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Contraditório: Vereadores do Crato votam contra próprio projeto sobre abastecimento de água no município; entenda

Vereadores contrários ao PL foram hostilizados pela população  Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  Agência Caririensi  A sessão da Câmara Municipal do Crato de hoje (14), foi marcada por contradições e polêmicas.  O Projeto de Lei, aprovado por unanimidade ainda em 2022, apresentado pelos vereadores Luís Carlos Saraiva (PDT) e Lourdes de Carlim (PT), sobre o abastecimento de água no município, com sugestão de retorno da Companhia de Saneamento e Esgoto do Crato – SAAEC na administração dos serviços, havia sido vetado pelo prefeito Zé Ailton Brasil (PT) também em 2022. Já nesta terça-feira (14), os parlamentares tiveram a oportunidade de votar contra o veto, como fizeram Dárcio Luís (Pros) e Lucas Brasil (PCdoB), contudo, os próprios autores do PL decidiram votar a favor deste. Matheus Leite (PDT), Junior Cachoeira (MPN), Marquim do Povão (Poder), Marconde da Vila (MDB), Mariângela Bandeira, Adil Sampaio (PDT), Tancredo (PT), Dr. Dudé (PSB), Fernando Brasil e Alex Saraiva (PSB) também votaram a favor do veto.              Imagens: Reprodução/ Redes Sociais  Decisão causou polêmica entre lideranças políticas, oposição e, especialmente, entre os populares que, por inúmeras vezes, relataram aos vereadores denúncias contra as taxas de água.

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Pela primeira vez, Brasil não registra nenhuma morte por Covid nas últimas 24 horas

País registra 697.674 óbitos pela doença desde o início da pandemia, em 2020 Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  Pela primeira vez desde o início da pandemia, em 2020, o Brasil não registrou nenhuma morte por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com dados do Ministério da Saúde e do Conselho Nacional de Secretário de Saúde (Conass) divulgados na noite de domingo (12). A média móvel dos últimos dias, segundo o Conass, ficou em 45 óbitos e 9.126 casos. Nas últimas 24 horas foram registrados 298 novos casos confirmados de Covid-19. Vale ressaltar que os óbitos diários são computados por meio dos dados divulgados pelas Secretarias Estaduais de Saúde. O Conass informa que muitos estados não estão disponibilizando dados em finais de semana, ou feriados, porém nunca se tinha registrado 0 óbitos como total até hoje. Desde o início da pandemia até esta segunda-feira (13), o Brasil acumula 36.932.830 casos confirmados e 697.674 mortes. Segundo dados do Ministério da Saúde, 503.208.945 doses de vacina contra a doença foram aplicadas em todo o país, totalizando aproximadamente 42 milhões de pessoas vacinadas com a segunda dose de reforço. Reprodução: CNN

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País registra 697.674 óbitos pela doença desde o início da pandemia, em 2020 Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  Pela primeira vez desde o início da pandemia, em 2020, o Brasil não registrou nenhuma morte por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com dados do Ministério da Saúde e do Conselho Nacional de Secretário de Saúde (Conass) divulgados na noite de domingo (12). A média móvel dos últimos dias, segundo o Conass, ficou em 45 óbitos e 9.126 casos. Nas últimas 24 horas foram registrados 298 novos casos confirmados de Covid-19. Vale ressaltar que os óbitos diários são computados por meio dos dados divulgados pelas Secretarias Estaduais de Saúde. O Conass informa que muitos estados não estão disponibilizando dados em finais de semana, ou feriados, porém nunca se tinha registrado 0 óbitos como total até hoje. Desde o início da pandemia até esta segunda-feira (13), o Brasil acumula 36.932.830 casos confirmados e 697.674 mortes. Segundo dados do Ministério da Saúde, 503.208.945 doses de vacina contra a doença foram aplicadas em todo o país, totalizando aproximadamente 42 milhões de pessoas vacinadas com a segunda dose de reforço. Reprodução: CNN

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País registra 697.674 óbitos pela doença desde o início da pandemia, em 2020 Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  Pela primeira vez desde o início da pandemia, em 2020, o Brasil não registrou nenhuma morte por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com dados do Ministério da Saúde e do Conselho Nacional de Secretário de Saúde (Conass) divulgados na noite de domingo (12). A média móvel dos últimos dias, segundo o Conass, ficou em 45 óbitos e 9.126 casos. Nas últimas 24 horas foram registrados 298 novos casos confirmados de Covid-19. Vale ressaltar que os óbitos diários são computados por meio dos dados divulgados pelas Secretarias Estaduais de Saúde. O Conass informa que muitos estados não estão disponibilizando dados em finais de semana, ou feriados, porém nunca se tinha registrado 0 óbitos como total até hoje. Desde o início da pandemia até esta segunda-feira (13), o Brasil acumula 36.932.830 casos confirmados e 697.674 mortes. Segundo dados do Ministério da Saúde, 503.208.945 doses de vacina contra a doença foram aplicadas em todo o país, totalizando aproximadamente 42 milhões de pessoas vacinadas com a segunda dose de reforço. Reprodução: CNN

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Operação cumpre mandados no CE contra suspeitos de lavagem de dinheiro do tráfico de drogas

Esquema movimentou mais de R$ 23 milhões com a compra de imóveis, fazendas, rebanhos bovinos e igrejas evangélicas. Imagem: Reprodução/ PF A Operação Plata, realizada pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) nesta terça-feira (14), cumpriu de sete mandados de prisão e outros 43 de busca e apreensão no Ceará, em outros sete estados e no Distrito Federal contra suspeitos de lavagem de dinheiro do tráfico de drogas. A suspeita é de que o grupo criminoso tenha lavado mais de R$ 23 milhões com a compra de imóveis, fazendas, rebanhos e até com o uso de igrejas. No Ceará, os mandados foram cumpridos em Fortaleza. A quantidade e o tipo de mandado não foram informados pelo órgão. Também foram cumpridos mandados em: • Rio Grande do Norte: Natal, Jardim de Piranhas, Parnamirim, Caicó, Assu e Messias Targino; • São Paulo: São Paulo, Araçatuba, Itu, Sorocaba, Tremembé, Votorantim e Araçoiaba da Serra; • Distrito Federal: Brasília; • Santa Catarina: Balneário Camboriú; • Paraíba: Picuí; • Minhas Gerais: Espinosa; • Bahia: Serra do Ramalho e Urandi. Investigação As investigações que resultaram na operação Plata foram iniciadas em 2019, para investigar o tráfico de drogas e associação para o tráfico, além do crime de lavagem de dinheiro. Segundo a denúncia, o esquema é liderado por Valdeci Alves dos Santos, também conhecido por “Colorido”. Valdeci é da região do Seridó potiguar e apontado como o segundo maior chefe de uma facção com atuação em todo o Brasil e em alguns países da América Latina. No Rio Grande do Norte, Valdeci tem como braço-direito um irmão dele, Geraldo dos Santos Filho, também já condenado pela Justiça por tráfico de drogas. “Pastor Júnior”, como é conhecido, foi preso em 2019 em São Paulo, usando documento falso. Geraldo cumpria a pena em regime semiaberto. As investigações do MPRN apontam que os irmãos Valdeci e Geraldo ocultaram e dissimularam a origem criminosa de seus recursos provenientes do tráfico de drogas por meio do uso de “laranjas” recrutados de várias regiões do país. Lavagem de dinheiro O dinheiro era lavado com a compra de bens e animais em nome desses laranjas, a maioria irmãos, filhos, cunhados e sobrinhos de Valdeci e Geraldo. A suspeita é que o esquema tenha movimentado pelo menos a quantia de R$ 23 milhões. Além de Valdeci e Geraldo, a operação Plata cumpre mandados de prisão contra outras cinco pessoas, inclusive uma pessoa de confiança que atuava como “tesoureiro” do grupo criminoso no Rio Grande do Norte. A pedido do Ministério Público também houve a retenção do passaporte de um dos filhos de Valdeci, e oito pessoas passarão a ter monitoramento eletrônico por meio de tornozeleira. Valdeci e Geraldo são investigados na operação Plata ao lado de pelo menos mais outras 22 pessoas. A Justiça determinou o bloqueio e indisponibilidade de bens até o limite de R$ 23.417.243,37 relacionados a 28 contas bancárias dos suspeitos. Conforme o órgão ministerial, o dinheiro do grupo é obtido com tráfico de drogas e comércio ilegal e lavado com a compra de imóveis, fazendas, automóveis, na abertura de mercados e até com o uso de igrejas. Segundo já apurado pelo MPRN, Geraldo e a mulher dele abriram pelo menos sete igrejas evangélicas nos estados do Rio Grande do Norte e de São Paulo. A ação cumpriu mandados de busca e apreensão em algumas dessas igrejas. A Justiça também determinou o bloqueio de bens e imóveis, a indisponibilidade de veículos e a proibição da venda de rebanhos bovinos. Todo o material apreendido será analisado pelo MPRN para apurar se há envolvimento de outras pessoas nos crimes. Valdeci dos Santos permanecerá preso na Penitenciária Federal de Brasília. Os demais presos na operação Plata foram encaminhados ao sistema carcerário potiguar e estão à disposição da Justiça. Reprodução: G1 Ceará

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Esquema movimentou mais de R$ 23 milhões com a compra de imóveis, fazendas, rebanhos bovinos e igrejas evangélicas. Imagem: Reprodução/ PF A Operação Plata, realizada pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) nesta terça-feira (14), cumpriu de sete mandados de prisão e outros 43 de busca e apreensão no Ceará, em outros sete estados e no Distrito Federal contra suspeitos de lavagem de dinheiro do tráfico de drogas. A suspeita é de que o grupo criminoso tenha lavado mais de R$ 23 milhões com a compra de imóveis, fazendas, rebanhos e até com o uso de igrejas. No Ceará, os mandados foram cumpridos em Fortaleza. A quantidade e o tipo de mandado não foram informados pelo órgão. Também foram cumpridos mandados em: • Rio Grande do Norte: Natal, Jardim de Piranhas, Parnamirim, Caicó, Assu e Messias Targino; • São Paulo: São Paulo, Araçatuba, Itu, Sorocaba, Tremembé, Votorantim e Araçoiaba da Serra; • Distrito Federal: Brasília; • Santa Catarina: Balneário Camboriú; • Paraíba: Picuí; • Minhas Gerais: Espinosa; • Bahia: Serra do Ramalho e Urandi. Investigação As investigações que resultaram na operação Plata foram iniciadas em 2019, para investigar o tráfico de drogas e associação para o tráfico, além do crime de lavagem de dinheiro. Segundo a denúncia, o esquema é liderado por Valdeci Alves dos Santos, também conhecido por “Colorido”. Valdeci é da região do Seridó potiguar e apontado como o segundo maior chefe de uma facção com atuação em todo o Brasil e em alguns países da América Latina. No Rio Grande do Norte, Valdeci tem como braço-direito um irmão dele, Geraldo dos Santos Filho, também já condenado pela Justiça por tráfico de drogas. “Pastor Júnior”, como é conhecido, foi preso em 2019 em São Paulo, usando documento falso. Geraldo cumpria a pena em regime semiaberto. As investigações do MPRN apontam que os irmãos Valdeci e Geraldo ocultaram e dissimularam a origem criminosa de seus recursos provenientes do tráfico de drogas por meio do uso de “laranjas” recrutados de várias regiões do país. Lavagem de dinheiro O dinheiro era lavado com a compra de bens e animais em nome desses laranjas, a maioria irmãos, filhos, cunhados e sobrinhos de Valdeci e Geraldo. A suspeita é que o esquema tenha movimentado pelo menos a quantia de R$ 23 milhões. Além de Valdeci e Geraldo, a operação Plata cumpre mandados de prisão contra outras cinco pessoas, inclusive uma pessoa de confiança que atuava como “tesoureiro” do grupo criminoso no Rio Grande do Norte. A pedido do Ministério Público também houve a retenção do passaporte de um dos filhos de Valdeci, e oito pessoas passarão a ter monitoramento eletrônico por meio de tornozeleira. Valdeci e Geraldo são investigados na operação Plata ao lado de pelo menos mais outras 22 pessoas. A Justiça determinou o bloqueio e indisponibilidade de bens até o limite de R$ 23.417.243,37 relacionados a 28 contas bancárias dos suspeitos. Conforme o órgão ministerial, o dinheiro do grupo é obtido com tráfico de drogas e comércio ilegal e lavado com a compra de imóveis, fazendas, automóveis, na abertura de mercados e até com o uso de igrejas. Segundo já apurado pelo MPRN, Geraldo e a mulher dele abriram pelo menos sete igrejas evangélicas nos estados do Rio Grande do Norte e de São Paulo. A ação cumpriu mandados de busca e apreensão em algumas dessas igrejas. A Justiça também determinou o bloqueio de bens e imóveis, a indisponibilidade de veículos e a proibição da venda de rebanhos bovinos. Todo o material apreendido será analisado pelo MPRN para apurar se há envolvimento de outras pessoas nos crimes. Valdeci dos Santos permanecerá preso na Penitenciária Federal de Brasília. Os demais presos na operação Plata foram encaminhados ao sistema carcerário potiguar e estão à disposição da Justiça. Reprodução: G1 Ceará

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Esquema movimentou mais de R$ 23 milhões com a compra de imóveis, fazendas, rebanhos bovinos e igrejas evangélicas. Imagem: Reprodução/ PF A Operação Plata, realizada pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) nesta terça-feira (14), cumpriu de sete mandados de prisão e outros 43 de busca e apreensão no Ceará, em outros sete estados e no Distrito Federal contra suspeitos de lavagem de dinheiro do tráfico de drogas. A suspeita é de que o grupo criminoso tenha lavado mais de R$ 23 milhões com a compra de imóveis, fazendas, rebanhos e até com o uso de igrejas. No Ceará, os mandados foram cumpridos em Fortaleza. A quantidade e o tipo de mandado não foram informados pelo órgão. Também foram cumpridos mandados em: • Rio Grande do Norte: Natal, Jardim de Piranhas, Parnamirim, Caicó, Assu e Messias Targino; • São Paulo: São Paulo, Araçatuba, Itu, Sorocaba, Tremembé, Votorantim e Araçoiaba da Serra; • Distrito Federal: Brasília; • Santa Catarina: Balneário Camboriú; • Paraíba: Picuí; • Minhas Gerais: Espinosa; • Bahia: Serra do Ramalho e Urandi. Investigação As investigações que resultaram na operação Plata foram iniciadas em 2019, para investigar o tráfico de drogas e associação para o tráfico, além do crime de lavagem de dinheiro. Segundo a denúncia, o esquema é liderado por Valdeci Alves dos Santos, também conhecido por “Colorido”. Valdeci é da região do Seridó potiguar e apontado como o segundo maior chefe de uma facção com atuação em todo o Brasil e em alguns países da América Latina. No Rio Grande do Norte, Valdeci tem como braço-direito um irmão dele, Geraldo dos Santos Filho, também já condenado pela Justiça por tráfico de drogas. “Pastor Júnior”, como é conhecido, foi preso em 2019 em São Paulo, usando documento falso. Geraldo cumpria a pena em regime semiaberto. As investigações do MPRN apontam que os irmãos Valdeci e Geraldo ocultaram e dissimularam a origem criminosa de seus recursos provenientes do tráfico de drogas por meio do uso de “laranjas” recrutados de várias regiões do país. Lavagem de dinheiro O dinheiro era lavado com a compra de bens e animais em nome desses laranjas, a maioria irmãos, filhos, cunhados e sobrinhos de Valdeci e Geraldo. A suspeita é que o esquema tenha movimentado pelo menos a quantia de R$ 23 milhões. Além de Valdeci e Geraldo, a operação Plata cumpre mandados de prisão contra outras cinco pessoas, inclusive uma pessoa de confiança que atuava como “tesoureiro” do grupo criminoso no Rio Grande do Norte. A pedido do Ministério Público também houve a retenção do passaporte de um dos filhos de Valdeci, e oito pessoas passarão a ter monitoramento eletrônico por meio de tornozeleira. Valdeci e Geraldo são investigados na operação Plata ao lado de pelo menos mais outras 22 pessoas. A Justiça determinou o bloqueio e indisponibilidade de bens até o limite de R$ 23.417.243,37 relacionados a 28 contas bancárias dos suspeitos. Conforme o órgão ministerial, o dinheiro do grupo é obtido com tráfico de drogas e comércio ilegal e lavado com a compra de imóveis, fazendas, automóveis, na abertura de mercados e até com o uso de igrejas. Segundo já apurado pelo MPRN, Geraldo e a mulher dele abriram pelo menos sete igrejas evangélicas nos estados do Rio Grande do Norte e de São Paulo. A ação cumpriu mandados de busca e apreensão em algumas dessas igrejas. A Justiça também determinou o bloqueio de bens e imóveis, a indisponibilidade de veículos e a proibição da venda de rebanhos bovinos. Todo o material apreendido será analisado pelo MPRN para apurar se há envolvimento de outras pessoas nos crimes. Valdeci dos Santos permanecerá preso na Penitenciária Federal de Brasília. Os demais presos na operação Plata foram encaminhados ao sistema carcerário potiguar e estão à disposição da Justiça. Reprodução: G1 Ceará

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Vereador Rafael Cearense se pronuncia sobre suposta demissão de trabalhador

Polêmica ganhou destaque nas redes sociais  Imagem: Agência Caririensi/ Lucas Vieira  Agência Caririensi  O vereador juazeirense Rafael Cearense se pronunciou, nesta terça-feira (14), sobre a suposta demissão, narrada por um trabalhador, durante essa semana. Conforme o homem que relatou a denúncia, o vereador teria conseguido uma oportunidade de trabalho em determinada empresa, mas ao ser questionado e criticado sobre obras que já deveriam ter sido realizadas em Juazeiro do Norte, o parlamentar teria sugerido, através de influência política, a demissão do homem. Contudo, Rafael Cearense rebateu as críticas e prestou esclarecimentos. Em tom de indignação, o parlamentar afirmou que, enquanto vereador, tenta ajudar as pessoas e lamenta que interesses políticos os faça lidar com certas situações. “Eu não sou e nem posso ser um ditador, para fazer com que as pessoas continuem em seus empregos, sem mostrar resultados. Recebi várias reclamações do dono da empresa, sobre esse determinado funcionário. Não posso usar do meu cargo para manter empregos”, afirmou Rafael.

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Polêmica ganhou destaque nas redes sociais  Imagem: Agência Caririensi/ Lucas Vieira  Agência Caririensi  O vereador juazeirense Rafael Cearense se pronunciou, nesta terça-feira (14), sobre a suposta demissão, narrada por um trabalhador, durante essa semana. Conforme o homem que relatou a denúncia, o vereador teria conseguido uma oportunidade de trabalho em determinada empresa, mas ao ser questionado e criticado sobre obras que já deveriam ter sido realizadas em Juazeiro do Norte, o parlamentar teria sugerido, através de influência política, a demissão do homem. Contudo, Rafael Cearense rebateu as críticas e prestou esclarecimentos. Em tom de indignação, o parlamentar afirmou que, enquanto vereador, tenta ajudar as pessoas e lamenta que interesses políticos os faça lidar com certas situações. “Eu não sou e nem posso ser um ditador, para fazer com que as pessoas continuem em seus empregos, sem mostrar resultados. Recebi várias reclamações do dono da empresa, sobre esse determinado funcionário. Não posso usar do meu cargo para manter empregos”, afirmou Rafael.

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Polêmica ganhou destaque nas redes sociais  Imagem: Agência Caririensi/ Lucas Vieira  Agência Caririensi  O vereador juazeirense Rafael Cearense se pronunciou, nesta terça-feira (14), sobre a suposta demissão, narrada por um trabalhador, durante essa semana. Conforme o homem que relatou a denúncia, o vereador teria conseguido uma oportunidade de trabalho em determinada empresa, mas ao ser questionado e criticado sobre obras que já deveriam ter sido realizadas em Juazeiro do Norte, o parlamentar teria sugerido, através de influência política, a demissão do homem. Contudo, Rafael Cearense rebateu as críticas e prestou esclarecimentos. Em tom de indignação, o parlamentar afirmou que, enquanto vereador, tenta ajudar as pessoas e lamenta que interesses políticos os faça lidar com certas situações. “Eu não sou e nem posso ser um ditador, para fazer com que as pessoas continuem em seus empregos, sem mostrar resultados. Recebi várias reclamações do dono da empresa, sobre esse determinado funcionário. Não posso usar do meu cargo para manter empregos”, afirmou Rafael.

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