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Mourão diz que crise hídrica pode causar ‘algum racionamento’ de energia no Brasil

A falta de chuvas deixou os reservatórios das hidrelétricas do país no pior nível em 91 anos Foto: Agência Brasil Após o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, pedir que brasileiros economizem energia e água, o vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) afirmou, nesta quarta-feira (1º), que poder ser que o Brasil tenha “algum racionamento” de energia. As declarações dos membros do governo federal foram motivadas pela crise hídrica, que causou baixa nos reservatórios nacionais.  A falta de chuvas deixou os reservatórios das hidrelétricas no pior nível em 91 anos e tem forçado o governo a tomar medidas para tentar afastar o risco de racionamento de energia. No pronunciamento de terça-feira (31), Bento afirmou que o período de chuvas na região Sul foi pior que o esperado.  Ele informou que essa perda de geração hidrelétrica equivale a todo o consumo de energia de uma grande cidade como o Rio de Janeiro por cerca de cinco meses. Em junho, em outro pronunciamento, o ministro já havia pedido que a população poupasse energia e água para enfrentar a crise hídrica. Também na terça, a Agência Nacional de Energia Elétrica ( Aneel) anunciou uma medida que vai elevar o custo da conta de luz. Foi criada uma nova bandeira tarifária para fazer frente ao aumento dos custos decorrente do agravamento da crise hídrica. Chamada de “Escassez Hídrica”, a nova bandeira custará R$ 14,20 a cada 100 kWh (quilowatt-hora) e vigora a partir desta quarta-feira (1°) até abril de 2022. O Ministério de Minas e Energia evita a criação de um programa de racionamento, algo compulsório. Na semana passada, Bento anunciou um plano de descontos na conta de luz aos consumidores do ambiente regulado (residencial e empresarial) que, voluntariamente, economizassem energia em horários de pico. Nesta quarta, Mourão ainda minimizou o impacto da alta de luz nos índices de inflação. “Não vejo dessa forma. Os fatores que volta e meia fazem a inflação aumentar ou até diminuir são sazonais. Esse é um dos fatores sazonais. Os setores do governo encarregados do assunto estão trabalhando juntos nisso aí e acompanhando diuturnamente o que está acontecendo, e as medidas que devem ser necessárias e tomadas”. Diario do Nordeste

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Pandemia reduz atividade física de quase 60% das pessoas com diabetes

Cerca de 40% adiam consultas e exames no período Foto: Agência Brasil A pandemia de covid-19 levou 59,5% das pessoas com diabetes a reduzir atividades físicas, enquanto 59,4% tiveram variação na glicemia e 38,4% adiaram consultas médicas e exames de rotina, revela pesquisa feita no primeiro semestre do ano passado, no início da crise sanitária. Na sondagem, 1fora, ouvidos 1.700 brasileiros portadores da doença. A sondagem foi liderada pelo e especialista em Educação em Diabetes da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), Mark Barone. Mesmo na fase inicial da pandemia, já se observavam impactos na vida dos pacientes, como alteração da glicemia em quase 60% deles, por causa de mudanças na rotina, disse o especialista em educação em diabetes da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), Mark Barone, coordenador do Fórum Intersetorial de Combate às DCNTs (doenças crônicas não transmissíveis), que coordenou a pesquisa. “Pessoas com doenças crônicas, como diabetes, precisam de atividade física, precisam ir às consultas médicas. Isso teve impacto imediato, o que nos preocupou muito, e era o início [da pandemia]. Imagine em todo o período prolongado”, afirmou Barone. A isso acrescenta-se o fato de muitas pessoas terem deixado de ter contato com as equipes de saúde, que foram transferidas para outros tipos de serviço. “Ficou mais difícil ter esse contato para fazer ajustes terapêuticos, para a nova rotina que as pessoas tiveram, e que seria fundamental”, afirmou. Mortes prematuras As doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) são causa de mais de 75% das mortes no país. “Hoje em dia, sabe-se que já estão acima de 75% as mortes causadas no Brasil pelas DCNTs, como o diabetes. Esta é uma das principais causas de mortes, além das doenças cardíacas, dos cânceres (neoplasias) e das doenças respiratórias. São as que mais preocupam e causam o maior número de mortes e de mortes prematuras”, salientou o especialista. Depois dessa pesquisa inicial, o Fórum DCNTs acompanhou alguns grupos que fizeram novos levantamentos, como o da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que constatou que as pessoas estavam tendo piora também em termos de alimentação, de consumo de bebidas, uso de cigarros e de sedentarismo, por meio do chamado “tempo de tela”, que mede o tempo em que a pessoa permanece diante do computador ou da televisão. “Portanto, está tendo um comportamento sedentário, que não é saudável.” Após a pesquisa, os pesquisadores fizeram uma estratificação e apuraram que as pessoas com doenças crônicas tiveram piora ainda maior. “Isso é preocupante”, disse Barone. Segundo ele, pessoas com DCNTs que têm piora nos indicadores de hábitos saudáveis correm mais risco de sofrer infarto, acidente vascular cerebral (AVC) ou desenvolver doença renal crônica. Mobilização Como fundador e coordenador do Fórum DCNTs, Mark Barone está sempre em contato com o Ministério da Saúde, com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e com secretarias estaduais e municipais de Saúde. Ele destacou a necessidade de os órgãos se mobilizarem o quanto antes e prepararem alternativas viáveis, e citou o caso da telemedicina, que foi muito anunciada no início da pandemia, mas que nem todas as pessoas sabiam como acessar. “As pessoas que dependem do sistema público, muitas vezes, ouviam falar, mas não tinham acesso a esse tipo de atendimento, de forma generalizada.” Barone disse esperar que o Sistema Único de Saúde (SUS) se ajuste a essa nova realidade e que, agora, o sistema esteja muito atento às potenciais consequências da piora da saúde da população, porque o grande número de pessoas que ficou represado, sem ir ao sistema, vai voltar de uma vez e com maior número de doenças. “Vai sobrecarregar. Não vai ser fácil. O sistema de saúde tem que se preparar, tem que se antecipar e lançar mão também de políticas de prevenção, para que esse acelerado risco de doenças crônicas e das suas complicações não continue dessa forma.” Projetos Alguns projetos têm tomado forma no país e gerado resultados positivos, destacou Barone, citando o programa da atenção primária à saúde de Porto Alegre, organizado em parceria com a Opas e o Ministério da Saúde. Por meio da atenção primária, esse programa visa dar melhor atendimento às pessoas com diabetes e hipertensão. Existem programas desse tipo também, ajustando a atenção primária, na cidade de São Paulo, que é o programa Cuidando do Seu Coração, e em Vitória da Conquista, na Bahia, e Teófilo Otoni, em Minas Gerais. São programas organizados a partir de modelo específico, por meio de parcerias com as universidades federais da Bahia  e de Minas Gerais. Para Barone, este é o caminho. “Temos incentivado o investimento em atenção primária, porque é fundamental que não se aguarde a pessoa nos hospitais, porque é um risco muito grande”. O especialista disse que, no caso de uma pessoa com doença crônica não ser localizada para ir à unidade de saúde mais próxima de sua casa, as equipes de saúde da família devem identificá-la e buscá-la para que faça os exames necessários e os ajustes de medicamento. “Isso é muito importante para que o sistema resista a esse represamento que aconteceu durante a pandemia”, afirmou. Agência Brasil

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Pandemia reduz atividade física de quase 60% das pessoas com diabetes

Cerca de 40% adiam consultas e exames no período Foto: Agência Brasil A pandemia de covid-19 levou 59,5% das pessoas com diabetes a reduzir atividades físicas, enquanto 59,4% tiveram variação na glicemia e 38,4% adiaram consultas médicas e exames de rotina, revela pesquisa feita no primeiro semestre do ano passado, no início da crise sanitária. Na sondagem, 1fora, ouvidos 1.700 brasileiros portadores da doença. A sondagem foi liderada pelo e especialista em Educação em Diabetes da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), Mark Barone. Mesmo na fase inicial da pandemia, já se observavam impactos na vida dos pacientes, como alteração da glicemia em quase 60% deles, por causa de mudanças na rotina, disse o especialista em educação em diabetes da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), Mark Barone, coordenador do Fórum Intersetorial de Combate às DCNTs (doenças crônicas não transmissíveis), que coordenou a pesquisa. “Pessoas com doenças crônicas, como diabetes, precisam de atividade física, precisam ir às consultas médicas. Isso teve impacto imediato, o que nos preocupou muito, e era o início [da pandemia]. Imagine em todo o período prolongado”, afirmou Barone. A isso acrescenta-se o fato de muitas pessoas terem deixado de ter contato com as equipes de saúde, que foram transferidas para outros tipos de serviço. “Ficou mais difícil ter esse contato para fazer ajustes terapêuticos, para a nova rotina que as pessoas tiveram, e que seria fundamental”, afirmou. Mortes prematuras As doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) são causa de mais de 75% das mortes no país. “Hoje em dia, sabe-se que já estão acima de 75% as mortes causadas no Brasil pelas DCNTs, como o diabetes. Esta é uma das principais causas de mortes, além das doenças cardíacas, dos cânceres (neoplasias) e das doenças respiratórias. São as que mais preocupam e causam o maior número de mortes e de mortes prematuras”, salientou o especialista. Depois dessa pesquisa inicial, o Fórum DCNTs acompanhou alguns grupos que fizeram novos levantamentos, como o da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que constatou que as pessoas estavam tendo piora também em termos de alimentação, de consumo de bebidas, uso de cigarros e de sedentarismo, por meio do chamado “tempo de tela”, que mede o tempo em que a pessoa permanece diante do computador ou da televisão. “Portanto, está tendo um comportamento sedentário, que não é saudável.” Após a pesquisa, os pesquisadores fizeram uma estratificação e apuraram que as pessoas com doenças crônicas tiveram piora ainda maior. “Isso é preocupante”, disse Barone. Segundo ele, pessoas com DCNTs que têm piora nos indicadores de hábitos saudáveis correm mais risco de sofrer infarto, acidente vascular cerebral (AVC) ou desenvolver doença renal crônica. Mobilização Como fundador e coordenador do Fórum DCNTs, Mark Barone está sempre em contato com o Ministério da Saúde, com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e com secretarias estaduais e municipais de Saúde. Ele destacou a necessidade de os órgãos se mobilizarem o quanto antes e prepararem alternativas viáveis, e citou o caso da telemedicina, que foi muito anunciada no início da pandemia, mas que nem todas as pessoas sabiam como acessar. “As pessoas que dependem do sistema público, muitas vezes, ouviam falar, mas não tinham acesso a esse tipo de atendimento, de forma generalizada.” Barone disse esperar que o Sistema Único de Saúde (SUS) se ajuste a essa nova realidade e que, agora, o sistema esteja muito atento às potenciais consequências da piora da saúde da população, porque o grande número de pessoas que ficou represado, sem ir ao sistema, vai voltar de uma vez e com maior número de doenças. “Vai sobrecarregar. Não vai ser fácil. O sistema de saúde tem que se preparar, tem que se antecipar e lançar mão também de políticas de prevenção, para que esse acelerado risco de doenças crônicas e das suas complicações não continue dessa forma.” Projetos Alguns projetos têm tomado forma no país e gerado resultados positivos, destacou Barone, citando o programa da atenção primária à saúde de Porto Alegre, organizado em parceria com a Opas e o Ministério da Saúde. Por meio da atenção primária, esse programa visa dar melhor atendimento às pessoas com diabetes e hipertensão. Existem programas desse tipo também, ajustando a atenção primária, na cidade de São Paulo, que é o programa Cuidando do Seu Coração, e em Vitória da Conquista, na Bahia, e Teófilo Otoni, em Minas Gerais. São programas organizados a partir de modelo específico, por meio de parcerias com as universidades federais da Bahia  e de Minas Gerais. Para Barone, este é o caminho. “Temos incentivado o investimento em atenção primária, porque é fundamental que não se aguarde a pessoa nos hospitais, porque é um risco muito grande”. O especialista disse que, no caso de uma pessoa com doença crônica não ser localizada para ir à unidade de saúde mais próxima de sua casa, as equipes de saúde da família devem identificá-la e buscá-la para que faça os exames necessários e os ajustes de medicamento. “Isso é muito importante para que o sistema resista a esse represamento que aconteceu durante a pandemia”, afirmou. Agência Brasil

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Governo prevê bônus de R$ 50 para quem reduzir de 10% a 20% o consumo de energia

Estímulo à redução do consumo de energia vem para tentar amenizar a situação frente à crise hídrica Foto: Shutterstock Conforme já publicado no Diário Oficial da União (DOU) na semana passada, o Governo anunciou nesta terça-feira (31) um bônus de R$ 50 para os consumidores que reduzirem o consumo de energia elétrica. As diretrizes do programa já tinham sido divulgadas.  A medida entrará em vigor a partir de setembro e valerá até dezembro deste ano com o objetivo de estimular a economia de energia diante da crise hídrica pela qual o País passa.  A meta do Governo é de que haja uma redução de 15% com custo estimado de R$ 340 milhões por mês. Os consumidores vão receber R$ 50 por 100kWh reduzidos, limitados a 20% e mínimo de 10%.  “Estamos presenciando a maior seca que o país já passou, isso com reflexo nas capacidades dos nossos reservatórios. Estamos em condições melhores que estávamos no início de agosto, mas ainda não nos leva a uma situação de normalidade ou de conforto”, pontuou o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquesque, em coletiva.  Considerando a redução de 20% no consumo mensal, a previsão do Governo é de que haja uma redução de 33% nas contas quando a bandeira de ‘escassez hídrica’ estiver acionada.  O cálculo terá como base a média mensal do consumo de energia no período de setembro a dezembro de 2020, quando as restrições sanitárias por conta da Covid-19 foram menores. Nova Bandeira Ainda nesta quinta, foi anunciada uma nova bandeira tarifária, denominada de ‘escassez hídrica’, cerca de 50% a mais que o valor da bandeira vermelha em patamar 2.  O valor da bandeira de ‘escassez hídrica’ será de R$ 14,20 a cada 100 kWh. A medida ficará vigente de setembro deste ano até abril de 2022. As contas de energia devem sofrer um aumento de 6,78% em média.   Diario do Nordeste

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Estímulo à redução do consumo de energia vem para tentar amenizar a situação frente à crise hídrica Foto: Shutterstock Conforme já publicado no Diário Oficial da União (DOU) na semana passada, o Governo anunciou nesta terça-feira (31) um bônus de R$ 50 para os consumidores que reduzirem o consumo de energia elétrica. As diretrizes do programa já tinham sido divulgadas.  A medida entrará em vigor a partir de setembro e valerá até dezembro deste ano com o objetivo de estimular a economia de energia diante da crise hídrica pela qual o País passa.  A meta do Governo é de que haja uma redução de 15% com custo estimado de R$ 340 milhões por mês. Os consumidores vão receber R$ 50 por 100kWh reduzidos, limitados a 20% e mínimo de 10%.  “Estamos presenciando a maior seca que o país já passou, isso com reflexo nas capacidades dos nossos reservatórios. Estamos em condições melhores que estávamos no início de agosto, mas ainda não nos leva a uma situação de normalidade ou de conforto”, pontuou o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquesque, em coletiva.  Considerando a redução de 20% no consumo mensal, a previsão do Governo é de que haja uma redução de 33% nas contas quando a bandeira de ‘escassez hídrica’ estiver acionada.  O cálculo terá como base a média mensal do consumo de energia no período de setembro a dezembro de 2020, quando as restrições sanitárias por conta da Covid-19 foram menores. Nova Bandeira Ainda nesta quinta, foi anunciada uma nova bandeira tarifária, denominada de ‘escassez hídrica’, cerca de 50% a mais que o valor da bandeira vermelha em patamar 2.  O valor da bandeira de ‘escassez hídrica’ será de R$ 14,20 a cada 100 kWh. A medida ficará vigente de setembro deste ano até abril de 2022. As contas de energia devem sofrer um aumento de 6,78% em média.   Diario do Nordeste

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Primeira dose contra Covid-19 já foi aplicada em todos os presos do Sistema Penitenciário cearense

Cerca de 4 mil detentos também já receberam também a segunda dose das vacinas, o que representa 17% da população carcerária Foto: Divulgação/ SAP As 23.175 pessoas que estão presas no Sistema Penitenciário cearense já receberam a primeira dose das vacinas contra a Covid-19, segundo informação divulgada pelo Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF) do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) nesta terça-feira (31). De toda a população carcerária, 4 mil já receberam também a segunda dose das vacinas, conforme dados da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) repassados pelo GMF. O número corresponde a cerca de 17,2% do total. O TJCE destaca que o Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário foi importante para garantir o avanço da vacinação nos presídios cearenses. Integram o GMF também a SAP, a Secretaria de Saúde do Ceará (Sesa), a Superintendência Estadual do Sistema Socioeducativo (Seas), a Assembleia Legislativa do Ceará, o Ministério Público do Ceará (MPCE), a Defensoria Pública Geral do Ceará, Ordem dos Advogados do Brasil – Secção Ceará (OAB-CE), o Conselho Estadual de Direitos Humanos, o Comitê Estadual de Prevenção aos Homicídios, o Centro de Defesa da Criança e do Adolescente e a Pastoral Carcerária. Entre as ações realizadas pelo Grupo, o Tribunal de Justiça do Ceará destaca a solução dos problemas relacionados à ausência de documentação obrigatória, como o Cadastro de Pessoa Física (CPF), para a inclusão dos internos e internas no cadastro de vacinação do Estado. Mais de 4 mil detentos estavam nessa condição e foram vacinados nos últimos dias. Diario do Nordeste

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Cerca de 4 mil detentos também já receberam também a segunda dose das vacinas, o que representa 17% da população carcerária Foto: Divulgação/ SAP As 23.175 pessoas que estão presas no Sistema Penitenciário cearense já receberam a primeira dose das vacinas contra a Covid-19, segundo informação divulgada pelo Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF) do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) nesta terça-feira (31). De toda a população carcerária, 4 mil já receberam também a segunda dose das vacinas, conforme dados da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) repassados pelo GMF. O número corresponde a cerca de 17,2% do total. O TJCE destaca que o Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário foi importante para garantir o avanço da vacinação nos presídios cearenses. Integram o GMF também a SAP, a Secretaria de Saúde do Ceará (Sesa), a Superintendência Estadual do Sistema Socioeducativo (Seas), a Assembleia Legislativa do Ceará, o Ministério Público do Ceará (MPCE), a Defensoria Pública Geral do Ceará, Ordem dos Advogados do Brasil – Secção Ceará (OAB-CE), o Conselho Estadual de Direitos Humanos, o Comitê Estadual de Prevenção aos Homicídios, o Centro de Defesa da Criança e do Adolescente e a Pastoral Carcerária. Entre as ações realizadas pelo Grupo, o Tribunal de Justiça do Ceará destaca a solução dos problemas relacionados à ausência de documentação obrigatória, como o Cadastro de Pessoa Física (CPF), para a inclusão dos internos e internas no cadastro de vacinação do Estado. Mais de 4 mil detentos estavam nessa condição e foram vacinados nos últimos dias. Diario do Nordeste

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Erasmo Carlos está sem febre, com respiração ofegante, mas evoluindo bem, informa equipe do cantor

O artista, de 80 anos, foi internado para seguir o tratamento da Covid-19 Foto:Reprodução O cantor Erasmo Carlos, 80, internado na terça-feira (31) para seguir o tratamento da Covid-19, segue em observação e recebendo os devidos cuidados médicos. Ao jornal Extra, a equipe do artista informou que ele está sem febre, com respiração ofegante, mas evoluindo bem. De acordo com os funcionários de Erasmo Carlos, a hospitalização se deu para que ele ficasse ao alcance da equipe médica caso surgisse alguma necessidade. “Essas 48 horas são preocupantes, pra gente ficar orando mesmo, porque essa doença é fogo, pode de uma hora para outra tomar conta. Mas está tudo sob controle, ele está sem febre, está bem. Tudo dentro do esperado. Sem maiores preocupações”, comunicou. O cantor começou a sentir os primeiros sintomas da Covid-19 na semana passada, e cumpriu isolamento social. Agora, segundo a equipe, o artista está um pouco ofegante, o que também era esperado, já que a doença afeta o sistema respiratório, e ele fumou por muitos anos. Vacinação Erasmo Carlos recebeu a segunda dose da vacina da AstraZeneca, contra a Covid-19, no fim de maio, uma semana antes de completar 80 anos.  Perto de fazer oito décadas de vida, ele contou ao jornal Extra que tinha se curado de um câncer no fígado, descoberto há quatro anos. Diario do Nordeste

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O artista, de 80 anos, foi internado para seguir o tratamento da Covid-19 Foto:Reprodução O cantor Erasmo Carlos, 80, internado na terça-feira (31) para seguir o tratamento da Covid-19, segue em observação e recebendo os devidos cuidados médicos. Ao jornal Extra, a equipe do artista informou que ele está sem febre, com respiração ofegante, mas evoluindo bem. De acordo com os funcionários de Erasmo Carlos, a hospitalização se deu para que ele ficasse ao alcance da equipe médica caso surgisse alguma necessidade. “Essas 48 horas são preocupantes, pra gente ficar orando mesmo, porque essa doença é fogo, pode de uma hora para outra tomar conta. Mas está tudo sob controle, ele está sem febre, está bem. Tudo dentro do esperado. Sem maiores preocupações”, comunicou. O cantor começou a sentir os primeiros sintomas da Covid-19 na semana passada, e cumpriu isolamento social. Agora, segundo a equipe, o artista está um pouco ofegante, o que também era esperado, já que a doença afeta o sistema respiratório, e ele fumou por muitos anos. Vacinação Erasmo Carlos recebeu a segunda dose da vacina da AstraZeneca, contra a Covid-19, no fim de maio, uma semana antes de completar 80 anos.  Perto de fazer oito décadas de vida, ele contou ao jornal Extra que tinha se curado de um câncer no fígado, descoberto há quatro anos. Diario do Nordeste

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Orçamento de 2022 prevê salário mínimo de R$ 1.169

Valor é R$ 22 maior que o aprovado na LDO Foto: Reprodução/Agência Brasil A alta da inflação nos últimos meses fez o governo elevar a previsão para o salário mínimo no próximo ano. O projeto da lei orçamentária de 2022, enviado hoje (31) ao Congresso Nacional, prevê salário mínimo de R$ 1.169, R$ 22 mais alto que o valor de R$ 1.147 aprovado na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) . A Constituição determina a manutenção do poder de compra do salário mínimo. Tradicionalmente, a equipe econômica usa o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano corrente para corrigir o salário mínimo do Orçamento seguinte. Com a alta de itens básicos, como alimentos, combustíveis e energia, a previsão para o INPC em 2021 saltou de 4,3% para 6,2%. O valor do salário mínimo pode ficar ainda maior, caso a inflação supere a previsão até o fim do ano. PIB O projeto do Orçamento teve poucas alterações em relação às estimativas de crescimento econômico para o próximo ano na comparação com os parâmetros da LDO. A projeção de crescimento do PIB passou de 2,5% para 2,51% em 2022. Já a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), usado como índice oficial de inflação, foi mantida em 3,5% para o próximo ano. Outros parâmetros foram revisados. Por causa das altas recentes da Selic (juros básicos da economia), a proposta do Orçamento prevê que a taxa encerrará 2022 em 6,63% ao ano, contra projeção de 4,74% ao ano que constava na LDO. A previsão para o dólar médio foi mantida em R$ 5,15. Agência Brasil

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