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Morre mulher agredida pelo namorado durante discussão no Ceará; suspeito cometeu suicídio

Ana Lúcia Gonçalves teve morte cerebral. Ela estava internada desde a última terça-feira (6). Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  A mulher agredida pelo namorado durante uma discussão na cidade de Barro, no interior do Ceará, teve a morte encefálica confirmada neste sábado (10), quatro dias após a vítima ser internada com ferimentos no Hospital Regional do Cariri, em Juazeiro do Norte. O suspeito cometeu suicídio no dia do crime, por achar que a vítima tinha morrido no local, mas ela estava desmaiada e foi socorrida. A Câmara Municipal de Barro publicou uma nota de pesar pelo falecimento de Ana Lúcia Gonçalves, que não resistiu aos ferimentos. “Nesse momento de dor nos solidarizamos com seus familiares manifestando nossos profundos sentimentos de pesar”, diz um trecho da nota. Crime Conforme testemunhas, Ana Lúcia foi a casa do namorado e os dois tiveram um desentendimento. Na ocasião, o homem a agrediu e tentou esganá-la, fazendo a vítima desmaiar e a bater a cabeça em um móvel. Achando que namorada havia morrido, o homem cometeu suicídio em um quarto da residência. Na manhã de terça-feira (6) o irmão do suspeito estranhou o fato dele não ter aparecido para trabalhar e foi até o endereço, onde encontrou o homem morto e a cunhada desacordada. Ao perceber que Ana Lúcia ainda estava respirando o cunhado chamou uma ambulância que levou a para o hospital de Barro. Por conta do estado de saúde, a vítima foi transferida para o hospital de Juazeiro do Norte, onde faleceu. Reprodução: G1 Ceará

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Guardas Civis de Juazeiro do Norte são flagrados usando viatura para transportar cervejas

Mesas e bebidas alcoólicas são transportadas com carro da prefeitura  Imagens: Reprodução/ Redes Sociais  Agência Caririensi  Guardas Civis de Juazeiro do Norte foram flagrados, neste sábado (10), utilizando, indevidamente, veículo da Guarda Municipal para transportar bebida alcoólica, mesas e carnes para um churrasco, realizado em chácara, no Sítio Estrela, em Barbalha. Além do vídeo gravado por um popular, há outro, gravado pelos próprios guardas, que os exibe descarregando utensílios, alimentos e bebidas alcoólicas do veículo público: “Já temos congelador e refrigerante, estamos organizando as coisas”, diz um dos guardas. O Site Cariri Ensi já denunciou, várias vezes, as ilegalidades da Guarda Municipal de Juazeiro do Norte, incluindo, a falta de segurança pública, como a rodovia do município que, constantemente, é palco de assaltos e brigas.

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Mesas e bebidas alcoólicas são transportadas com carro da prefeitura  Imagens: Reprodução/ Redes Sociais  Agência Caririensi  Guardas Civis de Juazeiro do Norte foram flagrados, neste sábado (10), utilizando, indevidamente, veículo da Guarda Municipal para transportar bebida alcoólica, mesas e carnes para um churrasco, realizado em chácara, no Sítio Estrela, em Barbalha. Além do vídeo gravado por um popular, há outro, gravado pelos próprios guardas, que os exibe descarregando utensílios, alimentos e bebidas alcoólicas do veículo público: “Já temos congelador e refrigerante, estamos organizando as coisas”, diz um dos guardas. O Site Cariri Ensi já denunciou, várias vezes, as ilegalidades da Guarda Municipal de Juazeiro do Norte, incluindo, a falta de segurança pública, como a rodovia do município que, constantemente, é palco de assaltos e brigas.

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Mesas e bebidas alcoólicas são transportadas com carro da prefeitura  Imagens: Reprodução/ Redes Sociais  Agência Caririensi  Guardas Civis de Juazeiro do Norte foram flagrados, neste sábado (10), utilizando, indevidamente, veículo da Guarda Municipal para transportar bebida alcoólica, mesas e carnes para um churrasco, realizado em chácara, no Sítio Estrela, em Barbalha. Além do vídeo gravado por um popular, há outro, gravado pelos próprios guardas, que os exibe descarregando utensílios, alimentos e bebidas alcoólicas do veículo público: “Já temos congelador e refrigerante, estamos organizando as coisas”, diz um dos guardas. O Site Cariri Ensi já denunciou, várias vezes, as ilegalidades da Guarda Municipal de Juazeiro do Norte, incluindo, a falta de segurança pública, como a rodovia do município que, constantemente, é palco de assaltos e brigas.

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Praça Padre Cícero recebe decoração natalina em Juazeiro do Norte

A magia do Natal, na terra do Padre Cícero Imagem: Agência Caririensi  Agência Caririensi  Iniciando as festividades natalinas, a Prefeitura de Juazeiro do Norte, através da Secretaria de Meio Ambiente e Serviços Públicos (SEMASP), decorou a praça Padre Cícero, uma das mais populares e movimentadas do município, com decoração natalina.  Foram instalados leds com iluminação especial, formando árvores e demais símbolos natalinos.

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A magia do Natal, na terra do Padre Cícero Imagem: Agência Caririensi  Agência Caririensi  Iniciando as festividades natalinas, a Prefeitura de Juazeiro do Norte, através da Secretaria de Meio Ambiente e Serviços Públicos (SEMASP), decorou a praça Padre Cícero, uma das mais populares e movimentadas do município, com decoração natalina.  Foram instalados leds com iluminação especial, formando árvores e demais símbolos natalinos.

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A magia do Natal, na terra do Padre Cícero Imagem: Agência Caririensi  Agência Caririensi  Iniciando as festividades natalinas, a Prefeitura de Juazeiro do Norte, através da Secretaria de Meio Ambiente e Serviços Públicos (SEMASP), decorou a praça Padre Cícero, uma das mais populares e movimentadas do município, com decoração natalina.  Foram instalados leds com iluminação especial, formando árvores e demais símbolos natalinos.

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Fome em Juazeiro do Norte: Diante de inércia da prefeitura, a esquerda local se mobiliza. (OPINIÃO)

Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  Artigo de opinião por Sued Carvalho Qualquer juazeirense que desça ao centro de Juazeiro pôde reparar o aumento de pedintes nas calçadas, nas praças, nos restaurantes e entradas de supermercados. Nossa cidade não passou incólume pela destruição sofrida em nosso país nos últimos quatro anos do governo de extrema-direita de Bolsonaro, presidente cujo primeiro ato no governo foi extinguir o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), órgão responsável por discutir e elaborar medidas de combate à fome em nosso país. O fim do Consea desarticulou iniciativas importantes como o Plano de Aquisição de alimentos, assim como os incentivos a agricultura familiar, cozinhas comunitárias e restaurantes populares. O argumento do governo Bolsonaro? Austeridade. Responsabilidade fiscal. Apesar de estourar dinheiro público em viagens de férias e medidas eleitoreiras, assim como milhões em viagra, picanha e cerveja para as forças armadas, o governo federal afirma estar “quebrado” para enfrentar a fome. Se lá em Brasília tivemos um governo despreocupado com os mais pobres, que devolveu o Brasil ao mapa da fome, lançando 33 milhões de pessoas na extrema-pobreza, nos Estados e municípios temos governos que agem ou para aliviar ou agravar a situação. Em Juazeiro do Norte temos um governo municipal que age para tornar ainda mais difícil a situação. Há três anos o restaurante popular, que servia comida barata para os trabalhadores, desempregados, aposentados, estudantes e diversos outros grupos em nossa cidade, está fechado e, no mês passado, foi anunciado que as cozinhas comunitárias recentes, localizadas nos bairros Horto, Frei Damião, João Cabral e Vila Nova, deixariam de fornecer refeições. O motivo alegado é que a alta do preço dos alimentos dificulta para os fornecedores manter o serviço pelo valor combinado nos contratos. Alta nos alimentos esta causada pelos desmandos do governo Bolsonaro, pela desregulamentação dos estoques de estabilização de preços do Governo Federal e pela destruição do Programa de Aquisição de Alimentos. Glêdson Bezêrra, prefeito de Juazeiro do Norte, apoia essas políticas e apoia o governo Bolsonaro, tendo, inclusive, trabalhado na campanha de reeleição do capitão expulso do exército. Não seria lógico, portanto, esperar qualquer sensibilidade por parte desta gestão acerca do tema da insegurança alimentar. Diante da inércia da prefeitura, movimentos populares, comunidades evangélicas locais e militantes de Partidos Políticos como o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), Unidade Popular pelo Socialismo (UP), Partido dos Trabalhadores (PT), etc. se uniram na Frente Juazeiro sem Fome, com o objetivo de organizar doações de cestas básicas a famílias carentes e lutar pela reintrodução e fortalecimento das políticas de combate a fome no município, tendo a reabertura do Restaurante Popular como uma pauta urgentíssima. O Prefeito Glêdson, após uma manifestação organizada pela Frente Juazeiro sem Fome ocorrida no dia 21 de Outubro, afirmou que irá iniciar a reforma do Restaurante Popular, porém ainda não foi publicada qualquer ordem de serviço, edital para licitação ou algo que o valha. A população carente ainda aguarda, de barriga vazia, a reabertura do equipamento. Quem tem fome, tem pressa… Mas a gestão municipal parece não ter o assunto como urgente ao, além de não fomentar políticas de combate à fome, procurar empobrecer ainda mais parcela da classe trabalhadora juazeirense, especificamente os servidores públicos com menor remuneração através da proposta de reforma da previdência que irá aumentar, de forma linear, a alíquota descontada do salário para 14%. Diante do cenário municipal, é a tragédia anunciada. Enquanto contingentes de desempregados, inadimplentes e pessoas sem teto aumentam em Juazeiro do Norte, a prefeitura não consegue se articular sequer para garantir um prato de comida a essas pessoas. Nessa conjuntura movimentos como a Frente Juazeiro sem Fome são importantíssimos.  

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Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  Artigo de opinião por Sued Carvalho Qualquer juazeirense que desça ao centro de Juazeiro pôde reparar o aumento de pedintes nas calçadas, nas praças, nos restaurantes e entradas de supermercados. Nossa cidade não passou incólume pela destruição sofrida em nosso país nos últimos quatro anos do governo de extrema-direita de Bolsonaro, presidente cujo primeiro ato no governo foi extinguir o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), órgão responsável por discutir e elaborar medidas de combate à fome em nosso país. O fim do Consea desarticulou iniciativas importantes como o Plano de Aquisição de alimentos, assim como os incentivos a agricultura familiar, cozinhas comunitárias e restaurantes populares. O argumento do governo Bolsonaro? Austeridade. Responsabilidade fiscal. Apesar de estourar dinheiro público em viagens de férias e medidas eleitoreiras, assim como milhões em viagra, picanha e cerveja para as forças armadas, o governo federal afirma estar “quebrado” para enfrentar a fome. Se lá em Brasília tivemos um governo despreocupado com os mais pobres, que devolveu o Brasil ao mapa da fome, lançando 33 milhões de pessoas na extrema-pobreza, nos Estados e municípios temos governos que agem ou para aliviar ou agravar a situação. Em Juazeiro do Norte temos um governo municipal que age para tornar ainda mais difícil a situação. Há três anos o restaurante popular, que servia comida barata para os trabalhadores, desempregados, aposentados, estudantes e diversos outros grupos em nossa cidade, está fechado e, no mês passado, foi anunciado que as cozinhas comunitárias recentes, localizadas nos bairros Horto, Frei Damião, João Cabral e Vila Nova, deixariam de fornecer refeições. O motivo alegado é que a alta do preço dos alimentos dificulta para os fornecedores manter o serviço pelo valor combinado nos contratos. Alta nos alimentos esta causada pelos desmandos do governo Bolsonaro, pela desregulamentação dos estoques de estabilização de preços do Governo Federal e pela destruição do Programa de Aquisição de Alimentos. Glêdson Bezêrra, prefeito de Juazeiro do Norte, apoia essas políticas e apoia o governo Bolsonaro, tendo, inclusive, trabalhado na campanha de reeleição do capitão expulso do exército. Não seria lógico, portanto, esperar qualquer sensibilidade por parte desta gestão acerca do tema da insegurança alimentar. Diante da inércia da prefeitura, movimentos populares, comunidades evangélicas locais e militantes de Partidos Políticos como o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), Unidade Popular pelo Socialismo (UP), Partido dos Trabalhadores (PT), etc. se uniram na Frente Juazeiro sem Fome, com o objetivo de organizar doações de cestas básicas a famílias carentes e lutar pela reintrodução e fortalecimento das políticas de combate a fome no município, tendo a reabertura do Restaurante Popular como uma pauta urgentíssima. O Prefeito Glêdson, após uma manifestação organizada pela Frente Juazeiro sem Fome ocorrida no dia 21 de Outubro, afirmou que irá iniciar a reforma do Restaurante Popular, porém ainda não foi publicada qualquer ordem de serviço, edital para licitação ou algo que o valha. A população carente ainda aguarda, de barriga vazia, a reabertura do equipamento. Quem tem fome, tem pressa… Mas a gestão municipal parece não ter o assunto como urgente ao, além de não fomentar políticas de combate à fome, procurar empobrecer ainda mais parcela da classe trabalhadora juazeirense, especificamente os servidores públicos com menor remuneração através da proposta de reforma da previdência que irá aumentar, de forma linear, a alíquota descontada do salário para 14%. Diante do cenário municipal, é a tragédia anunciada. Enquanto contingentes de desempregados, inadimplentes e pessoas sem teto aumentam em Juazeiro do Norte, a prefeitura não consegue se articular sequer para garantir um prato de comida a essas pessoas. Nessa conjuntura movimentos como a Frente Juazeiro sem Fome são importantíssimos.  

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