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Novo lote com 231.500 da vacina AstraZeneca chega ao Ceará

As doses serão destinadas à continuidade da vacinação nos 184 municípios, seguindo as orientações do Programa Nacional de Imunizações (PNI) O novo lote com 231.500 da vacina AstraZeneca chegou ao Ceará na madrugada desta quarta-feira (26), no Aeroporto de Fortaleza. Segundo o governador Camilo Santana, com esta 28ª remessa, o Ceará dará continuidade à campanha de vacinação em todo o Estado. Mais doses “Seguimos na luta diária para conseguir mais vacinas para todos os cearenses. Não descansarei até que todos os cearenses sejam vacinados, pois a única forma de voltar à normalidade e acabar com essa pandemia é com a vacinação”, afirmou. Mais de 24 mil doses do imunizante da Pfizer são esperados pelo Estado. O governador Camilo Santana informou que o carregamento deve chegar ainda nesta quarta-feira, às 22h. Repescagem Nesta quarta (26) e na quinta (27), a Prefeitura de Fortaleza fará a repescagem do público-alvo da 3ª fase da campanha de vacinação contra a Covid-19 que faltou ao agendamento para receber o imunizante. A vacinação ocorre com o imunizante da Universidade de Oxford/AstraZeneca.  O primeiro grupo a ser contemplado é de pessoas entre 50 a 59 anos já nesta quarta-feira (26). Na quinta-feira (27), será a vez de pessoas de 18 a 49 anos. Locais As pessoas serão recebidas das 9h às 17h na Arena Castelão, no Centro de Eventos, no Sesi Parangaba, no Shopping RioMar Fortaleza ou em um dos quatro Cucas. De acordo com o prefeito Sarto Nogueira, a imunização tem como foco alcançar as pessoas “que foram agendadas e, por algum motivo, não puderam se vacinar contra a Covid-19”.  Grupos prioritários da 3° etapa de vacinação Gestantes e puérperas, independente de comorbidades, acima de 18 anos; Pessoas entre 18 e 54 anos com comorbidades e deficiência permanente. “Se você faz parte da 3ª fase da campanha, possui uma das comorbidades elencadas pelo Ministério da Saúde como prioritárias e ainda não foi convocado, é importante conferir todas as informações no site Vacine Já”, orientou o gestor.  O alerta está sendo reforçado depois da titular da secretaria municipal de Saúde, Ana Estela Leite, divulgar nessa segunda-feira (24) que 25 mil pessoas aptas para a 3ª fase ainda não identificaram a comorbidade no Saúde Digital.  diariodonordeste

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Veto do projeto de Capitão Vieira é derrubado pela Câmara de Juazeiro por 12 votos

                 Foto: Lucas Vieira/Cariri En Si João Boaventura Neto Outro veto do prefeito Glêdson Bezerra foi apreciado na sessão desta terça-feira, dia 25, da Câmara Municipal de Juazeiro do Norte (Podemos). A votação é realizada de forma secreta. Saiba como foi a votação do primeiro veto O segundo veto foi em relação ao projeto de autoria do vereador Capitão Vieira Neto (PTB) sobre o prolongamento de ruas no Bairro Betolândia. Votaram favoráveis ao veto nove vereadores e contra o veto 12. Assim foi derrubado o veto do prefeito.

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Veto do projeto de Adauto Araújo é derrubado pela Câmara de Juazeiro por 14 votos

  Foto: Lucas Vieira/ Cariri En Si                           João Boaventura Neto Na sessão desta terça-feira, dia 25, da Câmara Municipal de Juazeiro do Norte, todos os 21 vereadores estiveram presentes para apreciar os vetos do prefeito Glêdson Bezerra (Podemos). A votação é realizada de forma secreta. O primeiro veto foi em relação ao projeto de autoria do vereador Adauto Araújo (PTB) sobre o prolongamento de ruas nos Bairro Leandro Bezerra e Novo Juazeiro. Votaram favoráveis ao veto seis vereadores e contra o veto 14. Um voto foi anulado já que o vereador votou fora do local. Assim foi derrubado o veto do prefeito.

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Meteoro cruza ceu do Cariri Cearense e outros três estados do Nordeste e ‘risca’ o céu

Reprodução/Redes Sociais Agência Cariri En Si Um meteoro do tipo ‘bólido’ cruzou o céu dos estados do Ceará, da Paraíba, do Rio Grande do Norte e do Pernambuco e chamou atenção por parecer com um risco “cortando” a paisagem. No céu cearense, o meteoro foi captado em Fortaleza, Milagres, Juazeiro do Norte, Barbalha e Missão Velha. No entanto, a imagem mais próxima e com forte luminosidade foi registrada na Paraíba. Às 18h59 do último sábado (22), a estação JPZ3/PB registrou, por meio de uma câmera “All-sky” da Bramon, o momento em que o bólido “parte” o céu. Trajetória do meteoro De acordo com a Bramon, o meteoro surgiu a 99,5 km de altitude e cerca de 110 quilômetros da costa leste do Rio Grande do Norte. Ele percorreu uma distância de 89,7 km em apenas cinco segundos, representando velocidade média de 64,6 mil km/h.  Cálculo do observatório de meteorologia apontam que a rocha especial geradora do fenômeno tinha entre 20 e 60 kg de massa. Com a passagem pela atmosfera terrestre, meteoritos foram gerados e levados direto para o fundo do mar.

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Nova variante ‘P.4’ do coronavírus é encontrada no interior de São Paulo, diz pesquisador

Estudos sobre a letalidade da mutação ainda serão conduzidos, porém, uma alta frequência dela foi percebida na cidade de Porto Ferreira Reprodução Uma nova variante do coronavírus, de origem ainda desconhecida, foi identificada nas cidades de Mococa e Porto Ferreira, no interior de São Paulo, conforme anunciou João Pessoa Araújo Júnior, pesquisador da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Batizada de “P.4”, a mutação teve os primeiros casos descobertos no começo de maio. A análise da Unesp foi submetida e confirmada com o Global Initiative on Sharing All Influenza Data (GISAID), uma entidade internacional com banco de dados sobre genomas de vírus. As informações são do portal G1 SP. A mutação L452R na proteína S está presente neste novo achado e também se encontra na cepa indiana identificada recentemente no País. Conforme o pesquisador, que também é vice-presidente da Sociedade Brasileira de Virologia, ainda não é possível falar sobre as características e implicações específicas dessa mutação viral.  Comportamento da nova variante Araújo Júnior pontua que ainda não foi possível identificar se a P.4 é mais letal ou não que as outras variantes existentes. Isso, explica o pesquisador, porque ela foi encontrada em um ambiente onde a P.1 (variante britânica) se encontra.  “Então, isso foi reconhecido pelo GISAID e agora, com esse nome, a gente vai ter condição de acompanhar melhor qual vai ser a disseminação dele e a gente quase que implora para os órgãos competentes de saúde para olhar com mais cuidado para essa região, pra gente minimizar a transmissão dessa variante P.4. pra outras regiões, como aconteceu com a variante P.1”, disse o especialista ao G1. Diariodonordeste.

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Anvisa autoriza a realização de testes de soro anticovid em humanos

Será a primeira vez que o soro será aplicado em voluntários humanos Reprodução A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou, hoje (25), que autorizou o início dos testes do soro anti-Sars-CoV-2, desenvolvido pelo Instituto Butantan. Esta será a primeira vez que o soro será aplicado em voluntários humanos. O pedido para a autorização para testar o soro, que é produzido em cavalo, em pacientes com a covid-19, foi feito pelo instituto no início de março. A expectativa do Butantan é que o soro possa ajudar a reduzir a letalidade e a gravidade da doença e aliviar o sistema de saúde. Nos testes em animais, como coelhos e camundongos, o soro já demonstrou a diminuição da carga viral e perfil inflamatório reduzido. Na sequência, a Anvisa deu anuência para a pesquisa com seres humanos no dia 24 de março, mas mediante a assinatura de um Termo de Compromisso que previa a entrega de informações complementares, que ainda não estavam disponíveis naquele momento. O teste em humanos é uma etapa chave para que o instituto possa avançar no desenvolvimento do medicamento e, posteriormente, solicitar seu registro junto à Anvisa, condição necessária para que ele seja usado no mercado. A autorização concedida nesta terça-feira ocorreu após o Butantan submeter o novo protocolo clínico com as adequações necessárias para que o estudo possa ser iniciado em humanos. A Anvisa disse ainda que a autorização ocorreu após uma avaliação criteriosa dos aspectos técnicos e de segurança do produto.  “A avaliação da proposta de pesquisa foi feita integralmente pela Anvisa, sem a participação de outras agências estrangeiras, já que as fases iniciais de testes clínicos do soro serão feitas apenas no Brasil”, informou a agência. Agenciabrasil

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Auxílio emergencial deve ser prorrogado por até dois meses, diz Pacheco

O presidente do Senado afirmou que o Congresso deve editar a medida  Reprodução O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), afirmou, nesta terça-feira (25), que o Congresso Nacional poderá editar uma medida para prorrogar o auxílio emergencial “por um ou dois meses”. Segundo ele,  essa possibilidade enquanto não houver a criação de um novo programa social que substituia o Bolsa Família. A declaração foi dada durante participação na 22ª edição da CEO Conference Brasil, do banco BTG Pactual.  “[O auxílio emergencial] pode eventualmente ser reeditado mais um mês ou dois meses, enquanto não há implantação de um programa perene de assistência social. É isso que o Congresso Nacional fará, ou como protagonista, ou como coadjuvante, não importa. O importante é que ao final possa ser implantado no Brasil um programa social consistente, balizado, justo, com aferição a respeito das pessoas realmente merecedoras”, disse. Apesar da pressão que tem sofrido de parlamentares, a equipe econômica do governo tenta afastar os movimentos pela prorrogação do auxílio emergencial em 2021. A ideia é apresentar uma Medida Provisória que eleve o valor do Bolsa Família, amplie o público e crie um bônus para desempenho escolar e esportivo. Depois de aprovada, o governo apresentaria uma alteração estrutural ampla, com fusão de programas sociais existentes hoje e direcionamento de recursos de empresas estatais para financiar ações na área social. A intenção é enviar a proposta do novo programa, que poderá mudar de nome, ao Congresso, na segunda semana de junho. Por ora, a ideia é ampliar o orçamento da iniciativa, permitindo que, em média, o benefício suba de R$ 190 por mês para R$ 250 e que a cobertura fique próxima de 17 milhões ou 18 milhões de famílias. Atualmente, 14,6 milhões de famílias recebem a transferência de renda -um recorde. Cerca de 1,5 milhão estão na fila de espera para entrar no programa após o fim do auxílio -caso contrário, ficarão sem assistência social apesar de se enquadrarem no perfil de faixa de pobreza ou extrema pobreza. “É um tema fundamental para a nação brasileira, porque no final das contas isso gera o mínimo de bem-estar para a população. É uma assistência das mais necessárias, é o chamado no direito de estado de necessidade ou inexigibilidade de conduta diversa. Nós não podemos ter outro caminho que não assistir essas pessoas”, afirmou Pacheco. Bolsa família Neste ano, o Bolsa Família teve um alívio orçamentário de aproximadamente R$ 8 bilhões por causa da nova rodada do auxílio emergencial.  Assim como outros deputados e senadores, Pacheco argumentou que o processo de criação de um novo programa precisa ser acelerado. “Independentemente de qual seja o cenário relativo ao auxílio emergencial, precisaremos estabelecer a discussão e a implantação efetiva de um programa social que incremente ou substitua, como se queira, o Bolsa Família, atingindo um maior número de pessoas realmente necessitadas”, disse. O pagamento do auxílio emergencial em 2021 começou em abril e acaba em julho. O benefício varia de acordo com a composição da família. As parcelas vão de R$ 150 a R$ 375 por mês. Diariodonordeste

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Secretária diz que nunca foi orientada a defender uso da cloroquina

Sobre a defesa do uso de cloroquina – medicação sem comprovação de eficiência no tratamento da covid-19 – a médica explicou que a discussão surgiu quando o Brasil deparou com um trabalho científico produzido em Manaus, que resultou na morte de 22 pacientes Reprodução Em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia do Senado, nesta terça-feira (25), a médica Mayra Pinheiro, secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, afirmou que nunca recebeu ordem do ex-ministro da pasta Eduardo Pazuello ou do presidente Jair Bolsonaro para defender o uso da cloroquina no tratamento da Covid-19. Aos senadores, a médica disse ainda que o ministério nunca indicou “tratamento precoce” para covid-19, tendo apenas criado nota orientativa que estabeleceu doses seguras de medicamentos. Sobre a defesa do uso de cloroquina – medicação sem comprovação de eficiência no tratamento da covid-19 – a médica explicou que a discussão surgiu quando o Brasil deparou com um trabalho científico produzido em Manaus, que resultou na morte de 22 pacientes. Segundo ela, a partir desse estudo, foi preciso definir parâmetros considerados seguros pelos técnicos do Ministério da Saúde para o uso do medicamento. “Nesse momento, o Ministério da Saúde reuniu os seus técnicos para que nós pudéssemos criar um documento juridicamente perfeito para proteger a população brasileira e orientar os médicos sobre doses seguras desses medicamentos que já vinham sendo utilizados no mundo inteiro e vinham sendo utilizados pela população brasileira, às vezes, sem a orientação médica”, afirmou. Mayra defendeu que toda e qualquer pessoa, aos primeiros sinais e sintomas da covid-19, procure uma unidade de saúde para que possa ser atendida pelo médico e, de acordo com a orientação desse profissional e a vontade do paciente, “possa ou não receber medicamentos que podem mudar o curso da doença.” Perguntada a respeito de quem foi o responsável por ordenar ao Exército que ampliasse a produção de cloroquina em função do uso elevado do medicamento no tratamento de pacientes com covid-19, Mayra respondeu que não sabe de quem partiu a determinação. “Eu não sei dizer [quem ordenou], o ministro Mandetta [Luiz Henrique Mandetta, ex-ministro da Saúde] deveria saber. Eu não sei informar”, disse. OMS O relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), quis saber sobre o motivo de o Brasil não ter seguido orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) em relação ao novo coronavírus. A médica afirmou que nenhum país do mundo é obrigado a isso. “O Brasil não é obrigado a seguir a OMS e se tivéssemos seguido teríamos falhado como a OMS falhou várias vezes”, destacou a secretária. Mayra avaliou que a orientação da OMS que qualificou a cloroquina como “ineficaz” contra a covid-19 é “baseada em estudos que foram feitos com qualidade metodológica questionável” com uso da medicação na fase tardia da doença, quando, segundo ela, não há benefício para os pacientes. “Então, nessas situações, analisando os estudos que ela [OMS] utilizou para essa tomada de decisão, o Brasil, o próprio Conselho Federal de Medicina, deixa bem claro que os médicos têm autonomia para usar todos os recursos que não causem malefícios e que possam trazer benefícios para o enfrentamento da doença”, disse, ao defender o uso do medicamento na fase inicial da covid-19. TCU O relator lembrou despacho do ministro Benjamin Zymler, do Tribunal de Contas da União, que em  janeiro entendeu que não seria lícito o uso da cloroquina pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mesmo off-label, sem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em razão da Lei do SUS. Zymler ressaltou  que mesmo o uso off-label (indicação não prevista na bula). poderia ser autorizado pela Anvisa mediante solicitação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologia no Sus (Conitec), órgão responsável por assessorar o Ministério da Saúde na definição de  protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas. Questionada se orientou o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello a submeter o assunto à Conitec antes da publicação das notas informativas que autorizavam o uso de cloroquina pelo SUS, Mayra Pinheiro disse que não e que também não seria atribuição da secretaria que atua. “Diante de um contexto da covid, que é uma doença grave e de desfecho incerto, os processos para a gente apresentar uma medicação à Conitec ou qualquer outro tipo de tecnologia a ser incorporada, eles levam meses para que sejam apresentados estudos. E nós estamos, de novo, eu insisto, tratando de uma doença grave. O uso off-label dessas medicações a gente já tem”, justificou. Em parecer proferido em abril de 2020, o Conselho Federal de Medicina (CFM) permitiu o uso off-label dos medicamentos, em casos excepcionais. Imunidade de rebanho Outro tema abordado com a secretária foi sua posição a respeito da chamada imunidade de rebanho – que ocorre quando uma parcela significativa de uma população fica imune a uma doença infecciosa limitando a sua propagação. Mayra Pinheiro afirmou que a “estratégia não pode ser usada indistintamente” e que suas posições a respeito do tema foram mal compreendidas. Depois de ouvir uma gravação apresentada pelo relator da CPI na qual Mayra defende que o correto teria sido, no início da doença, manter isolados somente idosos e pessoas dos grupos de risco, deixando crianças frequentarem a escola, para que a doença evoluísse de forma natural, a médica afirmou que não se recordava de ter se manifestado sobre o assunto. Segundo Mayra, que é pediatra, a ideia era defender apenas que as crianças pudessem continuar frequentando escolas. Para ela, o que se fez ao impedir que as crianças estudassem foi uma das “maiores agressões” feitas à população. Aplicativo Durante depoimento à CPI, a médica disse que o aplicativo não foi hackeado, diferentemente do que afirmou Pazuello à comissão. Sobre o aplicativo que funcionava como uma espécie de calculadora para auxiliar médicos no diagnóstico e na prescrição de tratamento da covid-19, inclusive com medicamentos sem eficácia comprovada contra a doença, como ivermectina e hidroxicloroquina, Mayra disse que “o que houve foi uma extração indevida de dados”. “Tiramos o aplicativo do ar para investigar o que

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No Cariri, casa de carnes completa dois anos e se consolida no mercado

Mesmo em tempos de pandemia o segredo é inovação e divulgação; no Brasil, cerca de 25% das empresas fecham antes dos dois anos, diz Sebrae Reprodução João Boaventura Neto Em qualquer parte do Brasil, abrir uma empresa hoje é algo que exige meta, objetivo, comprometimento, tempo e determinação para que o seu negócio consiga prosperar e se confirmar num mercado tão competitivo. A Carmela nasceu pelas mãos do jovem empreendedor Raul Francelino, que tem paladar apurado para os negócios e para o churrasco. Assim, uniu as duas paixões. É uma empresa que chegou para inovar no atendimento e na diversidade de cortes de carnes e derivados.  Faltam poucos dias para completar o segundo aniversário e a cada dia tem conquistado novos clientes, um crescimento admirável mesmo em meio as adversidades da pandemia. “A Carmela nasceu com a proposta de ser muito mais que um açougue, nosso objetivo sempre foi que o cliente nos associasse a momentos de felicidade, que visse nossa casa como uma provedora de momentos felizes para ele. Seja através de uma proteína de muita qualidade em seu prato do dia a dia ou nas comemorações com churrasco”, conta Raul Francelino, sócio-fundador da Carmela. O ano passado, o mundo foi pego de surpresa com o início da pandemia do novo coronavírus e as empresas tiveram que se reinventar para não fechar. “Nesse momento tivemos que encontrar meios de nos manter “perto” dos nossos clientes mesmo com as medidas de distanciamento e restrição de circulação estabelecida pelo governo. Para isso lançamos novos produtos com foco em customização, praticidade e higiene, desenvolvemos novos canais de atendimento”, explica Raul. Na Contramão De acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), cerca de 25% das empresas fecham antes de completar dois anos e, no contexto das microempresas, esse índice sobe para a casa dos 50%. Mesmo diante de todo o contexto que vivenciamos nesse último ano, a Carmela conseguiu prosperar. “Já somos duas lojas, efetuamos mais de 100 mil vendas, dobramos nossa equipe de colaboradores. Mantemos hoje um mix de produtos com mais de mil itens à disposição de nossos clientes e somos líderes de mind share na classe A/B quando o assunto é churrasco. Agora vamos lançar o cantinho do churrasco, uma área localizada na parte exterior da loja dedicada a ser uma área de convivência/confraternização para os nossos clientes”, relata Raul Francelino.

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Ceará recebe lote com 256 mil vacinas contra Covid-19 nesta semana, diz Camilo Santana

Serão doses dos imunizantes da Universidade de Oxford/AstraZeneca e da Pfizer Reprodução O Ceará recebe lotes com 256.070 vacinas contra a Covid-19 nesta semana, conforme anunciou o governador Camilo Santana nesta terça-feira (25), em suas redes sociais.  Serão 231.500 doses da vacina da Universidade de Oxford/AstraZeneca e 24.570 doses do imunizante da Pfizer.  O dia e o horário da chegada das vacinas ainda devem ser confirmados pelo Ministério da Saúde, segundo o governador. “Seguimos na luta diária para conseguir mais vacinas para todos os cearenses”, completou o governador.  Até domingo (23), 1.594.907 pessoas receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19. E 956.175 pessoas receberam as duas doses.  Fortaleza iniciou, nesta segunda-feira (24), a quarta etapa do cronograma de vacinação com a imunização de pessoas em situação de rua. A 3ª etapa da imunização, que envolve pessoas com comorbidades, gestantes, puérperas e com deficiência permanente, iniciou no último dia 5 de maio. A vacinação de profissionais de educação do Ceará, incluídos na quarta etapa, deve ter os protocolos definidos nesta sexta-feira (28), em reunião entre o Governo do Estado e gestores das 184 cidades.  Diariodonordeste

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