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Ranilson Tavares é eleito o novo Presidente da Câmara de Brejo Santo, pela primeira vez

Votação aconteceu nesta quarta-feira (07) Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  Agência Caririensi  A Câmara Municipal de Brejo Santo elegeu, nesta quarta-feira (07), o novo Presidente da Mesa Diretora. O vereador Ranilson Tavares Neves, conduzirá a Câmara pela primeira vez, durante o biênio 2023-2024. Além do presidente, o vereador Arnou Vieira também foi eleito, como vice-presidente, assim como os vereadores João Paulo Caetano e Andrey Furtado, como primeiro e segundo secretário.

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Bombeiro desaparecido no CE ficou 4h se ‘acalmando’ para nadar de volta: ‘peixes me mordiam’

Jairo Oliveira Amorim, de 33 anos, contou, em entrevista ao Diário do Nordeste, como se sentiu e como se preparou para se salvar Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  “Realmente tive medo de morrer”. A frase que abre esta matéria é do sargento do Corpo de Bombeiros, Jairo Oliveira Amorim, de 33 anos, que ficou à deriva no mar durante a noite desta terça-feira (6), na praia de Jericoacoara, litoral Oeste do Ceará. O militar realizou uma operação de salvamento de um estrangeiro que praticava Kitesurf e, após este ato, não conseguiu retornar à sua moto aquática usada no resgate do turista francês. Começava ali uma batalha pela vida. Os relatos a seguir foram narrados pelo Militar ao Diário do Nordeste, em entrevista exclusiva. O sargento que por 13 anos atua como guarda-vidas no salvamento de pessoas, agora teria que lutar pela própria sobrevivência. Uma luta no escuro, em mar aberto. Uma batalha solo. E que teve final feliz. Tudo começou na noite da última terça, quando Jairo participou de um resgate. A ação foi bem sucedida. Ele conseguiu resgatar o turista, mas voltou, em uma moto aquática, para pegar os equipamentos da vítima, que acabaram se enroscando na hélice do veículo, que parou de funcionar. Nesse momento, diante da agitação do mar e da moto com a hélice inoperante, ele não retornou. “A maré estava puxando para trás. Pela minha experiência, eu sabia que se ficasse na moto não conseguiria me salvar”, conta. A presunção dele parece estar correta, tanto que até o momento a moto aquática ainda não fora encontrada.  “Decidi pular da moto. Quando pulei, iniciei uma preparação psicológica. Eu sabia que seria muito difícil chegar à terra firme. Fiquei entre 3 e 4 horas me preparando, tentando me acalmar e focando em um plano de ação. Não podia nadar verticalmente devido a força das ondas, só iria me cansar e as chances de sobreviver cairiam. Tinha que nadar para o lado”, ilustra. O preparo físico exigido em uma situação extrema com esta, que eleva ao máxima a tensão e mexe com o psicológico, foi adquirido ao longo de quase toda sua vida. Logo aos 12 anos Jairo começou a se aventurar no surfe, “pegando pequenas ondinhas”, conforme rememorou Jairo, em entrevista telefônica concedida no caminho de volta para casa. Casa essa que não saía da sua mente. “Eu realmente tive medo de morrer. Mas a medida que ia nadando, aumentava minha esperança de que iria sobreviver, até que depois de um tempo ouvi o barulho das ondas quebrando. Era indício de que eu estava próximo da terra firme”, detalha. O que aparentemente seria o início de um momento de alívio, foi revertido diante de novas “adversidades” — como se o alto mar e escuridão solitária da noite já não fossem elementos dificultosos o suficiente. “Em determinado momento vários peixes me rodearam. Eu senti que eles me mordiam. Águas-vivas também batiam em mim. Foi aquele o momento em que tive mais medo. Ali, pensei em que iria morrer”, conta o sargento do Corpo de Bombeiros. Há 12 anos ele ingressou na corporação. Em mais de uma década de ofício, aprendeu técnicas, ganhou experiência e, interiorizou em sua mente que, diante da profissão que escolheu, o verbo “desistir” não poderia ser mencionado em qualquer que fosse a situação. E assim ele o fez. Não desistiu. Pelo contrário, prossegui. Foram 9 km de nado até chegar em terra firme. Enfrentou peixes, águas-vivas, maré e escuridão. Ao pisar os pés na praia de Tatajuba, sua batalha ainda tinha o último ato: encontrar um meio de se comunicar como alguém. O militar então iniciou uma caminhada que durou cerca de 40 minutos. A força para nadar 9km e depois caminhar por quase uma hora foi extraída da vontade de rever “os seus”. E assim ele o fez. Não desistiu. Pelo contrário, prossegui. Foram 9 km de nado até chegar em terra firme. Enfrentou peixes, águas-vivas, maré e escuridão. Ao pisar os pés na praia de Tatajuba, sua batalha ainda tinha o último ato: encontrar um meio de se comunicar como alguém. O militar então iniciou uma caminhada que durou cerca de 40 minutos. A força para nadar 9km e depois caminhar por quase uma hora foi extraída da vontade de rever “os seus”. Ao chegar em uma casa, se identificou aos moradores e pediu para fazer uma ligação. Pergunto a ele qual foi o primeiro nome que veio em sua mente. Com uma súbita resposta, ele diz: “Minha mãe”. Telefonema feito. Quando sua mãe atende e ouve a voz do filho, até então com paradeiro desconhecido, as palavras deram espaço para as lágrimas.  Após um hiato de silêncio, ela diz, do outro lado da linha: “meu filho, é você?! Você está vivo”, e volta a chorar. A casa da genitora, a essa altura, estava repleta de familiares, amigos e a namorada de Jairo. Todos faziam uma corrente de oração e emanavam positividade para que o experiente sargento conseguisse sair ileso do mar. Deu certo. “Eu renasci”, finaliza o guarda-vidas que, na noite desta quarta-feira precisou se salvar para, nos próximos dias, voltar a salvar tantas outras vidas como tem sido ao longo de mais de uma década. ENTENDA Na noite da última terça-feira, dia 6, Jairo ficou à deriva durante o resgate de turista francês que estava praticando Kitesurf na praia de Jericoacoara. O sargento resgatou o turista, mas voltou para pegar os equipamentos da vítima e, então, não mais conseguiu retornar.  Foram acionadas equipes de busca e resgate do quartel de Itapipoca e também de Fortaleza. Na tentativa de localizá-lo, foi solicitado o apoio da Capitania dos Portos do Ceará (CPCE) e da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER). Em nota, os bombeiros agradeceram pela parceria, no trabalho de buscas, à Capitania dos Portos de Camocim, às guarnições de guarda-vidas de Jericoacoara, além de voluntários, mergulhadores e outras equipes de salvamento de Itapipoca, Sobral e Canindé. Reprodução: Diário do Nordeste

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Bombeiro desaparecido no CE ficou 4h se ‘acalmando’ para nadar de volta: ‘peixes me mordiam’

Jairo Oliveira Amorim, de 33 anos, contou, em entrevista ao Diário do Nordeste, como se sentiu e como se preparou para se salvar Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  “Realmente tive medo de morrer”. A frase que abre esta matéria é do sargento do Corpo de Bombeiros, Jairo Oliveira Amorim, de 33 anos, que ficou à deriva no mar durante a noite desta terça-feira (6), na praia de Jericoacoara, litoral Oeste do Ceará. O militar realizou uma operação de salvamento de um estrangeiro que praticava Kitesurf e, após este ato, não conseguiu retornar à sua moto aquática usada no resgate do turista francês. Começava ali uma batalha pela vida. Os relatos a seguir foram narrados pelo Militar ao Diário do Nordeste, em entrevista exclusiva. O sargento que por 13 anos atua como guarda-vidas no salvamento de pessoas, agora teria que lutar pela própria sobrevivência. Uma luta no escuro, em mar aberto. Uma batalha solo. E que teve final feliz. Tudo começou na noite da última terça, quando Jairo participou de um resgate. A ação foi bem sucedida. Ele conseguiu resgatar o turista, mas voltou, em uma moto aquática, para pegar os equipamentos da vítima, que acabaram se enroscando na hélice do veículo, que parou de funcionar. Nesse momento, diante da agitação do mar e da moto com a hélice inoperante, ele não retornou. “A maré estava puxando para trás. Pela minha experiência, eu sabia que se ficasse na moto não conseguiria me salvar”, conta. A presunção dele parece estar correta, tanto que até o momento a moto aquática ainda não fora encontrada.  “Decidi pular da moto. Quando pulei, iniciei uma preparação psicológica. Eu sabia que seria muito difícil chegar à terra firme. Fiquei entre 3 e 4 horas me preparando, tentando me acalmar e focando em um plano de ação. Não podia nadar verticalmente devido a força das ondas, só iria me cansar e as chances de sobreviver cairiam. Tinha que nadar para o lado”, ilustra. O preparo físico exigido em uma situação extrema com esta, que eleva ao máxima a tensão e mexe com o psicológico, foi adquirido ao longo de quase toda sua vida. Logo aos 12 anos Jairo começou a se aventurar no surfe, “pegando pequenas ondinhas”, conforme rememorou Jairo, em entrevista telefônica concedida no caminho de volta para casa. Casa essa que não saía da sua mente. “Eu realmente tive medo de morrer. Mas a medida que ia nadando, aumentava minha esperança de que iria sobreviver, até que depois de um tempo ouvi o barulho das ondas quebrando. Era indício de que eu estava próximo da terra firme”, detalha. O que aparentemente seria o início de um momento de alívio, foi revertido diante de novas “adversidades” — como se o alto mar e escuridão solitária da noite já não fossem elementos dificultosos o suficiente. “Em determinado momento vários peixes me rodearam. Eu senti que eles me mordiam. Águas-vivas também batiam em mim. Foi aquele o momento em que tive mais medo. Ali, pensei em que iria morrer”, conta o sargento do Corpo de Bombeiros. Há 12 anos ele ingressou na corporação. Em mais de uma década de ofício, aprendeu técnicas, ganhou experiência e, interiorizou em sua mente que, diante da profissão que escolheu, o verbo “desistir” não poderia ser mencionado em qualquer que fosse a situação. E assim ele o fez. Não desistiu. Pelo contrário, prossegui. Foram 9 km de nado até chegar em terra firme. Enfrentou peixes, águas-vivas, maré e escuridão. Ao pisar os pés na praia de Tatajuba, sua batalha ainda tinha o último ato: encontrar um meio de se comunicar como alguém. O militar então iniciou uma caminhada que durou cerca de 40 minutos. A força para nadar 9km e depois caminhar por quase uma hora foi extraída da vontade de rever “os seus”. E assim ele o fez. Não desistiu. Pelo contrário, prossegui. Foram 9 km de nado até chegar em terra firme. Enfrentou peixes, águas-vivas, maré e escuridão. Ao pisar os pés na praia de Tatajuba, sua batalha ainda tinha o último ato: encontrar um meio de se comunicar como alguém. O militar então iniciou uma caminhada que durou cerca de 40 minutos. A força para nadar 9km e depois caminhar por quase uma hora foi extraída da vontade de rever “os seus”. Ao chegar em uma casa, se identificou aos moradores e pediu para fazer uma ligação. Pergunto a ele qual foi o primeiro nome que veio em sua mente. Com uma súbita resposta, ele diz: “Minha mãe”. Telefonema feito. Quando sua mãe atende e ouve a voz do filho, até então com paradeiro desconhecido, as palavras deram espaço para as lágrimas.  Após um hiato de silêncio, ela diz, do outro lado da linha: “meu filho, é você?! Você está vivo”, e volta a chorar. A casa da genitora, a essa altura, estava repleta de familiares, amigos e a namorada de Jairo. Todos faziam uma corrente de oração e emanavam positividade para que o experiente sargento conseguisse sair ileso do mar. Deu certo. “Eu renasci”, finaliza o guarda-vidas que, na noite desta quarta-feira precisou se salvar para, nos próximos dias, voltar a salvar tantas outras vidas como tem sido ao longo de mais de uma década. ENTENDA Na noite da última terça-feira, dia 6, Jairo ficou à deriva durante o resgate de turista francês que estava praticando Kitesurf na praia de Jericoacoara. O sargento resgatou o turista, mas voltou para pegar os equipamentos da vítima e, então, não mais conseguiu retornar.  Foram acionadas equipes de busca e resgate do quartel de Itapipoca e também de Fortaleza. Na tentativa de localizá-lo, foi solicitado o apoio da Capitania dos Portos do Ceará (CPCE) e da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER). Em nota, os bombeiros agradeceram pela parceria, no trabalho de buscas, à Capitania dos Portos de Camocim, às guarnições de guarda-vidas de Jericoacoara, além de voluntários, mergulhadores e outras equipes de salvamento de Itapipoca, Sobral e Canindé. Reprodução: Diário do Nordeste

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Jairo Oliveira Amorim, de 33 anos, contou, em entrevista ao Diário do Nordeste, como se sentiu e como se preparou para se salvar Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  “Realmente tive medo de morrer”. A frase que abre esta matéria é do sargento do Corpo de Bombeiros, Jairo Oliveira Amorim, de 33 anos, que ficou à deriva no mar durante a noite desta terça-feira (6), na praia de Jericoacoara, litoral Oeste do Ceará. O militar realizou uma operação de salvamento de um estrangeiro que praticava Kitesurf e, após este ato, não conseguiu retornar à sua moto aquática usada no resgate do turista francês. Começava ali uma batalha pela vida. Os relatos a seguir foram narrados pelo Militar ao Diário do Nordeste, em entrevista exclusiva. O sargento que por 13 anos atua como guarda-vidas no salvamento de pessoas, agora teria que lutar pela própria sobrevivência. Uma luta no escuro, em mar aberto. Uma batalha solo. E que teve final feliz. Tudo começou na noite da última terça, quando Jairo participou de um resgate. A ação foi bem sucedida. Ele conseguiu resgatar o turista, mas voltou, em uma moto aquática, para pegar os equipamentos da vítima, que acabaram se enroscando na hélice do veículo, que parou de funcionar. Nesse momento, diante da agitação do mar e da moto com a hélice inoperante, ele não retornou. “A maré estava puxando para trás. Pela minha experiência, eu sabia que se ficasse na moto não conseguiria me salvar”, conta. A presunção dele parece estar correta, tanto que até o momento a moto aquática ainda não fora encontrada.  “Decidi pular da moto. Quando pulei, iniciei uma preparação psicológica. Eu sabia que seria muito difícil chegar à terra firme. Fiquei entre 3 e 4 horas me preparando, tentando me acalmar e focando em um plano de ação. Não podia nadar verticalmente devido a força das ondas, só iria me cansar e as chances de sobreviver cairiam. Tinha que nadar para o lado”, ilustra. O preparo físico exigido em uma situação extrema com esta, que eleva ao máxima a tensão e mexe com o psicológico, foi adquirido ao longo de quase toda sua vida. Logo aos 12 anos Jairo começou a se aventurar no surfe, “pegando pequenas ondinhas”, conforme rememorou Jairo, em entrevista telefônica concedida no caminho de volta para casa. Casa essa que não saía da sua mente. “Eu realmente tive medo de morrer. Mas a medida que ia nadando, aumentava minha esperança de que iria sobreviver, até que depois de um tempo ouvi o barulho das ondas quebrando. Era indício de que eu estava próximo da terra firme”, detalha. O que aparentemente seria o início de um momento de alívio, foi revertido diante de novas “adversidades” — como se o alto mar e escuridão solitária da noite já não fossem elementos dificultosos o suficiente. “Em determinado momento vários peixes me rodearam. Eu senti que eles me mordiam. Águas-vivas também batiam em mim. Foi aquele o momento em que tive mais medo. Ali, pensei em que iria morrer”, conta o sargento do Corpo de Bombeiros. Há 12 anos ele ingressou na corporação. Em mais de uma década de ofício, aprendeu técnicas, ganhou experiência e, interiorizou em sua mente que, diante da profissão que escolheu, o verbo “desistir” não poderia ser mencionado em qualquer que fosse a situação. E assim ele o fez. Não desistiu. Pelo contrário, prossegui. Foram 9 km de nado até chegar em terra firme. Enfrentou peixes, águas-vivas, maré e escuridão. Ao pisar os pés na praia de Tatajuba, sua batalha ainda tinha o último ato: encontrar um meio de se comunicar como alguém. O militar então iniciou uma caminhada que durou cerca de 40 minutos. A força para nadar 9km e depois caminhar por quase uma hora foi extraída da vontade de rever “os seus”. E assim ele o fez. Não desistiu. Pelo contrário, prossegui. Foram 9 km de nado até chegar em terra firme. Enfrentou peixes, águas-vivas, maré e escuridão. Ao pisar os pés na praia de Tatajuba, sua batalha ainda tinha o último ato: encontrar um meio de se comunicar como alguém. O militar então iniciou uma caminhada que durou cerca de 40 minutos. A força para nadar 9km e depois caminhar por quase uma hora foi extraída da vontade de rever “os seus”. Ao chegar em uma casa, se identificou aos moradores e pediu para fazer uma ligação. Pergunto a ele qual foi o primeiro nome que veio em sua mente. Com uma súbita resposta, ele diz: “Minha mãe”. Telefonema feito. Quando sua mãe atende e ouve a voz do filho, até então com paradeiro desconhecido, as palavras deram espaço para as lágrimas.  Após um hiato de silêncio, ela diz, do outro lado da linha: “meu filho, é você?! Você está vivo”, e volta a chorar. A casa da genitora, a essa altura, estava repleta de familiares, amigos e a namorada de Jairo. Todos faziam uma corrente de oração e emanavam positividade para que o experiente sargento conseguisse sair ileso do mar. Deu certo. “Eu renasci”, finaliza o guarda-vidas que, na noite desta quarta-feira precisou se salvar para, nos próximos dias, voltar a salvar tantas outras vidas como tem sido ao longo de mais de uma década. ENTENDA Na noite da última terça-feira, dia 6, Jairo ficou à deriva durante o resgate de turista francês que estava praticando Kitesurf na praia de Jericoacoara. O sargento resgatou o turista, mas voltou para pegar os equipamentos da vítima e, então, não mais conseguiu retornar.  Foram acionadas equipes de busca e resgate do quartel de Itapipoca e também de Fortaleza. Na tentativa de localizá-lo, foi solicitado o apoio da Capitania dos Portos do Ceará (CPCE) e da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER). Em nota, os bombeiros agradeceram pela parceria, no trabalho de buscas, à Capitania dos Portos de Camocim, às guarnições de guarda-vidas de Jericoacoara, além de voluntários, mergulhadores e outras equipes de salvamento de Itapipoca, Sobral e Canindé. Reprodução: Diário do Nordeste

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Mais escândalos e possíveis crimes envolvendo Glêdson Bezerra e família são denunciados

Novas denúncias foram feitas na sessão desta terça-feira (06), na Câmara Municipal de Juazeiro do Norte  Imagens: Reprodução/ TV Câmara  Agência Caririensi  A sessão desta terça-feira (06), na Câmara Municipal de Juazeiro do Norte, envolveu grandes polêmicas contra o prefeito Glêdson Bezerra (Podemos) e sua família. Além do vereador Capitão Vieira (PTB), Márcio Joias (UB) também expôs graves denúncias.  Em continuidade às denúncias dos colegas, o parlamentar Márcio Joias (UB), apresentou um vídeo, de 2012, período que Glêdson Bezerra foi vereador de Juazeiro, onde uma mulher, identificada por Marleide, afirma que, a pedido de Glêdson, era obrigada a repassar parte de seu salário a algumas pessoas, incluindo, a mãe dele, Elizabeth Lima. Assim, caracterizando ‘rachadinha’, que de acordo com Código Penal Brasileiro, a prática se configura como crime, já que no Art. 312 diz “Apropriar-se o funcionário público de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular, de que tem a posse em razão do cargo, ou desviá-lo, em proveito próprio ou alheio: Pena – reclusão, de dois a doze anos, e multa”. Após exibir o vídeo, Márcio Joias afirmou que, o verdadeiro motivo de Glêdson não ter demitido os parentes, como fez com vários trabalhadores, é pelo costume de rachadinhas. Márcio Joias também denunciou que Roberto Kildere, marido da Secretária de Desenvolvimento Social, Josy Lima, que por sua vez, é primo do prefeito, tinha um contrato milionário com a empresa M.M Locações e Serviços, responsável pela coleta de lixo no município, denunciada várias vezes, pelos vereadores, por crime de licitação. A empresa também é sediada no terreno do empresário Gilmar Bender, maior financiador da campanha de Glêdson Bezerra na última campanha municipal. O parlamentar ainda explicou a gravidade e intensidade da denúncia, ao expor que, a empresa alugou o terreno na época que o Secretário de Meio Ambiente e Serviços Públicos de Juazeiro (pasta responsável pelo pagamento a empresa de coleta de lixo) era Diogo Machado, genro do empresário Gilmar Bender.

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Novas denúncias foram feitas na sessão desta terça-feira (06), na Câmara Municipal de Juazeiro do Norte  Imagens: Reprodução/ TV Câmara  Agência Caririensi  A sessão desta terça-feira (06), na Câmara Municipal de Juazeiro do Norte, envolveu grandes polêmicas contra o prefeito Glêdson Bezerra (Podemos) e sua família. Além do vereador Capitão Vieira (PTB), Márcio Joias (UB) também expôs graves denúncias.  Em continuidade às denúncias dos colegas, o parlamentar Márcio Joias (UB), apresentou um vídeo, de 2012, período que Glêdson Bezerra foi vereador de Juazeiro, onde uma mulher, identificada por Marleide, afirma que, a pedido de Glêdson, era obrigada a repassar parte de seu salário a algumas pessoas, incluindo, a mãe dele, Elizabeth Lima. Assim, caracterizando ‘rachadinha’, que de acordo com Código Penal Brasileiro, a prática se configura como crime, já que no Art. 312 diz “Apropriar-se o funcionário público de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular, de que tem a posse em razão do cargo, ou desviá-lo, em proveito próprio ou alheio: Pena – reclusão, de dois a doze anos, e multa”. Após exibir o vídeo, Márcio Joias afirmou que, o verdadeiro motivo de Glêdson não ter demitido os parentes, como fez com vários trabalhadores, é pelo costume de rachadinhas. Márcio Joias também denunciou que Roberto Kildere, marido da Secretária de Desenvolvimento Social, Josy Lima, que por sua vez, é primo do prefeito, tinha um contrato milionário com a empresa M.M Locações e Serviços, responsável pela coleta de lixo no município, denunciada várias vezes, pelos vereadores, por crime de licitação. A empresa também é sediada no terreno do empresário Gilmar Bender, maior financiador da campanha de Glêdson Bezerra na última campanha municipal. O parlamentar ainda explicou a gravidade e intensidade da denúncia, ao expor que, a empresa alugou o terreno na época que o Secretário de Meio Ambiente e Serviços Públicos de Juazeiro (pasta responsável pelo pagamento a empresa de coleta de lixo) era Diogo Machado, genro do empresário Gilmar Bender.

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Tirullipa é expulso da ‘Farofa da Gkay’ após puxar laço e tirar biquíni de influencer: ‘Isso é assédio’, diz ela

A cantora e atriz Nicole Louise reclamou da atitude do humorista Tirullipa ao deixá-la exposta sem parte da peça de banho. Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  O humorista Tirullipa foi expulso nesta terça-feira (6) da Farofa da Gkay, festa de aniversário da digital influencer Gessika Kayane que ocorre em um hotel em Fortaleza, por puxar o laço do biquíni da atriz e cantora Nicole Louise. “Toda a equipe repudia esse tipo de comportamento e jamais apoiará qualquer atitude desrespeitosa às mulheres ou outras pessoas no local”, afirmou a organização do evento, em nota, ao anunciar a expulsão do humorista. “Estou muito indignada, estou muito mal com o que aconteceu porque eu me senti invadida. Isso é assédio. Ele não fez isso só comigo, com outras mulheres também. Isso é uma falta de respeito, sem noção do caramba”, disse Nicole, ao reproduzir o vídeo em que Tirullipa a expõe. “Acabei de ser informado que ele acabou de ser expulso da Farofa da Gkay, pois a Farofa não compactua com esse tipo de atitude”, completou Nicole. ‘Eu me excedi’, diz Tirullipa Após repercussão do caso, o humorista cearense foi às redes sociais para pedir desculpa. “Depois de ter conversando a Gkay e toda a produção da Farofa eu quero pedir desculpa às meninas, mulheres, quero pedir desculpa à Nicole, que se sentiu assediada. Não foi minha intenção, quis levar uma brincadeira, uma diversão, mas eu me excedi”, afirmou. “Eu vacilei, errei e estou aqui para pedir perdão para você, Nicole, e outras que se sentiram feridas”, completou. Reprodução: G1 Ceará

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A cantora e atriz Nicole Louise reclamou da atitude do humorista Tirullipa ao deixá-la exposta sem parte da peça de banho. Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  O humorista Tirullipa foi expulso nesta terça-feira (6) da Farofa da Gkay, festa de aniversário da digital influencer Gessika Kayane que ocorre em um hotel em Fortaleza, por puxar o laço do biquíni da atriz e cantora Nicole Louise. “Toda a equipe repudia esse tipo de comportamento e jamais apoiará qualquer atitude desrespeitosa às mulheres ou outras pessoas no local”, afirmou a organização do evento, em nota, ao anunciar a expulsão do humorista. “Estou muito indignada, estou muito mal com o que aconteceu porque eu me senti invadida. Isso é assédio. Ele não fez isso só comigo, com outras mulheres também. Isso é uma falta de respeito, sem noção do caramba”, disse Nicole, ao reproduzir o vídeo em que Tirullipa a expõe. “Acabei de ser informado que ele acabou de ser expulso da Farofa da Gkay, pois a Farofa não compactua com esse tipo de atitude”, completou Nicole. ‘Eu me excedi’, diz Tirullipa Após repercussão do caso, o humorista cearense foi às redes sociais para pedir desculpa. “Depois de ter conversando a Gkay e toda a produção da Farofa eu quero pedir desculpa às meninas, mulheres, quero pedir desculpa à Nicole, que se sentiu assediada. Não foi minha intenção, quis levar uma brincadeira, uma diversão, mas eu me excedi”, afirmou. “Eu vacilei, errei e estou aqui para pedir perdão para você, Nicole, e outras que se sentiram feridas”, completou. Reprodução: G1 Ceará

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