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Morre a atriz Mila Moreira no Rio de Janeiro

Ao longo da carreira, ela participou de cerca de 30 novelas e minisséries                    Foto: Reprodução/TV Globo A atriz paulista Mila Moreira morreu, na madrugada desta segunda-feira (6). O Hospital Hospital CopaStar, onde ela estava internada, confirmou o falecimento. Ela tinha 72 anos. A causa da morte ainda não foi divulgada. As informações são do G1. Mila Moreira começou a carreira no mundo artístico como modelo, aos 14 anos, e participou de diversas novelas na TV Globo: como “Plumas e Paetês” e “Marrom Glacê”. Ao longo da carreira, ela participou de cerca de 30 novelas e minisséries. O último trabalho na TV foi a novela A Lei do Amor, em 2016. De modelo para vida de atriz De acordo com o G1, Mila Moreira foi uma das primeiras modelos a atuar. Em entrevista ao “Video Show”, ela revelou ter enfrentado preconceito. A estreia aconteceu em “Marron Glacê”, em 1979, quando interpretou Érica. “Na época, não era comum ter uma modelo fazendo televisão, então, claro que, inicialmente, teve um preconceito. Todo mundo ficava esperando para meter o pau mesmo. Os olhares tortos eram mais por conta de ser uma pessoa fora da classe. Era como hoje, as pessoas ainda acham que você está roubando o trabalho dos outros. Você estuda para ser atriz e chega alguém que só porque é bonitinha e está na moda vira atriz”, declarou Mila. Fonte: Diário do Nordeste

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Próxima pandemia pode ser mais letal, alerta criadora da vacina da Astrazeneca

“Esta não será a última vez que um vírus ameaçará nossas vidas”, declarou a professora de Oxford, Sarah Gilbert                           Foto: Shutterstock  As próximas pandemias que o mundo deve enfrentar pode ser ainda mais letais que a de Covid-19, segundo uma das criadoras da vacina Oxford/AstraZeneca. “Esta não será a última vez que um vírus ameaçará nossas vidas e nosso sustento”, declarou Sarah Gilbert.  O novo coronavírus já é responsável pela morte de 5,26 milhões de pessoas, segundo a Universidade Johns Hopkins, além de provocar o prejuízo de trilhões de dólares na produção econômica.  “A verdade é que o próximo poder ser pior. Pode ser mais contagioso, ou mais letal, ou ambos” declarou a pesquisadora na palestra Richard Dimbleby, relatou a BBC. Gilbert é professora da Universidade de Oxford, e acredita que o mundo deve se certificar de não esquecer as lições aprendidas durante a atual pandemia para estar melhor preparado para o próximo vírus.  Devido aos esforços desiguais e fragmentados para combater a Covid-19 pelo mundo, além do acesso limitado às vacinas em países de baixa renda, o vírus continua evoluído. Gilbert disse que a proteína spike da variante Ômicron contém mutações conhecidas por aumentar a transmissibilidade do vírus. “Existem mudanças adicionais que podem significar que os anticorpos induzidos pelas vacinas, ou pela infecção com outras variantes, podem ser menos eficazes na prevenção da infecção com Ômicron”, disse a professora.  “Até que saibamos mais, devemos ser cautelosos e tomar medidas para desacelerar a disseminação dessa nova variante”, acrescentou.  Um painel desenvolvido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para revisar o combate à Covid-19 pediu financiamento permanente e maior capacidade de investigar pandemias através de um novo tratado. Uma proposta era para um novo financiamento de pelo menos US$ 10 bilhões (cerca de R$ 56 bilhões) por ano. Fonte: Diário do Nordeste

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Próxima pandemia pode ser mais letal, alerta criadora da vacina da Astrazeneca

“Esta não será a última vez que um vírus ameaçará nossas vidas”, declarou a professora de Oxford, Sarah Gilbert                           Foto: Shutterstock  As próximas pandemias que o mundo deve enfrentar pode ser ainda mais letais que a de Covid-19, segundo uma das criadoras da vacina Oxford/AstraZeneca. “Esta não será a última vez que um vírus ameaçará nossas vidas e nosso sustento”, declarou Sarah Gilbert.  O novo coronavírus já é responsável pela morte de 5,26 milhões de pessoas, segundo a Universidade Johns Hopkins, além de provocar o prejuízo de trilhões de dólares na produção econômica.  “A verdade é que o próximo poder ser pior. Pode ser mais contagioso, ou mais letal, ou ambos” declarou a pesquisadora na palestra Richard Dimbleby, relatou a BBC. Gilbert é professora da Universidade de Oxford, e acredita que o mundo deve se certificar de não esquecer as lições aprendidas durante a atual pandemia para estar melhor preparado para o próximo vírus.  Devido aos esforços desiguais e fragmentados para combater a Covid-19 pelo mundo, além do acesso limitado às vacinas em países de baixa renda, o vírus continua evoluído. Gilbert disse que a proteína spike da variante Ômicron contém mutações conhecidas por aumentar a transmissibilidade do vírus. “Existem mudanças adicionais que podem significar que os anticorpos induzidos pelas vacinas, ou pela infecção com outras variantes, podem ser menos eficazes na prevenção da infecção com Ômicron”, disse a professora.  “Até que saibamos mais, devemos ser cautelosos e tomar medidas para desacelerar a disseminação dessa nova variante”, acrescentou.  Um painel desenvolvido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para revisar o combate à Covid-19 pediu financiamento permanente e maior capacidade de investigar pandemias através de um novo tratado. Uma proposta era para um novo financiamento de pelo menos US$ 10 bilhões (cerca de R$ 56 bilhões) por ano. Fonte: Diário do Nordeste

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Barbalha registra descumprimento de decreto com aglomeração de mais de mil pessoas

                   Foto: Reprodução/Redes Sociais Em operação realizada neste final de semana, foi registrado descumprimento de decreto estadual de isolamento social em Barbalha, com aglomeração de mais de mil pessoas em ambientes fechados. Com as flexibilizações, a equipe de fiscalização formada pela Vigilância Sanitária, Demutran, Amasbar, Polícia Militar e BPRAIO perceberam no município um maior número de infrações sanitárias no tocante ao passaporte sanitário como condição de acesso nos estabelecimentos comerciais e eventos, além da obrigatoriedade da máscara de proteção facial. Neste final de semana, durante a Operação Cariri Seguro deflagrada pela Polícia Militar, mais de 1.000 pessoas foram abordadas, seja em bares seja em eventos descumprindo os protocolos sanitários para o enfrentamento do coronavírus. No Sítio Macaúba, zona rural do município, dois eventos foram encerrados por ausência do passaporte sanitário e uso de máscara de proteção facial, inclusive no momento da dança. Os organizadores desses eventos foram penalizados, as pessoas foram conduzidas as suas casas e a “festa” foi imediatamente encerrada, segundo o diretor da Vigilância Sanitária, Henrique Albuquerque. Fonte: Site Badalo

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                   Foto: Reprodução/Redes Sociais Em operação realizada neste final de semana, foi registrado descumprimento de decreto estadual de isolamento social em Barbalha, com aglomeração de mais de mil pessoas em ambientes fechados. Com as flexibilizações, a equipe de fiscalização formada pela Vigilância Sanitária, Demutran, Amasbar, Polícia Militar e BPRAIO perceberam no município um maior número de infrações sanitárias no tocante ao passaporte sanitário como condição de acesso nos estabelecimentos comerciais e eventos, além da obrigatoriedade da máscara de proteção facial. Neste final de semana, durante a Operação Cariri Seguro deflagrada pela Polícia Militar, mais de 1.000 pessoas foram abordadas, seja em bares seja em eventos descumprindo os protocolos sanitários para o enfrentamento do coronavírus. No Sítio Macaúba, zona rural do município, dois eventos foram encerrados por ausência do passaporte sanitário e uso de máscara de proteção facial, inclusive no momento da dança. Os organizadores desses eventos foram penalizados, as pessoas foram conduzidas as suas casas e a “festa” foi imediatamente encerrada, segundo o diretor da Vigilância Sanitária, Henrique Albuquerque. Fonte: Site Badalo

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Banco Central prepara ‘real digital’, versão virtual da moeda brasileira, para 2022

Moeda virtual deve ampliar formas de pagamento no País                         Foto: Shutterstock O Banco Central (BC) busca criar o real digital, uma versão virtual da moeda brasileira, para ampliar as formas de pagamento no País. Após o sucesso do Pix, a instituição criou, na semana passada, um laboratório para avaliar possibilidades de uso e capacidade de execução de projetos com a moeda, que pode passar por testes até o fim de 2022. Os testes, porém, devem ocorrer com grupos específicos e durar um longo tempo. Em razão disso, a moeda virtual deve demorar ainda mais do que o Pix para chegar ao consumidor final. Isso porque o BC precisará criar um ambiente financeiro que garanta aos consumidores aspectos como segurança e proteção de dados. “É quase como se estivéssemos fazendo mais um sistema financeiro para funcionar acoplado ao que temos hoje”, explica o coordenador dos trabalhos sobre o real digital no BC, Fabio Araujo. A moeda digital vai além do Pix ou qualquer transferência eletrônica porque permitirá que reais sem existência física sejam movimentados. Algumas diretrizes para o real digital já foram definidas pelo banco, que aguarda fechar o desenho completo com o resultado do laboratório. A moeda virtual será “idêntica” ao real em papel, mas só poderá ser usada em transações eletrônicas, além de ser armazenada em carteiras digitais de instituições financeiras. COMO SERÁ O REAL DIGITAL Ainda não há definições sobre a tecnologia a ser usada na moeda virtual, embora a mais provável seja o blockchain, usado nas criptomoedas, como o bitcoin. No entanto, diferentemente do bitcoin e de outros criptoativos, o real digital estará sob o controle do BC — será uma Moeda Digital do Banco Central (CBDC, na sigla em inglês). Com isso, o real digital será reconhecido oficialmente, na prática, como moeda brasileira. Dessa forma, o valor sempre estará atrelado ao mesmo estipulado para o real convencional. As criptomoedas, por sua vez, não são consideradas moedas correntes, mas, sim, um ativo com valor instável e efeito especulativo, necessitando de conversão para uma moeda convencional, como dólar ou real. OUTRAS MOEDAS DIGITAIS Atualmente, apenas as Bahamas têm uma CBDC em operação plena, o sand dollar (dólar de areia), mas outros bancos centrais estão desenvolvendo suas moedas digitais. A China já tem um piloto em funcionamento em algumas cidades, e há projetos em países como Suécia, Coreia e Japão. Contudo, a maioria dos projetos mais adiantados planeja resolver problemas do sistema de pagamentos atual, como concentração de mercado ou ausência de um meio de pagamento instantâneo. EXPECTATIVAS A expectativa no Brasil é de que o real digital amplie a inovação, criando soluções antes não viáveis com o dinheiro em papel ou então barateando as já existentes. Além disso, o real digital também tende a facilitar e baratear a criação de contratos de empréstimos personalizados, para poucos dias ou com pagamentos em meses específicos. A moeda também pode favorecer a integração com sistemas de pagamentos internacionais, permitindo que se faça uma compra em outro país com conversão imediata. “Muitos bancos centrais pretendem melhorar o sistema de pagamentos ou trazer acesso aos não bancarizados. Não é o caso do Brasil, que já tem o Pix. O BC quer uma maior eficiência de troca em um mundo digital”, explica Marcos Viriato, presidente da Parfin, fintech global de criptomoedas e especialista no assunto. “Não estamos atrasados em relação a países que estão fazendo pagamentos de atacado e pagamentos instantâneos, porque já temos soluções e a CBDC traria apenas ganhos marginais sobre elas. Então, temos tempo para desenvolver uma plataforma de pagamentos inteligentes e trazer inteligência do mercado cripto para dentro do ambiente de forma segura”, diz Araujo, do BC. POSSIBILIDADES A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) criou um grupo de trabalho para debater o real digital e, com ajuda de uma consultoria, encontrou 26 possibilidades de uso da moeda no mundo. No caso brasileiro, porém, seriam 12, divididos em três grandes grupos. O primeiro deles seria o delivery versus pagamento, soluções que permitiriam que o pagamento de uma encomenda ocorresse ao mesmo tempo da entrega. Já o segundo grupo é de formas de pagamento conectado à Internet das Coisas (IoT), como é o caso da geladeira inteligente, em que máquinas tomam decisões com base em algum evento do mundo real. Outra aplicação diz respeito à “tokenização” de investimentos tradicionais, representados em ambiente digital e negociados via blockchain. Nesse caso, a vantagem é de que o token — que representa uma obra de arte ou um imóvel, por exemplo — poderia ser dividido em partes, com valores mais “acessíveis” para a população. O diretor de Inovação, Produtos e Serviços Bancários da Febraban, Leandro Vilain, pontuou que o grupo dará um “mergulho mais profundo” nesses 12 casos para avaliar os prioritários, com base nas demandas da clientela. A expectativa é de que uma lista de projetos que o setor tem mais apetite para investir seja apresentada ao BC até o fim do ano. A expectativa da direção do BC é de que, ao fim desse processo, já haja produtos maduros que poderiam ser levados para o mundo real. Posteriormente, o órgão precisará integrá-los ao sistema atual, o que deve demorar mais tempo. “Nós esperamos que a fase de pilotos se inicie em 2022 e entre em 2023”, diz Araújo. “Mas a ideia é fazer algumas integrações parciais para ter pilotos específicos e testar com consumidores e provedores de serviços financeiros”. Fonte: Diário do Nordeste

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Banco Central prepara ‘real digital’, versão virtual da moeda brasileira, para 2022

Moeda virtual deve ampliar formas de pagamento no País                         Foto: Shutterstock O Banco Central (BC) busca criar o real digital, uma versão virtual da moeda brasileira, para ampliar as formas de pagamento no País. Após o sucesso do Pix, a instituição criou, na semana passada, um laboratório para avaliar possibilidades de uso e capacidade de execução de projetos com a moeda, que pode passar por testes até o fim de 2022. Os testes, porém, devem ocorrer com grupos específicos e durar um longo tempo. Em razão disso, a moeda virtual deve demorar ainda mais do que o Pix para chegar ao consumidor final. Isso porque o BC precisará criar um ambiente financeiro que garanta aos consumidores aspectos como segurança e proteção de dados. “É quase como se estivéssemos fazendo mais um sistema financeiro para funcionar acoplado ao que temos hoje”, explica o coordenador dos trabalhos sobre o real digital no BC, Fabio Araujo. A moeda digital vai além do Pix ou qualquer transferência eletrônica porque permitirá que reais sem existência física sejam movimentados. Algumas diretrizes para o real digital já foram definidas pelo banco, que aguarda fechar o desenho completo com o resultado do laboratório. A moeda virtual será “idêntica” ao real em papel, mas só poderá ser usada em transações eletrônicas, além de ser armazenada em carteiras digitais de instituições financeiras. COMO SERÁ O REAL DIGITAL Ainda não há definições sobre a tecnologia a ser usada na moeda virtual, embora a mais provável seja o blockchain, usado nas criptomoedas, como o bitcoin. No entanto, diferentemente do bitcoin e de outros criptoativos, o real digital estará sob o controle do BC — será uma Moeda Digital do Banco Central (CBDC, na sigla em inglês). Com isso, o real digital será reconhecido oficialmente, na prática, como moeda brasileira. Dessa forma, o valor sempre estará atrelado ao mesmo estipulado para o real convencional. As criptomoedas, por sua vez, não são consideradas moedas correntes, mas, sim, um ativo com valor instável e efeito especulativo, necessitando de conversão para uma moeda convencional, como dólar ou real. OUTRAS MOEDAS DIGITAIS Atualmente, apenas as Bahamas têm uma CBDC em operação plena, o sand dollar (dólar de areia), mas outros bancos centrais estão desenvolvendo suas moedas digitais. A China já tem um piloto em funcionamento em algumas cidades, e há projetos em países como Suécia, Coreia e Japão. Contudo, a maioria dos projetos mais adiantados planeja resolver problemas do sistema de pagamentos atual, como concentração de mercado ou ausência de um meio de pagamento instantâneo. EXPECTATIVAS A expectativa no Brasil é de que o real digital amplie a inovação, criando soluções antes não viáveis com o dinheiro em papel ou então barateando as já existentes. Além disso, o real digital também tende a facilitar e baratear a criação de contratos de empréstimos personalizados, para poucos dias ou com pagamentos em meses específicos. A moeda também pode favorecer a integração com sistemas de pagamentos internacionais, permitindo que se faça uma compra em outro país com conversão imediata. “Muitos bancos centrais pretendem melhorar o sistema de pagamentos ou trazer acesso aos não bancarizados. Não é o caso do Brasil, que já tem o Pix. O BC quer uma maior eficiência de troca em um mundo digital”, explica Marcos Viriato, presidente da Parfin, fintech global de criptomoedas e especialista no assunto. “Não estamos atrasados em relação a países que estão fazendo pagamentos de atacado e pagamentos instantâneos, porque já temos soluções e a CBDC traria apenas ganhos marginais sobre elas. Então, temos tempo para desenvolver uma plataforma de pagamentos inteligentes e trazer inteligência do mercado cripto para dentro do ambiente de forma segura”, diz Araujo, do BC. POSSIBILIDADES A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) criou um grupo de trabalho para debater o real digital e, com ajuda de uma consultoria, encontrou 26 possibilidades de uso da moeda no mundo. No caso brasileiro, porém, seriam 12, divididos em três grandes grupos. O primeiro deles seria o delivery versus pagamento, soluções que permitiriam que o pagamento de uma encomenda ocorresse ao mesmo tempo da entrega. Já o segundo grupo é de formas de pagamento conectado à Internet das Coisas (IoT), como é o caso da geladeira inteligente, em que máquinas tomam decisões com base em algum evento do mundo real. Outra aplicação diz respeito à “tokenização” de investimentos tradicionais, representados em ambiente digital e negociados via blockchain. Nesse caso, a vantagem é de que o token — que representa uma obra de arte ou um imóvel, por exemplo — poderia ser dividido em partes, com valores mais “acessíveis” para a população. O diretor de Inovação, Produtos e Serviços Bancários da Febraban, Leandro Vilain, pontuou que o grupo dará um “mergulho mais profundo” nesses 12 casos para avaliar os prioritários, com base nas demandas da clientela. A expectativa é de que uma lista de projetos que o setor tem mais apetite para investir seja apresentada ao BC até o fim do ano. A expectativa da direção do BC é de que, ao fim desse processo, já haja produtos maduros que poderiam ser levados para o mundo real. Posteriormente, o órgão precisará integrá-los ao sistema atual, o que deve demorar mais tempo. “Nós esperamos que a fase de pilotos se inicie em 2022 e entre em 2023”, diz Araújo. “Mas a ideia é fazer algumas integrações parciais para ter pilotos específicos e testar com consumidores e provedores de serviços financeiros”. Fonte: Diário do Nordeste

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Comissão deve votar amanhã projeto que promete baixar gasolina para R$ 5

Matéria está em tramitação no Senado; entenda o projeto                          Foto: Fabiane de Paula Está prevista para a pauta desta terça-feira, na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, a apreciação do Projeto de Lei nº 1472, de autoria do senador Rogério Carvalho (PT/SE) e relatoria do senador Jean Paul Prates (PT-RN), que estabelece diretrizes para a políticas de preços de venda da gasolina, diesel e GLP. Os articuladores do projeto afirmam que, caso aprovado, ele teria potencial para reduzir o valor do litro da gasolina ao consumidor final para a casa de R$ 5. A matéria estava prevista para ser avaliada já na semana passada, mas um pedido de vistas protelou o processo. O projeto é polêmico e ainda deverá enfrentar resistência nas casas legislativas. Caso avance na Comissão, o projeto deve ser pautado no plenário do Senado e, em seguida, encaminhado para a Câmara dos Deputados. ENTENDA OS PRINCIPAIS PONTOS DO PROJETO Estabelece novas diretrizes para a política de preços de venda de combustíveis Considera proteção dos interesses do consumidor; redução da vulnerabilidade externa; estímulo à utilização da capacidade instalada das refinarias; modicidade de preços internos; redução da volatilidade de preços internos. Estipula que os preços dos combustíveis derivados de petróleo tenham como referência as cotações médias do mercado internacional, os custos internos de produção e os custos de importação. Estabelece um regime de bandas para os preços dos combustíveis derivados de petróleo, com frequência predefinida de reajustes e mecanismos de compensação. Implanta alíquotas progressivas de imposto de exportação para o petróleo bruto a partir do valor de US$ 40 o barril. Cria o Fundo de Estabilização para os preços dos combustíveis derivados de petróleo, que deve ser suprido com recursos oriundos do imposto de exportação e da variação de preços em relação à banda, não sendo admitida outra fonte orçamentária de recursos. Fonte: Diário do Nordeste

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Vale-gás começa a ser pago neste mês; veja quem tem direito

                              Foto: Divulgação O presidente Jair Bolsonaro regulamentou, via decreto, o Programa Auxílio Gás dos Brasileiros. O benefício começará a ser pago neste mês no valor de R$ 52. Terão direito cidadãos de baixa renda que comprarem o botijão de 13 quilos. Os beneficiários devem receber R$ 52 neste ano e R$ 56 em 2022. O pagamento vai ser feito pela Caixa Econômica Federal, por meio do Caixa Tem, utilizado também no Auxílio Brasil. Por lei, o auxílio, que será pago de dois em dois meses, será de metade do preço médio do botijão de gás, conforme levantamento feito pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) com base nos últimos seis meses. No total, o Ministério da Cidadania vai investir R$ 300 milhões no programa. De acordo com levantamento atual, o botijão custa em média R$ 102,48 e a estimativa para o ano que vem é de R$ 112,48. De acordo com o decreto, assinado pelo presidente e publicado nessa sexta-feira (03/12), a operacionalização da medida será feita pelo Ministério da Cidadania, que deverá divulgar calendário para a liberação dos valores em breve. Têm direito ao benefício as famílias inscritas no CadÚnico com renda familiar mensal per capita (por pessoa da família) menor ou igual a meio salário mínimo (R$ 550 neste ano). Também serão beneficiadas as famílias com integrantes do Benefício de Prestação Continuada (BPC), valor de um salário mínimo, pago por mês às pessoas idosas e/ou com deficiência que não podem garantir a sua sobrevivência, por conta própria ou com o apoio da família. A renda de quem recebe o Auxílio Brasil não vai contar como critério de renda familiar. Mulheres chefes de família têm prioridade para receber o benefício, assim como as mulheres vítimas de violência. Para isso, foi feito convênio com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Além dos critérios básicos de pagamento, a concessão do benefício será feita obedecendo à seguinte ordem de critérios, para famílias que sucessivamente. Cadastro Não haverá abertura de cadastro para receber o benefício. O governo utilizará as informações do CadÚnico. Quem está na fila e for autorizado a receber o Auxílio Brasil, por exemplo, poderá ser beneficiado com o vale-gás. Pela lei, o programa será financiado com recursos dos royalties da União na produção de petróleo e gás natural sob o regime de partilha de produção, de parte da venda do excedente em óleo da União e bônus de assinatura nas licitações de áreas para a exploração de petróleo e de gás natural. Além disso, poderão ser utilizados outros recursos previstos no Orçamento, além de dividendos da Petrobras pagos ao Tesouro Nacional. O programa tem ainda como fonte de renda a parte da Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico), que incide sobre combustíveis, pertencente à União. Quem tem direito? Pessoas que tenham atualizado os dados do CadÚnico nos últimos 24 meses Pessoas com a menor renda per capita menor ou igual a meio salário mínimo (R$ 550 neste ano) Famílias com maior quantidade de membros Famílias que recebam o Auxílio Brasil Com cadastro qualificado pelo gestor por meio do uso dos dados da averiguação, quando disponíveis Fonte: Jornal O Estado

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                              Foto: Divulgação O presidente Jair Bolsonaro regulamentou, via decreto, o Programa Auxílio Gás dos Brasileiros. O benefício começará a ser pago neste mês no valor de R$ 52. Terão direito cidadãos de baixa renda que comprarem o botijão de 13 quilos. Os beneficiários devem receber R$ 52 neste ano e R$ 56 em 2022. O pagamento vai ser feito pela Caixa Econômica Federal, por meio do Caixa Tem, utilizado também no Auxílio Brasil. Por lei, o auxílio, que será pago de dois em dois meses, será de metade do preço médio do botijão de gás, conforme levantamento feito pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) com base nos últimos seis meses. No total, o Ministério da Cidadania vai investir R$ 300 milhões no programa. De acordo com levantamento atual, o botijão custa em média R$ 102,48 e a estimativa para o ano que vem é de R$ 112,48. De acordo com o decreto, assinado pelo presidente e publicado nessa sexta-feira (03/12), a operacionalização da medida será feita pelo Ministério da Cidadania, que deverá divulgar calendário para a liberação dos valores em breve. Têm direito ao benefício as famílias inscritas no CadÚnico com renda familiar mensal per capita (por pessoa da família) menor ou igual a meio salário mínimo (R$ 550 neste ano). Também serão beneficiadas as famílias com integrantes do Benefício de Prestação Continuada (BPC), valor de um salário mínimo, pago por mês às pessoas idosas e/ou com deficiência que não podem garantir a sua sobrevivência, por conta própria ou com o apoio da família. A renda de quem recebe o Auxílio Brasil não vai contar como critério de renda familiar. Mulheres chefes de família têm prioridade para receber o benefício, assim como as mulheres vítimas de violência. Para isso, foi feito convênio com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Além dos critérios básicos de pagamento, a concessão do benefício será feita obedecendo à seguinte ordem de critérios, para famílias que sucessivamente. Cadastro Não haverá abertura de cadastro para receber o benefício. O governo utilizará as informações do CadÚnico. Quem está na fila e for autorizado a receber o Auxílio Brasil, por exemplo, poderá ser beneficiado com o vale-gás. Pela lei, o programa será financiado com recursos dos royalties da União na produção de petróleo e gás natural sob o regime de partilha de produção, de parte da venda do excedente em óleo da União e bônus de assinatura nas licitações de áreas para a exploração de petróleo e de gás natural. Além disso, poderão ser utilizados outros recursos previstos no Orçamento, além de dividendos da Petrobras pagos ao Tesouro Nacional. O programa tem ainda como fonte de renda a parte da Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico), que incide sobre combustíveis, pertencente à União. Quem tem direito? Pessoas que tenham atualizado os dados do CadÚnico nos últimos 24 meses Pessoas com a menor renda per capita menor ou igual a meio salário mínimo (R$ 550 neste ano) Famílias com maior quantidade de membros Famílias que recebam o Auxílio Brasil Com cadastro qualificado pelo gestor por meio do uso dos dados da averiguação, quando disponíveis Fonte: Jornal O Estado

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