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Ex-vizinhança de ‘Novo Lázaro’ teme volta do suspeito de matar a família

Wanderson Mota Protácio deixou o endereço com a família em Goianápolis após esfaquear a irmã da madrasta                Foto: Divulgação/Polícia Civil Moradores de Goianápolis (GO), onde morou Wanderson Mota Protácio, 21, suspeito de cometer um triplo homicídio contra a própria família, temem que o homem ainda foragido retorne ao antigo endereço. A reportagem do portal Metrópoles esteve no imóvel em que o “novo Lázaro” residiu com o pai e a madrasta na Rua Joaquim Soares da Silva, quadra 18, do município goiano. Moradores da região relataram que a família morou na casa grande e simples por cerca de um ano. Atualmente, o imóvel está fechado e com o portão acorrentado A então vizinhança de Wanderson o descreve como “discreto e calado”, assim como os demais membros da família dele. “Nem bom dia eles davam. Eram trabalhadores. Sabíamos que trabalhavam em hortas colhendo tomates. Saíam de casa cedo e voltavam no fim do dia. Logo se recolhiam”, disse uma senhora à reportagem. Os proprietários da residência alugada pela família de Wanderson comunicaram ao Metrópoles que eles saíram do local após o suspeito esfaquear a irmã da sua madrasta pelas costas em dezembro de 2019. “Não tínhamos muito contato. Era apenas para receber o aluguel e tratar sobre o contrato. Eles pagavam direitinho. Pouco víamos o Wanderson. Falávamos mais com o pai dele e a madrasta. Muito trabalhadores. Depois dos acontecimentos, foram embora e não tivemos mais notícias. Temos medo que o Wanderson possa aparecer por aqui também”, pontuou. CRIMES EM SÉRIE Wanderson matou a própria família — sua companheira, que estava grávida, e a filha dela, de dois anos e oito meses — no último domingo (28). Depois disso, ele teria ido à casa do patrão furtar revólver e munições e, em seguida, fugido para uma propriedade vizinha, onde matou um fazendeiro de 75 anos, roubando sua caminhonete e fugindo nela.  No segundo local, Wanderson ainda teria tentado estuprar a esposa do fazendeiro. Ela resistiu e acabou levando um tiro no ombro.  “A [mulher do idoso] tentou correr e o Wanderson disse que a mataria, mesmo assim ela correu. Ele a derrubou, bateu em seu rosto e tentou estuprá-la. Não conseguindo, atirou também contra ela, acertando seu ombro. Caída no chão, se fingiu de morta”, informou um trecho do Boletim de Ocorrência ao qual o G1 teve acesso.  Fonte: Diário do Nordeste

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Ex-vizinhança de ‘Novo Lázaro’ teme volta do suspeito de matar a família

Wanderson Mota Protácio deixou o endereço com a família em Goianápolis após esfaquear a irmã da madrasta                Foto: Divulgação/Polícia Civil Moradores de Goianápolis (GO), onde morou Wanderson Mota Protácio, 21, suspeito de cometer um triplo homicídio contra a própria família, temem que o homem ainda foragido retorne ao antigo endereço. A reportagem do portal Metrópoles esteve no imóvel em que o “novo Lázaro” residiu com o pai e a madrasta na Rua Joaquim Soares da Silva, quadra 18, do município goiano. Moradores da região relataram que a família morou na casa grande e simples por cerca de um ano. Atualmente, o imóvel está fechado e com o portão acorrentado A então vizinhança de Wanderson o descreve como “discreto e calado”, assim como os demais membros da família dele. “Nem bom dia eles davam. Eram trabalhadores. Sabíamos que trabalhavam em hortas colhendo tomates. Saíam de casa cedo e voltavam no fim do dia. Logo se recolhiam”, disse uma senhora à reportagem. Os proprietários da residência alugada pela família de Wanderson comunicaram ao Metrópoles que eles saíram do local após o suspeito esfaquear a irmã da sua madrasta pelas costas em dezembro de 2019. “Não tínhamos muito contato. Era apenas para receber o aluguel e tratar sobre o contrato. Eles pagavam direitinho. Pouco víamos o Wanderson. Falávamos mais com o pai dele e a madrasta. Muito trabalhadores. Depois dos acontecimentos, foram embora e não tivemos mais notícias. Temos medo que o Wanderson possa aparecer por aqui também”, pontuou. CRIMES EM SÉRIE Wanderson matou a própria família — sua companheira, que estava grávida, e a filha dela, de dois anos e oito meses — no último domingo (28). Depois disso, ele teria ido à casa do patrão furtar revólver e munições e, em seguida, fugido para uma propriedade vizinha, onde matou um fazendeiro de 75 anos, roubando sua caminhonete e fugindo nela.  No segundo local, Wanderson ainda teria tentado estuprar a esposa do fazendeiro. Ela resistiu e acabou levando um tiro no ombro.  “A [mulher do idoso] tentou correr e o Wanderson disse que a mataria, mesmo assim ela correu. Ele a derrubou, bateu em seu rosto e tentou estuprá-la. Não conseguindo, atirou também contra ela, acertando seu ombro. Caída no chão, se fingiu de morta”, informou um trecho do Boletim de Ocorrência ao qual o G1 teve acesso.  Fonte: Diário do Nordeste

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Sensus/ISTOÉ: pesquisa mostra que mais de 60% votariam em candidato da “terceira via”

Levantamento mostra que 61,9% dos eleitores não votam nem no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e nem no atual presidente Jair Bolsonaro (PL) caso tenham outra opção    Foto: Elza Fiúza/ABr)(foto: Foto: Elza Fiúza/ABR Uma pesquisa recente da Sensus, encomendada pela revista ISTOÉ, mostra que 61,9% dos eleitores não votam nem no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e nem no atual presidente Jair Bolsonaro (PL) caso tenham outra opção. A porcentagem indica que boa parte dos brasileiros está disposto a votar em um candidato da terceira vi. Esse nome, todavia, ainda é incerto. Os dados do levantamento apontam para tendência de um segundo turno entre Lula e Bolsonaro, que se acirram com 42,6% e 24,2% dos votos, respectivamente. Esta é a primeira pesquisa Sensus/ISTOÉ, realizada entre os dias 24 e 28, de forma presencial, junto a dois mil eleitores, em 136 municípios de 24 estados. A margem de erro de 2,2% para mais ou para menos. A pesquisa mostra que Lula seria eleito presidente caso as eleições fossem hoje. Os 42,6% dados a ele representam 50,8% dos votos válidos, o que poderia lhe garantir a vitória ainda no primeiro turno. Bolsonaro (PL) ficou em segundo com 24,2% das intenções de votos, seguido à distância pelos candidatos da terceira via: Sergio Moro (Podemos) está com 7,5%, Ciro Gomes (PDT) com 5,3% e João Doria (PSDB), 1,8%. Outros candidatos da terceira via somaram apenas 2,8%: Simone Tebet (MDB) com 1,2%; Luiz Henrique Mandetta (DEM) com 1%; Rodrigo Pacheco (PSD) com 0,3%; Luiz Felipe D’Ávila (Novo) com 0,2%; e Alessandro Vieira (Cidadania) com 0,1%. A pesquisa revela que em razão da radicalização do processo eleitoral, que já tomou conta do País de forma antecipada, os eleitores estão definindo os votos bem antes do normal. Tanto que Lula e Bolsonaro receberam elevado porcentual de votos espontâneos (33,6% para o petista e 21,5% para capitão). De qualquer forma, ainda há uma margem de 38% de votos indefinidos, que podem ir para um candidato da terceira via.   Fonte: Jornal O Povo

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Levantamento mostra que 61,9% dos eleitores não votam nem no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e nem no atual presidente Jair Bolsonaro (PL) caso tenham outra opção    Foto: Elza Fiúza/ABr)(foto: Foto: Elza Fiúza/ABR Uma pesquisa recente da Sensus, encomendada pela revista ISTOÉ, mostra que 61,9% dos eleitores não votam nem no ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e nem no atual presidente Jair Bolsonaro (PL) caso tenham outra opção. A porcentagem indica que boa parte dos brasileiros está disposto a votar em um candidato da terceira vi. Esse nome, todavia, ainda é incerto. Os dados do levantamento apontam para tendência de um segundo turno entre Lula e Bolsonaro, que se acirram com 42,6% e 24,2% dos votos, respectivamente. Esta é a primeira pesquisa Sensus/ISTOÉ, realizada entre os dias 24 e 28, de forma presencial, junto a dois mil eleitores, em 136 municípios de 24 estados. A margem de erro de 2,2% para mais ou para menos. A pesquisa mostra que Lula seria eleito presidente caso as eleições fossem hoje. Os 42,6% dados a ele representam 50,8% dos votos válidos, o que poderia lhe garantir a vitória ainda no primeiro turno. Bolsonaro (PL) ficou em segundo com 24,2% das intenções de votos, seguido à distância pelos candidatos da terceira via: Sergio Moro (Podemos) está com 7,5%, Ciro Gomes (PDT) com 5,3% e João Doria (PSDB), 1,8%. Outros candidatos da terceira via somaram apenas 2,8%: Simone Tebet (MDB) com 1,2%; Luiz Henrique Mandetta (DEM) com 1%; Rodrigo Pacheco (PSD) com 0,3%; Luiz Felipe D’Ávila (Novo) com 0,2%; e Alessandro Vieira (Cidadania) com 0,1%. A pesquisa revela que em razão da radicalização do processo eleitoral, que já tomou conta do País de forma antecipada, os eleitores estão definindo os votos bem antes do normal. Tanto que Lula e Bolsonaro receberam elevado porcentual de votos espontâneos (33,6% para o petista e 21,5% para capitão). De qualquer forma, ainda há uma margem de 38% de votos indefinidos, que podem ir para um candidato da terceira via.   Fonte: Jornal O Povo

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Envelheceram mal? ‘Tom e Jerry’ e o lugar dos desenhos considerados politicamente incorretos hoje

Investimento em versões educativas de clássicos infantis acende discussão sobre o alcance dos conteúdos e tramas antigos entre a nova geração                            Foto: Reprodução Esqueça as trapaças e conflitos intermináveis apresentados em “Tom e Jerry”, sensação entre as crianças no fim do século passado e início deste. Desde a última quarta-feira (1º), chegou ao Cartoonito – nova extensão do Cartoon Network, na HBO Max – uma versão educativa do clássico desenho, agregando um distinto componente à famosa dupla de gato e rato. Intitulada “Tom and Jerry Time”, a nova série substituirá as falcatruas e desavenças entre os dois personagens e investirá em lições que tragam outras perspectivas para o público infantil.  A intenção é sintonizar o programa com lições enriquecedoras sobre convivência, aprendizados escolares, laços familiares e fraternos, entre outras temáticas. Além do novo “Tom e Jerry”, na lista de desenhos da plataforma também está presente uma outra versão dos Looney Tunes; conteúdos locais, a exemplo de Mundo Bita e Turma da Mônica; e programas com parceiros como Pocoyo, Lucas The Spider, Thomas e seus amigos, Mush-Mush & the Mushables, Masha e o Urso, Cocomelon, Blippi e Little Ellen. Mãe dos pequenos João Lucas, 4, e Maria Cecília, 2, a auxiliar financeira Damila Vieira afirma que poderá estimular os filhos a assistir à edição repaginada de “Tom e Jerry” – desenho que marcou positivamente a infância dela, nos anos 1990. “Não acredito que a versão educativa vai tirar a graça do desenho. São tempos diferentes. Quando assistir, tirarei minhas conclusões sobre o que mudou. Mas acho que será bom”, opina. Esqueça as trapaças e conflitos intermináveis apresentados em “Tom e Jerry”, sensação entre as crianças no fim do século passado e início deste. Desde a última quarta-feira (1º), chegou ao Cartoonito – nova extensão do Cartoon Network, na HBO Max – uma versão educativa do clássico desenho, agregando um distinto componente à famosa dupla de gato e rato. Intitulada “Tom and Jerry Time”, a nova série substituirá as falcatruas e desavenças entre os dois personagens e investirá em lições que tragam outras perspectivas para o público infantil.  A intenção é sintonizar o programa com lições enriquecedoras sobre convivência, aprendizados escolares, laços familiares e fraternos, entre outras temáticas. Além do novo “Tom e Jerry”, na lista de desenhos da plataforma também está presente uma outra versão dos Looney Tunes; conteúdos locais, a exemplo de Mundo Bita e Turma da Mônica; e programas com parceiros como Pocoyo, Lucas The Spider, Thomas e seus amigos, Mush-Mush & the Mushables, Masha e o Urso, Cocomelon, Blippi e Little Ellen. O que você leva em consideração na escolha dos desenhos animados para os seus filhos? O QUE VOCÊ LEVA EM CONSIDERAÇÃO NA ESCOLHA DOS DESENHOS ANIMADOS PARA OS SEUS FILHOS? Mãe dos pequenos João Lucas, 4, e Maria Cecília, 2, a auxiliar financeira Damila Vieira afirma que poderá estimular os filhos a assistir à edição repaginada de “Tom e Jerry” – desenho que marcou positivamente a infância dela, nos anos 1990. “Não acredito que a versão educativa vai tirar a graça do desenho. São tempos diferentes. Quando assistir, tirarei minhas conclusões sobre o que mudou. Mas acho que será bom”, opina. A reflexão da cearense sobre a diferença entre a antiga e a nova versão do programa – hoje considerado politicamente incorreto para muitos, dado o excesso de tramoias, mentiras, sugestão de violência e outras situações questionáveis em cena – é oportuna. Segundo ela, quando o assunto é crescimento dos filhos, há um outro olhar sobre as coisas porque surge a seguinte pergunta: será que o conteúdo apresentado é bom e não vai interferir no desenvolvimento saudável deles?  “Esse tipo de questionamento vem à tona porque nos preocupamos com eles e só queremos o bem-estar. Algumas cenas – como trapacear, pegar o que é dos outros sem permissão e mentir – são situações que alguns desenhos antigos apresentavam e que não quero que meus filhos tenham como exemplo para a vida”. DAMILA VIEIRA Auxiliar financeira Por outro lado, Damila ressalta que assistir a esses programas quando criança não mudou a própria personalidade e bom caráter. A bem da verdade, as tramas exibidas serviam para apontar o que é certo e o que é errado. “Aí entra o diálogo, mostrando para os pequenos o que é cada sentimento e as consequências de cada lado”, completa, citando “A Corrida Maluca”, “Clube da Luluzinha”, “Capitão Caverna”, “Papa-Léguas” e “Piu Piu e Frajola” como algumas das muitas atrações das quais lembra com saudosismo. INFLUÊNCIA NO COMPORTAMENTO Sob outro espectro, considerando o cotidiano da nova geração de crianças, João Lucas e Maria Cecília assistem a “Caillou”, “Monica Toy”, “Simon, O Coelhinho”, “Mundo Bita”, “Wolfoo”, “Small and Learn”, “Tainá e os Guardiões da Amazônia”, entre outros.  A mãe dos dois diz que as animações são voltadas para o potencial criativo das crianças, explorando componentes como amizade, partilha e empatia – elementos que os desenhos antigos, em maior ou menor grau, também apresentavam. “Enquanto mães, fazemos o possível para sempre mostrar o lado do bem, logo não acho que existe um modelo ideal de programa para as crianças. São tempos diferentes os que vivi na minha infância para o deles hoje. E é nesse instante distinto que eu posso apresentar as situações que cada desenho aborda – pesando os dois lados, investindo no diálogo e mostrando para eles as consequências das escolhas”, considera. Professora do departamento de Psicologia da Universidade Federal do Ceará e coordenadora docente do Núcleo Cearense de Estudos e Pesquisas sobre a Criança (Nucepec), Andrea Cordeiro pensa de forma semelhante. De acordo com ela, falar em modelo ideal, único para todas as crianças, é impraticável.  “Penso que o ideal é que se abram múltiplas representações de diversas referências culturais em personagens de desenho, a fim de auxiliar as crianças a perceberem quão rica a manifestação do humano pode ser. Tal diversificação amplia as possibilidades de uma normalização da tolerância e do respeito à diferença, ao invés

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Envelheceram mal? ‘Tom e Jerry’ e o lugar dos desenhos considerados politicamente incorretos hoje

Investimento em versões educativas de clássicos infantis acende discussão sobre o alcance dos conteúdos e tramas antigos entre a nova geração                            Foto: Reprodução Esqueça as trapaças e conflitos intermináveis apresentados em “Tom e Jerry”, sensação entre as crianças no fim do século passado e início deste. Desde a última quarta-feira (1º), chegou ao Cartoonito – nova extensão do Cartoon Network, na HBO Max – uma versão educativa do clássico desenho, agregando um distinto componente à famosa dupla de gato e rato. Intitulada “Tom and Jerry Time”, a nova série substituirá as falcatruas e desavenças entre os dois personagens e investirá em lições que tragam outras perspectivas para o público infantil.  A intenção é sintonizar o programa com lições enriquecedoras sobre convivência, aprendizados escolares, laços familiares e fraternos, entre outras temáticas. Além do novo “Tom e Jerry”, na lista de desenhos da plataforma também está presente uma outra versão dos Looney Tunes; conteúdos locais, a exemplo de Mundo Bita e Turma da Mônica; e programas com parceiros como Pocoyo, Lucas The Spider, Thomas e seus amigos, Mush-Mush & the Mushables, Masha e o Urso, Cocomelon, Blippi e Little Ellen. Mãe dos pequenos João Lucas, 4, e Maria Cecília, 2, a auxiliar financeira Damila Vieira afirma que poderá estimular os filhos a assistir à edição repaginada de “Tom e Jerry” – desenho que marcou positivamente a infância dela, nos anos 1990. “Não acredito que a versão educativa vai tirar a graça do desenho. São tempos diferentes. Quando assistir, tirarei minhas conclusões sobre o que mudou. Mas acho que será bom”, opina. Esqueça as trapaças e conflitos intermináveis apresentados em “Tom e Jerry”, sensação entre as crianças no fim do século passado e início deste. Desde a última quarta-feira (1º), chegou ao Cartoonito – nova extensão do Cartoon Network, na HBO Max – uma versão educativa do clássico desenho, agregando um distinto componente à famosa dupla de gato e rato. Intitulada “Tom and Jerry Time”, a nova série substituirá as falcatruas e desavenças entre os dois personagens e investirá em lições que tragam outras perspectivas para o público infantil.  A intenção é sintonizar o programa com lições enriquecedoras sobre convivência, aprendizados escolares, laços familiares e fraternos, entre outras temáticas. Além do novo “Tom e Jerry”, na lista de desenhos da plataforma também está presente uma outra versão dos Looney Tunes; conteúdos locais, a exemplo de Mundo Bita e Turma da Mônica; e programas com parceiros como Pocoyo, Lucas The Spider, Thomas e seus amigos, Mush-Mush & the Mushables, Masha e o Urso, Cocomelon, Blippi e Little Ellen. O que você leva em consideração na escolha dos desenhos animados para os seus filhos? O QUE VOCÊ LEVA EM CONSIDERAÇÃO NA ESCOLHA DOS DESENHOS ANIMADOS PARA OS SEUS FILHOS? Mãe dos pequenos João Lucas, 4, e Maria Cecília, 2, a auxiliar financeira Damila Vieira afirma que poderá estimular os filhos a assistir à edição repaginada de “Tom e Jerry” – desenho que marcou positivamente a infância dela, nos anos 1990. “Não acredito que a versão educativa vai tirar a graça do desenho. São tempos diferentes. Quando assistir, tirarei minhas conclusões sobre o que mudou. Mas acho que será bom”, opina. A reflexão da cearense sobre a diferença entre a antiga e a nova versão do programa – hoje considerado politicamente incorreto para muitos, dado o excesso de tramoias, mentiras, sugestão de violência e outras situações questionáveis em cena – é oportuna. Segundo ela, quando o assunto é crescimento dos filhos, há um outro olhar sobre as coisas porque surge a seguinte pergunta: será que o conteúdo apresentado é bom e não vai interferir no desenvolvimento saudável deles?  “Esse tipo de questionamento vem à tona porque nos preocupamos com eles e só queremos o bem-estar. Algumas cenas – como trapacear, pegar o que é dos outros sem permissão e mentir – são situações que alguns desenhos antigos apresentavam e que não quero que meus filhos tenham como exemplo para a vida”. DAMILA VIEIRA Auxiliar financeira Por outro lado, Damila ressalta que assistir a esses programas quando criança não mudou a própria personalidade e bom caráter. A bem da verdade, as tramas exibidas serviam para apontar o que é certo e o que é errado. “Aí entra o diálogo, mostrando para os pequenos o que é cada sentimento e as consequências de cada lado”, completa, citando “A Corrida Maluca”, “Clube da Luluzinha”, “Capitão Caverna”, “Papa-Léguas” e “Piu Piu e Frajola” como algumas das muitas atrações das quais lembra com saudosismo. INFLUÊNCIA NO COMPORTAMENTO Sob outro espectro, considerando o cotidiano da nova geração de crianças, João Lucas e Maria Cecília assistem a “Caillou”, “Monica Toy”, “Simon, O Coelhinho”, “Mundo Bita”, “Wolfoo”, “Small and Learn”, “Tainá e os Guardiões da Amazônia”, entre outros.  A mãe dos dois diz que as animações são voltadas para o potencial criativo das crianças, explorando componentes como amizade, partilha e empatia – elementos que os desenhos antigos, em maior ou menor grau, também apresentavam. “Enquanto mães, fazemos o possível para sempre mostrar o lado do bem, logo não acho que existe um modelo ideal de programa para as crianças. São tempos diferentes os que vivi na minha infância para o deles hoje. E é nesse instante distinto que eu posso apresentar as situações que cada desenho aborda – pesando os dois lados, investindo no diálogo e mostrando para eles as consequências das escolhas”, considera. Professora do departamento de Psicologia da Universidade Federal do Ceará e coordenadora docente do Núcleo Cearense de Estudos e Pesquisas sobre a Criança (Nucepec), Andrea Cordeiro pensa de forma semelhante. De acordo com ela, falar em modelo ideal, único para todas as crianças, é impraticável.  “Penso que o ideal é que se abram múltiplas representações de diversas referências culturais em personagens de desenho, a fim de auxiliar as crianças a perceberem quão rica a manifestação do humano pode ser. Tal diversificação amplia as possibilidades de uma normalização da tolerância e do respeito à diferença, ao invés

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Gerente da Zara onde delegada negra foi barrada é denunciado por racismo

                   Foto: Reprodução/Instagram O Ministério Público do Estado do Ceará denunciou por discriminação racial o gerente da loja Zara em Fortaleza onde uma delegada negra foi barrada. O caso ocorreu em 14 de setembro, e a denúncia data desta quarta-feira (1º). Na época, a loja disse à policial que ela tomava sorvete e estava sem máscara; “por questão de segurança”, ela não podia entrar na unidade, já que está em vigor no estado normas sanitárias que determinam o uso de máscara. Imagens de câmeras de segurança no interior da loja, no entanto, mostram que pessoas brancas sem máscara entraram no local no mesmo dia em que a delegada foi barrada. “Embora, o delatado tenha afirmado que todos os funcionários são orientados a abordar e orientar quem não esteja fazendo o uso adequado da máscara de proteção e que no dia dos fatos não teve contato com nenhum cliente que não estivesse de máscara, os vídeos do dia 14/09/2021 demonstram o contrário”, diz um trecho da denúncia. “Constatou-se que esses clientes não foram orientados a colocar a máscara de proteção e alguns foram atendidos normalmente por funcionários da Loja Zara, inclusive, 20 minutos antes da prática do delito [impedir a delegada negra de entrar na loja], o denunciado atendeu uma mulher no caixa do estabelecimento que não estava consumindo alimento e estava como máscara no queixo, sem cobrir nariz e boca”, continua o documento. Segundo investigação da Polícia Civil, funcionários da loja foram orientados a usar o código “Zara zerou” no circuito interno de alto-falantes da loja para alertar quando clientes negros “suspeitos” entravam na loja. Na denúncia, o Ministério Público pede que o gerente da loja seja condenado com base no artigo 5º da Lei 7716. A lei define os crimes “resultantes de preconceito de raça ou de cor”. Já o artigo 5º define que é crime “recusar ou impedir acesso a estabelecimento comercial, negando-se a servir, atender ou receber cliente ou comprador”. Em caso de condenação, há pena prevista que varia de um a três anos de reclusão. O Ministério Público pede também o depoimento de oito testemunhas do caso. Fonte: Site Badalo

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                   Foto: Reprodução/Instagram O Ministério Público do Estado do Ceará denunciou por discriminação racial o gerente da loja Zara em Fortaleza onde uma delegada negra foi barrada. O caso ocorreu em 14 de setembro, e a denúncia data desta quarta-feira (1º). Na época, a loja disse à policial que ela tomava sorvete e estava sem máscara; “por questão de segurança”, ela não podia entrar na unidade, já que está em vigor no estado normas sanitárias que determinam o uso de máscara. Imagens de câmeras de segurança no interior da loja, no entanto, mostram que pessoas brancas sem máscara entraram no local no mesmo dia em que a delegada foi barrada. “Embora, o delatado tenha afirmado que todos os funcionários são orientados a abordar e orientar quem não esteja fazendo o uso adequado da máscara de proteção e que no dia dos fatos não teve contato com nenhum cliente que não estivesse de máscara, os vídeos do dia 14/09/2021 demonstram o contrário”, diz um trecho da denúncia. “Constatou-se que esses clientes não foram orientados a colocar a máscara de proteção e alguns foram atendidos normalmente por funcionários da Loja Zara, inclusive, 20 minutos antes da prática do delito [impedir a delegada negra de entrar na loja], o denunciado atendeu uma mulher no caixa do estabelecimento que não estava consumindo alimento e estava como máscara no queixo, sem cobrir nariz e boca”, continua o documento. Segundo investigação da Polícia Civil, funcionários da loja foram orientados a usar o código “Zara zerou” no circuito interno de alto-falantes da loja para alertar quando clientes negros “suspeitos” entravam na loja. Na denúncia, o Ministério Público pede que o gerente da loja seja condenado com base no artigo 5º da Lei 7716. A lei define os crimes “resultantes de preconceito de raça ou de cor”. Já o artigo 5º define que é crime “recusar ou impedir acesso a estabelecimento comercial, negando-se a servir, atender ou receber cliente ou comprador”. Em caso de condenação, há pena prevista que varia de um a três anos de reclusão. O Ministério Público pede também o depoimento de oito testemunhas do caso. Fonte: Site Badalo

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PF conclui investigações sobre origem de óleo que atingiu o litoral brasileiro

Instituição relatou existirem indícios suficientes de que um navio petroleiro de bandeira grega seria o responsável pelo lançamento da substância               Foto: Felipe Brasil/Fotos Públicas A Polícia Federal (PF) anunciou, nesta quinta-feira (2), que concluiu as investigações sobre a origem das manchas de óleo que atingiram mais de mil localidades em 11 estados do litoral brasileiro, incluindo o Ceará, entre agosto de 2019 e março de 2020. De acordo com a instituição, a partir das provas e demais elementos de convicção produzidos, há indícios suficientes de que um navio petroleiro de bandeira grega teria sido o responsável pelo lançamento da substância oleaginosa que atingiu o litoral brasileiro. A conclusão ratifica possibilidade levantada ainda em 2019, durante operação da PF. A empresa e os responsáveis legais, bem como o comandante e o chefe de máquinas do navio, foram indiciados pela prática dos crimes de poluição, descumprimento de obrigação ambiental e dano a unidades de conservação. CUSTOS Os custos arcados pelos poderes públicos federal, estadual e municipal para a limpeza de praias e oceano foram estimados em mais de R$ 188 milhões, estabelecendo-se assim um valor inicial e mínimo para o dano ambiental. O valor total do dano ambiental está sendo apurado pela perícia da Polícia Federal, que encaminhará o laudo às autoridades competentes. A partir de agora, o inquérito policial relatado segue para a Justiça Federal no Rio Grande do Norte e o Ministério Público Federal do Estado, para análise e adoção das medidas cabíveis. IMPACTOS NO CEARÁ As manchas de óleo causaram enormes impactos no litoral brasileiro. O Ibama atuou no monitoramento e na gestão da emergência ambiental relacionada ao óleo. No Ceará, devido ao surgimento das manchas,  animais marinhos foram afetados, e os pescadores profissionais, artesanais e as marisqueiras foram afetados com o desastre ambiental. Na época, grupos e o poder público se organizaram para tentar limpar o litoral e reduzir os danos.  Segundo o Instituto Verdeluz, organização da sociedade civil (OSC) que monitora animais marinhos, o número de tartarugas mortas em 2020 no Estado foi o maior se comparado aos três anos anteriores. A situação teria se agravado por causa das manchas de óleo. Um levantamento realizado por pesquisadores brasileiros em um artigo publicado na Marine Policy, revista especializada em estudos oceânicos, em fevereiro de 2020, mostrou que oito unidades de conservação ambiental do Ceará foram atingidas pelas manchas de óleo. Fonte: Diário do Nordeste

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Instituição relatou existirem indícios suficientes de que um navio petroleiro de bandeira grega seria o responsável pelo lançamento da substância               Foto: Felipe Brasil/Fotos Públicas A Polícia Federal (PF) anunciou, nesta quinta-feira (2), que concluiu as investigações sobre a origem das manchas de óleo que atingiram mais de mil localidades em 11 estados do litoral brasileiro, incluindo o Ceará, entre agosto de 2019 e março de 2020. De acordo com a instituição, a partir das provas e demais elementos de convicção produzidos, há indícios suficientes de que um navio petroleiro de bandeira grega teria sido o responsável pelo lançamento da substância oleaginosa que atingiu o litoral brasileiro. A conclusão ratifica possibilidade levantada ainda em 2019, durante operação da PF. A empresa e os responsáveis legais, bem como o comandante e o chefe de máquinas do navio, foram indiciados pela prática dos crimes de poluição, descumprimento de obrigação ambiental e dano a unidades de conservação. CUSTOS Os custos arcados pelos poderes públicos federal, estadual e municipal para a limpeza de praias e oceano foram estimados em mais de R$ 188 milhões, estabelecendo-se assim um valor inicial e mínimo para o dano ambiental. O valor total do dano ambiental está sendo apurado pela perícia da Polícia Federal, que encaminhará o laudo às autoridades competentes. A partir de agora, o inquérito policial relatado segue para a Justiça Federal no Rio Grande do Norte e o Ministério Público Federal do Estado, para análise e adoção das medidas cabíveis. IMPACTOS NO CEARÁ As manchas de óleo causaram enormes impactos no litoral brasileiro. O Ibama atuou no monitoramento e na gestão da emergência ambiental relacionada ao óleo. No Ceará, devido ao surgimento das manchas,  animais marinhos foram afetados, e os pescadores profissionais, artesanais e as marisqueiras foram afetados com o desastre ambiental. Na época, grupos e o poder público se organizaram para tentar limpar o litoral e reduzir os danos.  Segundo o Instituto Verdeluz, organização da sociedade civil (OSC) que monitora animais marinhos, o número de tartarugas mortas em 2020 no Estado foi o maior se comparado aos três anos anteriores. A situação teria se agravado por causa das manchas de óleo. Um levantamento realizado por pesquisadores brasileiros em um artigo publicado na Marine Policy, revista especializada em estudos oceânicos, em fevereiro de 2020, mostrou que oito unidades de conservação ambiental do Ceará foram atingidas pelas manchas de óleo. Fonte: Diário do Nordeste

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