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Hemoce realiza centésima coleta de medula óssea; bolsa será enviada para fora do estado

O Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce), vinculado à Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), alcançou a marca de cem coletas de medula óssea alogênica não aparentada, cujos doador e paciente não têm parentesco. Imagem: Reprodução/ Gov do Estado O material será utilizado em um transplante fora do Ceará. Oferecido à população cearense desde 2012, o serviço já enviou bolsas, inclusive, para outros estados e países. Tiago de Melo (nome fictício*) recebeu o contato para efetuar a doação do tecido 18 anos após o cadastro. Em 2005, ele doava sangue no Hemoce quando foi convidado para se inscrever no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome). A notícia, conta, chegou de maneira inesperada. “A minha reação foi de bastante surpresa; a gente sabe o quanto a compatibilidade é difícil. Eu fiquei muito feliz por mim e pela pessoa que, até aquele momento, estava vivendo a angústia de esperar um doador”, afirma. O órgão nacional é responsável pela busca de compatibilidade entre voluntários e pacientes que precisam de transplante. Segundo a coordenadora de Captação de Doadores da unidade estadual, Nágela Lima, o hemocentro trabalha em parceria com o Redome para cadastrar as pessoas e ajudar a localizá-las quando houver necessidade de convocação. Cadastro No Ceará, a população pode se cadastrar em uma das unidades do Hemoce em Fortaleza ou no Interior. É preciso, no entanto, ter de 18 a 35 anos e não apresentar histórico pessoal de doenças oncológicas. Cerca de 220.000 mil voluntários já foram inscritos pelo hemocentro no Redome. Das cem amostras de células recolhidas, 60 foram para transplantes em outros estados e 40, para outros países – como Argentina, Estados Unidos, Canadá, Itália, França, Portugal, Holanda, Alemanha, Espanha, Inglaterra, Turquia e Israel. “O serviço permite que pacientes sem doador na família e residentes em qualquer lugar do mundo tenham acesso ao tratamento curativo do transplante de medula óssea a partir das células-tronco coletadas pelo Hemoce de doadores voluntários e anônimos”, detalha a diretora de Hematologia da instituição, Luany Mesquita. Melo compartilha a sensação de ser o centésimo doador no Ceará. “Eu sei que estou ajudando alguém que não pôde ser ajudado por outra pessoa. Fiquei muito feliz com essa oportunidade. Precisamos ser a mudança que tanto procuramos nos outros, porque as pessoas não mudam com cobranças, e sim com o bom exemplo”, ensina o voluntário. Nova lei qualifica busca por doadores Com a promulgação da Lei nº 14.530 no início de 2023, os hemocentros brasileiros e o Redome agora podem solicitar dados de doadores de medula óssea a órgãos da administração direta e indireta da União, de estados e de municípios. A medida é uma alternativa quando não for possível localizar os voluntários por meio das informações cadastradas no Registro – ou quando estas estiverem desatualizadas. Nágela Lima explica que uma das dificuldades é encontrar pessoas que mudaram de telefone ou de endereço, por exemplo. “Diante de qualquer alteração nos dados, é possível atualizá-los nas unidades do Hemoce ou no aplicativo do Redome”, ressalta. *O uso de nome fictício segue uma exigência do Redome. A identidade do doador só pode ser revelada após um ano e seis meses do transplante.

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O Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce), vinculado à Secretaria da Saúde do Estado (Sesa), alcançou a marca de cem coletas de medula óssea alogênica não aparentada, cujos doador e paciente não têm parentesco. Imagem: Reprodução/ Gov do Estado O material será utilizado em um transplante fora do Ceará. Oferecido à população cearense desde 2012, o serviço já enviou bolsas, inclusive, para outros estados e países. Tiago de Melo (nome fictício*) recebeu o contato para efetuar a doação do tecido 18 anos após o cadastro. Em 2005, ele doava sangue no Hemoce quando foi convidado para se inscrever no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome). A notícia, conta, chegou de maneira inesperada. “A minha reação foi de bastante surpresa; a gente sabe o quanto a compatibilidade é difícil. Eu fiquei muito feliz por mim e pela pessoa que, até aquele momento, estava vivendo a angústia de esperar um doador”, afirma. O órgão nacional é responsável pela busca de compatibilidade entre voluntários e pacientes que precisam de transplante. Segundo a coordenadora de Captação de Doadores da unidade estadual, Nágela Lima, o hemocentro trabalha em parceria com o Redome para cadastrar as pessoas e ajudar a localizá-las quando houver necessidade de convocação. Cadastro No Ceará, a população pode se cadastrar em uma das unidades do Hemoce em Fortaleza ou no Interior. É preciso, no entanto, ter de 18 a 35 anos e não apresentar histórico pessoal de doenças oncológicas. Cerca de 220.000 mil voluntários já foram inscritos pelo hemocentro no Redome. Das cem amostras de células recolhidas, 60 foram para transplantes em outros estados e 40, para outros países – como Argentina, Estados Unidos, Canadá, Itália, França, Portugal, Holanda, Alemanha, Espanha, Inglaterra, Turquia e Israel. “O serviço permite que pacientes sem doador na família e residentes em qualquer lugar do mundo tenham acesso ao tratamento curativo do transplante de medula óssea a partir das células-tronco coletadas pelo Hemoce de doadores voluntários e anônimos”, detalha a diretora de Hematologia da instituição, Luany Mesquita. Melo compartilha a sensação de ser o centésimo doador no Ceará. “Eu sei que estou ajudando alguém que não pôde ser ajudado por outra pessoa. Fiquei muito feliz com essa oportunidade. Precisamos ser a mudança que tanto procuramos nos outros, porque as pessoas não mudam com cobranças, e sim com o bom exemplo”, ensina o voluntário. Nova lei qualifica busca por doadores Com a promulgação da Lei nº 14.530 no início de 2023, os hemocentros brasileiros e o Redome agora podem solicitar dados de doadores de medula óssea a órgãos da administração direta e indireta da União, de estados e de municípios. A medida é uma alternativa quando não for possível localizar os voluntários por meio das informações cadastradas no Registro – ou quando estas estiverem desatualizadas. Nágela Lima explica que uma das dificuldades é encontrar pessoas que mudaram de telefone ou de endereço, por exemplo. “Diante de qualquer alteração nos dados, é possível atualizá-los nas unidades do Hemoce ou no aplicativo do Redome”, ressalta. *O uso de nome fictício segue uma exigência do Redome. A identidade do doador só pode ser revelada após um ano e seis meses do transplante.

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MP que Deputado Yury do Paredão é relator é aprovada pela Câmara

MP que amplia prazo das linhas de crédito do Pronampe segue para o Senado Imagem: Reprodução/ Instagram  A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (1º) a Medida Provisória 1139/22, que aumenta de 48 para 72 meses o prazo de pagamento dos empréstimos no âmbito do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). A MP será votada ainda pelo Senado. Aprovada na forma do substitutivo do relator, deputado Yury do Paredão (PL-CE), a MP prevê ainda uma carência de 12 meses para começar a pagar. O relator manteve o limite máximo das taxas de juros aplicadas atualmente, de taxa Selic mais 6% ao ano para contratos firmados a partir de 2021. Entretanto, da mesma forma que já funcionava antes da edição da MP no governo Bolsonaro, a taxa máxima aplicável será fixada por ato do secretário de Micro e Pequenas Empresas e Empreendedorismo, órgão agora subordinado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Yury do Paredão também estendeu de 60 para 72 meses o prazo de pagamento nos casos em que a empresa contratante tenha sido reconhecida pelo Executivo federal com o Selo Emprega + Mulher. O prazo não tinha sido modificado pela MP original. Garantia de emprego O Pronampe surgiu em 2020 para ajudar micro e pequenas empresas em dificuldades em razão dos impactos econômicos da pandemia de Covid-19. Esse programa, estendido até dezembro de 2024 pela Lei 14.348/22, prevê a contratação de mais de R$ 50 bilhões em créditos neste ano e no próximo. Um dos objetivos do programa é o de preservação de postos de trabalho, garantidos pela obrigação contratual assumida pelo mutuário de manter a quantidade de empregados em número igual ou superior ao que existia no último dia do ano anterior ao da contratação da linha de crédito. Os empregos devem ser mantidos entre a data da contratação e o 60º dia após o recebimento da última parcela da linha de crédito. Já o texto aprovado da MP prevê que as empresas optantes pela prorrogação do empréstimo deverão manter o quantitativo de empregados nesse intervalo de tempo (data de contratação até o 60º dia após a última parcela) com base no número de trabalhadores existente no último dia do ano anterior ao da prorrogação. Dados de renda Um dos parâmetros para se calcular o montante máximo que poderá ser emprestado a cada empresa ou microempreendedor é a receita bruta anual do exercício anterior ao da contratação. Pode ser emprestado até 30% dessa receita. Para facilitar o acesso ao empréstimo entre os meses de janeiro a abril, período no qual ainda está em aberto o prazo de entrega da declaração do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) nos sistemas da Receita Federal, o relator incluiu dispositivo permitindo ao banco aceitar a declaração de faturamento referente ao ano anterior. Segundo o governo, houve uma expansão assimétrica da carteira de crédito em relação ao público-alvo do programa, com 76,2% dos recursos destinados a pequenas empresas, 23,6% aos microempresários e apenas 0,5% para os microempreendedores individuais. Fundo garantidor Após negociações antes da votação, Yury do Paredão aceitou sugestões para tornar permanente o Programa Emergencial de Acesso ao Crédito na modalidade garantia (Peac-FGI), cuja vigência acabaria em 31 de dezembro de 2023. Segundo a lei do programa (Lei 14.042/20), os empréstimos por parte de bancos privados contam com garantia do Fundo Garantidor para Investimentos (FGI) de até 30% do montante emprestado a empresas com receita bruta de R$ 360 mil a R$ 300 milhões no ano anterior, incluídas as pequenas e médias empresas, as associações, as fundações de direito privado e as sociedades cooperativas, exceto as de crédito. A taxa de juros pode ser negociada livremente entre o tomador e a instituição financeira concedente do crédito. No entanto, a taxa média praticada na carteira por cada instituição financeira operadora não pode exceder 1,75% ao mês, sob pena de redução da cobertura do programa. Carência O relator seguiu o aumento do prazo de pagamento do empréstimo nos outros programas, passando o prazo máximo de 60 para 72 meses. Já a carência máxima mudou de 12 para 18 meses. Os limites e os critérios de alavancagem aplicáveis ao programa passarão a ser fixados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Comissão pecuniária Atualmente, por ser um programa emergencial e temporário, o Peac-FGI não cobra comissão pecuniária dos bancos participantes para acesso ao fundo garantidor. Se virar lei, a mudança proposta na MP prevê o início do pagamento dessa comissão a partir de 1º de janeiro de 2024. O custo pode ser repassado ao tomador final do empréstimo. O cálculo da comissão seguirá as regras vigentes para o FGI tradicional, que depende do valor efetivamente liberado ao cliente, do percentual garantido pelo FGI e do prazo total do financiamento. Fundos constitucionais Outro tema incluído pelo relator na MP é a reabertura por mais um ano do prazo para empresas pedirem a renegociação de empréstimos tomados com recursos dos fundos constitucionais do Norte (FNO), do Nordeste (FNE) e do Centro Oeste (FCO), segundo as regras da Lei 14.166/21. O prazo acabou em 31 de dezembro de 2022. Há vários casos de enquadramento, mas geralmente os descontos variam conforme o porte do beneficiário, indo de 60% a 90%, conforme o empréstimo seja rural ou não rural e o empreendimento esteja ou não localizado no Semiárido. Troca de juros O texto também reabre por mais um ano o prazo de permissão para os bancos operadores desses fundos trocarem, a pedido dos beneficiários, os juros originais das operações pelos vigentes atualmente, que são menores. Isso valerá para as operações contratadas até 31 de dezembro de 2018, e o juro novo correrá a partir da assinatura do aditivo. Da mesma forma, o prazo dessa permissão tinha acabado no dia 31 de dezembro de 2022. Fundo de Tecnologia Outra mudança constante do texto do relator é na taxa de remuneração do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). Yury do Paredão propõe a volta do uso da Taxa Referencial (TR)

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MP que amplia prazo das linhas de crédito do Pronampe segue para o Senado Imagem: Reprodução/ Instagram  A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (1º) a Medida Provisória 1139/22, que aumenta de 48 para 72 meses o prazo de pagamento dos empréstimos no âmbito do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). A MP será votada ainda pelo Senado. Aprovada na forma do substitutivo do relator, deputado Yury do Paredão (PL-CE), a MP prevê ainda uma carência de 12 meses para começar a pagar. O relator manteve o limite máximo das taxas de juros aplicadas atualmente, de taxa Selic mais 6% ao ano para contratos firmados a partir de 2021. Entretanto, da mesma forma que já funcionava antes da edição da MP no governo Bolsonaro, a taxa máxima aplicável será fixada por ato do secretário de Micro e Pequenas Empresas e Empreendedorismo, órgão agora subordinado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Yury do Paredão também estendeu de 60 para 72 meses o prazo de pagamento nos casos em que a empresa contratante tenha sido reconhecida pelo Executivo federal com o Selo Emprega + Mulher. O prazo não tinha sido modificado pela MP original. Garantia de emprego O Pronampe surgiu em 2020 para ajudar micro e pequenas empresas em dificuldades em razão dos impactos econômicos da pandemia de Covid-19. Esse programa, estendido até dezembro de 2024 pela Lei 14.348/22, prevê a contratação de mais de R$ 50 bilhões em créditos neste ano e no próximo. Um dos objetivos do programa é o de preservação de postos de trabalho, garantidos pela obrigação contratual assumida pelo mutuário de manter a quantidade de empregados em número igual ou superior ao que existia no último dia do ano anterior ao da contratação da linha de crédito. Os empregos devem ser mantidos entre a data da contratação e o 60º dia após o recebimento da última parcela da linha de crédito. Já o texto aprovado da MP prevê que as empresas optantes pela prorrogação do empréstimo deverão manter o quantitativo de empregados nesse intervalo de tempo (data de contratação até o 60º dia após a última parcela) com base no número de trabalhadores existente no último dia do ano anterior ao da prorrogação. Dados de renda Um dos parâmetros para se calcular o montante máximo que poderá ser emprestado a cada empresa ou microempreendedor é a receita bruta anual do exercício anterior ao da contratação. Pode ser emprestado até 30% dessa receita. Para facilitar o acesso ao empréstimo entre os meses de janeiro a abril, período no qual ainda está em aberto o prazo de entrega da declaração do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) nos sistemas da Receita Federal, o relator incluiu dispositivo permitindo ao banco aceitar a declaração de faturamento referente ao ano anterior. Segundo o governo, houve uma expansão assimétrica da carteira de crédito em relação ao público-alvo do programa, com 76,2% dos recursos destinados a pequenas empresas, 23,6% aos microempresários e apenas 0,5% para os microempreendedores individuais. Fundo garantidor Após negociações antes da votação, Yury do Paredão aceitou sugestões para tornar permanente o Programa Emergencial de Acesso ao Crédito na modalidade garantia (Peac-FGI), cuja vigência acabaria em 31 de dezembro de 2023. Segundo a lei do programa (Lei 14.042/20), os empréstimos por parte de bancos privados contam com garantia do Fundo Garantidor para Investimentos (FGI) de até 30% do montante emprestado a empresas com receita bruta de R$ 360 mil a R$ 300 milhões no ano anterior, incluídas as pequenas e médias empresas, as associações, as fundações de direito privado e as sociedades cooperativas, exceto as de crédito. A taxa de juros pode ser negociada livremente entre o tomador e a instituição financeira concedente do crédito. No entanto, a taxa média praticada na carteira por cada instituição financeira operadora não pode exceder 1,75% ao mês, sob pena de redução da cobertura do programa. Carência O relator seguiu o aumento do prazo de pagamento do empréstimo nos outros programas, passando o prazo máximo de 60 para 72 meses. Já a carência máxima mudou de 12 para 18 meses. Os limites e os critérios de alavancagem aplicáveis ao programa passarão a ser fixados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Comissão pecuniária Atualmente, por ser um programa emergencial e temporário, o Peac-FGI não cobra comissão pecuniária dos bancos participantes para acesso ao fundo garantidor. Se virar lei, a mudança proposta na MP prevê o início do pagamento dessa comissão a partir de 1º de janeiro de 2024. O custo pode ser repassado ao tomador final do empréstimo. O cálculo da comissão seguirá as regras vigentes para o FGI tradicional, que depende do valor efetivamente liberado ao cliente, do percentual garantido pelo FGI e do prazo total do financiamento. Fundos constitucionais Outro tema incluído pelo relator na MP é a reabertura por mais um ano do prazo para empresas pedirem a renegociação de empréstimos tomados com recursos dos fundos constitucionais do Norte (FNO), do Nordeste (FNE) e do Centro Oeste (FCO), segundo as regras da Lei 14.166/21. O prazo acabou em 31 de dezembro de 2022. Há vários casos de enquadramento, mas geralmente os descontos variam conforme o porte do beneficiário, indo de 60% a 90%, conforme o empréstimo seja rural ou não rural e o empreendimento esteja ou não localizado no Semiárido. Troca de juros O texto também reabre por mais um ano o prazo de permissão para os bancos operadores desses fundos trocarem, a pedido dos beneficiários, os juros originais das operações pelos vigentes atualmente, que são menores. Isso valerá para as operações contratadas até 31 de dezembro de 2018, e o juro novo correrá a partir da assinatura do aditivo. Da mesma forma, o prazo dessa permissão tinha acabado no dia 31 de dezembro de 2022. Fundo de Tecnologia Outra mudança constante do texto do relator é na taxa de remuneração do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). Yury do Paredão propõe a volta do uso da Taxa Referencial (TR)

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MP que amplia prazo das linhas de crédito do Pronampe segue para o Senado Imagem: Reprodução/ Instagram  A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (1º) a Medida Provisória 1139/22, que aumenta de 48 para 72 meses o prazo de pagamento dos empréstimos no âmbito do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). A MP será votada ainda pelo Senado. Aprovada na forma do substitutivo do relator, deputado Yury do Paredão (PL-CE), a MP prevê ainda uma carência de 12 meses para começar a pagar. O relator manteve o limite máximo das taxas de juros aplicadas atualmente, de taxa Selic mais 6% ao ano para contratos firmados a partir de 2021. Entretanto, da mesma forma que já funcionava antes da edição da MP no governo Bolsonaro, a taxa máxima aplicável será fixada por ato do secretário de Micro e Pequenas Empresas e Empreendedorismo, órgão agora subordinado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Yury do Paredão também estendeu de 60 para 72 meses o prazo de pagamento nos casos em que a empresa contratante tenha sido reconhecida pelo Executivo federal com o Selo Emprega + Mulher. O prazo não tinha sido modificado pela MP original. Garantia de emprego O Pronampe surgiu em 2020 para ajudar micro e pequenas empresas em dificuldades em razão dos impactos econômicos da pandemia de Covid-19. Esse programa, estendido até dezembro de 2024 pela Lei 14.348/22, prevê a contratação de mais de R$ 50 bilhões em créditos neste ano e no próximo. Um dos objetivos do programa é o de preservação de postos de trabalho, garantidos pela obrigação contratual assumida pelo mutuário de manter a quantidade de empregados em número igual ou superior ao que existia no último dia do ano anterior ao da contratação da linha de crédito. Os empregos devem ser mantidos entre a data da contratação e o 60º dia após o recebimento da última parcela da linha de crédito. Já o texto aprovado da MP prevê que as empresas optantes pela prorrogação do empréstimo deverão manter o quantitativo de empregados nesse intervalo de tempo (data de contratação até o 60º dia após a última parcela) com base no número de trabalhadores existente no último dia do ano anterior ao da prorrogação. Dados de renda Um dos parâmetros para se calcular o montante máximo que poderá ser emprestado a cada empresa ou microempreendedor é a receita bruta anual do exercício anterior ao da contratação. Pode ser emprestado até 30% dessa receita. Para facilitar o acesso ao empréstimo entre os meses de janeiro a abril, período no qual ainda está em aberto o prazo de entrega da declaração do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) nos sistemas da Receita Federal, o relator incluiu dispositivo permitindo ao banco aceitar a declaração de faturamento referente ao ano anterior. Segundo o governo, houve uma expansão assimétrica da carteira de crédito em relação ao público-alvo do programa, com 76,2% dos recursos destinados a pequenas empresas, 23,6% aos microempresários e apenas 0,5% para os microempreendedores individuais. Fundo garantidor Após negociações antes da votação, Yury do Paredão aceitou sugestões para tornar permanente o Programa Emergencial de Acesso ao Crédito na modalidade garantia (Peac-FGI), cuja vigência acabaria em 31 de dezembro de 2023. Segundo a lei do programa (Lei 14.042/20), os empréstimos por parte de bancos privados contam com garantia do Fundo Garantidor para Investimentos (FGI) de até 30% do montante emprestado a empresas com receita bruta de R$ 360 mil a R$ 300 milhões no ano anterior, incluídas as pequenas e médias empresas, as associações, as fundações de direito privado e as sociedades cooperativas, exceto as de crédito. A taxa de juros pode ser negociada livremente entre o tomador e a instituição financeira concedente do crédito. No entanto, a taxa média praticada na carteira por cada instituição financeira operadora não pode exceder 1,75% ao mês, sob pena de redução da cobertura do programa. Carência O relator seguiu o aumento do prazo de pagamento do empréstimo nos outros programas, passando o prazo máximo de 60 para 72 meses. Já a carência máxima mudou de 12 para 18 meses. Os limites e os critérios de alavancagem aplicáveis ao programa passarão a ser fixados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Comissão pecuniária Atualmente, por ser um programa emergencial e temporário, o Peac-FGI não cobra comissão pecuniária dos bancos participantes para acesso ao fundo garantidor. Se virar lei, a mudança proposta na MP prevê o início do pagamento dessa comissão a partir de 1º de janeiro de 2024. O custo pode ser repassado ao tomador final do empréstimo. O cálculo da comissão seguirá as regras vigentes para o FGI tradicional, que depende do valor efetivamente liberado ao cliente, do percentual garantido pelo FGI e do prazo total do financiamento. Fundos constitucionais Outro tema incluído pelo relator na MP é a reabertura por mais um ano do prazo para empresas pedirem a renegociação de empréstimos tomados com recursos dos fundos constitucionais do Norte (FNO), do Nordeste (FNE) e do Centro Oeste (FCO), segundo as regras da Lei 14.166/21. O prazo acabou em 31 de dezembro de 2022. Há vários casos de enquadramento, mas geralmente os descontos variam conforme o porte do beneficiário, indo de 60% a 90%, conforme o empréstimo seja rural ou não rural e o empreendimento esteja ou não localizado no Semiárido. Troca de juros O texto também reabre por mais um ano o prazo de permissão para os bancos operadores desses fundos trocarem, a pedido dos beneficiários, os juros originais das operações pelos vigentes atualmente, que são menores. Isso valerá para as operações contratadas até 31 de dezembro de 2018, e o juro novo correrá a partir da assinatura do aditivo. Da mesma forma, o prazo dessa permissão tinha acabado no dia 31 de dezembro de 2022. Fundo de Tecnologia Outra mudança constante do texto do relator é na taxa de remuneração do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). Yury do Paredão propõe a volta do uso da Taxa Referencial (TR)

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“Juazeiro é a cidade mais perfeita do mundo, não existe corrupção, a cidade é limpa e não tem roubo”; ironiza vereador ao questionar polêmicas da gestão Glêdson Bezerra

Vereador Darlan Lobo (PTB) falou sobre as denúncias feitas contra Glêdson Bezerra pela Câmara e, segundo ele, nunca foram “apuradas” Imagens: Reprodução/ TV Câmara Agência Caririensi  O ex-presidente da Câmara Municipal soltou o verbo durante sessão ordinária, nesta quinta-feira, 2, na Câmara Municipal de Juazeiro do Norte. O parlamentar relatou que já foram feitas inúmeras denúncias por ele e por outros vereadores, inclusive, parlamentares aliados do prefeito, mas até o momento não havia tido nenhuma operação da justiça contra a gestão de Glêdson Bezerra (Podemos).  Darlan ainda comentou sobre seu afastamento e disse que havia sido acusado de chefiar uma quadrilha, organizar jogo do bicho e ter superfaturado d3 10 sacos de cimento. Dessa forma, prontamente foi afastado do poder legislativo. Contudo, denuncias bem mais sérias já foram feitas contra Glêdson e seu secretariado, mas nada foi feito. Ainda expondo sua opinião, o parlamentar pediu que todos os seus requerimentos enviados à polícia e ao Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), fossem anulados, pois não adiantava denunciar, porquê, segundo ele, nada era feito. Imagens: Reprodução/ TV Câmara Em tom de indignação, Capitão Vieira (PTB) também afirmou que já virou rotina a justiça não ouvir as denúncias da Câmara Municipal, “Não dá nada não! Os vereadores realizam denúncias contra a gestão de Glêdson e seus secretários e não dá nada. Já virou rotina”. Vieira ainda sugeriu que só o Ministério Público, Tribunal de Contas ou Delegacia de crimes contra a Administração Pública pode resolver a situação e salientou que “documentos e denúncias têm e muitas”, e citou que a relação dos prédios comerciais da mais de R$ 300 mil reais e um deles é do Departamento Municipal de Trânsito (DEMUTRAN).

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“Juazeiro é a cidade mais perfeita do mundo, não existe corrupção, a cidade é limpa e não tem roubo”; ironiza vereador ao questionar polêmicas da gestão Glêdson Bezerra

Vereador Darlan Lobo (PTB) falou sobre as denúncias feitas contra Glêdson Bezerra pela Câmara e, segundo ele, nunca foram “apuradas” Imagens: Reprodução/ TV Câmara Agência Caririensi  O ex-presidente da Câmara Municipal soltou o verbo durante sessão ordinária, nesta quinta-feira, 2, na Câmara Municipal de Juazeiro do Norte. O parlamentar relatou que já foram feitas inúmeras denúncias por ele e por outros vereadores, inclusive, parlamentares aliados do prefeito, mas até o momento não havia tido nenhuma operação da justiça contra a gestão de Glêdson Bezerra (Podemos).  Darlan ainda comentou sobre seu afastamento e disse que havia sido acusado de chefiar uma quadrilha, organizar jogo do bicho e ter superfaturado d3 10 sacos de cimento. Dessa forma, prontamente foi afastado do poder legislativo. Contudo, denuncias bem mais sérias já foram feitas contra Glêdson e seu secretariado, mas nada foi feito. Ainda expondo sua opinião, o parlamentar pediu que todos os seus requerimentos enviados à polícia e ao Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), fossem anulados, pois não adiantava denunciar, porquê, segundo ele, nada era feito. Imagens: Reprodução/ TV Câmara Em tom de indignação, Capitão Vieira (PTB) também afirmou que já virou rotina a justiça não ouvir as denúncias da Câmara Municipal, “Não dá nada não! Os vereadores realizam denúncias contra a gestão de Glêdson e seus secretários e não dá nada. Já virou rotina”. Vieira ainda sugeriu que só o Ministério Público, Tribunal de Contas ou Delegacia de crimes contra a Administração Pública pode resolver a situação e salientou que “documentos e denúncias têm e muitas”, e citou que a relação dos prédios comerciais da mais de R$ 300 mil reais e um deles é do Departamento Municipal de Trânsito (DEMUTRAN).

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Vereador Darlan Lobo (PTB) falou sobre as denúncias feitas contra Glêdson Bezerra pela Câmara e, segundo ele, nunca foram “apuradas” Imagens: Reprodução/ TV Câmara Agência Caririensi  O ex-presidente da Câmara Municipal soltou o verbo durante sessão ordinária, nesta quinta-feira, 2, na Câmara Municipal de Juazeiro do Norte. O parlamentar relatou que já foram feitas inúmeras denúncias por ele e por outros vereadores, inclusive, parlamentares aliados do prefeito, mas até o momento não havia tido nenhuma operação da justiça contra a gestão de Glêdson Bezerra (Podemos).  Darlan ainda comentou sobre seu afastamento e disse que havia sido acusado de chefiar uma quadrilha, organizar jogo do bicho e ter superfaturado d3 10 sacos de cimento. Dessa forma, prontamente foi afastado do poder legislativo. Contudo, denuncias bem mais sérias já foram feitas contra Glêdson e seu secretariado, mas nada foi feito. Ainda expondo sua opinião, o parlamentar pediu que todos os seus requerimentos enviados à polícia e ao Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), fossem anulados, pois não adiantava denunciar, porquê, segundo ele, nada era feito. Imagens: Reprodução/ TV Câmara Em tom de indignação, Capitão Vieira (PTB) também afirmou que já virou rotina a justiça não ouvir as denúncias da Câmara Municipal, “Não dá nada não! Os vereadores realizam denúncias contra a gestão de Glêdson e seus secretários e não dá nada. Já virou rotina”. Vieira ainda sugeriu que só o Ministério Público, Tribunal de Contas ou Delegacia de crimes contra a Administração Pública pode resolver a situação e salientou que “documentos e denúncias têm e muitas”, e citou que a relação dos prédios comerciais da mais de R$ 300 mil reais e um deles é do Departamento Municipal de Trânsito (DEMUTRAN).

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Diretor do Demutran é denunciado por usar patrimônio público para fins pessoais

Os vereadores Janu (Repu), Márcio Jóias (UB) e Capitão Vieira (PTB), usaram a tribuna da casa para denunciar o Sub-tenente da Polícia e Diretor do DEMUTRAN, Ednaldo Moura.  Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  Agência Caririensi  Conforme as denúncias, realizadas nesta quinta-feira, 2 pelos os vereadores, o diretor usa o equipamento público para fins pessoais, a exemplo do auditório, utilizado como estúdio pessoal de fotos, além de que, aos sábados, o Demutran também é utilizado para oferecer cursos particulares, cobrado à população pelo diretor Ednaldo Moura. Imagens: Reprodução/ Redes Sociais  Os vereadores também apontaram que o sargento descaracterizou uma viatura do Demutran, também para uso fins pessoais, como ir à igreja que frequenta.  Nesta mesma semana, o parlamentar Janu (Repu) também relatou uma série de denúncias, apotando irregularidades na administração do departamento público, incluindo, a deterioração do depósito de carros, apreendidos pelo órgão.  Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  O Site CaririEnsi também já noticiou várias denúncias contra a Administração Pública de Juazeiro do Norte. Em janeiro deste ano, os veículos do órgão ficaram parados há dias, por falta de combustível, e durante uma das épocas mais movimentadas do município, na Romaria de Candeias, os servidores do órgão não foram trabalhar, por falta de pagamento de hora extra.

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Os vereadores Janu (Repu), Márcio Jóias (UB) e Capitão Vieira (PTB), usaram a tribuna da casa para denunciar o Sub-tenente da Polícia e Diretor do DEMUTRAN, Ednaldo Moura.  Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  Agência Caririensi  Conforme as denúncias, realizadas nesta quinta-feira, 2 pelos os vereadores, o diretor usa o equipamento público para fins pessoais, a exemplo do auditório, utilizado como estúdio pessoal de fotos, além de que, aos sábados, o Demutran também é utilizado para oferecer cursos particulares, cobrado à população pelo diretor Ednaldo Moura. Imagens: Reprodução/ Redes Sociais  Os vereadores também apontaram que o sargento descaracterizou uma viatura do Demutran, também para uso fins pessoais, como ir à igreja que frequenta.  Nesta mesma semana, o parlamentar Janu (Repu) também relatou uma série de denúncias, apotando irregularidades na administração do departamento público, incluindo, a deterioração do depósito de carros, apreendidos pelo órgão.  Imagem: Reprodução/ Redes Sociais  O Site CaririEnsi também já noticiou várias denúncias contra a Administração Pública de Juazeiro do Norte. Em janeiro deste ano, os veículos do órgão ficaram parados há dias, por falta de combustível, e durante uma das épocas mais movimentadas do município, na Romaria de Candeias, os servidores do órgão não foram trabalhar, por falta de pagamento de hora extra.

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