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Balanço Geral da Câmara de Juazeiro do Norte – Professores concursados exigem convocação da prefeitura

Vereadores também fizeram outras críticas à administração da educação em Juazeiro do Norte Foto: Reprodução/Vídeo Agência Cariri En Si Nesta terça-feira (28), foi trazido a tona na Câmara de Vereadores de Juazeiro do Norte a situação dos professores aprovados em concurso público do município. Na tribuna, o advogado Laudenir Landim e o professor Tony Ismael trouxeram a reinvidicação dos profissionais da educação. De acordo com Laudenir e Tony, os professores aprovados no último concurso público de Juazeiro do Norte ainda não foram chamados pela prefeitura para trabalhar nas escolas municipais. Ao invés disso, o município está determinando que os professores efetivos, que já estão trabalhando, assumam horas extras e contratando professores temporários sob justificativa de substituir professores que não possam trabalhar por variados motivos. Laudernir e Tony questionam porquê não não podem contratar os professores concursados por falta de recursos e ainda assim é possível aumentar a carga horária dos professores etividados, assim tendo que pagar hora extra, e contratar temporários. Uma situação parecida já foi trazida pelo Cariri Ensi, com o município dando preferência a contratar novos médicos do que chamar os concursados. O vereador Capitão Vieira (PTB) pediu para que o advogado o enviasse os documentos para mostrar ao Ministério Público, uma vez que, quando tentou denunciar a falta de professores em Juazeiro do Norte, o Ministérios falou que não haviam provas o suficiente. O vereador também convocou a Secretária de Educação para ir à Câmara na próxima semana para que preste esclarecimento sobre todas as questões envolvendo o estado da educação no Juazeiro, entre eles a qualidade do “kit fome” dado aos alunos das escolas municípios.  O líder do prefeito na Câmara, Rafael Cearense alegou que a gestão entregou muito mais kits que a administração anterior, distribuindo por alunos ao invés de famílias. Os demais vereadores argumentaram que não se trata de quantidade, mas sim da qualidade dos alimentos, criticada por muitos pais. Assista ao vídeo:

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Vereadores também fizeram outras críticas à administração da educação em Juazeiro do Norte Foto: Reprodução/Vídeo Agência Cariri En Si Nesta terça-feira (28), foi trazido a tona na Câmara de Vereadores de Juazeiro do Norte a situação dos professores aprovados em concurso público do município. Na tribuna, o advogado Laudenir Landim e o professor Tony Ismael trouxeram a reinvidicação dos profissionais da educação. De acordo com Laudenir e Tony, os professores aprovados no último concurso público de Juazeiro do Norte ainda não foram chamados pela prefeitura para trabalhar nas escolas municipais. Ao invés disso, o município está determinando que os professores efetivos, que já estão trabalhando, assumam horas extras e contratando professores temporários sob justificativa de substituir professores que não possam trabalhar por variados motivos. Laudernir e Tony questionam porquê não não podem contratar os professores concursados por falta de recursos e ainda assim é possível aumentar a carga horária dos professores etividados, assim tendo que pagar hora extra, e contratar temporários. Uma situação parecida já foi trazida pelo Cariri Ensi, com o município dando preferência a contratar novos médicos do que chamar os concursados. O vereador Capitão Vieira (PTB) pediu para que o advogado o enviasse os documentos para mostrar ao Ministério Público, uma vez que, quando tentou denunciar a falta de professores em Juazeiro do Norte, o Ministérios falou que não haviam provas o suficiente. O vereador também convocou a Secretária de Educação para ir à Câmara na próxima semana para que preste esclarecimento sobre todas as questões envolvendo o estado da educação no Juazeiro, entre eles a qualidade do “kit fome” dado aos alunos das escolas municípios.  O líder do prefeito na Câmara, Rafael Cearense alegou que a gestão entregou muito mais kits que a administração anterior, distribuindo por alunos ao invés de famílias. Os demais vereadores argumentaram que não se trata de quantidade, mas sim da qualidade dos alimentos, criticada por muitos pais. Assista ao vídeo:

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Desmatamento e modelo agrícola aumentam risco de ‘tempestade de poeira’

A tempestade de poeira que engoliu cidades do interior de São Paulo no último domingo (26/09) tem relação direta com a existência de grandes porções de solo seco  Foto: bbc.com A tempestade de poeira que engoliu cidades do interior de São Paulo no último domingo (26/09) tem relação direta com a existência de grandes porções de solo seco e sem cobertura vegetal na região hoje, segundo especialistas entrevistados pela BBC News Brasil. O fenômeno impactou várias cidade do nordeste paulista, como Franca, Ribeirão Preto e Barretos. A região tem forte presença do agronegócio e um dos menores índices de cobertura florestal original do país. Também houve registros do fenômeno no Triângulo Mineiro, região vizinha da área atingida em São Paulo. Coordenador do Laboratório de Análise e Processamento de Imagens de Satélites da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Humberto Barbosa diz que a tempestade foi causada por uma combinação entre ventos fortes, seca intensa e solos desprotegidos. A tempestade de poeira se formou no fim do período seco. Nesta época, diz ele, muitos agricultores deixam os solos nus para plantar no início das chuvas. Como a região vive uma seca extraordinária e enfrenta altas temperaturas, a camada superficial do solo se ressecou e ficou vulnerável à ventania. “A ventania gerou uma erosão eólica, que removeu não só a poeira como também o material de queimadas recentes”, diz Barbosa. Ele diz que imagens de satélite de alta resolução feitas na véspera da tempestade mostram grande quantidade de terra nua nos arredores de Franca. O principal produto agrícola da região afetada é a cana-de-açúcar. “A impressão digital está lá: é muito clara a relação (da tempestade de poeira) com a degradação do solo”, afirma. Já a principal entidade que representa os produtores de cana-de-açúcar diz que a nuvem de poeira se formou por causa da seca excepcional e de incêndios acidentais em canaviais. Pouca vegetação nativa Segundo o Relatório de Qualidade Ambiental 2020 – análise feita anualmente pela Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do governo de São Paulo -, resta pouca vegetação nativa na região impactada pela tempestade de poeira. O relatório agrupa todos os municípios paulistas em 22 Unidades Hidrográficas de Gerenciamento de Recursos Hídricos. Na unidade que engloba Ribeirão Preto, resta 13,29% de vegetação nativa; na de Franca, 10,83%; e, na Barretos, só 5,52%, o menor índice do Estado. Em todo o Estado de São Paulo, sobra 17,5% da vegetação original. Isso faz com que o Estado, o 12º maior do país, tenha a segunda maior área agrícola entre todas as unidades da federação, só atrás de Mato Grosso. As matas remanescentes em São Paulo se concentram nas serras do Mar e da Mantiqueira, onde o relevo acidentado dificulta a atividade agrícola. Renovação de canaviais Gerd Sparovek , professor titular da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq-USP) e presidente da Fundação Florestal do Estado de São Paulo, diz à BBC News Brasil que a nuvem de poeira se deve à rara coincidência dos seguintes fatores: a ocorrência de ventos muito fortes num período em que há grandes extensões de solo seco e sem cobertura vegetal. “Os canaviais, principal cultivo agrícola da região, vêm de dois anos consecutivos de um verão pouco chuvoso e que, neste ano, também foram afetados pelas geadas”, afirma Sparovek. Com isso, muitos canaviais se tornaram improdutivos e foram derrubados para dar lugar a uma nova plantação, diz ele. “Na renovação dos canaviais, quase sempre, durante algum tempo, o solo fica sem cobertura e desagregado pelo preparo com gradagem (quebra de torrões para uniformizar a superfície)”, afirma. Sparovek diz que as mudanças climáticas influenciaram o fenômeno. “O que levou os canaviais a ficarem improdutivos foram as estiagens atípicas no verão e geadas atípicas no inverno”, afirma. “A frente fria e o vento também foram extremos. As mudanças climáticas, segundo o último relatório do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), já alteraram os extremos climáticos em todo o planeta”, completa. BBC

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Desmatamento e modelo agrícola aumentam risco de ‘tempestade de poeira’

A tempestade de poeira que engoliu cidades do interior de São Paulo no último domingo (26/09) tem relação direta com a existência de grandes porções de solo seco  Foto: bbc.com A tempestade de poeira que engoliu cidades do interior de São Paulo no último domingo (26/09) tem relação direta com a existência de grandes porções de solo seco e sem cobertura vegetal na região hoje, segundo especialistas entrevistados pela BBC News Brasil. O fenômeno impactou várias cidade do nordeste paulista, como Franca, Ribeirão Preto e Barretos. A região tem forte presença do agronegócio e um dos menores índices de cobertura florestal original do país. Também houve registros do fenômeno no Triângulo Mineiro, região vizinha da área atingida em São Paulo. Coordenador do Laboratório de Análise e Processamento de Imagens de Satélites da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Humberto Barbosa diz que a tempestade foi causada por uma combinação entre ventos fortes, seca intensa e solos desprotegidos. A tempestade de poeira se formou no fim do período seco. Nesta época, diz ele, muitos agricultores deixam os solos nus para plantar no início das chuvas. Como a região vive uma seca extraordinária e enfrenta altas temperaturas, a camada superficial do solo se ressecou e ficou vulnerável à ventania. “A ventania gerou uma erosão eólica, que removeu não só a poeira como também o material de queimadas recentes”, diz Barbosa. Ele diz que imagens de satélite de alta resolução feitas na véspera da tempestade mostram grande quantidade de terra nua nos arredores de Franca. O principal produto agrícola da região afetada é a cana-de-açúcar. “A impressão digital está lá: é muito clara a relação (da tempestade de poeira) com a degradação do solo”, afirma. Já a principal entidade que representa os produtores de cana-de-açúcar diz que a nuvem de poeira se formou por causa da seca excepcional e de incêndios acidentais em canaviais. Pouca vegetação nativa Segundo o Relatório de Qualidade Ambiental 2020 – análise feita anualmente pela Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do governo de São Paulo -, resta pouca vegetação nativa na região impactada pela tempestade de poeira. O relatório agrupa todos os municípios paulistas em 22 Unidades Hidrográficas de Gerenciamento de Recursos Hídricos. Na unidade que engloba Ribeirão Preto, resta 13,29% de vegetação nativa; na de Franca, 10,83%; e, na Barretos, só 5,52%, o menor índice do Estado. Em todo o Estado de São Paulo, sobra 17,5% da vegetação original. Isso faz com que o Estado, o 12º maior do país, tenha a segunda maior área agrícola entre todas as unidades da federação, só atrás de Mato Grosso. As matas remanescentes em São Paulo se concentram nas serras do Mar e da Mantiqueira, onde o relevo acidentado dificulta a atividade agrícola. Renovação de canaviais Gerd Sparovek , professor titular da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq-USP) e presidente da Fundação Florestal do Estado de São Paulo, diz à BBC News Brasil que a nuvem de poeira se deve à rara coincidência dos seguintes fatores: a ocorrência de ventos muito fortes num período em que há grandes extensões de solo seco e sem cobertura vegetal. “Os canaviais, principal cultivo agrícola da região, vêm de dois anos consecutivos de um verão pouco chuvoso e que, neste ano, também foram afetados pelas geadas”, afirma Sparovek. Com isso, muitos canaviais se tornaram improdutivos e foram derrubados para dar lugar a uma nova plantação, diz ele. “Na renovação dos canaviais, quase sempre, durante algum tempo, o solo fica sem cobertura e desagregado pelo preparo com gradagem (quebra de torrões para uniformizar a superfície)”, afirma. Sparovek diz que as mudanças climáticas influenciaram o fenômeno. “O que levou os canaviais a ficarem improdutivos foram as estiagens atípicas no verão e geadas atípicas no inverno”, afirma. “A frente fria e o vento também foram extremos. As mudanças climáticas, segundo o último relatório do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), já alteraram os extremos climáticos em todo o planeta”, completa. BBC

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Marília Mendonça e Murilo Huff confirmam término do namoro

Artistas são pais do pequeno Léo, de 1 ano, e haviam retomado relacionamento no fim de 2020 Foto: reprodução/Instagram Marília Mendonça e Murillo Huff, pai do filho da cantora, não estão mais juntos. A informação foi confirmada pela própria assessoria de imprensa da artista, após boatos sobre o término do relacionamento circularem nas redes sociais. A especulação surgiu após áudio divulgado de conversa entre Marília, Maiara e Maraisa, irmãs que formam uma dupla sertaneja. Publicada nas redes sociais para brincar com o grupo de WhatsApp ‘As Patroas’, a gravação acabou revelando o status atual do namoro. “Não desejo mal a ninguém, tá? Mas tô muito feliz que a gente está na mesma vibe agora. Todo mundo no mesmo mood, todo mundo do mesmo jeito, livre, leve e solta… Que continue assim”, disse Maraisa no áudio. Dessa forma, não demorou para que os fãs encontrassem o motivo da fala. Ainda nesta terça-feira (28), segundo a colunista Fábia Oliveira, Marília excluiu as fotos que tinha com Murilo Huff do Instagram, mesmo que ainda se sigam na plataforma. Os dois artistas são pais de Léo, de apenas 1 ano. O relacionamento, inclusive, chegou ao fim em julho do ano passado, mas foi retomado oficialmente no fim de 2020.  Diário do Nordeste

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Artistas são pais do pequeno Léo, de 1 ano, e haviam retomado relacionamento no fim de 2020 Foto: reprodução/Instagram Marília Mendonça e Murillo Huff, pai do filho da cantora, não estão mais juntos. A informação foi confirmada pela própria assessoria de imprensa da artista, após boatos sobre o término do relacionamento circularem nas redes sociais. A especulação surgiu após áudio divulgado de conversa entre Marília, Maiara e Maraisa, irmãs que formam uma dupla sertaneja. Publicada nas redes sociais para brincar com o grupo de WhatsApp ‘As Patroas’, a gravação acabou revelando o status atual do namoro. “Não desejo mal a ninguém, tá? Mas tô muito feliz que a gente está na mesma vibe agora. Todo mundo no mesmo mood, todo mundo do mesmo jeito, livre, leve e solta… Que continue assim”, disse Maraisa no áudio. Dessa forma, não demorou para que os fãs encontrassem o motivo da fala. Ainda nesta terça-feira (28), segundo a colunista Fábia Oliveira, Marília excluiu as fotos que tinha com Murilo Huff do Instagram, mesmo que ainda se sigam na plataforma. Os dois artistas são pais de Léo, de apenas 1 ano. O relacionamento, inclusive, chegou ao fim em julho do ano passado, mas foi retomado oficialmente no fim de 2020.  Diário do Nordeste

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Temer afirma ter sido “lealíssimo” a Dilma e descarta impeachment de Bolsonaro

O ex-presidente Michel Temer reforçou que foi um vice leal a Dilma Rousseff em entrevista dada a jornalistas durante o programa Roda Viva. Temer também disse não ser o momento para se iniciar um impeachment contra Bolsonaro Foto: AFP O ex-presidente Michel Temer (MDB) afirmou nesta segunda-feira, 27, que foi leal à ex-presidente Dilma Rousseff (PT) durante os acontecimentos que antecederam o impeachment sofrido pela petista. Temer também comentou sobre os pedidos de impedimento contra o atual chefe do Executivo, Jair Bolsonaro (sem partido) e afirmou que “não é o momento” para se darem início a esses processos. Michel Temer fez estas declarações durante entrevista dada ao programa Roda Viva. Na ocasião, ele reforçou que o “impeachment é sempre um transtorno”. “Você sabe que eu cheguei ao poder, em função até de um impedimento, mas eu reconheço que toda vez que há um impedimento, há um trauma institucional”, afirmou. Questionado se teria sido um vice-presidente leal no mandato de Dilma Rousseff, Temer disparou: “Lealíssimo!”. O ex-presidente argumentou que antes dos episódios que levaram ao impeachment da ex-presidente, havia conversado com Eduardo Cunha, então presidente da Câmara dos Deputados, e o parlamentar teria afirmado que como o PT votaria com ele no Conselho de Ética, iria arquivar os pedidos de impeachment protocolados contra Rousseff. “Ele (Eduardo Cunha) me procurou e falou que ia arquivar os pedidos de impeachment, mas tinham dois que eram dificílimos de arquivar. Mas, na época, disse que ia fazer o possível, já que o PT ia votar com ele na Comissão de Ética. E no mesmo dia falei isso para ela”, contou. “Presidente, durma tranquila, o presidente (da Câmara dos Deputados) acabou de me dizer que vai arquivar os pedidos de impedimento”. “Eu jamais trabalhei contra ela!”, disse em outro momento. No entanto, o Partido dos Trabalhadores optou por não “salvar” Cunha no Conselho de Ética, o que, segundo o próprio Temer já admitiu, foi o que motivou abertura do processo de impeachment. Pedidos de impeachment contra Bolsonaro Ao ser questionado sobre a intermediação que fez entre Bolsonaro e o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, Michel Temer disse que não poderia se omitir, pois sentia um “clima muito negativo no país”, naquele momento. O episódio destacado pelo ex-presidente diz respeito ao texto publicado por Bolsonaro e redigido por Temer, após os atos antidemocráticos de 7 de setembro. Na declaração, o presidente afirma não ter tido “nenhuma intenção de agredir quaisquer dos Poderes”, se referindo à crise institucional acarretada pelas manifestações. Temer afirmou ter percebido uma tensão nos dias que se seguiram após os protestos, devido à iminência da greve dos caminhoneiros e a ocupação, por apoiadores de Bolsonaro, em prédios de Brasília, como a Esplanada dos Três Poderes. Para o ex-presidente, não era o momento para a abertura de um impeachment. “Vamos supor, vou figurar a hipótese, que se propusesse um impedimento, se abria um impedimento, etc, eu não sei o que essa gente faria (caminhoneiros e fanáticos). Isso geraria uma espécie de uma quase conflagração civil, o que não é desejável para o país”, declarou. Ainda sobre os mais de 130 pedidos de impeachment contra o presidente Bolsonaro que seguem sem a análise do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), Michel Temer também afirmou que não é mais o momento para estes processos serem iniciados. “Uma coisa é um impeachment iniciado no início do governo, no meio do governo, outra coisa é um impedimento, digamos assim, temporalmente, um impeachment aberto agora em outubro.” “Se você me perguntasse um ano atrás, eu diria que talvez fosse o caso de começar um impedimento. Nesse momento, eu não acho adequado”, complementou. Sobre a mediação feita após os atos, Temer afirmou não se arrepender, mas reforçou não ser conselheiro de Bolsonaro. “Eu não sou conselheiro do presidente, não. Eu, quando muito, dou palpite quando sou chamado e dou palpite em função do Brasil.” “Quantas vezes me chamarem para auxiliar o Brasil, nessa tese da paz, da pacificação, da harmonia dos Poderes, do cumprimento da Constituição, eu vou”, declarou aos jornalistas. O Povo

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O ex-presidente Michel Temer reforçou que foi um vice leal a Dilma Rousseff em entrevista dada a jornalistas durante o programa Roda Viva. Temer também disse não ser o momento para se iniciar um impeachment contra Bolsonaro Foto: AFP O ex-presidente Michel Temer (MDB) afirmou nesta segunda-feira, 27, que foi leal à ex-presidente Dilma Rousseff (PT) durante os acontecimentos que antecederam o impeachment sofrido pela petista. Temer também comentou sobre os pedidos de impedimento contra o atual chefe do Executivo, Jair Bolsonaro (sem partido) e afirmou que “não é o momento” para se darem início a esses processos. Michel Temer fez estas declarações durante entrevista dada ao programa Roda Viva. Na ocasião, ele reforçou que o “impeachment é sempre um transtorno”. “Você sabe que eu cheguei ao poder, em função até de um impedimento, mas eu reconheço que toda vez que há um impedimento, há um trauma institucional”, afirmou. Questionado se teria sido um vice-presidente leal no mandato de Dilma Rousseff, Temer disparou: “Lealíssimo!”. O ex-presidente argumentou que antes dos episódios que levaram ao impeachment da ex-presidente, havia conversado com Eduardo Cunha, então presidente da Câmara dos Deputados, e o parlamentar teria afirmado que como o PT votaria com ele no Conselho de Ética, iria arquivar os pedidos de impeachment protocolados contra Rousseff. “Ele (Eduardo Cunha) me procurou e falou que ia arquivar os pedidos de impeachment, mas tinham dois que eram dificílimos de arquivar. Mas, na época, disse que ia fazer o possível, já que o PT ia votar com ele na Comissão de Ética. E no mesmo dia falei isso para ela”, contou. “Presidente, durma tranquila, o presidente (da Câmara dos Deputados) acabou de me dizer que vai arquivar os pedidos de impedimento”. “Eu jamais trabalhei contra ela!”, disse em outro momento. No entanto, o Partido dos Trabalhadores optou por não “salvar” Cunha no Conselho de Ética, o que, segundo o próprio Temer já admitiu, foi o que motivou abertura do processo de impeachment. Pedidos de impeachment contra Bolsonaro Ao ser questionado sobre a intermediação que fez entre Bolsonaro e o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, Michel Temer disse que não poderia se omitir, pois sentia um “clima muito negativo no país”, naquele momento. O episódio destacado pelo ex-presidente diz respeito ao texto publicado por Bolsonaro e redigido por Temer, após os atos antidemocráticos de 7 de setembro. Na declaração, o presidente afirma não ter tido “nenhuma intenção de agredir quaisquer dos Poderes”, se referindo à crise institucional acarretada pelas manifestações. Temer afirmou ter percebido uma tensão nos dias que se seguiram após os protestos, devido à iminência da greve dos caminhoneiros e a ocupação, por apoiadores de Bolsonaro, em prédios de Brasília, como a Esplanada dos Três Poderes. Para o ex-presidente, não era o momento para a abertura de um impeachment. “Vamos supor, vou figurar a hipótese, que se propusesse um impedimento, se abria um impedimento, etc, eu não sei o que essa gente faria (caminhoneiros e fanáticos). Isso geraria uma espécie de uma quase conflagração civil, o que não é desejável para o país”, declarou. Ainda sobre os mais de 130 pedidos de impeachment contra o presidente Bolsonaro que seguem sem a análise do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), Michel Temer também afirmou que não é mais o momento para estes processos serem iniciados. “Uma coisa é um impeachment iniciado no início do governo, no meio do governo, outra coisa é um impedimento, digamos assim, temporalmente, um impeachment aberto agora em outubro.” “Se você me perguntasse um ano atrás, eu diria que talvez fosse o caso de começar um impedimento. Nesse momento, eu não acho adequado”, complementou. Sobre a mediação feita após os atos, Temer afirmou não se arrepender, mas reforçou não ser conselheiro de Bolsonaro. “Eu não sou conselheiro do presidente, não. Eu, quando muito, dou palpite quando sou chamado e dou palpite em função do Brasil.” “Quantas vezes me chamarem para auxiliar o Brasil, nessa tese da paz, da pacificação, da harmonia dos Poderes, do cumprimento da Constituição, eu vou”, declarou aos jornalistas. O Povo

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Vacinas do Butantan adquiridas pelo Ceará são distribuídas a 139 municípios

Cronograma prevê aplicação de primeira dose do imunizante CoronaVac em 108.060 pessoas Foto: Divulgação/Sesa A Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) iniciou, nesta terça-feira, 28, a distribuição de vacinas CoronaVac, adquiridas do Instituto Butantan, a 139 municípios. De acordo com a plataforma Saúde Digital, cerca de 108.060 pessoas serão beneficiadas com a primeira dose (D1) do imunizante. Com aquisição feita em julho, um lote com 300 mil doses chegou a Fortaleza na madrugada de quinta-feira, 23; e mais 108.060 doses nesta terça, 28. As doses que não forem distribuídas serão armazenadas como reserva na Central de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos (Ceadim) da Sesa (41.940 primeiras doses para solicitações de outros municípios e 150 mil para serem aplicadas como segunda dose). O contrato com o Butantan prevê o inicial de três milhões de doses e aditivo regulamentando que as entregas e os pagamentos das vacinas serão realizados conforme demanda do Estado. O secretário da saúde do Ceará, Marcos Gadelha, reforça a importância da população no processo de mitigação da pandemia no Ceará. “Precisa haver uma participação cidadã no processo de convencimento das pessoas que ainda não se vacinaram, pois apenas aumentando a cobertura vacinal iremos diminuir o número de casos e o risco de surgimento de novas variantes do vírus”, afirma. Confira abaixo a lista dos 139 municípios que receberam as doses de vacina CoronaVac: Abaiara Acarape Acaraú Acopiara Altaneira Antonina do Norte Apuiarés Aquiraz Aracati Aracoiaba Ararendá Araripe Aratuba Arneiroz Assaré Baixio Banabuiú Barbalha Barreira Barroquinha Baturité Beberibe Boa Viagem Brejo Santo Camocim Campos Sales Canindé Capistrano Caridade Caririaçu Carnaubal Cascavel Catunda Cedro Chaval Choró Coreaú Crateús Croatá Deputado Irapuan Pinheiro Eusébio Forquilha Fortaleza Fortim General Sampaio Granjeiro Groaíras Guaiúba Guaraciaba do Norte Guaramiranga Hidrolândia Ibaretama Ibiapina Ibicuitinga Icapuí Icó Independência Ipaporanga Ipaumirim Ipueiras Irauçuba Itaiçaba Itaitinga Itapagé Itapipoca Itapiúna Itarema Jaguaribe Jaguaruana Jardim Juazeiro do Norte Jucás Lavras da Mangabeira Madalena Maracanaú Maranguape Marco Martinópole Massapê Meruoca Milhã Missão Velha Mombaça Monsenhor Tabosa Morada Nova Moraújo Morrinhos Mucambo Mulungu Nova Olinda Nova Russas Novo Oriente Orós Pacajus Pacatuba Pacoti Pacujá Palhano Palmácia Paracuru Paraipaba Parambu Paramoti Pedra Branca Pentecoste Piquet Carneiro Poranga Potengi Quiterianópolis Quixadá Quixeramobim Quixeré Redenção Reriutaba Russas Saboeiro Salitre Santa Quitéria Santana do Acaraú Santana do Cariri São Benedito São Gonçalo do Amarante São Luís do Curu Senador Pompeu Sobral Solonópole Tabuleiro do Norte Tamboril Tauá Tejuçuoca Tianguá Trairi Ubajara Umari Umirim Uruburetama Uruoca Varjota Viçosa do Ceará O Povo

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Cronograma prevê aplicação de primeira dose do imunizante CoronaVac em 108.060 pessoas Foto: Divulgação/Sesa A Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) iniciou, nesta terça-feira, 28, a distribuição de vacinas CoronaVac, adquiridas do Instituto Butantan, a 139 municípios. De acordo com a plataforma Saúde Digital, cerca de 108.060 pessoas serão beneficiadas com a primeira dose (D1) do imunizante. Com aquisição feita em julho, um lote com 300 mil doses chegou a Fortaleza na madrugada de quinta-feira, 23; e mais 108.060 doses nesta terça, 28. As doses que não forem distribuídas serão armazenadas como reserva na Central de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos (Ceadim) da Sesa (41.940 primeiras doses para solicitações de outros municípios e 150 mil para serem aplicadas como segunda dose). O contrato com o Butantan prevê o inicial de três milhões de doses e aditivo regulamentando que as entregas e os pagamentos das vacinas serão realizados conforme demanda do Estado. O secretário da saúde do Ceará, Marcos Gadelha, reforça a importância da população no processo de mitigação da pandemia no Ceará. “Precisa haver uma participação cidadã no processo de convencimento das pessoas que ainda não se vacinaram, pois apenas aumentando a cobertura vacinal iremos diminuir o número de casos e o risco de surgimento de novas variantes do vírus”, afirma. Confira abaixo a lista dos 139 municípios que receberam as doses de vacina CoronaVac: Abaiara Acarape Acaraú Acopiara Altaneira Antonina do Norte Apuiarés Aquiraz Aracati Aracoiaba Ararendá Araripe Aratuba Arneiroz Assaré Baixio Banabuiú Barbalha Barreira Barroquinha Baturité Beberibe Boa Viagem Brejo Santo Camocim Campos Sales Canindé Capistrano Caridade Caririaçu Carnaubal Cascavel Catunda Cedro Chaval Choró Coreaú Crateús Croatá Deputado Irapuan Pinheiro Eusébio Forquilha Fortaleza Fortim General Sampaio Granjeiro Groaíras Guaiúba Guaraciaba do Norte Guaramiranga Hidrolândia Ibaretama Ibiapina Ibicuitinga Icapuí Icó Independência Ipaporanga Ipaumirim Ipueiras Irauçuba Itaiçaba Itaitinga Itapagé Itapipoca Itapiúna Itarema Jaguaribe Jaguaruana Jardim Juazeiro do Norte Jucás Lavras da Mangabeira Madalena Maracanaú Maranguape Marco Martinópole Massapê Meruoca Milhã Missão Velha Mombaça Monsenhor Tabosa Morada Nova Moraújo Morrinhos Mucambo Mulungu Nova Olinda Nova Russas Novo Oriente Orós Pacajus Pacatuba Pacoti Pacujá Palhano Palmácia Paracuru Paraipaba Parambu Paramoti Pedra Branca Pentecoste Piquet Carneiro Poranga Potengi Quiterianópolis Quixadá Quixeramobim Quixeré Redenção Reriutaba Russas Saboeiro Salitre Santa Quitéria Santana do Acaraú Santana do Cariri São Benedito São Gonçalo do Amarante São Luís do Curu Senador Pompeu Sobral Solonópole Tabuleiro do Norte Tamboril Tauá Tejuçuoca Tianguá Trairi Ubajara Umari Umirim Uruburetama Uruoca Varjota Viçosa do Ceará O Povo

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