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Covid-19: Fiocruz prevê entrega de 100 milhões de doses no 2º semestre

Acordo com AstraZeneca permite IFA para 50 milhões de doses Reprodução A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) adiantou nesta quarta-feira (2) que a produção do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) nacional deve permitir a entrega de 50 milhões de doses da vacina contra covid-19 em 2021. Segundo a fundação, foi firmado novo acordo com a AstraZeneca para a importação de IFA suficiente para mais 50 milhões de doses, somando 100 milhões de doses a serem entregues no segundo semestre. A projeção inicial da fundação, divulgada ainda em 2020, era a produção de 110 milhões de doses com IFA nacional em 2021, mas a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, explicou que essa era uma estimativa feita ainda com a vacina em fase de testes. “As 110 milhões foram uma estimativa com os dados que tínhamos antes mesmo de a vacina ser aprovada, antes de várias etapas terem acontecido e os problemas iniciais com o IFA”, citou a presidente da fundação, ao reforçar que a Fiocruz trabalha para conseguir mais IFA e produzir mais vacinas. “Nosso esforço é por IFA adicional, e isso já está contratualizado. Um esforço para mais IFA, se for possível, porque há uma carência [internacional]. Essa vacina está sendo usada em 170 países”. A Fiocruz assinou nesta semana o acordo de transferência de tecnologia com a AstraZeneca para garantir a produção de IFA nacional. Até o fim de julho, serão entregues 100,4 milhões de doses produzidas somente com IFA importado e previstas no acordo de encomenda tecnológica, assinado no ano passado. Além do esforço para ampliar a produção do segundo semestre, a Fiocruz busca reduzir a possibilidade de haver uma interrupção de entregas, já que as doses da encomenda tecnológica serão liberadas até julho e as da produção nacional de IFA só devem ter a distribuição autorizada pela Anvisa em outubro. Além de carregamentos adicionais de IFA importado, a fundação tenta conseguir também mais doses prontas, como as 4 milhões que chegaram da Índia em janeiro. O diretor de Bio-Manguinhos, Maurício Zuma, ressaltou que todas as alternativas estão sendo avaliadas e articuladas para que mais vacinas sejam disponibilizadas à população. Sobre a previsão inicial de doses totalmente nacionais, ele reforçou que o maior conhecimento sobre a vacina permitiu fazer uma previsão mais precisa. “À medida em que a gente foi conhecendo melhor o processo, detalhando melhor os protocolos de produção e conhecendo melhor os rendimentos, à medida que a gente foi tendo essas informações, a gente teve uma capacidade maior de fazer uma previsão mais precisa”, disse ele. “Nesse momento, a gente viu que até pode produzir mais do que 50 milhões de doses, mas dificilmente a gente consegue entregar, porque várias dessas doses estarão em controle de qualidade”. Mesmo assim, o diretor destaca a dificuldade de fixar previsões de doses. “Vai depender do rendimento que a gente vai conseguir do IFA. O IFA varia lote a lote, tem concentrações virais diferentes, volumes diferentes, e isso pode gerar mais ou menos doses”. Zuma avalia que a assinatura do contrato de transferência de tecnologia ter acontecido no fim de maio não atrasou a produção do IFA, porque as informações técnicas já vinham sendo compartilhadas pela AstraZeneca desde agosto do ano passado. A negociação do acordo, afirma ele, trouxe a possibilidade de aperfeiçoamentos futuros na vacina serem compartilhados com a Fiocruz, assim como a fundação se compromete a compartilhar quaisquer melhoramentos que faça na vacina.  Agenciabrasil

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Comando da CPI diz em nota que fala de Bolsonaro vem com atraso fatal e doloroso

No pronunciamento, Bolsonaro disse que todos os que quiserem terão vacinas em 2021. No texto, os titulares declararam que a mensagem deveria ter sido emitida em março de 2020. Reprodução O comando da CPI da Covid-19 no Senado afirmou na noite deste quarta-feira, 2, em nota pública, que o pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em cadeia nacional de rádio e televisão é “consequência do trabalho da comissão e da pressão da sociedade brasileira que ocupou a rua contra o obscurantismo”. A nota diz, no entanto, que a fala de Bolsonaro vem com “um atraso fatal e doloroso”. O comunicado é assinado pelo presidente do colegiado, senador Omaz Aziz (PSD-AM), pelo vice-presidente, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), e pelo relator, senador Renan Calheiros (MDB-AL). Em apoio à nota, também assinam os seguintes membros da CPI: Otto Alencar (PSD-BA), Humberto Costa (PT-PE) e Eduardo Braga (MDB-AM), titulares, e Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Rogério Carvalho (PT-SE), suplentes. De acordo com o texto, o Brasil esperava de Bolsonaro o tom em favor das vacinas em 24 de março de 2020, “quando inaugurou-se o negacionismo minimizando a doença, qualificando-a de ‘gripezinha’”. “Um atraso de 432 dias e a morte de quase 470 mil brasileiros, desumano e indefensável. A fala deveria ser materializada na aceitação das vacinas do Butantan e da Pfizer no meio do ano passado, quando o governo deixou de comprar 130 milhões de doses, suficientes para metade da população brasileira”, diz a nota. Para o comando e os integrantes do colegiado, o pronunciamento do presidente da República, embora sinalize um recuo no negacionismo, vem tarde demais. “Optou-se por desqualificar vacinas, sabotar a ciência, estimular aglomerações, conspirar contra o isolamento e prescrever medicamentos ineficazes para a covid-19”, afirmam. Os senadores encerram o comunicado lamentando as mortes pelo novo covonavírus que poderiam ser evitadas. Mais cedo, em pronunciamento na TV, Bolsonaro disse que todos os que quiserem terão vacinas em 2021 e fez um balanço de seu governo até agora. Durante a fala, foram registrados panelaços em várias cidades Opovo

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Vacinação contra Covid-19 no Ceará pode ser finalizada em 2023, aponta estudo

Projeção é da plataforma ModCovid19, onde é possível ver número de doses aplicadas, ritmo de vacinação e possível fim da campanha de todos os municípios do País Reprodução Com poucas vacinas disponíveis para atender toda a população no Ceará, a campanha de imunização contra a Covid-19 no Estado pode ser finalizada no dia 31 de julho de 2023. É o que aponta a projeção da plataforma de vacinação do coronavírus do grupo ModCovid19, uma iniciativa do Instituto Serrapilheira em parceria com o Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria (CeMEAI), da Universidade de São Paulo (USP). O estudo comandado por pesquisadores de universidades brasileiras traz dados de quando será concluído o esquema vacinal de cada região do Brasil, a partir da observação do ritmo de aplicação das doses por dia. Nas projeções, que tiveram início no dia 17 de maio, o grupo aponta o prazo final com base nos dados do Governo Federal, por meio da plataforma OpenDataSUS, que disponibiliza dados da vacinação no País. Com base nessas informações, o grupo apresenta quantas vacinas já foram aplicadas, quantas pessoas tomaram a 1ª dose, quantas tomaram a segunda e calcula o ritmo com que a vacinação ocorre naquele local. Para as previsões, os pesquisadores utilizam um modelo matemático que calcula a média da quantidade de vacinas aplicadas na segunda dose e o ritmo de aplicação nos últimos 30 dias na região. Ao fim, o resultado indica a projeção do final da vacinação, seja no município, estado ou País. No caso do Ceará, conforme o painel do ModCovid19, foram aplicadas 2 milhões de doses desde o início da vacinação, em 18 de janeiro deste ano. Conforme o balanço do ModCovid19, atualizado na última segunda-feira, 31 de maio, o ritmo de aplicação no Ceará é de 8.249 doses por dia em relação à primeira dose (D1) e 5.627 na segunda dose (D2), o que prevê o fim da vacinação em dois anos, um mês e 29 dias. Cada previsão é atualizada de acordo com a chegada de novas vacinas nos municípios e com o ritmo de aplicação das doses; o aumento ou a diminuição do prazo da vacinação depende da quantidade de imunizantes que cada região possui. Ao todo, o Ceará contabiliza 4 milhões de doses que chegaram ao Estado no período de quatro meses, com 30 lotes de vacinas entregues pelo Ministério da Saúde, no Plano Nacional de Imunização (PNI) contra a Covid-19. A população segue recebendo doses de três vacinas: CoronaVac/Instituto Butantan, Oxford/Astrazeneca e Pfizer/BioNTech. O pesquisador do ModCovid19 Krerley Oliveira, coordenador do Laboratório de Estatística e Ciência dos Dados da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), explica que a plataforma busca ajudar os gestores municipais no enfrentamento da pandemia, além de poder disponibilizar à população uma transparência sobre a vacinação nos municípios. “O nosso objetivo com a plataforma é oferecer, aos gestores municipais e à população, dados importantes do processo de vacinação para que eles possam acompanhar o que vem ocorrendo no município. A ferramenta pode ser importante também para moradores de cidades pequenas, por exemplo, que não têm muitas informações sobre a vacinação na região”, destaca Oliveira. Ainda conforme o pesquisador, a projeção pode diminuir em pouco tempo, à medida que há vacina no País. O prazo do fim da campanha está relacionado, principalmente, à falta de imunizante, e não necessariamente ao ritmo de vacinação. “Não vejo o ritmo lento de aplicação no Ceará. O que foi distribuído está muito próximo em relação ao que foi aplicado, não há uma distância grande de quantidade. O Sistema Único de Saúde (SUS) tem capacidade para vacinar rapidamente a população”, aponta Krerley. Dentre os 184 municípios cearenses, cada cidade possui uma data final de vacinação considerada preocupante. Destacam-se os municípios de Crateús, Quixadá e Camocim, onde a plataforma projeta o fim da imunização para além de 2025. Nesse caso, Krerley explica o porquê de as datas entre Estado e municípios se distanciarem. “Trabalhamos o ritmo médio de vacinação das segundas doses nos últimos 30 dias para o Ceará. O ritmo é proporcional ao total da população no Estado, onde a aplicação pode ser muito mais rápida do que um determinado município que não está aplicando as segundas doses de forma ágil, analisando também o total da população da região. Um município pode está aplicando mais primeiras doses do que segundas doses, com isso a projeção vai ser mais prolongada neste local. O fim da vacinação no Ceará não tem relação com o último município terminar a campanha”, explica o pesquisador. Outro ponto que os pesquisadores apontam é que a plataforma poderá ajudar na tomada de decisão em políticas públicas municipais e estaduais, alertando caso alguma localidade perceba que muitas pessoas não tomaram a segunda dose, por exemplo. “Com informações mais precisas, é possível realizar campanhas de conscientização sobre a vacinação nas localidades”, explica o coordenador do Laboratório de Estatística e Ciência dos Dados da UFAL. O professor e epidemiologista, membro do Grupo de Trabalho de Enfrentamento à Pandemia da Covid-19, da Universidade Estadual do Ceará (Uece), Marcelo Gurgel, analisa que a principal limitação para o avanço da vacinação é a falta de vacina e não o ritmo de aplicação. “O Brasil tem condição de dar conta do avanço vacinal, se duvidar, até o fim deste ano, desde que tenha disponibilidade das vacinas. Nós temos um dos melhores programas vacinais de imunização, e o País teria condições de vacinar em um tempo muito mais curto do que a projeção nos mostra”, aponta Marcelo. Ainda conforme o especialista, as projeções desfavoráveis e preocupantes sobre o fim da vacinação podem servir para alertar as autoridades e realizar uma mobilização para evitar o prazo preocupante da campanha. “Faz com que as pessoas entendam a gravidade do problema e busquem soluções”, complementa. Com um dos melhores programas de vacinação no mundo, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), braço da Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil não se sai tão bem diante de uma emergência em saúde pública como a pandemia de Covid-19. O País é

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Prédio desaba no Rio e deixa feridos

Uma mulher foi localizada sob os escombros, mas ainda não foi resgatada. Ela está viva e informou que há mais duas pessoas soterradas Reprodução Um edifício desabou na madrugada desta quinta-feira, 3, na comunidade de Rio das Pedras, na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro. Segundo a secretária municipal de Assistência Social, Laura Carneiro, foram resgatadas três pessoas com vida. Elas foram encaminhadas ao Hospital Municipal Lourenço Jorge. De acordo com o Corpo de Bombeiros, uma mulher foi localizada sob os escombros, mas ainda não foi resgatada. Ela está viva e informou que há mais duas pessoas soterradas, entre elas uma criança. O acidente ocorreu na Avenida da Areinha, próximo à Rua das Uvas, por volta das 3h20 de hoje. Ao chegarem ao local, os bombeiros também tiveram que combater chamas que atingiam os destroços. Não há informações sobre o que causou o colapso da estrutura e nem se o prédio era regular. O desabamento atingiu três edificações que ficam em frente ao prédio e uma que fica ao lado dele. Em abril de 2019, dois prédios irregulares desabaram na comunidade vizinha da Muzema, deixando 24 mortos. Opovo

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Fortaleza e Ceará empatam em 1 a 1 pela Copa do Brasil

Cléber marcou o gol alvinegro, enquanto Wellington Paulista igualou o marcador na Arena Castelão Reprodução Os primeiros 90 minutos do Clássico-Rei pela 3ª fase da Copa do Brasil resultaram em empate. Na Arena Castelão, Cléber abriu o marcador para o Ceará, enquanto Wellington Paulista igualou o marcador para o Fortaleza. O confronto decisivo acontece na próxima quinta-feira (10) na Arena Castelão, às 19h. Sem gol qualificado, um novo empate (por qualquer placar) leva a decisão para os pênaltis. Para sair classificado no tempo normal, só a vitória interessa para as duas equipes.

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Bancos não abrem nesta quinta-feira (3), feriado de Corpus Christi

As áreas de autoatendimento ficarão disponíveis para os clientes, bem como os canais digitais e remotos de atendimento, como internet e mobile banking Reprodução Os bancos não abrirão nesta quinta-feira (3), quando é celebrado o feriado de Corpus Christi. De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), por se tratar de um feriado nacional, não haverá expediente nas agências mesmo nas localidades em que o dia da celebração foi antecipado para outra data. Também segundo a instituição, nos dias em que não houver expediente nas agências, as áreas de autoatendimento ficarão disponíveis para os clientes, como de costume, bem como os canais digitais e remotos de atendimento, como internet e mobile banking. Canais digitais “Os bancos reforçam a necessidade de que os clientes e o público em geral evitem ao máximo o comparecimento presencial nas agências bancárias, utilizando os canais digitais como principal meio de acesso aos serviços”, comunicou. Ainda conforme a Febraban, o atendimento pelo celular, pelo computador e telefônico (call centers) estão disponíveis e oferecem praticamente a totalidade das transações financeiras do sistema bancário, além de apresentarem mais comodidade e conveniência aos seus clientes. Diariodonordeste

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Incêndio destrói loja da Azteca Calçados do Piraja em Juazeiro do Norte

O Corpo de Bombeiros esteve no local para debelar o fogo (Fotos: Lucas Vieira/Cariri En Si) João Boaventura Neto  Um incêndio na noite desta quarta-feira, dia 2, em Juazeiro do Norte destruiu a loja da Azteca Calçados localizada na Avenida Ailton Gomes, cruzamento com a Duque de Caxias, Bairro Pirajá. O Corpo de Bombeiros esteve no local para debelar o fogo O site Cariri En Si esteve no local. O repórter cinematográfico Lucas Vieira fez registros de foto e vídeo. Veja as imagens abaixo.                                                                                                                      (Fotos: Lucas Vieira/Cariri En Si)                                                                           (Fotos: Lucas Vieira/Cariri En Si)                                                            (Fotos: Lucas Vieira/Cariri En Si) Assista o vídeo: 

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Com 133 novas mortes registradas em 24h, Ceará soma 20.720 mortes por Covid-19

Dos registros inseridos no sistema nas últimas 24 horas, cinco mortes aconteceram no período Reprodução Há uma semana, o Ceará ultrapassou 20 mil mortes por Covid-19. Balanço do Estado já soma 20.720 vidas perdidas em decorrência da doença, conforme dados atualizados às 14h desta quarta-feira, 2 de junho (01/06), na plataforma IntegraSUS, da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa). Em comparação à última atualização do sistema publicada nessa terça-feira, 1º, foram incluídos 4.474 casos confirmados e 133 mortes. Das mortes que tiveram confirmação de Covid-19 inseridas no banco de dados nas últimas 24 horas, cinco aconteceram nesse período. Ao todo, já são 809.608 diagnósticos positivos do vírus.  Nesse domingo, 30, o Estado ultrapassou 800 mil casos da infecção. No sábado, 29, foram incluídos no sistema mais de 6,4 mil confirmações, o que corresponde ao maior acréscimo em 26 dias.  Conforme a atualização, 101.465 pacientes ainda têm quadro sob investigação, aguardando resultado de exames já realizados. A taxa de letalidade, atualmente, é de 2,6%; no começo de maio de 2020, a taxa era de 7,7%. O número de exames realizados até o momento é de 2.188.367. Covid-19: números do Ceará 809.608 casos confirmados 20.720 óbitos 2,6% de taxa de letalidade 2.188.367 exames 561.518 pessoas recuperadas Cinco óbitos confirmados nas últimas 24 horas Taxa de letalidade Há uma diferença entre taxa de mortalidade e de letalidade de uma doença. A taxa de mortalidade se refere à quantidade de pessoas que morreram por uma doença em relação à população total de um lugar seja uma cidade, estado, país, ou até mesmo o mundo inteiro. Já a taxa de letalidade se refere à quantidade de pessoas que morreram por uma doença em relação à quantidade de infectados por ela. Diariodonordeste

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Glêdson não descarta lockdown em Juazeiro, mas tentará evitá-lo com medidas restritivas

 O decreto proibirá o comércio de bebidas alcoólicas e vai intensificar as fiscalizações no Município Reprodução/Redes Sociais João Boaventura Neto  O prefeito Glêdson Bezerra (Podemos) decidiu, por ora, não decretar isolamento social rígido em Juazeiro do Norte, mas prometeu endurecer as medidas de enfrentamento à Covid-19. As informações são do jornalista Rogério Brito do site www.emoff.news. Ele anunciou nesta quarta-feira, dia 2, que baixará decreto neste feriado de Corpus Christi proibindo o comércio de bebidas alcoólicas e intensificando as fiscalizações no Município. “Estamos desenvolvendo ações no sentido de intensificar as fiscalizações, são medidas muitas vezes antipáticas, mas é necessário. A gente percebe que ainda outras medidas precisam ser adotas a fim de que um lockdown não venha a acontecer”, disse o prefeito em entrevista à rádio Vale FM. Outra medida anunciada pelo prefeito é aplicação de toque de recolher e uma quarentena a partir das 20h da sexta-feira (4) até às 5h da segunda-feira (7).  Neste período será permitido apenas o funcionamento de serviços essenciais. “A gente não descarta que outras medidas ainda mais duras possam acontecer”, alertou o prefeito.

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Governo distribuiu mais de 100 milhões de vacinas contra covid-19

Marca foi atingida hoje, segundo o Ministério da Saúde Reprodução O Brasil ultrapassou hoje (2) a marca de 100 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 distribuídas. A expectativa para o mês de junho, segundo o Ministério da Saúde, é distribuir 40 milhões de doses de imunizantes, um recorde até o momento. Em maio, foram entregues a estados e municípios 33 milhões de doses das vacinas disponíveis no país. O Ministério da Saúde disse ainda que 600 milhões de doses de vacinas covid-19 já foram encomendadas e que a maior parte dos imunizantes deve chegar até o fim do ano. “A quantidade é suficiente para imunizar toda a população acima de 18 anos de idade”, informou a pasta. O ministério ressaltou ainda o fato de o país ter condições de iniciar a produção da vacina AstraZeneca com insumos 100% nacionais. Ontem (1º) a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) assinou contrato de transferência de tecnologia com a AstraZeneca para a produção do ingrediente farmacêutico ativo (IFA), matéria-prima para a produção dos imunizantes, no Brasil. “Esse é um importante passo rumo à autossuficiência e à soberania produtiva da vacina. Essa conquista nos posiciona estrategicamente na luta contra a pandemia”, disse o Ministério da Saúde. O 1º lote de doses da Oxford/AstraZeneca foi importado. Em seguida, a Fiocruz passou a fazer o envase e a finalização do processo a partir do recebimento do IFA vindo do exterior (China). De acordo com a fundação, a estrutura de fabricação já recebeu certificado de boas práticas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A fase seguinte é o treinamento e a preparação do IFA a ser produzido no Brasil. Agenciabrasil

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