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Butantan entrega mais 2 milhões de doses de vacina contra a covid-19

O Butantan deve finalizar ainda este mês as entregas previstas no segundo contrato com o Ministério da Saúde  O  Instituto Butantan entregou hoje (3) mais 2 milhões de doses da vacina CoronVac contra a covid-19. Com esse lote, o instituto chegou às 94,8 milhões de doses disponibilizadas ao Programa Nacional de Imunizações. O Butantan deve finalizar ainda este mês as entregas previstas no segundo contrato com o Ministério da Saúde, que totalizam 100 milhões de doses do imunizante desenvolvido em parceria com o laboratório chinês Sinovac. Foram assinados dois termos com o governo federal, um que previa o fornecimento de 46 milhões de doses, finalizado em maio, e o segundo, em andamento, que contratou mais 54 milhões de doses. O Povo

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O Butantan deve finalizar ainda este mês as entregas previstas no segundo contrato com o Ministério da Saúde  O  Instituto Butantan entregou hoje (3) mais 2 milhões de doses da vacina CoronVac contra a covid-19. Com esse lote, o instituto chegou às 94,8 milhões de doses disponibilizadas ao Programa Nacional de Imunizações. O Butantan deve finalizar ainda este mês as entregas previstas no segundo contrato com o Ministério da Saúde, que totalizam 100 milhões de doses do imunizante desenvolvido em parceria com o laboratório chinês Sinovac. Foram assinados dois termos com o governo federal, um que previa o fornecimento de 46 milhões de doses, finalizado em maio, e o segundo, em andamento, que contratou mais 54 milhões de doses. O Povo

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Mais próximo de ser entregue, teleférico de Juazeiro do Norte é um sonho de mais de três décadas

A ideia é que, nos 7 minutos e 30 segundos de cada trajeto, turistas tenham uma vista privilegiada de Juazeiro do Norte e da Chapada do Araripe, ao fundo Foto: Antonio Rodrigues Fotógrafo que trabalha aos pés da estátua do Padre Cícero há 28 anos, Cícero do Nascimento contou desconfiado que “essa história do bondinho tem pelo menos uns 30 anos”. Esse relato ocorreu em janeiro de 2019. Naquela época, mesmo com o projeto já concluído e a licitação pronta para ser lançada no mês seguinte, a chegada de um teleférico no Horto ainda intrigava os moradores de Juazeiro do Norte. Mas a desconfiança não ocorre sem razão. Afinal, a ideia do projeto do “bondinho” ronda a boca dos “nativos” e romeiros de Juazeiro do Norte há décadas. Agora, entretanto, a conclusão do equipamento está mais concreta. Contudo, sempre se falou que o teleférico sairia dos pés da Basílica de Nossa Senhora das Dores. A estação inferior será mais a frente, vizinha ao Centro Multiuso, distante cerca de 900 metros da basílica.   Hoje, a obra está 76% executada, segundo a Superintendência de Obras Públicas do Estado (SOP). Na sexta-feira passada (27), chegaram 16 cabines e, na última segunda-feira (30), outras 10 foram entregues no canteiro de obras.  Os 26 equipamentos, fabricados na Áustria, serão responsáveis por transportar os passageiros até o cartão-postal da cidade, todas climatizadas, podendo receber até oito pessoas sentadas. Outros cinco ainda chegarão para eventuais substituições ou uma futura ampliação da operação.   As torres e os cabos de sustentação, segundo a SOP, já foram instalados e estão nos últimos ajustes para o início da instalação das cabines. O projeto abrange ainda a urbanização do entorno das duas estações, que terão estacionamento, quiosques, banheiros, entre outras estruturas.  O teleférico do Horto, onde estão sendo investidos cerca de R$ 71 milhões, com verba do Tesouro do Estado e do Governo Federal, terá um percurso de dois quilômetros entre as estações Romeiros, na parte inferior da cidade, e Horto, transportando o visitante a uma altura de 200 metros.   A ideia é que, nos 7 minutos e 30 segundos de cada trajeto, o turista tenha uma vista privilegiada de Juazeiro do Norte e da Chapada do Araripe, ao fundo. O vídeo abaixo, divulgado pela SOP, mostra o trajeto e as torres já instaladas. Do Sonho ao Papel De um sonho que vem se tornando realidade, o projeto do teleférico ganhou força nos últimos anos, inspirado na obra similar que aconteceu no distrito de Caldas, em Barbalha, mas que teve um valor investido menor: aproximadamente R$ 14 milhões. Em maio de 2018, técnicos portugueses visitaram o Horto para avaliar o local que receberia as obras.   Apesar de desejo antigo, sua construção sempre dividiu moradores, assim como o projeto de letreiro ‘hollywoodiano’ erguido na Colina do Horto, idealizado em 2009, e que, em 2017, seria executada por R$1,5 milhão. Mas, até agora, “Juazeiro, capital da fé”, não saiu do papel.    No caso do teleférico, seu milionário custo incomodou, principalmente, os moradores do bairro Horto que não dependem do turismo religioso para sobreviver. “A gente tem problemas de saneamento básico, o calçamento das ruas, que é péssimo depois que chove”, desabafou a dona de casa Rosali Alencar. Expectativa Para aqueles que garantem seu sustento a partir do ponto turístico, a entrega do sonhado “bondinho do Horto” tem proporcionado uma grande ansiedade. A comerciante Regina Santos, que trabalha há 23 anos aos pés do monumento do Padre Cícero, confessou que aposta no teleférico para impulsionar as visitas, principalmente durante as romarias. “Todos nós dependemos do romeiro e isso vai trazer mais conforto, uma atração a mais”, acredita.   “A expectativa é grande”, sintetizou o padre Paulo César de Lima, atual secretário de Turismo e Romaria de Juazeiro do Norte. Na sua visão, o equipamento vai trazer um “ar de inovação” para o turismo local e impactar nas cidades vizinhas. “Muita gente virá para cá e passará nestas cidades, circulando renda”, projeta.   “Deixou de ser um sonho e passou a ser uma realidade para todos nós. O turismo vai enriquecer. Aliás, toda economia de Juazeiro e mexer com a rotina de cidades vizinhas”, projeta entusiasmado o secretário. Com previsão de entrega para o segundo semestre de 2022, o teleférico será gerido pela Secretaria do Turismo do Estado (Setur). Diario do Nordeste

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Mais próximo de ser entregue, teleférico de Juazeiro do Norte é um sonho de mais de três décadas

A ideia é que, nos 7 minutos e 30 segundos de cada trajeto, turistas tenham uma vista privilegiada de Juazeiro do Norte e da Chapada do Araripe, ao fundo Foto: Antonio Rodrigues Fotógrafo que trabalha aos pés da estátua do Padre Cícero há 28 anos, Cícero do Nascimento contou desconfiado que “essa história do bondinho tem pelo menos uns 30 anos”. Esse relato ocorreu em janeiro de 2019. Naquela época, mesmo com o projeto já concluído e a licitação pronta para ser lançada no mês seguinte, a chegada de um teleférico no Horto ainda intrigava os moradores de Juazeiro do Norte. Mas a desconfiança não ocorre sem razão. Afinal, a ideia do projeto do “bondinho” ronda a boca dos “nativos” e romeiros de Juazeiro do Norte há décadas. Agora, entretanto, a conclusão do equipamento está mais concreta. Contudo, sempre se falou que o teleférico sairia dos pés da Basílica de Nossa Senhora das Dores. A estação inferior será mais a frente, vizinha ao Centro Multiuso, distante cerca de 900 metros da basílica.   Hoje, a obra está 76% executada, segundo a Superintendência de Obras Públicas do Estado (SOP). Na sexta-feira passada (27), chegaram 16 cabines e, na última segunda-feira (30), outras 10 foram entregues no canteiro de obras.  Os 26 equipamentos, fabricados na Áustria, serão responsáveis por transportar os passageiros até o cartão-postal da cidade, todas climatizadas, podendo receber até oito pessoas sentadas. Outros cinco ainda chegarão para eventuais substituições ou uma futura ampliação da operação.   As torres e os cabos de sustentação, segundo a SOP, já foram instalados e estão nos últimos ajustes para o início da instalação das cabines. O projeto abrange ainda a urbanização do entorno das duas estações, que terão estacionamento, quiosques, banheiros, entre outras estruturas.  O teleférico do Horto, onde estão sendo investidos cerca de R$ 71 milhões, com verba do Tesouro do Estado e do Governo Federal, terá um percurso de dois quilômetros entre as estações Romeiros, na parte inferior da cidade, e Horto, transportando o visitante a uma altura de 200 metros.   A ideia é que, nos 7 minutos e 30 segundos de cada trajeto, o turista tenha uma vista privilegiada de Juazeiro do Norte e da Chapada do Araripe, ao fundo. O vídeo abaixo, divulgado pela SOP, mostra o trajeto e as torres já instaladas. Do Sonho ao Papel De um sonho que vem se tornando realidade, o projeto do teleférico ganhou força nos últimos anos, inspirado na obra similar que aconteceu no distrito de Caldas, em Barbalha, mas que teve um valor investido menor: aproximadamente R$ 14 milhões. Em maio de 2018, técnicos portugueses visitaram o Horto para avaliar o local que receberia as obras.   Apesar de desejo antigo, sua construção sempre dividiu moradores, assim como o projeto de letreiro ‘hollywoodiano’ erguido na Colina do Horto, idealizado em 2009, e que, em 2017, seria executada por R$1,5 milhão. Mas, até agora, “Juazeiro, capital da fé”, não saiu do papel.    No caso do teleférico, seu milionário custo incomodou, principalmente, os moradores do bairro Horto que não dependem do turismo religioso para sobreviver. “A gente tem problemas de saneamento básico, o calçamento das ruas, que é péssimo depois que chove”, desabafou a dona de casa Rosali Alencar. Expectativa Para aqueles que garantem seu sustento a partir do ponto turístico, a entrega do sonhado “bondinho do Horto” tem proporcionado uma grande ansiedade. A comerciante Regina Santos, que trabalha há 23 anos aos pés do monumento do Padre Cícero, confessou que aposta no teleférico para impulsionar as visitas, principalmente durante as romarias. “Todos nós dependemos do romeiro e isso vai trazer mais conforto, uma atração a mais”, acredita.   “A expectativa é grande”, sintetizou o padre Paulo César de Lima, atual secretário de Turismo e Romaria de Juazeiro do Norte. Na sua visão, o equipamento vai trazer um “ar de inovação” para o turismo local e impactar nas cidades vizinhas. “Muita gente virá para cá e passará nestas cidades, circulando renda”, projeta.   “Deixou de ser um sonho e passou a ser uma realidade para todos nós. O turismo vai enriquecer. Aliás, toda economia de Juazeiro e mexer com a rotina de cidades vizinhas”, projeta entusiasmado o secretário. Com previsão de entrega para o segundo semestre de 2022, o teleférico será gerido pela Secretaria do Turismo do Estado (Setur). Diario do Nordeste

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Preço da gasolina: Bolsonaro vai entrar com ação no STF para mudar cobrança do ICMS

O governo deve alegar que a falta de regulamentação de uma emenda constitucional de 2001 gera desequilíbrio no pacto federativo Foto: AFP Em mais um capítulo da briga com governadores, o presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (2) que vai entrar com uma ação no STF (Supremo Tribunal Federal) para pedir mudança na forma como os estados cobram o ICMS de combustíveis e lubrificantes. O mandatário culpa recorrentemente a cobrança do tributo estadual pela alta dos combustíveis, um dos pontos que tem gerado desgaste para seu governo. A ação deve ser movida pela AGU (Advocacia-Geral da União) De acordo com interlocutores, o governo deve alegar que a falta de regulamentação de uma emenda constitucional de 2001 gera desequilíbrio no pacto federativo. Nesse sentido, a AGU deve pedir que o STF decida que o Congresso deve legislar sobre o tema, aprovando uma regulamentação com um valor uniformizado para o imposto. Não é a primeira vez que o governo Bolsonaro tenta modificar a forma como o ICMS dos combustíveis é coletado por estados. Em fevereiro, ele apresentou um projeto de lei ao Congresso no sentido de definir um valor fixo por litro, e não mais sobre a média de preços das bombas. Mas a proposta não avançou no Legislativo Há meses Bolsonaro responsabiliza governadores pelo aumento de preço nas bombas. Em fevereiro de 2020, ele criticou os estados falando que o valor do tributo prejudicava o consumidor e que uma possível medida seria uma lei complementar para o ICMS passar a ser um valor fixo por litro, e não mais aplicado à média de preços nas bombas. Em sua live nesta quinta, Bolsonaro afirmou que foi “obrigado a recorrer ao STF”. “[Fui] obrigado a recorrer ao STF. E o STF… a ação tá bem clara, eu não sou constitucionalista não, tá bem clara. A emenda constitucional 33 de 2001 é bastante clara, dizendo que o valor do ICMS tem que ser um valor nominal fixo. E daí então o Parlamento vai decidir como fazer isso daí. Se vai determinar, dar um prazo para os governadores fixarem esse valor”, afirmou. Diário do Nordeste

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O governo deve alegar que a falta de regulamentação de uma emenda constitucional de 2001 gera desequilíbrio no pacto federativo Foto: AFP Em mais um capítulo da briga com governadores, o presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (2) que vai entrar com uma ação no STF (Supremo Tribunal Federal) para pedir mudança na forma como os estados cobram o ICMS de combustíveis e lubrificantes. O mandatário culpa recorrentemente a cobrança do tributo estadual pela alta dos combustíveis, um dos pontos que tem gerado desgaste para seu governo. A ação deve ser movida pela AGU (Advocacia-Geral da União) De acordo com interlocutores, o governo deve alegar que a falta de regulamentação de uma emenda constitucional de 2001 gera desequilíbrio no pacto federativo. Nesse sentido, a AGU deve pedir que o STF decida que o Congresso deve legislar sobre o tema, aprovando uma regulamentação com um valor uniformizado para o imposto. Não é a primeira vez que o governo Bolsonaro tenta modificar a forma como o ICMS dos combustíveis é coletado por estados. Em fevereiro, ele apresentou um projeto de lei ao Congresso no sentido de definir um valor fixo por litro, e não mais sobre a média de preços das bombas. Mas a proposta não avançou no Legislativo Há meses Bolsonaro responsabiliza governadores pelo aumento de preço nas bombas. Em fevereiro de 2020, ele criticou os estados falando que o valor do tributo prejudicava o consumidor e que uma possível medida seria uma lei complementar para o ICMS passar a ser um valor fixo por litro, e não mais aplicado à média de preços nas bombas. Em sua live nesta quinta, Bolsonaro afirmou que foi “obrigado a recorrer ao STF”. “[Fui] obrigado a recorrer ao STF. E o STF… a ação tá bem clara, eu não sou constitucionalista não, tá bem clara. A emenda constitucional 33 de 2001 é bastante clara, dizendo que o valor do ICMS tem que ser um valor nominal fixo. E daí então o Parlamento vai decidir como fazer isso daí. Se vai determinar, dar um prazo para os governadores fixarem esse valor”, afirmou. Diário do Nordeste

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Ceará deve criar 25 mil empregos temporários e efetivos até o fim de 2021, prevê Sine/IDT

Somente nesta sexta-feira (3) o Sine está com 700 vagas temporárias para o comércio. Há chance de efetivação Foto: Thiago Gadelha O avanço da vacinação no Ceará vem mostrando reflexos positivos sobre o mercado de trabalho formal. De acordo com o Sine/IDT, devem ser captadas e lançadas para a população cerca de 25 mil vagas de emprego entre agosto e dezembro deste ano, entre efetivas e temporárias. Na comparação com igual período do ano passado, são cinco mil a mais. O presidente do Instituto de Desenvolvimento do Trabalho, Vladyson Viana, avalia que a ampliação da cobertura vacinal tem proporcionado mais segurança aos empreendedores para o investimento na abertura de novas vagas. “O segundo semestre historicamente mostra uma empregabilidade maior, devido à sazonalidade, temos a alta estação e há um aquecimento. Nós observamos que em 2020 o saldo foi negativo em 48 mil vagas formais. Este ano, até junho, temos um saldo positivo de 43 mil vagas”, pontua o presidente do IDT. A maior parte das vagas, efetivas e temporárias, são do comércio e serviços. A indústria, com destaque para a têxtil e de transformação, também é uma atividade que possui protagonismo na geração de vagas no segundo semestre. Temporários Só nesta sexta-feira (3) serão divulgadas pela entidade cerca de 700 vagas temporárias requisitadas pelo comércio para o cargo de vendedor pracista. Apesar de ser uma contratação com prazo para acabar, Viana lembra que existe uma chance de 20% a 25% de efetivação. “Muitas dessas vagas temporárias não exigem experiência na área de vendas, então qualquer trabalhador que está iniciando pode buscar essas oportunidades. À medida que ele vai se destacando, pode conseguir uma colocação fixa”, explica o presidente do IDT. O presidente do Sindicato do Comércio Varejista e Lojista de Fortaleza (Sindilojas), Cid Alves, corrobora com as expectativas positivas apoiadas no avanço da vacinação. “Isso dá mais segurança ou menor insegurança para as contratações”, diz. Ele pondera que a inflação é um ponto que desestimula o consumo, mas acredita que “ela já teve um pico maior”. “Muitos produtos estão com os preços voltando ao normal porque as indústrias estão retomando sua capacidade de produção. Mesmo com energia e combustíveis em patamares elevados, algumas mercadorias que trabalhamos estão tendo queda de preços”, arremata Cid Alves. Efetivação Para que uma contratação temporária se transforme em efetiva, na avaliação de Vladyson Viana, a dica é ter dedicação e comprometimento em relação à vaga e à empresa. “Quanto mais comprometido e dedicado e quanto maior a postura profissional quanto às metas da empresa, maior a chance”, diz. Serviço As unidades do Sine retomaram o atendimento presencial por agendamento, de acordo com o plano de flexibilização das atividades econômicas no Ceará. O agendamento pode ser realizado através do portal do Sine. Em caso de opção pelo atendimento nas unidades que funcionam nos Vapt Vupts, os usuários do sistema IDT/SINE devem agendar o seu atendimento. Diário do Nordeste

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Ceará deve criar 25 mil empregos temporários e efetivos até o fim de 2021, prevê Sine/IDT

Somente nesta sexta-feira (3) o Sine está com 700 vagas temporárias para o comércio. Há chance de efetivação Foto: Thiago Gadelha O avanço da vacinação no Ceará vem mostrando reflexos positivos sobre o mercado de trabalho formal. De acordo com o Sine/IDT, devem ser captadas e lançadas para a população cerca de 25 mil vagas de emprego entre agosto e dezembro deste ano, entre efetivas e temporárias. Na comparação com igual período do ano passado, são cinco mil a mais. O presidente do Instituto de Desenvolvimento do Trabalho, Vladyson Viana, avalia que a ampliação da cobertura vacinal tem proporcionado mais segurança aos empreendedores para o investimento na abertura de novas vagas. “O segundo semestre historicamente mostra uma empregabilidade maior, devido à sazonalidade, temos a alta estação e há um aquecimento. Nós observamos que em 2020 o saldo foi negativo em 48 mil vagas formais. Este ano, até junho, temos um saldo positivo de 43 mil vagas”, pontua o presidente do IDT. A maior parte das vagas, efetivas e temporárias, são do comércio e serviços. A indústria, com destaque para a têxtil e de transformação, também é uma atividade que possui protagonismo na geração de vagas no segundo semestre. Temporários Só nesta sexta-feira (3) serão divulgadas pela entidade cerca de 700 vagas temporárias requisitadas pelo comércio para o cargo de vendedor pracista. Apesar de ser uma contratação com prazo para acabar, Viana lembra que existe uma chance de 20% a 25% de efetivação. “Muitas dessas vagas temporárias não exigem experiência na área de vendas, então qualquer trabalhador que está iniciando pode buscar essas oportunidades. À medida que ele vai se destacando, pode conseguir uma colocação fixa”, explica o presidente do IDT. O presidente do Sindicato do Comércio Varejista e Lojista de Fortaleza (Sindilojas), Cid Alves, corrobora com as expectativas positivas apoiadas no avanço da vacinação. “Isso dá mais segurança ou menor insegurança para as contratações”, diz. Ele pondera que a inflação é um ponto que desestimula o consumo, mas acredita que “ela já teve um pico maior”. “Muitos produtos estão com os preços voltando ao normal porque as indústrias estão retomando sua capacidade de produção. Mesmo com energia e combustíveis em patamares elevados, algumas mercadorias que trabalhamos estão tendo queda de preços”, arremata Cid Alves. Efetivação Para que uma contratação temporária se transforme em efetiva, na avaliação de Vladyson Viana, a dica é ter dedicação e comprometimento em relação à vaga e à empresa. “Quanto mais comprometido e dedicado e quanto maior a postura profissional quanto às metas da empresa, maior a chance”, diz. Serviço As unidades do Sine retomaram o atendimento presencial por agendamento, de acordo com o plano de flexibilização das atividades econômicas no Ceará. O agendamento pode ser realizado através do portal do Sine. Em caso de opção pelo atendimento nas unidades que funcionam nos Vapt Vupts, os usuários do sistema IDT/SINE devem agendar o seu atendimento. Diário do Nordeste

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Cidades cearenses têm temperaturas de mais de 40°C nessa quarta-feira, 2

De acordo com a Funceme, não há previsão de chuvas para o Estado nos próximos dias e ventos fortes continuam; altas temperaturas foram registradas no final da tarde e começo da noite Foto: Funceme/Reprodução Municípios cearenses apresentaram altas temperaturas nessa quarta-feira, 2. O município de Redenção, distante 66 km de Fortaleza, apresentou o maior índice: 41°C, registrado por volta das 17h. A marca, captada pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme). Outros municípios do Estado também se destacaram, como Barro, a 437 km de Fortaleza, que registrou 38.4°C, por volta das 18h; e Jaguaribe, a 317 km da Capital, com máxima de 38.1°C, às 19h. Segundo a instituição, não há previsão de chuvas pelos próximos dias. Comum no período entre setembro e dezembro, o tempo seco é característica do que é conhecido no Ceará como B-R-O-Bró. O fenômeno marca baixas umidades e altas temperaturas. “O segundo semestre do ano é mais propício à baixa umidade do ar devido à escassez de chuvas. Assim, passamos a ter predomínio de céu claro ou com poucas nuvens. Nos horários mais quentes do dia, observa-se a queda na umidade, que é mais sentida no interior”, declarou em comunicado a gerente de meteorologia da Funceme, Meiry Sakamoto. Nos próximos dias, no período da tarde, a umidade relativa do ar nas macrorregiões do centro-sul do Estado tende a ficar entre 20% e 30%. A instituição meteorológica também afirma que continua a tendência de rajadas de vento, principalmente nas áreas próximas ao litoral. Segundo a Funceme, a velocidade dos ventos pode chegar a 60 km/h. O Povo

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Cidades cearenses têm temperaturas de mais de 40°C nessa quarta-feira, 2

De acordo com a Funceme, não há previsão de chuvas para o Estado nos próximos dias e ventos fortes continuam; altas temperaturas foram registradas no final da tarde e começo da noite Foto: Funceme/Reprodução Municípios cearenses apresentaram altas temperaturas nessa quarta-feira, 2. O município de Redenção, distante 66 km de Fortaleza, apresentou o maior índice: 41°C, registrado por volta das 17h. A marca, captada pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme). Outros municípios do Estado também se destacaram, como Barro, a 437 km de Fortaleza, que registrou 38.4°C, por volta das 18h; e Jaguaribe, a 317 km da Capital, com máxima de 38.1°C, às 19h. Segundo a instituição, não há previsão de chuvas pelos próximos dias. Comum no período entre setembro e dezembro, o tempo seco é característica do que é conhecido no Ceará como B-R-O-Bró. O fenômeno marca baixas umidades e altas temperaturas. “O segundo semestre do ano é mais propício à baixa umidade do ar devido à escassez de chuvas. Assim, passamos a ter predomínio de céu claro ou com poucas nuvens. Nos horários mais quentes do dia, observa-se a queda na umidade, que é mais sentida no interior”, declarou em comunicado a gerente de meteorologia da Funceme, Meiry Sakamoto. Nos próximos dias, no período da tarde, a umidade relativa do ar nas macrorregiões do centro-sul do Estado tende a ficar entre 20% e 30%. A instituição meteorológica também afirma que continua a tendência de rajadas de vento, principalmente nas áreas próximas ao litoral. Segundo a Funceme, a velocidade dos ventos pode chegar a 60 km/h. O Povo

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