa, fazendo acreditar que o prefeito dificultaria o acesso para quem fosse contrário à sua gestão. Para desempatar, o presidente da Câmara, José Nairton (PT), votou contra ambos os projetos, acatando a ideia de que Lorim prejudicaria os pequenos agricultores e oficialmente derrubando-os.  

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Para os vereadores, os dois projetos voltados para a agricultura dariam poder demais à uma gestão que classificam como “perseguidora”                          Foto: Divulgação Agência Caririensi Na sessão dessa quarta-feira (24) da Câmara Municipal de Missão Velha, os vereadores receberam o Secretário de Desenvolvimento Agrário, Vicente de Paulo Ribeiro Silva, para que apresentassem dois projetos do prefeito para o meio ambiente que atingem diretamente os agricultores do município. O primeiro projeto propõe que a prefeitura tenha autonomia para oferecer o LAC (Licença de Adesão e Compromisso) aos pequenos agricultores do município. O LAC é um documento exigido para que tenha acesso ao crédito rural e só pode ser conseguido através da Semace (Superintendência Estadual do Meio Ambiente). O Secretário justifica que a Semace não teria condições de alcançar todo o estado a autonomia do município diminuiria a burocracia. O segundo projeto também diz respeito a uma autonomia dada ao prefeito, dessa vez autorizando-o a delegar ações de serviço de saneamento básico nas localidades rurais e de pequeno porte de missão velha para o Sisar (Sistema Integrado de Saneamento Rural). A integração da comunidade rural ao Sisar daria suporte jurídico para a implantação do programa Águas do Sertão. Os projetos dividiram os vereadores de base e oposição. Enquanto os apoiadores do prefeito votaram a favor, julgando os projetos como benéficos para a população rural, a oposição acreditou que seria dar muito poder nas mãos do prefeito. Os vereadores chamaram a administração de Dr. Lorim (PDT) como perseguidora e mentirosa, fazendo acreditar que o prefeito dificultaria o acesso para quem fosse contrário à sua gestão. Para desempatar, o presidente da Câmara, José Nairton (PT), votou contra ambos os projetos, acatando a ideia de que Lorim prejudicaria os pequenos agricultores e oficialmente derrubando-os.  

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Secretário de Turismo do Estado defende não realização de festas públicas no Réveillon e Carnaval

Arialdo Pinho disse estar conversando desde outubro com prefeitos de cidades cearenses e defendido que não haja festas que gerem aglomerações no fim do ano e começo do próximo                 Foto: Yago Albuquerque O secretário de Turismo do Estado, Arialdo Pinho, está se pocisionando contra a realização de eventos públicos nas festas de Réveillon deste ano e do Carnaval 2022.  Arialdo, em contato com esta coluna, disse estar conversando desde outubro com prefeitos de cidades cearenses e defendido que não haja festas que gerem aglomerações no fim do ano e começo do próximo, por conta dos riscos em relação à Covid-19. O secretário de Turismo tem atuação próxima do setor produtivo, principalmente das cadeias de hotéis e resorts, mas tem pregado cautela em relação aos dados epidemiológicos. Ele defende, por exemplo, que a Agência Nacional de Vigilância sanitária (Anvisa), e os demais órgãos federais, exijam vacinação obrigatória para entrada de estrangeiros. “A maioria dos países do mundo já solicita. Vacina e exame RT-PCR. Seria para a segurança do Brasil”, prega o secretário. ARIALDO PINHO secretário de Turismo do Estado do Ceará Recentemente, o governador Camilo Santana (PT) também se posicionou contrário à realização destas festividades no Estado. A declaração ocorreu no momento em que muitos municípios já se programavam para a realização de festas no fim do ano. Camilo tenta conter o ímpeto dos mais afoitos em relação a eventos que, com presença de bebidas alcóolicas, acabam descuidando nas regras de distanciamento. EM MEIO À PANDEMIA Em meio a uma das fortes ondas da pandemia, o Estado teve que recorrer à Justiça para tentar monitorar os passageiros que chegavam ao Ceará em voos comerciais no Aeroporto de Fortaleza.  A gestão chegou a conseguir uma liminar, que foi derrubada posteriormente. A grande quantidade de voos internacionais para o Estado é apontada como uma das resposáveis pela forte onda da Covid-19 que já resultou em quase 25 mil mortes desde março de 2020. Fonte: Diário do Nordeste

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Arialdo Pinho disse estar conversando desde outubro com prefeitos de cidades cearenses e defendido que não haja festas que gerem aglomerações no fim do ano e começo do próximo                 Foto: Yago Albuquerque O secretário de Turismo do Estado, Arialdo Pinho, está se pocisionando contra a realização de eventos públicos nas festas de Réveillon deste ano e do Carnaval 2022.  Arialdo, em contato com esta coluna, disse estar conversando desde outubro com prefeitos de cidades cearenses e defendido que não haja festas que gerem aglomerações no fim do ano e começo do próximo, por conta dos riscos em relação à Covid-19. O secretário de Turismo tem atuação próxima do setor produtivo, principalmente das cadeias de hotéis e resorts, mas tem pregado cautela em relação aos dados epidemiológicos. Ele defende, por exemplo, que a Agência Nacional de Vigilância sanitária (Anvisa), e os demais órgãos federais, exijam vacinação obrigatória para entrada de estrangeiros. “A maioria dos países do mundo já solicita. Vacina e exame RT-PCR. Seria para a segurança do Brasil”, prega o secretário. ARIALDO PINHO secretário de Turismo do Estado do Ceará Recentemente, o governador Camilo Santana (PT) também se posicionou contrário à realização destas festividades no Estado. A declaração ocorreu no momento em que muitos municípios já se programavam para a realização de festas no fim do ano. Camilo tenta conter o ímpeto dos mais afoitos em relação a eventos que, com presença de bebidas alcóolicas, acabam descuidando nas regras de distanciamento. EM MEIO À PANDEMIA Em meio a uma das fortes ondas da pandemia, o Estado teve que recorrer à Justiça para tentar monitorar os passageiros que chegavam ao Ceará em voos comerciais no Aeroporto de Fortaleza.  A gestão chegou a conseguir uma liminar, que foi derrubada posteriormente. A grande quantidade de voos internacionais para o Estado é apontada como uma das resposáveis pela forte onda da Covid-19 que já resultou em quase 25 mil mortes desde março de 2020. Fonte: Diário do Nordeste

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Piso salarial para profissionais da enfermagem segue para a Câmara

        O senador Fabiano Contarato é o autor do projeto original                Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (24), na forma de um substitutivo, o projeto que institui o piso salarial nacional do enfermeiro, do técnico e do auxiliar de enfermagem e também da parteira (PL 2.564/2020). A proposta é de autoria do senador Fabiano Contarato (Rede-ES) e recebeu voto favorável da relatora, senadora Zenaide Maia (Pros-RN), que apresentou o substitutivo aprovado em Plenário. Agora o texto será analisado pela Câmara dos Deputados. O projeto inclui o piso salarial na Lei 7.498, de 1986, que regulamenta o exercício da enfermagem, estabelecendo um mínimo inicial para enfermeiros no valor de R$ 4.750, a ser pago nacionalmente por serviços de saúde públicos e privados, para uma jornada de trabalho de 30 horas semanais. Em relação à remuneração mínima dos demais profissionais, o projeto fixa a seguinte gradação: 70% do piso nacional dos enfermeiros para os técnicos de enfermagem e 50% do piso nacional dos enfermeiros para os auxiliares de enfermagem e as parteiras. Homenagem Ao defender o projeto, Contarato sustentou que sua aprovação seria a melhor homenagem possível a esses profissionais que, em meio ao maior desafio sanitário já enfrentado neste século, colocam suas vidas em risco para salvar vítimas da covid-19. Segundo o senador, “a fixação do piso salarial nacional a profissionais de enfermagem e das atividades auxiliares é um reparo imprescindível a ser feito”. Ele informou que no seu estado, o Espírito Santo, a remuneração média de enfermeiros é inferior a dois salários mínimos. Contarato agradeceu ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, pelo fato de o projeto ter sido pautado no Plenário. Ele também elogiou o caráter humanista de Zenaide na construção de seu relatório e a disposição da senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) no auxílio para o entendimento a respeito do texto. Contarato lembrou que apresentou o projeto no dia 12 de maio do ano passado, data em que é comemorado o Dia Internacional da Enfermagem. Ao reiterar que o projeto é uma forma de homenagem a esses profissionais, o senador observou que há cerca de 2,4 milhões de enfermeiros no Brasil. Ele destacou que 85% desses profissionais são mulheres e mais de 53% são pretos e pardos. E, ao cobrar mais valorização para os profissionais da enfermagem, lamentou a misoginia, a homofobia e o racismo institucional que ao longo dos anos marcou o posicionamento dos políticos no país. O senador se emocionou ao lembrar que sua cunhada, que era técnica de enfermagem, morreu de covid-19 aos 44 anos. — Tenhamos mais empatia. Vamos lutar por uma sociedade mais justa e por um país melhor — pediu ele. Para Zenaide Maia, com um piso salarial nacional, será possível oferecer serviços de saúde com mais qualidade a todos os brasileiros. Ela apontou que não é razoável exigir que justamente aqueles que trabalham nas piores condições recebam os piores salários. Para a senadora, a valorização desses profissionais trará uma melhoria na qualidade do atendimento e vai estimular a “interiorização” de mais profissionais. — Esse projeto é uma forma de aplaudir esses profissionais, para dar dignidade e respeito à enfermagem. Profissionais eficientes, planejamento e centralização podem reduzir perdas e restabelecer a normalidade em caso de novas crises pandêmicas ou novas ondas — afirmou a senadora ao defender seu substitutivo. Relatório Zenaide informou que foram apresentadas 11 emendas em Plenário, das quais ela acatou quatro de forma parcial. Uma delas, da senadora Eliziane Gama, estabelece o valor do piso para enfermeiros em R$ 4.750. O valor da proposta original era de R$ 7.315, enquanto outra emenda sugeria o valor de R$ 3.500. Zenaide optou pelo valor intermediário, por considerá-lo “bem razoável”. Eliziane também apresentou outra sugestão, acatada pela relatora, para assegurar a manutenção dos salários vigentes superiores ao piso, independentemente da jornada de trabalho para a qual o profissional tenha sido contratado. Zenaide disse que é uma forma de garantir a irredutibilidade do salário. A relatora também acatou uma emenda do senador Wellington Fagundes (PL-MT), que sugeriu desmembrar as diversas instâncias de empregadores ou contratadores de enfermeiros, técnicos ou auxiliares de enfermagem, além de parteiras, para fazer distinção entre “celetistas” e estatutários públicos. Com base em uma sugestão dos senadores Lasier Martins (Podemos-RS) e Eliziane Gama, o texto passou a prever a correção anual do piso com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Jornada e vigência No texto original, Contarato sugeria que o piso salarial nacional seria elevado proporcionalmente ao número de horas excedentes que extrapolassem as 30 horas semanais. No substitutivo, Zenaide Maia retirou esse dispositivo. Em seu lugar, a relatora sugeriu a possibilidade de compensação de horários e redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva. Zenaide Maia, que é médica, mudou também a data de entrada em vigor da proposta. Contarato havia sugerido que o piso passasse a valer 180 dias após a publicação da nova lei. Já a relatora propôs que a futura lei entre em vigor no primeiro dia do exercício financeiro seguinte ao de sua publicação. Fonte: Agência Senado

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Piso salarial para profissionais da enfermagem segue para a Câmara

        O senador Fabiano Contarato é o autor do projeto original                Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (24), na forma de um substitutivo, o projeto que institui o piso salarial nacional do enfermeiro, do técnico e do auxiliar de enfermagem e também da parteira (PL 2.564/2020). A proposta é de autoria do senador Fabiano Contarato (Rede-ES) e recebeu voto favorável da relatora, senadora Zenaide Maia (Pros-RN), que apresentou o substitutivo aprovado em Plenário. Agora o texto será analisado pela Câmara dos Deputados. O projeto inclui o piso salarial na Lei 7.498, de 1986, que regulamenta o exercício da enfermagem, estabelecendo um mínimo inicial para enfermeiros no valor de R$ 4.750, a ser pago nacionalmente por serviços de saúde públicos e privados, para uma jornada de trabalho de 30 horas semanais. Em relação à remuneração mínima dos demais profissionais, o projeto fixa a seguinte gradação: 70% do piso nacional dos enfermeiros para os técnicos de enfermagem e 50% do piso nacional dos enfermeiros para os auxiliares de enfermagem e as parteiras. Homenagem Ao defender o projeto, Contarato sustentou que sua aprovação seria a melhor homenagem possível a esses profissionais que, em meio ao maior desafio sanitário já enfrentado neste século, colocam suas vidas em risco para salvar vítimas da covid-19. Segundo o senador, “a fixação do piso salarial nacional a profissionais de enfermagem e das atividades auxiliares é um reparo imprescindível a ser feito”. Ele informou que no seu estado, o Espírito Santo, a remuneração média de enfermeiros é inferior a dois salários mínimos. Contarato agradeceu ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, pelo fato de o projeto ter sido pautado no Plenário. Ele também elogiou o caráter humanista de Zenaide na construção de seu relatório e a disposição da senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) no auxílio para o entendimento a respeito do texto. Contarato lembrou que apresentou o projeto no dia 12 de maio do ano passado, data em que é comemorado o Dia Internacional da Enfermagem. Ao reiterar que o projeto é uma forma de homenagem a esses profissionais, o senador observou que há cerca de 2,4 milhões de enfermeiros no Brasil. Ele destacou que 85% desses profissionais são mulheres e mais de 53% são pretos e pardos. E, ao cobrar mais valorização para os profissionais da enfermagem, lamentou a misoginia, a homofobia e o racismo institucional que ao longo dos anos marcou o posicionamento dos políticos no país. O senador se emocionou ao lembrar que sua cunhada, que era técnica de enfermagem, morreu de covid-19 aos 44 anos. — Tenhamos mais empatia. Vamos lutar por uma sociedade mais justa e por um país melhor — pediu ele. Para Zenaide Maia, com um piso salarial nacional, será possível oferecer serviços de saúde com mais qualidade a todos os brasileiros. Ela apontou que não é razoável exigir que justamente aqueles que trabalham nas piores condições recebam os piores salários. Para a senadora, a valorização desses profissionais trará uma melhoria na qualidade do atendimento e vai estimular a “interiorização” de mais profissionais. — Esse projeto é uma forma de aplaudir esses profissionais, para dar dignidade e respeito à enfermagem. Profissionais eficientes, planejamento e centralização podem reduzir perdas e restabelecer a normalidade em caso de novas crises pandêmicas ou novas ondas — afirmou a senadora ao defender seu substitutivo. Relatório Zenaide informou que foram apresentadas 11 emendas em Plenário, das quais ela acatou quatro de forma parcial. Uma delas, da senadora Eliziane Gama, estabelece o valor do piso para enfermeiros em R$ 4.750. O valor da proposta original era de R$ 7.315, enquanto outra emenda sugeria o valor de R$ 3.500. Zenaide optou pelo valor intermediário, por considerá-lo “bem razoável”. Eliziane também apresentou outra sugestão, acatada pela relatora, para assegurar a manutenção dos salários vigentes superiores ao piso, independentemente da jornada de trabalho para a qual o profissional tenha sido contratado. Zenaide disse que é uma forma de garantir a irredutibilidade do salário. A relatora também acatou uma emenda do senador Wellington Fagundes (PL-MT), que sugeriu desmembrar as diversas instâncias de empregadores ou contratadores de enfermeiros, técnicos ou auxiliares de enfermagem, além de parteiras, para fazer distinção entre “celetistas” e estatutários públicos. Com base em uma sugestão dos senadores Lasier Martins (Podemos-RS) e Eliziane Gama, o texto passou a prever a correção anual do piso com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Jornada e vigência No texto original, Contarato sugeria que o piso salarial nacional seria elevado proporcionalmente ao número de horas excedentes que extrapolassem as 30 horas semanais. No substitutivo, Zenaide Maia retirou esse dispositivo. Em seu lugar, a relatora sugeriu a possibilidade de compensação de horários e redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva. Zenaide Maia, que é médica, mudou também a data de entrada em vigor da proposta. Contarato havia sugerido que o piso passasse a valer 180 dias após a publicação da nova lei. Já a relatora propôs que a futura lei entre em vigor no primeiro dia do exercício financeiro seguinte ao de sua publicação. Fonte: Agência Senado

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Crato comemora 200 mil doses aplicadas da vacina contra a Covid-19; vacinação segue sem agendamento

               Foto: Divulgação/ASCOM Crato Na segunda-feira (22) a Prefeitura Municipal do Crato contabilizou mais de 200 mil doses aplicadas contra a Covid-19. O avanço tem refletido diretamente na queda do número de novos casos e, há 40 dias, o município está sem registrar óbitos de Covid-19. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) continua a imunização sem a necessidade de agendamento no Saúde Digital., contemplado diversos públicos, com D1, D2 e dose reforço. Até o dia 22 de novembro, foram aplicadas 200.346 doses da vacina contra a Covid-19. Destas, 104.510 são primeira dose (D1), 86.605 segunda dose (D2), 2.559 são do tipo dose única e 6.672 doses reforço. Primeira Dose  Dia 25/11 – População Geral a partir de 18 anos: no Centro de Vacinação, de 8h às 12h e 13h30 às 16h. Segunda Dose Dia 25/11 – População Geral, vacinados com 14 dias da primeira dose: no Centro de Vacinação, de 8h às 12h e 13h30 às 16h; Dia 26/11 – Pfizer, para vacinados com 60 dias da primeira dose: nas Unidades de Saúde, exceto Palmeiral, Vila Pe. Cícero e Recreio; de 8h30 às 11h. Dose Reforço Dia 24/11 – Idosos a partir de 65 anos, com 5 meses da segunda dose. Local: Unidades de Saúde, exceto Palmeiral, Edite Mariano, Vila Pe. Cícero e Recreio; de 8h30 às 11h; Dia 25/11 – Trabalhadores da Saúde (faltosos das demais convocações): no Centro de Vacinação | 8h às 12h e 13h30 às 16h; Dia 26/11 – Idosos a partir de 60 anos, com 5 meses da segunda dose. Locais: Unidades de Saúde, exceto Palmeiral, Vila Pe. Cícero e Recreio; de 8h30 às 11h; e no Centro de Vacinação, 8h30 às 12h e 13h30 às

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               Foto: Divulgação/ASCOM Crato Na segunda-feira (22) a Prefeitura Municipal do Crato contabilizou mais de 200 mil doses aplicadas contra a Covid-19. O avanço tem refletido diretamente na queda do número de novos casos e, há 40 dias, o município está sem registrar óbitos de Covid-19. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) continua a imunização sem a necessidade de agendamento no Saúde Digital., contemplado diversos públicos, com D1, D2 e dose reforço. Até o dia 22 de novembro, foram aplicadas 200.346 doses da vacina contra a Covid-19. Destas, 104.510 são primeira dose (D1), 86.605 segunda dose (D2), 2.559 são do tipo dose única e 6.672 doses reforço. Primeira Dose  Dia 25/11 – População Geral a partir de 18 anos: no Centro de Vacinação, de 8h às 12h e 13h30 às 16h. Segunda Dose Dia 25/11 – População Geral, vacinados com 14 dias da primeira dose: no Centro de Vacinação, de 8h às 12h e 13h30 às 16h; Dia 26/11 – Pfizer, para vacinados com 60 dias da primeira dose: nas Unidades de Saúde, exceto Palmeiral, Vila Pe. Cícero e Recreio; de 8h30 às 11h. Dose Reforço Dia 24/11 – Idosos a partir de 65 anos, com 5 meses da segunda dose. Local: Unidades de Saúde, exceto Palmeiral, Edite Mariano, Vila Pe. Cícero e Recreio; de 8h30 às 11h; Dia 25/11 – Trabalhadores da Saúde (faltosos das demais convocações): no Centro de Vacinação | 8h às 12h e 13h30 às 16h; Dia 26/11 – Idosos a partir de 60 anos, com 5 meses da segunda dose. Locais: Unidades de Saúde, exceto Palmeiral, Vila Pe. Cícero e Recreio; de 8h30 às 11h; e no Centro de Vacinação, 8h30 às 12h e 13h30 às

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Guarani vence o Campo Grande e está em vantagem pelo acesso

Leão do mercado pode até perder por 1 gol que garantirá vaga na série B do Cearense de 2022                     Foto: Ascom Guarani No confronto que decidirá qual juazeirense se juntará a Barbalha e Cariri, para representar a região na série B do Cearense de 2022, o Guarani levou a melhor e derrotou o Campo Grande por 2 a 0. A partida aconteceu nesta tarde (24), no Inaldão em Barbalha. A partida começou muito movimentada, com as duas equipes buscando os gol, porém, o leão do mercado teve mais êxito e conseguiu envolver o campusta e dominar as ações do jogo. No segundo tempo, a partida continuou no mesmo ritmo, mas o rubro-negro chegou ao primeiro gol, aos 16′ com uma bela cabeçada de Dagson, que chegou ao sétimo gol e é o artilheiro da competição. Já aos 33′, Natan recebeu passe de André Cassado dentro da pequena área e marcou o segundo do leão. Com a vitória, o Guarani pode até perder o jogo de volta por uma diferença de 1 gol que ficará com a vitória. No histórico, o Guarani nunca perdeu para o tigre. A partida de volta acontecerá no próximo sábado (27), às 15h no Inaldão. Na outra partida semifinal, o Quixadá foi derrotado pelo Grêmio Pague Menos por 2 a 1. Fonte: Site Badalo

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Leão do mercado pode até perder por 1 gol que garantirá vaga na série B do Cearense de 2022                     Foto: Ascom Guarani No confronto que decidirá qual juazeirense se juntará a Barbalha e Cariri, para representar a região na série B do Cearense de 2022, o Guarani levou a melhor e derrotou o Campo Grande por 2 a 0. A partida aconteceu nesta tarde (24), no Inaldão em Barbalha. A partida começou muito movimentada, com as duas equipes buscando os gol, porém, o leão do mercado teve mais êxito e conseguiu envolver o campusta e dominar as ações do jogo. No segundo tempo, a partida continuou no mesmo ritmo, mas o rubro-negro chegou ao primeiro gol, aos 16′ com uma bela cabeçada de Dagson, que chegou ao sétimo gol e é o artilheiro da competição. Já aos 33′, Natan recebeu passe de André Cassado dentro da pequena área e marcou o segundo do leão. Com a vitória, o Guarani pode até perder o jogo de volta por uma diferença de 1 gol que ficará com a vitória. No histórico, o Guarani nunca perdeu para o tigre. A partida de volta acontecerá no próximo sábado (27), às 15h no Inaldão. Na outra partida semifinal, o Quixadá foi derrotado pelo Grêmio Pague Menos por 2 a 1. Fonte: Site Badalo

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