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Ceará vence Crato e entra no G4 do Campeonato Cearense

Vovô conquista sua 1ª vitória ao bater o Azulão por 1 a 0 no Vovozão e entra na zona de classificação para as semifinais Reprodução O Ceará venceu a primeira partida na 2ª Fase do Campeonato Cearens e entrou no G4. O Vozão, jogando com seu time Sub-23, bateu o Crato por 1 a 0 no estádio Vovozão, entrando na zona de classificação para as semifinais. O Alvinegro chegou a 4 pontos, ultrapassando o Crato, com 3. Diáriodonordeste

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Caixa libera hoje saque do auxílio emergencial para nascidos em junho

A cada dia há novas autorizações para saques em dinheiro, com exceção de sábados e domingos Reprodução A Caixa Econômica Federal libera, a partir desta sexta-feira (7), o saque em espécie da primeira parcela do auxílio emergencial 2021 para beneficiários nascidos em junho, que não estão inscritos no Bolsa Família. A ordem de liberação obedece o mês de nascimento do trabalhador. A cada dia há novas autorizações para saques em dinheiro, com exceção de sábados e domingos. O saque da primeira parcela foi antecipado. Antes, a operação só seria possível no dia 4 de maio. A Caixa avalia antecipar também a data de saque das próximas parcelas do auxílio. De acordo com o presidente do banco, Pedro Guimarães, a antecipação vai depender da dinâmica do primeiro pagamento. Diariodonordeste

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Marcelo Queiroga diz que objetivo do Ministério da Saúde é vacinar população contra Covid

Ouvido em CPI no Senado Federal, o ministro driblou perguntas sobre atuação de Bolsonaro na pandemia Reprodução O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que o principal objetivo da pasta é a “imunização da população brasileira como um todo”, por meio da vacinação. O cardiologista participa, nesta quinta-feira (6), de oitiva durante a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) criada para apurar as ações e possíveis omissões do Governo Federal no enfrentamento da pandemia da Covid-19.  Evitando responder perguntas sobre a atuação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na pandemia, o ministro chegou a irritar senadores membros da CPI. Ele é o terceiro gestor da pasta na gestão Bolsonaro a comparecer à CPI. Na terça (4), foi ouvido o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta e, nesta quarta (5), o ex-ministro Nelson Teich. A meta, reforçou, é que toda a população acima de 18 anos esteja vacinada até o fim do ano “desde que todas as doses contratadas cheguem”. “A luta por mais doses é diária. O senhor pode acreditar que nós não temos descanso de 1 minuto. Eu chego ao Ministério às 7h30 e às vezes saio meia-noite. Eu estou procurando fazer a minha parte. Não depende só de mim”, disse o ministro. Hidroxicloroquina e Cloroquina Durante a sessão, Queiroga foi questionado por diversos senadores sobre qual é sua opinião em relação à prescrição de cloroquina ou hidroxicloroquina no tratamento do novo coronavírus. E respondeu de forma evasiva, evitando revelar se é a favor ou contra o uso do medicamento.  O remédio foi amplamente divulgado, ao longo da pandemia, pelo presidente Jair Bolsonaro como tratamento para a doença. A cloroquina é ineficaz contra a Covid-19, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).  O ministro respondeu que não recebeu nenhuma orientação de Bolsonaro referente ao uso da hidroxicloroquina, mas se recusou a avaliar a posição do presidente em defesa do medicamento. “Todos nós estamos aguardando a resposta. Não tem três palavras, só tem uma: ‘sim’ e ‘não’”, disse o presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM). “Até minha filha de 12 anos falaria ‘sim’ ou ‘não’”, completou. Queiroga, que é médico, também se recusou a dar sua própria avaliação sobre o uso da hidroxicloroquina para o tratamento da Covid-19. Afirmou que a instância adequada para analisar essa questão seria a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), da qual faz parte, que está elaborando um protocolo. “Segundo o decreto-lei que regulamenta a Conitec, eu sou instância final decisória. Então, eu posso ter que dar um posicionamento acerca desse protocolo, de tal sorte que eu gostaria de manter o meu posicionamento final acerca do mérito do protocolo quando o protocolo for elaborado”, disse. Posteriormente, ele reconheceu que a hidroxicloroquina pode causar arritmias cardíacas, embora ressalte que são seguros. “A instância própria é essa. Esta é a instância”, reagiu o relator, Renan Calheiros. Antes de assumir o cargo de ministro, Queiroga era presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Sob sua gestão, a organização ressaltou a importância da imunização em massa e recomendou que a cloroquina, a hidroxicloroquina e a azitromicina não fossem usadas contra a doença. Atuação do ministro O ministro da Saúde não soube dar certeza a respeito de ações de sua pasta para a distribuição de cloroquina para estados e municípios, apenas disse que não tinha conhecimento. “Eu não autorizei distribuição de cloroquina na minha gestão. Eu não tenho conhecimento de que esteja havendo distribuição de cloroquina na nossa gestão”, disse Queiroga, após ser questionado. Em diversos momentos do depoimento, Queiroga disse que não faria “juízo de valor” e assim evitou responder diretamente a perguntas feitas pelos parlamentares. O ministro deu essa resposta, por exemplo, quando perguntado se concordava com a declaração de Bolsonaro de que poderia editar decreto contra política de isolamento social. Após a insistência na pergunta, apenas respondeu que o presidente pensa em preservar a liberdade das pessoas e com isso ele concordava. Por outro lado, reconheceu que não foi consultado pelo Palácio do Planalto a respeito de uma medida nesse sentido, apesar de sua pasta estar no centro das discussões. Em uma rara opinião sobre falas do presidente Jair Bolsonaro, Queiroga disse que desconhece “indícios de guerra química na China”. No dia anterior, o presidente havia levantado essa possibilidade. “É um vírus novo, ninguém sabe se nasceu em laboratório ou por algum ser humano [que] ingeriu um animal inadequado. Mas está aí. Os militares sabem que é guerra química, bacteriológica e radiológica. Será que não estamos enfrentando uma nova guerra?”, disse o presidente em evento no Palácio do Planalto. “Qual o país que mais cresceu seu PIB? Não vou dizer para vocês.” Vacinas contratadas O ministro da Saúde também foi questionado sobre a quantidade de vacinas contratadas pelo País e se confundiu ao dizer o número. Inicialmente, ele falou que houve contratação de 563 milhões de doses de imunizantes, mas foi corrigido por um assessor e alterou para 430 milhões a quantidade. A diferença entre os números são referentes a doses que a Fiocruz produzirá. diariodonordeste

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Cerimônia de cremação de Paulo Gustavo é realizada para amigos e familiares no RJ

O ator faleceu na última terça-feira (4), em decorrências de complicações da Covid-19 Reprodução O marido de Paulo Gustavo, Thales Bretas, além de amigos do ator, como Preta Gil e Samantha Schmütz, foram os primeiros a compareceram à cerimônia de cremação do artista, que foi realizada por volta das 12h desta quinta (6), no cemitério de Niterói. O momento não teve informações divulgadas previamente. Em seguida, os familiares do humorista também chegaram, com a mãe de Paulo, Déa Lúcia, e a irmã, Juliana Amaral, aparecendo juntas pela primeira vez depois da morte de Paulo. Mônica Martelli, atriz e amiga próxima do artista, demonstrou emoção na parte externa do crematório, enquanto chorava ao lado de Juliana.  Assim como ela, Marcus Majella, acompanhado do marido, Ingrid Guimarães e Heloísa Perissé foram ao local usando camisas brancas com a foto de Paulo Gustavo. Tatá Werneck e o marido, Rafael Vitti, compareceram juntos ao crematório. Durante semanas, enquanto Paulo esteve internado no hospital, a atriz usou as redes sociais para pedir uma corrente de orações ao amigo próximo. O corpo de Paulo Gustavo, que faleceu na última terça (4), aos 42 anos, estava no crematório desde as 8h40 desta quinta (6). Cerca de 20 pessoas foram chamadas ao local, que está com capacidade reduzida por conta da pandemia de Covid-19. Ainda conforme a publicação, mais de 20 coroas de flores foram enviadas para a despedida do artista. A de Fábio Porchat, também amigo próximo, dizia: “O Brasil te ama para sempre”. Enquanto isso, para evitar a aproximação da imprensa ou de curiosos, um esquema de segurança foi montado e carros da guarda municipal fizeram a ronda nas adjacências do local. diariodonordeste

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Declarações de Bolsonaro contra a China afetam liberação de insumos de vacina, diz Butantan

Presidente afirmou que o país asiático teve benefícios econômicos com o coronavírus Reprodução O Instituto Butantan afirmou, nesta quinta-feira (6), que a liberação de insumos da China para produção de vacinas contra a Covid-19 pode ser prejudicada pelas declarações do presidente Jair Bolsonaro sobre o país asiático. As informações são da Folha de S. Paulo. Bolsonaro sugeriu, nessa quarta-feira (5), que a China teria tido benefícios econômicos com a pandemia. Além disso, o presidente afirmou que o coronavírus pode ter sido criado em laboratório — tese que não tem apoio nas investigações da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a origem do agente infeccioso. O diretor do Butantan, Dimas Covas, avaliou que todas as declarações nesse sentido têm gerado repercussões, indicando que o instituto já teve “um grande problema” no começo do ano e está novamente de frente ao impasse, apesar de a embaixada negá-lo. “A nossa sensação, de quem está na ponta, é que existe dificuldade, uma burocracia que está sendo mais lenta do que seria habitual e com autorizações muito reduzidas e volumes. Então obviamente essas declarações têm impacto e nós ficamos à mercê dessa situação”, destacou. Conforme o governador de São Paulo, João Doria, as afirmações do presidente geraram mal-estar na diplomacia chinesa. A informação foi divulgada pelo gestor estadual durante evento para liberação de lote de cerca de 1 milhão de doses do imunizante CoronaVac, produzido em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac. Dimas Covas disse que há compromisso firmado para entrega de vacina de um lote que totaliza 5 milhões de doses até o dia 14 de maio. No entanto, não haverá mais matéria-prima para processar após a data. “Pode faltar [insumos]? Pode faltar. E aí nós temos que debitar isso principalmente ao nosso governo federal que tem remado contra. Essa é a grande conclusão”. Adiamento da liberação O diretor do Butantan explicou que a autorização para a próxima liberação de insumos foi adiada do dia 10 para o dia 13 de maio. Além do novo prazo, houve mudança na quantidade do insumo: o volume inicial, de 6 mil litros, foi reduzido para 2 mil. Para ele, as modificações não se dão na produção da Sinovac, mas, sim, pelas autorizações das autoridades da China. Covas ainda pontuou a existência de informações mentirosas e mirabolantes no discurso de Bolsonaro, citando a fabricação do coronavírus. “A Organização Mundial de Saúde fez uma auditoria, podemos dizer assim, e deixou muito claro quais as condições de surgimento desse vírus, esse relatório foi disponibilizado para o mundo, não resta nenhuma dúvida. E outro ponto, a China fez o que o Brasil não fez, a China controlou o vírus”. ‘Guerra Química‘ Na última quarta, Bolsonaro também falou em “guerra química”, alegando que “ninguém sabe se se nasceu em laboratório ou por algum ser humano [que] ingeriu um animal inadequado”. “Os militares sabem que é guerra química, bacteriológica e radiológica. Será que não estamos enfrentando uma nova guerra?”, indagou o presidente em evento no Palácio do Planalto.  Em seguida, Bolsonaro lançou suspeitas sobre a China em razão de seu crescimento econômico. “Qual o país que mais cresceu seu PIB? Não vou dizer para vocês.” João Doria criticou a falta de atuação na diplomacia do governo federal em relação ao país chinês.  “Diante de uma pandemia, o insumo da principal vacina que vai no braço dos brasileiros vem da China, o mal-estar provocado por sucessivas declarações desastrosas do ministro da Economia Paulo Guedes e agora do presidente da República Jair Bolsonaro, e o Ministério das Relações Exteriores silencia. Que Ministério das Relações Exteriores é esse que não faz relações positivas, construtivas, com países, seja pela economia, seja pelo fato de que a China é a principal provedora de insumos para as vacinas?”, questionou o gestor paulista. Vacinação de Doria O governador de São Paulo disse, também, que deve receber o imunizante nesta sexta-feira (7). “Eu vou tomar a vacina amanhã. E por que vou votar amanhã? Porque eu tenho que seguir 15 dias de diferença da data que tomei a vacina contra a gripe e a data para a vacinação da Covid”, indicou.  

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Camilo Santana e Onélia esperam terceiro filho

Primeira-dama está com menos de três meses de gravidez. Sexo da criança ainda é desconhecido Reprodução O governador do Ceará, Camilo Santana, será pai pela terceira vez. A gravidez da primeira-dama, Onélia Santana, foi confirmada nesta quinta-feira (6) pela assessoria do gestor estadual. Segundo a Casa Civil, o casal descobriu a gestação, que está com menos de três meses, há poucos dias. O sexo da criança ainda é desconhecido. Onélia Santana está em ótimo estado de saúde e faz o pré-natal normalmente. O casal já tem outros dois filhos, Pedro, de 11 anos, e Luísa, de nove. Diariodonordeste

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Auxílio emergencial pode ser pago a mais 6 milhões de pessoas, planeja Governo

Ministério da Cidadania aponta que recursos remanescentes podem ampliar pagamento do benefício para mais seis milhões de pessoas Reprodução O secretário executivo adjunto do Ministério da Cidadania, Martim Ramos Cavalcanti, anunciou que o governo poderá editar nova Medida Provisória (MP) para ampliar em seis milhões o número de beneficiários do auxílio emergencial no limite de R$ 44 bilhões, fixado pela Emenda Constitucional (EC 109) que entrou em vigor em março. Os recursos começaram a ser pagos em abril com base em regras previstas em medida provisória (MP 1039/21), também editada em março. Martim participou de audiência pública virtual da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (5) e informou que há um valor remanescente após o cálculo de 39 milhões de pessoas beneficiadas ao custo total de R$ 36 bilhões. Decreto Presidencial A própria MP que já está em vigor traz um artigo que permite o uso de decreto presidencial para o uso de valores remanescentes e a inclusão de novas pessoas elegíveis para o recebimento do auxílio emergencial. Porém, a limitação orçamentária imposta pela emenda constitucional levou a assessoria jurídica do Ministério da Cidadania a propor uma nova medida provisória. Segundo Martim Cavalcanti, o texto já está pronto e em breve será apresentado à Casa Civil antes do envio ao Congresso Nacional. A quantidade de novos beneficiados com os valores remanescentes poderá ficar em torno de 6 milhões de pessoas, a depender da composição dos grupos contemplados. “Se houver um número maior de mulheres provedoras de famílias monoparentais, com demanda de R$ 375 mensais, tem-se um menor número de pessoas contempladas. Se for maior o número de unipessoais, haveria maior número de contempladas. O ministério trabalha, no critério de vulnerabilidade, para atender as famílias mais numerosas e de menor renda per capita. Então, a estimativa do ministério é que a gente ainda consiga atender, por meio da medida provisória que estamos propondo, pouco mais de 6 milhões de novas pessoas”, anunciou o secretário. Problemas O presidente da Rede Brasileira de Renda Básica, Leandro Ferreira, apontou uma lista de 13 “problemas repetidos” enfrentados pelos milhões de brasileiros que buscam se credenciar para recebimento do auxílio emergencial. Alguns desses problemas ainda são da primeira leva de pagamentos, em 2020, como decisões judiciais não respeitadas, não pagamento de parcelas, erros na lista de beneficiários do Bolsa Família e inaptos por desatualização dos sistemas cadastrais. Ferreira pediu que a Dataprev, responsável pela elegibilidade dos beneficiários, revise a base de dados, repare os erros de avaliação e reverta os benefícios cancelados inadvertidamente. O secretário geral de articulação da Defensoria Pública da União, Gabriel Saad, acrescentou que esses problemas têm impedido a eficácia do auxílio emergencial como política pública de enfrentamento às vulnerabilidades sociais durante a pandemia. “Foram 148 milhões de CPFs analisados, 66 milhões concedidos na primeira avaliação, o que dá uma média de 80 milhões de pessoas com o benefício negado, suspenso ou bloqueado no curso da execução dessa política pública. A contestação que hoje é disponibilizada pelo aplicativo apenas refaz o cruzamento da base de dados e não permite a análise individualizada da situação. Então, um erro banal do cadastro provoca um dano irreversível para a pessoa”, criticou. O Ministério da Cidadania respondeu que a análise individualizada de quase 150 milhões de CPFs atrasaria o processo, daí a utilização da análise automatizada. No primeiro lote de pagamentos do auxílio deste ano, 236 mil pessoas teriam se tornado elegíveis após revisão da própria Dataprev. Dívida pública Assessor do Ministério da Economia, Glauber de Queiroz citou o impacto do auxílio emergencial no aumento da dívida pública brasileira e pediu aos parlamentares a aprovação da proposta (PLN 4/21) de recomposição orçamentária, a fim de permitir a reacomodação de despesas relativas a seguro-desemprego, aposentadorias e pensões. Organizador do debate na Comissão de Desenvolvimento Econômico, o deputado José Ricardo (PT-AM), lembrou que os parlamentares vão insistir nas tentativas de elevar o valor e o tempo de pagamento do auxílio emergencial. “Há projetos na Câmara e no Senado para aumentar o valor para R$ 600. Inclusive, há projetos para estender (o auxílio emergencial) até o fim do ano ou até o fim da pandemia”. Em 2020, o auxílio emergencial foi pago para pouco mais de 68 milhões de pessoas em cinco parcelas de R$ 600 e quatro de R$ 300 ao custo total de R$ 293 bilhões. Neste ano, estão previstos inicialmente quatro parcelas de R$ 375 para mulher chefe de família, R$ 250 para famílias em geral e R$ 150 para quem mora sozinho. É preciso estar no programa Bolsa Família ou na lista atualizada do auxílio pago no ano passado. Diáriodonordeste

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Crianças que desapareceram em Jericoacoara são encontradas na Bahia; pai está preso

As meninas foram achadas na Bahia. O pai foi preso e duas armas foram apreendidas  Reprodução As duas meninas que desapareceram após irem passar o fim de semana na casa do pai, em Jijoca de Jericoacoara, foram encontradas nesta quinta-feira (6). A mãe das crianças publicou nas redes sociais a notícia, que foi confirmada pela Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS). O pai foi preso.  “Gente, [estou] passando aqui só para agradecer a cada oração, a cada mensagem de apoio, tanta gente que não me conhecia e acreditava que ia dá certo. Deus ouviu cada mãe. Oração de uma mãe é tão poderosa, tão forte, acharam as nossas meninas”, disse ela no Instagram.  Em nota, a Polícia Civil do Ceará disse que as duas meninas, de 4 e 3 anos, foram localizadas por policiais civis que viajaram até a cidade de Senhor do Bonfim na Bahia, onde elas estavam com o pai. A ação policial contou com o apoio da Polícia Civil da Bahia. O homem foi preso e com ele foram apreendidas duas armas, sendo um revólver calibre 38 e uma pistola calibre 22 , além da quantia de R$ 12 mil. A Secretária de Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) mobiliza o retorno das crianças para o Ceará.  A reportagem tentou falar com a mãe no começo da tarde, mas ela se encontra prestando depoimento na Polícia Civil. Diariodonordeste

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