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Fifa atende pedido da CBF e proíbe escalação de 10 brasileiros por clubes da Inglaterra e Rússia

Liverpool, Leeds United, Manchester United, Chelsea, Manchester City e Zenit não liberaram atletas convocados por Tite Foto: Divulgação/CBF Cinco clubes ingleses e o Zenit (Rússia) não poderão escalar seus jogadores brasileiros chamados por Tite na última convocação para as Eliminatórias. A punição vale até a próxima terça-feira (14) e se dá após as equipes impedirem os atletas de viajar para jogar pelo Brasil. De acordo com o diário britânico The Times, os times ingleses vão apelar da decisão por acreditarem não haver embasamento jurídico. Uma das alegações é que a medida impacta a justiça esportiva da liga nacional e do torneio europeu. A restrição às agremiações russas foi revelada pelo jornalista brasileiro Fabio Aleixo, que mora em Moscou. Jogadores Alison, Fabinho, Firmino (todos do Liverpool), Raphinha (Leeds United), Fred (Manchester United), Thiago Silva (Chelsea), Ederson, Gabriel Jesus (ambos do Manchester City) Malcom e Claudinho (Zenit) estão proibidos de atuar neste final de semana. Fred, Thiago Silva, Malcom e Claudinho também estão vetados da primeira rodada da Champions League. Manchester United, Zenit e Chelsea jogam na terça-feira. A CBF abriu mão de fazer a mesma reclamação com relação a Richarlison, também não liberado pelo Everton (ING). A Confederação tem bom relacionamento com o clube inglês, que permitiu que ele disputasse as Olimpíadas de Tóquio, mesmo sem a obrigação para isso. Os 11 atletas foram convocados por Tite para a rodada tripla das Eliminatórias sul-americanas. O Brasil derrotou o Chile, teve o jogo contra a Argentina suspenso por ação da Anvisa (que não permitiu a presença de Martínez, Lo Celso, Buendía e Romero em campo) e nesta quinta-feira (9) enfrenta o Peru. Restrições Os clubes não liberaram os atletas por causa de restrições impostas a quem viaja de países sul-americanos para a Europa, devido à Covid-19. Se viajassem ao Brasil, quando voltassem ao Reino Unido ou à Rússia, eles teriam de cumprir quarentena de duas semanas. Os dirigentes brasileiros se irritaram mais ainda com o fato de que a Argentina contou com quatro nomes que disputam a Premier League. Justamente o quarteto impedido pela Anvisa de atuar. Martínez e Buendía tiveram autorização do Aston Villa. Lo Celso e Romero embarcaram à revelia do Tottenham Hotspur. Chile, México e Paraguai também pediram à Fifa punição semelhante a times europeus que não liberaram seus atletas convocados. O problema pode voltar a se repetir em outubro, quando acontecem mais três rodadas das Eliminatórias na América do Sul. O Brasil vai visitar Venezuela (dia 7) e Colômbia (10) e receber o Uruguai (14). Diário do Nordeste

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Liverpool, Leeds United, Manchester United, Chelsea, Manchester City e Zenit não liberaram atletas convocados por Tite Foto: Divulgação/CBF Cinco clubes ingleses e o Zenit (Rússia) não poderão escalar seus jogadores brasileiros chamados por Tite na última convocação para as Eliminatórias. A punição vale até a próxima terça-feira (14) e se dá após as equipes impedirem os atletas de viajar para jogar pelo Brasil. De acordo com o diário britânico The Times, os times ingleses vão apelar da decisão por acreditarem não haver embasamento jurídico. Uma das alegações é que a medida impacta a justiça esportiva da liga nacional e do torneio europeu. A restrição às agremiações russas foi revelada pelo jornalista brasileiro Fabio Aleixo, que mora em Moscou. Jogadores Alison, Fabinho, Firmino (todos do Liverpool), Raphinha (Leeds United), Fred (Manchester United), Thiago Silva (Chelsea), Ederson, Gabriel Jesus (ambos do Manchester City) Malcom e Claudinho (Zenit) estão proibidos de atuar neste final de semana. Fred, Thiago Silva, Malcom e Claudinho também estão vetados da primeira rodada da Champions League. Manchester United, Zenit e Chelsea jogam na terça-feira. A CBF abriu mão de fazer a mesma reclamação com relação a Richarlison, também não liberado pelo Everton (ING). A Confederação tem bom relacionamento com o clube inglês, que permitiu que ele disputasse as Olimpíadas de Tóquio, mesmo sem a obrigação para isso. Os 11 atletas foram convocados por Tite para a rodada tripla das Eliminatórias sul-americanas. O Brasil derrotou o Chile, teve o jogo contra a Argentina suspenso por ação da Anvisa (que não permitiu a presença de Martínez, Lo Celso, Buendía e Romero em campo) e nesta quinta-feira (9) enfrenta o Peru. Restrições Os clubes não liberaram os atletas por causa de restrições impostas a quem viaja de países sul-americanos para a Europa, devido à Covid-19. Se viajassem ao Brasil, quando voltassem ao Reino Unido ou à Rússia, eles teriam de cumprir quarentena de duas semanas. Os dirigentes brasileiros se irritaram mais ainda com o fato de que a Argentina contou com quatro nomes que disputam a Premier League. Justamente o quarteto impedido pela Anvisa de atuar. Martínez e Buendía tiveram autorização do Aston Villa. Lo Celso e Romero embarcaram à revelia do Tottenham Hotspur. Chile, México e Paraguai também pediram à Fifa punição semelhante a times europeus que não liberaram seus atletas convocados. O problema pode voltar a se repetir em outubro, quando acontecem mais três rodadas das Eliminatórias na América do Sul. O Brasil vai visitar Venezuela (dia 7) e Colômbia (10) e receber o Uruguai (14). Diário do Nordeste

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PRF registra 27 acidentes com 28 feridos e duas mortes no feriadão

O balanço foi divulgado na tarde desta quarta-feira, 8, e incluiu todo o feriadão do Dia da Independência. Houve redução de 33% de mortes nas estradas  Foto: PRF Duas pessoas morreram e 28 ficaram feridas durante o feriadão do dia 7 de Setembro, nas estradas federais que cortam o Ceará. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), foram registrados 27 acidentes. A Operação Independência 2021 flagrou muitos condutores e passageiros contrariando às leis de trânsito durante o feriadão. Os números resultaram na redução de 33% das mortes em relação ao ano de 2020. Somente nesta operação, foram 1.430 autuações, sendo 200 só de ultrapassagens proibidas e 50 de motoristas ou passageiros sem o uso do cinto de segurança. Autuações para motociclistas que estavam sem o capacete somaram um total de 101 autuações.  Ainda de acordo com a PRF, durante a operação, foram realizados 200 testes de alcoolemia e 12 motoristas foram autuados por embriaguez. Para garantir segurança, conforto e mobilidade aos usuários das rodovias federais do estado do Ceará, a PRF contou com reforço no policiamento. Os esforços resultaram na fiscalização de mais de 1.600 pessoas e 1.400 veículos.  O Povo

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O balanço foi divulgado na tarde desta quarta-feira, 8, e incluiu todo o feriadão do Dia da Independência. Houve redução de 33% de mortes nas estradas  Foto: PRF Duas pessoas morreram e 28 ficaram feridas durante o feriadão do dia 7 de Setembro, nas estradas federais que cortam o Ceará. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), foram registrados 27 acidentes. A Operação Independência 2021 flagrou muitos condutores e passageiros contrariando às leis de trânsito durante o feriadão. Os números resultaram na redução de 33% das mortes em relação ao ano de 2020. Somente nesta operação, foram 1.430 autuações, sendo 200 só de ultrapassagens proibidas e 50 de motoristas ou passageiros sem o uso do cinto de segurança. Autuações para motociclistas que estavam sem o capacete somaram um total de 101 autuações.  Ainda de acordo com a PRF, durante a operação, foram realizados 200 testes de alcoolemia e 12 motoristas foram autuados por embriaguez. Para garantir segurança, conforto e mobilidade aos usuários das rodovias federais do estado do Ceará, a PRF contou com reforço no policiamento. Os esforços resultaram na fiscalização de mais de 1.600 pessoas e 1.400 veículos.  O Povo

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“Ninguém fechará essa Corte”, diz presidente do STF após ameaças de Bolsonaro

Ministro Luiz Fux ressaltou que o desprezo por decisões do STF, por iniciativa do chefe de qualquer dos poderes, além de um atentado à democracia, configura crime de responsabilidade a ser analisado pelo Congresso nacional Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil Em discurso nesta quarta-feira, 8, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, reagiu aos ataques feitos à Corte pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), durante os atos realizados no dia 7 de setembro. Em tom duro, Fux afirmou que “ninguém fechará essa Corte” e alertou que desrespeitar decisões do Supremo configura crime de responsabilidade a ser analisado pelo Congresso. Em fala na Avenida Paulista, Bolsonaro disse que não cumprirá mais as decisões do ministro Alexandre de Moraes, principal alvo de críticas dos manifestantes.  Fux destacou que o STF esteve atento à forma e ao conteúdo dos atos e que jamais se negará ao aprimoramento institucional. No entanto, destacou que a crítica institucional não se confunde com a narrativa de descredibilização da instância máxima do poder Judiciário “Ofender a honra dos ministros, incitar a população a propagar discurso de ódio e incentivar o descumprimento de decisões judiciais são práticas antidemocráticas, ilícitas e intoleráveis (…) Infelizmente, tem sido cada vez mais comum que movimentos invoquem a democracia como pretexto para a promoção de ideais antidemocráticos”, afirmou, pedindo atenção aos “falsos profetas do patriotismo”. O magistrado reforçou que o STF “jamais aceitará ameaças à sua independência nem intimidações ao exercício regular de suas funções”, e que também não tolerará ameaças à autoridade de suas decisões. “Se o desprezo por decisões ocorre por iniciativa do chefe de qualquer dos Poderes, essa atitude, além de um atentado à democracia, configura crime de responsabilidade a ser analisado pelo Congresso Nacional. No ambiente político maduro, as decisões judiciais devem ser questionadas pelos recursos que as vias processuais oferecem. Ninguém, ninguém fechará essa Corte. Nós a manteremos de pé com suor , perseverança e coragem”, concluiu. O líder do Supremo aproveitou o momento para chamar os líderes da Nação a enfrentarem os reais problemas do Brasil, e citou a pandemia e seus efeitos, o desemprego, a inflação, e a crise hídrica que se avizinha e ameaça a retomada econômica. O Povo

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Ministro Luiz Fux ressaltou que o desprezo por decisões do STF, por iniciativa do chefe de qualquer dos poderes, além de um atentado à democracia, configura crime de responsabilidade a ser analisado pelo Congresso nacional Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil Em discurso nesta quarta-feira, 8, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, reagiu aos ataques feitos à Corte pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), durante os atos realizados no dia 7 de setembro. Em tom duro, Fux afirmou que “ninguém fechará essa Corte” e alertou que desrespeitar decisões do Supremo configura crime de responsabilidade a ser analisado pelo Congresso. Em fala na Avenida Paulista, Bolsonaro disse que não cumprirá mais as decisões do ministro Alexandre de Moraes, principal alvo de críticas dos manifestantes.  Fux destacou que o STF esteve atento à forma e ao conteúdo dos atos e que jamais se negará ao aprimoramento institucional. No entanto, destacou que a crítica institucional não se confunde com a narrativa de descredibilização da instância máxima do poder Judiciário “Ofender a honra dos ministros, incitar a população a propagar discurso de ódio e incentivar o descumprimento de decisões judiciais são práticas antidemocráticas, ilícitas e intoleráveis (…) Infelizmente, tem sido cada vez mais comum que movimentos invoquem a democracia como pretexto para a promoção de ideais antidemocráticos”, afirmou, pedindo atenção aos “falsos profetas do patriotismo”. O magistrado reforçou que o STF “jamais aceitará ameaças à sua independência nem intimidações ao exercício regular de suas funções”, e que também não tolerará ameaças à autoridade de suas decisões. “Se o desprezo por decisões ocorre por iniciativa do chefe de qualquer dos Poderes, essa atitude, além de um atentado à democracia, configura crime de responsabilidade a ser analisado pelo Congresso Nacional. No ambiente político maduro, as decisões judiciais devem ser questionadas pelos recursos que as vias processuais oferecem. Ninguém, ninguém fechará essa Corte. Nós a manteremos de pé com suor , perseverança e coragem”, concluiu. O líder do Supremo aproveitou o momento para chamar os líderes da Nação a enfrentarem os reais problemas do Brasil, e citou a pandemia e seus efeitos, o desemprego, a inflação, e a crise hídrica que se avizinha e ameaça a retomada econômica. O Povo

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Com Ceará e Fortaleza, reunião de clubes da Série A descarta volta imediata do público

Sem a presença do Flamengo-RJ, 19 clubes do Brasileirão condicionam liberação de torcedores nos jogos à autorização de todos os Estados participantes e marcam novo encontro para o próximo dia 28 Foto: Staff Images/Copa do Brasil Em reunião extraordinária do Conselho Técnico, realizada de forma virtual na manhã desta quarta-feira, 8, pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), com a presença de Ceará e Fortaleza, 19 clubes da Série A se posicionaram de forma unânime contra a volta imediata do público aos estádios – o Flamengo-RJ não participou. A entidade máxima do futebol nacional convocou as 20 equipes e as federações locais para debater a possibilidade de liberar a presença de torcedores nas praças esportivas já a partir da 20ª rodada da competição – a primeira do returno -, que será realizada no próximo fim de semana. O protocolo da CBF estabelece que a decisão sobre o tema no Campeonato Brasileiro cabe aos clubes. Um novo encontro ficou agendado para o próximo dia 28 e só haverá liberação se todos os Estados dos clubes participantes tiverem autorizado presença de público. Os presidentes Robinson de Castro e Marcelo Paz representaram os clubes cearenses. Horas antes do encontro, o Flamengo-RJ publicou nota oficial em que afirmou “que não cabe à CBF ou aos clubes deliberar acerca da existência ou não de público nos estádios”, uma vez que teve decisão favorável do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) para realizar partidas com público de acordo com os normas das autoridades sanitárias locais. A postura rubro-negra desagradou à maior parte das equipes, que se manifestaram na reunião – Fluminense-RJ e Palmeiras-SP, por exemplo. O entendimento dos dirigentes é de que o aval para a presença de torcedores em jogos do Brasileirão só deve ocorrer quando houver liberação em todos os Estados dos 20 participantes. Vovô e Leão são favoráveis à volta do público, mas seguiram a maioria no encontro. No início de agosto, alvinegros e tricolores elaboraram protocolo junto com a Federação Cearense de Futebol (FCF) e enviaram ao Governo do Estado, que não respondeu até o momento. O documento solicita a liberação de 40% de público na Arena Castelão, de acordo com os requisitos estabelecidos: imunização completa pela vacina (duas doses ou dose única, no caso da Janssen) ou teste PCR para Covid-19 em até 48 horas antes da partida. O Povo

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Sem a presença do Flamengo-RJ, 19 clubes do Brasileirão condicionam liberação de torcedores nos jogos à autorização de todos os Estados participantes e marcam novo encontro para o próximo dia 28 Foto: Staff Images/Copa do Brasil Em reunião extraordinária do Conselho Técnico, realizada de forma virtual na manhã desta quarta-feira, 8, pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), com a presença de Ceará e Fortaleza, 19 clubes da Série A se posicionaram de forma unânime contra a volta imediata do público aos estádios – o Flamengo-RJ não participou. A entidade máxima do futebol nacional convocou as 20 equipes e as federações locais para debater a possibilidade de liberar a presença de torcedores nas praças esportivas já a partir da 20ª rodada da competição – a primeira do returno -, que será realizada no próximo fim de semana. O protocolo da CBF estabelece que a decisão sobre o tema no Campeonato Brasileiro cabe aos clubes. Um novo encontro ficou agendado para o próximo dia 28 e só haverá liberação se todos os Estados dos clubes participantes tiverem autorizado presença de público. Os presidentes Robinson de Castro e Marcelo Paz representaram os clubes cearenses. Horas antes do encontro, o Flamengo-RJ publicou nota oficial em que afirmou “que não cabe à CBF ou aos clubes deliberar acerca da existência ou não de público nos estádios”, uma vez que teve decisão favorável do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) para realizar partidas com público de acordo com os normas das autoridades sanitárias locais. A postura rubro-negra desagradou à maior parte das equipes, que se manifestaram na reunião – Fluminense-RJ e Palmeiras-SP, por exemplo. O entendimento dos dirigentes é de que o aval para a presença de torcedores em jogos do Brasileirão só deve ocorrer quando houver liberação em todos os Estados dos 20 participantes. Vovô e Leão são favoráveis à volta do público, mas seguiram a maioria no encontro. No início de agosto, alvinegros e tricolores elaboraram protocolo junto com a Federação Cearense de Futebol (FCF) e enviaram ao Governo do Estado, que não respondeu até o momento. O documento solicita a liberação de 40% de público na Arena Castelão, de acordo com os requisitos estabelecidos: imunização completa pela vacina (duas doses ou dose única, no caso da Janssen) ou teste PCR para Covid-19 em até 48 horas antes da partida. O Povo

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Covid-19: casos sobem para 20,91 milhões e mortes, para 584,1 mil

Em 24 horas foram registrados 13,6 mi novos casos e 361 mortes Foto: AFP O total de brasileiros acometidos pela covid-19 desde início da pandemia subiu para 20.913.578. Em 24 horas, foram registrados 13.645 novos diagnósticos positivos no sistema de informações do Ministério da Saúde. Ainda há 396.761 casos em acompanhamento. O nome ao número de casos ativos de pessoas que tiveram o diagnóstico confirmado e estão sendo atendidas por equipes de saúde ou se recuperando em casa. A quantidade de brasileiros mortos em função da pandemia foi para 584.171. Entre ontem (6) e hoje (7), autoridades de saúde registraram 361 novos óbitos associados à doença.  Ainda há 3.511 falecimentos em investigação. Nessas situações, os diagnósticos dependem de resultados de exames concluídos apenas após o paciente já ter morrido. A atualização foi divulgada pelo Ministério da Saúde na noite desta terça-feira. O balanço da pandemia consolida dados sobre casos e mortes enviados por secretarias estaduais de Saúde.  O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 subiu para 19.932.646. Isso corresponde a 95,3% das pessoas infectadas no Brasil desde o início da pandemia. Os dados em geral são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação do sistema pelas secretarias estaduais. Essa dificuldade também ocorre aos feriados, como hoje. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pela regularização dos registros acumulados durante o fim-de-semana. Estados No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (146.595), Rio de Janeiro (63.312), Minas Gerais (53.386), Paraná (37.830) e Rio Grande do Sul (34.350). Na parte de baixo da lista estão Acre (1.815), Roraima (1.957), Amapá (1.959), Tocantins (3.704) e Sergipe (6.001). São Paulo também lidera no número de casos, com 4,29 milhões de diagnósticos positivos, seguido por Minas Gerais (2,08 milhões) e Paraná (1,47 milhão). Os que apresentam menos casos são Acre (89.899), Amapá (122.547) e Roraima (124.441).  Agência Brasil

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Em 24 horas foram registrados 13,6 mi novos casos e 361 mortes Foto: AFP O total de brasileiros acometidos pela covid-19 desde início da pandemia subiu para 20.913.578. Em 24 horas, foram registrados 13.645 novos diagnósticos positivos no sistema de informações do Ministério da Saúde. Ainda há 396.761 casos em acompanhamento. O nome ao número de casos ativos de pessoas que tiveram o diagnóstico confirmado e estão sendo atendidas por equipes de saúde ou se recuperando em casa. A quantidade de brasileiros mortos em função da pandemia foi para 584.171. Entre ontem (6) e hoje (7), autoridades de saúde registraram 361 novos óbitos associados à doença.  Ainda há 3.511 falecimentos em investigação. Nessas situações, os diagnósticos dependem de resultados de exames concluídos apenas após o paciente já ter morrido. A atualização foi divulgada pelo Ministério da Saúde na noite desta terça-feira. O balanço da pandemia consolida dados sobre casos e mortes enviados por secretarias estaduais de Saúde.  O número de pessoas que se recuperaram da covid-19 subiu para 19.932.646. Isso corresponde a 95,3% das pessoas infectadas no Brasil desde o início da pandemia. Os dados em geral são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação do sistema pelas secretarias estaduais. Essa dificuldade também ocorre aos feriados, como hoje. Já às terças-feiras os resultados tendem a ser maiores pela regularização dos registros acumulados durante o fim-de-semana. Estados No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (146.595), Rio de Janeiro (63.312), Minas Gerais (53.386), Paraná (37.830) e Rio Grande do Sul (34.350). Na parte de baixo da lista estão Acre (1.815), Roraima (1.957), Amapá (1.959), Tocantins (3.704) e Sergipe (6.001). São Paulo também lidera no número de casos, com 4,29 milhões de diagnósticos positivos, seguido por Minas Gerais (2,08 milhões) e Paraná (1,47 milhão). Os que apresentam menos casos são Acre (89.899), Amapá (122.547) e Roraima (124.441).  Agência Brasil

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