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MESTRE NENA SOMOS NÓS, NOSSA FORÇA E NOSSA VOZ(OPINIÃO)

Imagem: Reprodução/ SECULT-CE Por Íris Tavares Foi no sábado passado, mais precisamente no dia 21 de janeiro. Logo depois da madorna do meio dia. Exatamente no dia que o Mestre Nena Bacamarteiro da Paz fez sua dispensa da atividade laboral de agricultor familiar para se dedicar ao convívio entre os familiares e os comunitários que transitam no bairro João Cabral. A sua casa é um museu vivo da tradição e saber populares encravados no coração da periferia. A voz cortada do Mestre no telefone dizia: minha amiga eles não nos respeitam, jogam na nossa cara que somos favelados negros e pobres, vagabundos e desocupados, bandidos. Uma pausa marcada por um longo suspiro fez denotar tristeza e decepção a transbordar o coração e a alma daquele ser humano brincante de 72 anos de idade. Naquela tarde o mestre viu seu filho ser espancado. Aquele jovem trabalhador motorista de aplicativo, pai de três filhos, os netinhos do Mestra Nena. Os comunitários e vizinhos do Mestre presenciaram horrorizados os policiais brutamontes do BP Raio espancarem, socarem e aplicar uma gravata sufocando Francieldo, o filho do Mestre, enquanto ele afirmava ser um cidadão consciente de seus direitos. O policial possesso berrava: cale a boca que você está inflamando. Os comunitários perplexos viram quando o policial sacou a arma e atirou contra o nosso Mestre que correra para acudir seu rebento. A população alvoraçada, revoltada se insurgia contra aquela violência desmedida. O Mestre perdeu o equilíbrio caiu e sentiu o peso das botinas do torturador pressionarem seu abdômen. Desde então o eco insuportável das palavras de humilhação e desrespeito ecoam na mente do Mestre. Seu velho babaca, cai fora! Cara de buceta. O pedido de socorro do Mestre desvenda a mordaça que torna refém a população pobre e negra do João Cabral. As rondas ostensivas, a invasão nos domicílios, pois sequer dispõem de ordem judicial. Que absurdo é esse? Os Kariris e toda a ancestralidade que habita em nós está em vigília. Somos todos Bacamarteiros da Paz e almejamos justiça e uma policia que combata a violência. Não queremos policiais armados atirando no nosso tesouro humano vivo e tocando o terror na comunidade de João Cabral e tantas outras dos nossos bairros populares que sofrem descriminação e convivem com os abusos de policiais despreparados que não honram a farda que vestem. Basta de violência policial. Queremos respeito e tolerância e exercer a nossa cidadania, pois somos cidadãos conscientes dos nossos direitos. Nossa solidariedade ao Mestre Nena e família e a todo o povo negro e pobre da periferia. Salve!

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Imagem: Reprodução/ SECULT-CE Por Íris Tavares Foi no sábado passado, mais precisamente no dia 21 de janeiro. Logo depois da madorna do meio dia. Exatamente no dia que o Mestre Nena Bacamarteiro da Paz fez sua dispensa da atividade laboral de agricultor familiar para se dedicar ao convívio entre os familiares e os comunitários que transitam no bairro João Cabral. A sua casa é um museu vivo da tradição e saber populares encravados no coração da periferia. A voz cortada do Mestre no telefone dizia: minha amiga eles não nos respeitam, jogam na nossa cara que somos favelados negros e pobres, vagabundos e desocupados, bandidos. Uma pausa marcada por um longo suspiro fez denotar tristeza e decepção a transbordar o coração e a alma daquele ser humano brincante de 72 anos de idade. Naquela tarde o mestre viu seu filho ser espancado. Aquele jovem trabalhador motorista de aplicativo, pai de três filhos, os netinhos do Mestra Nena. Os comunitários e vizinhos do Mestre presenciaram horrorizados os policiais brutamontes do BP Raio espancarem, socarem e aplicar uma gravata sufocando Francieldo, o filho do Mestre, enquanto ele afirmava ser um cidadão consciente de seus direitos. O policial possesso berrava: cale a boca que você está inflamando. Os comunitários perplexos viram quando o policial sacou a arma e atirou contra o nosso Mestre que correra para acudir seu rebento. A população alvoraçada, revoltada se insurgia contra aquela violência desmedida. O Mestre perdeu o equilíbrio caiu e sentiu o peso das botinas do torturador pressionarem seu abdômen. Desde então o eco insuportável das palavras de humilhação e desrespeito ecoam na mente do Mestre. Seu velho babaca, cai fora! Cara de buceta. O pedido de socorro do Mestre desvenda a mordaça que torna refém a população pobre e negra do João Cabral. As rondas ostensivas, a invasão nos domicílios, pois sequer dispõem de ordem judicial. Que absurdo é esse? Os Kariris e toda a ancestralidade que habita em nós está em vigília. Somos todos Bacamarteiros da Paz e almejamos justiça e uma policia que combata a violência. Não queremos policiais armados atirando no nosso tesouro humano vivo e tocando o terror na comunidade de João Cabral e tantas outras dos nossos bairros populares que sofrem descriminação e convivem com os abusos de policiais despreparados que não honram a farda que vestem. Basta de violência policial. Queremos respeito e tolerância e exercer a nossa cidadania, pois somos cidadãos conscientes dos nossos direitos. Nossa solidariedade ao Mestre Nena e família e a todo o povo negro e pobre da periferia. Salve!

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Prefeituras de Campos Sales, Salitre e Araripe são investigadas pela PF por desvio de dinheiro público

Investigação aponta várias irregularidades, ambulâncias fantasmas e milhões desviados Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  Agência Caririensi  A Polícia Federal investiga municípios do Ceará, envolvendo três cidades da Região do Cariri, por desvio de dinheiro público. As investigações apontam que o Instituto Pró-Saúde, entre 2021 e 2022, faturou R$ 2,2 milhões em Campos Sales, R$ 1,6 milhões em Salitre e R$ 3,9 milhões em Araripe. As irregularidades envolve médicos, enfermeiros e várias ambulâncias fantasmas das Secretarias de Saúde dos municípios.

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Investigação aponta várias irregularidades, ambulâncias fantasmas e milhões desviados Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  Agência Caririensi  A Polícia Federal investiga municípios do Ceará, envolvendo três cidades da Região do Cariri, por desvio de dinheiro público. As investigações apontam que o Instituto Pró-Saúde, entre 2021 e 2022, faturou R$ 2,2 milhões em Campos Sales, R$ 1,6 milhões em Salitre e R$ 3,9 milhões em Araripe. As irregularidades envolve médicos, enfermeiros e várias ambulâncias fantasmas das Secretarias de Saúde dos municípios.

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2 anos do falecimento de Carlos Cruz, ex-prefeito de Juazeiro do Norte

Família convida amigos e parentes para missa de 2 anos  Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  Agência Caririensi  Nesta sexta-feira (27), às 17h, no Santuário do Sagrado Coração de Jesus, na Igreja dos Salesianos, acontecerá a missa de 2 anos do falecimento de Carlos Cruz, ex-prefeito de Juazeiro do Norte. Carlos Alberto Cruz era natural de Juazeiro do Norte e, além de prefeito da terra do Padre Cícero, de 1998 a 2004, também foi vereador e representou a Região do Cariri na Assembleia Legislativa do Ceará, durante cinco mandatos como deputado estadual. Em 2021, aos 88 anos, faleceu em Fortaleza, onde estava internado devido complicações da Covid-19.

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Preso por chacina confessa ter sequestrado um dos membros da família

Carlomam Santos Nogueira, quarto preso pelo crime, depôs à Polícia Civil do DF nesta quinta-feira (26/1) Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  Carlomam Santos Nogueira, 26 anos, quarto preso por suspeita de participação na chacina de 10 pessoas no Distrito Federal, confessou ser o autor do sequestro de um dos membros da família. De acordo com o depoimento de Carlomam à Polícia Civil do DF (PCDF), ele foi responsável por interceptar e levar Thiago Gabriel Belchior, 30. Porém, negou participação nos assassinatos. O detido também confessou ser membro da facção Primeiro Comando da Capital (PCC). Ele foi ouvido pelos investigadores nesta quinta-feira (26/1). O corpo de Thiago, marido da cabeleireira Elizamar da Silva, 39, a primeira da família a sumir, foi encontrado em uma cisterna em Planaltina em 24 de janeiro. O quinto preso por participação na chacina, Carlos Henrique Alves da Silva, 27, também prestou depoimento nesta quinta. À polícia ele afirmou que “apenas furtou” o celular de Thiago. Ele também negou participação nos homicídios. Confira cronologia dos fatos que envolvem o sumiço de 10 pessoas da mesma família Carlos ainda disse que não tinha dimensão do crime e que o furto a Thiago teria ocorrido dias antes. Os dois disseram que não chegaram a receber dinheiro pois “receberiam depois”. Segundo a advogada dos dois, Tamires Duarte, Carlomam está disposto a pagar pelo que fez. Mentor da chacina Os depoimentos de Horácio Carlos, 49 anos, e Fabrício Canhedo, 34, outros presos por participação no caso, apontam o suspeito Gideon Batista de Menezes, 55, como mentor do crime. O pescador foi preso no último dia 17, com queimaduras profundas nas mãos e no rosto. Na delegacia, Gideon teria dito à polícia que trabalhava com Marcos Antônio Lopes de Oliveira, 54, e era próximo dos integrantes da família do suposto chefe. Ao ser indagado sobre a participação no crime, o preso optou por ficar calado. Entenda o papel de cada preso na chacina que fez 10 vítimas no DF, segundo depoimentos Entenda o crime Elizamar e os três filhos foram encontrados na Rodovia GO-436, Km 69, localizado em Luziânia (GO), dentro de um carro todo carbonizado. Além dos quatro corpos, três cadáveres relacionados ao caso surgiram ao longo da investigação da Polícia Civil do DF. Reprodução: Metrópole

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Carlomam Santos Nogueira, quarto preso pelo crime, depôs à Polícia Civil do DF nesta quinta-feira (26/1) Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  Carlomam Santos Nogueira, 26 anos, quarto preso por suspeita de participação na chacina de 10 pessoas no Distrito Federal, confessou ser o autor do sequestro de um dos membros da família. De acordo com o depoimento de Carlomam à Polícia Civil do DF (PCDF), ele foi responsável por interceptar e levar Thiago Gabriel Belchior, 30. Porém, negou participação nos assassinatos. O detido também confessou ser membro da facção Primeiro Comando da Capital (PCC). Ele foi ouvido pelos investigadores nesta quinta-feira (26/1). O corpo de Thiago, marido da cabeleireira Elizamar da Silva, 39, a primeira da família a sumir, foi encontrado em uma cisterna em Planaltina em 24 de janeiro. O quinto preso por participação na chacina, Carlos Henrique Alves da Silva, 27, também prestou depoimento nesta quinta. À polícia ele afirmou que “apenas furtou” o celular de Thiago. Ele também negou participação nos homicídios. Confira cronologia dos fatos que envolvem o sumiço de 10 pessoas da mesma família Carlos ainda disse que não tinha dimensão do crime e que o furto a Thiago teria ocorrido dias antes. Os dois disseram que não chegaram a receber dinheiro pois “receberiam depois”. Segundo a advogada dos dois, Tamires Duarte, Carlomam está disposto a pagar pelo que fez. Mentor da chacina Os depoimentos de Horácio Carlos, 49 anos, e Fabrício Canhedo, 34, outros presos por participação no caso, apontam o suspeito Gideon Batista de Menezes, 55, como mentor do crime. O pescador foi preso no último dia 17, com queimaduras profundas nas mãos e no rosto. Na delegacia, Gideon teria dito à polícia que trabalhava com Marcos Antônio Lopes de Oliveira, 54, e era próximo dos integrantes da família do suposto chefe. Ao ser indagado sobre a participação no crime, o preso optou por ficar calado. Entenda o papel de cada preso na chacina que fez 10 vítimas no DF, segundo depoimentos Entenda o crime Elizamar e os três filhos foram encontrados na Rodovia GO-436, Km 69, localizado em Luziânia (GO), dentro de um carro todo carbonizado. Além dos quatro corpos, três cadáveres relacionados ao caso surgiram ao longo da investigação da Polícia Civil do DF. Reprodução: Metrópole

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Carlomam Santos Nogueira, quarto preso pelo crime, depôs à Polícia Civil do DF nesta quinta-feira (26/1) Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  Carlomam Santos Nogueira, 26 anos, quarto preso por suspeita de participação na chacina de 10 pessoas no Distrito Federal, confessou ser o autor do sequestro de um dos membros da família. De acordo com o depoimento de Carlomam à Polícia Civil do DF (PCDF), ele foi responsável por interceptar e levar Thiago Gabriel Belchior, 30. Porém, negou participação nos assassinatos. O detido também confessou ser membro da facção Primeiro Comando da Capital (PCC). Ele foi ouvido pelos investigadores nesta quinta-feira (26/1). O corpo de Thiago, marido da cabeleireira Elizamar da Silva, 39, a primeira da família a sumir, foi encontrado em uma cisterna em Planaltina em 24 de janeiro. O quinto preso por participação na chacina, Carlos Henrique Alves da Silva, 27, também prestou depoimento nesta quinta. À polícia ele afirmou que “apenas furtou” o celular de Thiago. Ele também negou participação nos homicídios. Confira cronologia dos fatos que envolvem o sumiço de 10 pessoas da mesma família Carlos ainda disse que não tinha dimensão do crime e que o furto a Thiago teria ocorrido dias antes. Os dois disseram que não chegaram a receber dinheiro pois “receberiam depois”. Segundo a advogada dos dois, Tamires Duarte, Carlomam está disposto a pagar pelo que fez. Mentor da chacina Os depoimentos de Horácio Carlos, 49 anos, e Fabrício Canhedo, 34, outros presos por participação no caso, apontam o suspeito Gideon Batista de Menezes, 55, como mentor do crime. O pescador foi preso no último dia 17, com queimaduras profundas nas mãos e no rosto. Na delegacia, Gideon teria dito à polícia que trabalhava com Marcos Antônio Lopes de Oliveira, 54, e era próximo dos integrantes da família do suposto chefe. Ao ser indagado sobre a participação no crime, o preso optou por ficar calado. Entenda o papel de cada preso na chacina que fez 10 vítimas no DF, segundo depoimentos Entenda o crime Elizamar e os três filhos foram encontrados na Rodovia GO-436, Km 69, localizado em Luziânia (GO), dentro de um carro todo carbonizado. Além dos quatro corpos, três cadáveres relacionados ao caso surgiram ao longo da investigação da Polícia Civil do DF. Reprodução: Metrópole

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