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Pfizer solicita à Anvisa inclusão de dose de reforço na bula da vacina

Anvisa terá 30 dias para responder demanda da farmacêutica. Se aprovada, nova dose poderá ser aplicada em pessoas a partir de 12 anos Foto: Shutterstock A farmacêutica Pfizer pediu à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorização para aplicar dose de reforço da vacina Comirnaty em voluntários que receberam as duas primeiras doses do imunizante há, pelo menos, seis meses. Atualmente, a bula da vacina da Pfizer prevê a aplicação de apenas duas doses. E a autorização para uma dose de reforço depende de aprovação da agência reguladora, responsável por atestar a segurança e a eficácia da mudança, por meio de “procedimentos rígidos de Boas Práticas Clínicas”, segundo divulgou a Anvisa.  Caso o pedido de alteração da posologia seja aprovado, a dose de reforço poderá ser aplicada em todas as pessoas a partir dos 12 anos já imunizadas com a vacina da Pfizer. Na tarde desta terça-feira (28), a Anvisa confirmou ter recebido a solicitação de inclusão da nova dose na bula, mas frisou que o prazo para avaliação do pedido é de 30 dias. Isso se não houver necessidade de esclarecimentos adicionais, conforme previsto no artigo 7 da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 415/2020. Segundo a agência reguladora, o estudo clínico que a Pfizer apresentou “para subsidiar as alegações de eficácia e segurança da aplicação da dose de reforço contou com a participação de voluntários brasileiros. O protocolo clínico foi aprovado pela Anvisa em 18 de junho deste ano. Além do Brasil, participaram desse estudo voluntários dos Estados Unidos e da África do Sul”. A vacina da Pfizer foi a primeira a obter registro definitivo no Brasil, no dia 23 de fevereiro. Até então, apenas a CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, e o imunizante produzido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em parceria com a Universidade de Oxford e o laboratório inglês AstraZeneca eram autorizados para uso emergencial no País. Diário do Nordeste

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Ceará gera 16,5 mil empregos em agosto de 2021 e registra 3º melhor saldo do Nordeste

O setor que mais contratou no Estado durante o mês passado foi o segmento de serviços, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados Foto: CNI/José Paulo Lacerda O Ceará contratou mais que demitiu e gerou 16.506 empregos durante o mês de agosto de 2021. A informação foi revelada pelo levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia, divulgado nesta quarta-feira, 29 de setembro.  Com registro de 48.232 contratações e 31.725 demissões, o desempenho do Ceará foi o terceiro melhor do Nordeste com relação ao mercado formal de trabalho. Na liderança da região está a Bahia com 17.882 novas vagas geradas no último mês, seguida por Pernambuco, com saldo positivo de 17.215 novos postos de trabalho.  No acumulado do ano, o Ceará registra 312 mil admissões e 250 mil desligamentos. Entre janeiro e agosto de 2021, o cenário positivo reflete-se no registro de aproximadamente 62 mil postos de trabalho. Resultado é o segundo maior saldo entre os noves estados do Nordeste, atrás apenas da Bahia que em igual período registra 98,8 mil contratações. Geração de emprego no Ceará por setores  A distribuição das novas contratações ocorre de forma não linear entre os setores econômicos do Estado. Em agosto, o setor de serviços empregou mais que demitiu, com 7,8 mil contratos formais no Estado, enquanto a indústria de modo geral teve saldo final de 3,5 mil contratados. Entre os grandes segmentos, o que menos realizou mais admissões foi a agropecuária, com 725 novas vagas abertas no último mês. O panorama geral ficou da seguinte forma: Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura – 725 mais admissões que demissões Indústria Geral – 3.538 mais admissões que demissões Construção – 1.834 mais admissões que demissões Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas –  2.569 mais admissões que demissões Serviços – 7.841 mais admissões que demissões. O Povo

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Ceará gera 16,5 mil empregos em agosto de 2021 e registra 3º melhor saldo do Nordeste

O setor que mais contratou no Estado durante o mês passado foi o segmento de serviços, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados Foto: CNI/José Paulo Lacerda O Ceará contratou mais que demitiu e gerou 16.506 empregos durante o mês de agosto de 2021. A informação foi revelada pelo levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia, divulgado nesta quarta-feira, 29 de setembro.  Com registro de 48.232 contratações e 31.725 demissões, o desempenho do Ceará foi o terceiro melhor do Nordeste com relação ao mercado formal de trabalho. Na liderança da região está a Bahia com 17.882 novas vagas geradas no último mês, seguida por Pernambuco, com saldo positivo de 17.215 novos postos de trabalho.  No acumulado do ano, o Ceará registra 312 mil admissões e 250 mil desligamentos. Entre janeiro e agosto de 2021, o cenário positivo reflete-se no registro de aproximadamente 62 mil postos de trabalho. Resultado é o segundo maior saldo entre os noves estados do Nordeste, atrás apenas da Bahia que em igual período registra 98,8 mil contratações. Geração de emprego no Ceará por setores  A distribuição das novas contratações ocorre de forma não linear entre os setores econômicos do Estado. Em agosto, o setor de serviços empregou mais que demitiu, com 7,8 mil contratos formais no Estado, enquanto a indústria de modo geral teve saldo final de 3,5 mil contratados. Entre os grandes segmentos, o que menos realizou mais admissões foi a agropecuária, com 725 novas vagas abertas no último mês. O panorama geral ficou da seguinte forma: Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura – 725 mais admissões que demissões Indústria Geral – 3.538 mais admissões que demissões Construção – 1.834 mais admissões que demissões Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas –  2.569 mais admissões que demissões Serviços – 7.841 mais admissões que demissões. O Povo

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CBF remarca jogos adiados do Ceará contra Bahia e Palmeiras

Confronto contra o Alviverde Paulista foi agendado para 20 de outubro, enquanto o jogo contra o tricolor baiano foi para o dia 27 Foto: CBF Areunião com a CBF na tarde de ontem, 28, para definir o retorno do público aos estádios nos jogos da Série A do Campeonato Brasileiro, trouxe mais um problema para o Ceará. Isso porque o jogo contra o Bahia, válido pela 23ª rodada da competição, foi adiado para o dia 27 de outubro, por conta do veto à liberação de público por parte do Governo do Estado da Bahia. Além disso, os confrontos contra Internacional-RS e Atlético-MG também correm o risco de serem adiados devido a jogadores convocados dos adversários do Alvinegro na Data Fifa. O Ceará já estava com um jogo atrasado contra o Paimeiras, pela rodada 19, pelo mesmo motivo, que foi agendado para 20 de outubro. Caso não hajam novos adiamentos, o Ceará deve voltar à campo no dia 6, conta o Internacional, válido pela 24ª rodada do Brasileirão. Confira a sequência de jogos agendados do time cearense: 06/10 – Ceará x Internacional* – Rodada 24 09/10 – Atlético-MG x Ceará* – Rodada 25 13/10 – São Paulo X Ceará – Rodada 26 17/10 – Ceará X Red Bull Bragantino – Rodada 27 20/10 – Ceará X Palmeiras – Rodada 19 24/10 – Juventude X Ceará – Rodada 28 27/10 – Bahia X Ceará – Rodada 23 31/10 – Ceará X Fluminense – Rodada 29 O Povo

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Confronto contra o Alviverde Paulista foi agendado para 20 de outubro, enquanto o jogo contra o tricolor baiano foi para o dia 27 Foto: CBF Areunião com a CBF na tarde de ontem, 28, para definir o retorno do público aos estádios nos jogos da Série A do Campeonato Brasileiro, trouxe mais um problema para o Ceará. Isso porque o jogo contra o Bahia, válido pela 23ª rodada da competição, foi adiado para o dia 27 de outubro, por conta do veto à liberação de público por parte do Governo do Estado da Bahia. Além disso, os confrontos contra Internacional-RS e Atlético-MG também correm o risco de serem adiados devido a jogadores convocados dos adversários do Alvinegro na Data Fifa. O Ceará já estava com um jogo atrasado contra o Paimeiras, pela rodada 19, pelo mesmo motivo, que foi agendado para 20 de outubro. Caso não hajam novos adiamentos, o Ceará deve voltar à campo no dia 6, conta o Internacional, válido pela 24ª rodada do Brasileirão. Confira a sequência de jogos agendados do time cearense: 06/10 – Ceará x Internacional* – Rodada 24 09/10 – Atlético-MG x Ceará* – Rodada 25 13/10 – São Paulo X Ceará – Rodada 26 17/10 – Ceará X Red Bull Bragantino – Rodada 27 20/10 – Ceará X Palmeiras – Rodada 19 24/10 – Juventude X Ceará – Rodada 28 27/10 – Bahia X Ceará – Rodada 23 31/10 – Ceará X Fluminense – Rodada 29 O Povo

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Pelé deve receber alta nesta quinta-feira (30), após quase um mês internado

Ex-jogador reagiu bem ao tratamento depois de alguns dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e espera sair andando do hospital Foto: Reprodução/Instagram O ex-jogador Pelé, de 80 anos, receberá alta do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, nesta quinta-feira (30). Ele passou quase um mês internado na unidade de saúde por causa da descoberta de um tumor no cólon direito. As informações são do Estadão. Pelé reagiu bem ao tratamento depois de alguns dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), e espera sair andando do hospital.  Ele foi submetido a um procedimento cirúrgico e aplicação do tratamento em casa. As duas últimas semanas foram de tranquilidade para a equipe médica que o assiste.  O ex-jogador tem como acompanhantes no quarto a esposa, Márcia, e a filha, Kely Nascimento, que voltará para os Estados Unidos nesta semana. Com o recebimento da alta, Pelé deve ficar em casa, no Guarujá. Por enquanto, ele não retornará com nenhuma das atividades que desempenhava anteriormente. Diário do Nordeste

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Ex-jogador reagiu bem ao tratamento depois de alguns dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e espera sair andando do hospital Foto: Reprodução/Instagram O ex-jogador Pelé, de 80 anos, receberá alta do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, nesta quinta-feira (30). Ele passou quase um mês internado na unidade de saúde por causa da descoberta de um tumor no cólon direito. As informações são do Estadão. Pelé reagiu bem ao tratamento depois de alguns dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), e espera sair andando do hospital.  Ele foi submetido a um procedimento cirúrgico e aplicação do tratamento em casa. As duas últimas semanas foram de tranquilidade para a equipe médica que o assiste.  O ex-jogador tem como acompanhantes no quarto a esposa, Márcia, e a filha, Kely Nascimento, que voltará para os Estados Unidos nesta semana. Com o recebimento da alta, Pelé deve ficar em casa, no Guarujá. Por enquanto, ele não retornará com nenhuma das atividades que desempenhava anteriormente. Diário do Nordeste

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Ministério da Saúde desiste de comprar mais 30 milhões de doses do Butantan, diz jornal

Pasta teria justificado que o imunizante CoronoVac não pode ser usado na dose de reforço contra a Covid-19 Foto: Miguel Schincariol/AFP O Ministério da Saúde poderá não levar adiante as tratativas com o Instituto Butantan para aquisição de 30 milhões de doses da CoronaVac. A Pasta alegou que a vacina não pode ser usada como dose de reforço, sendo este o motivo para a desistência do contrato. As informações são do jornal Valor Econômico. Segundo a reportagem, o assunto foi debatido na última segunda-feira (27) em uma reunião entre técnicos da Pasta, do Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass) e do Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems). A decisão recebeu o apoio das entidades durante o encontro, que validaram a justificativa do Ministério da Saúde. Orientação divulgada pela Pasta é que os municípios apliquem preferencialmente doses da Pfizer. Na falta desta, podem ser usados os imunizantes da Janssen ou AstraZeneca. A medida antecipada pelo jornal ainda não foi oficialmente divulgada pelo Governo Federal. Ao Valor, o Instituto Butantan informou que concluiu a entrega de 100 milhões de doses de CoronaVac previstas no Plano Nacional de Imunização (PNI), e confirmou que não houve acordo com a Pasta para a aquisição das outras 30 milhões de doses. A Pasta também foi procurada, mas não se posiciou sobre o assunto.  Entregas Além das 100 milhões de doses, o Butantan iniciou a entrega de 2,5 milhões de imunizantes frutos de compra direta do Ceará, Espírito Santo, Pará, Piauí e Mato Grosso. O Ceará adquiriu três milhões de doses. Deste total, 300 mil foram entregues no último dia 22 de setembro. O restante será enviado mediante demanda da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa).  Com a aquisição do volume, o Ceará alcançou estoque de imunizantes suficiente para concluir a vacinação contra a Covid-19 de 100% da população adulta em todo o Estado, incluindo as primeira e segundas doses (D1 e D2).  Diário do Nordeste

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STF decide nesta quarta como Bolsonaro deverá depor

Decisão será sobre Bolsonaro se manifestar por escrito em investigação de suposto uso da PF para proteção de seus filhos. Tendência seria a de que o depoimento ocorra de forma presencial Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) devem decidir, em julgamento marcado para esta quarta-feira, 29, que o presidente Jair Bolsonaro preste depoimento presencialmente às autoridades policiais no inquérito que apura se ele tentou interferir politicamente no comando da Polícia Federal. A pauta no plenário da Corte questiona se o chefe do Executivo pode se manifestar por escrito na investigação aberta a partir da denúncia do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro de suposto uso da corporação para proteger seus filhos e aliados. Segundo o Estadão apurou com integrantes da Corte, a tendência é de que seja mantido o entendimento defendido pelo relator original do caso, Celso de Mello, que, antes de se aposentar, votou para que o depoimento do presidente seja realizado presencialmente. Com a matéria parada há quase um ano no STF, os magistrados não têm pressa em julgá-la e analisam com atenção os seus efeitos após o recuo tático de Bolsonaro costurado pelo ex-presidente Michel Temer (MDB). Celso de Mello decidiu que o presidente é obrigado a depor pessoalmente quando estiver na condição de investigado, mesmo que o artigo 221 do Código de Processo Penal diga que autoridades como presidente e vice-presidente da República, senadores e deputados federais poderão optar pela prestação de depoimento por escrito. O ministro aposentado argumentou que a lei só se aplica em caso de vítimas e testemunhas. De saída do governo, Moro declarou, em abril do ano passado que Bolsonaro estava operando mudanças na diretoria da PF para evitar que investigações atingissem seu círculo de alianças. Em dezembro de 2020, o ministro Alexandre de Moraes, atual relator do inquérito, remeteu o caso ao colegiado do Supremo após Bolsonaro declarar, por meio da Advocacia-Geral da União (AGU), que não iria prestar depoimento. O Povo

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STF decide nesta quarta como Bolsonaro deverá depor

Decisão será sobre Bolsonaro se manifestar por escrito em investigação de suposto uso da PF para proteção de seus filhos. Tendência seria a de que o depoimento ocorra de forma presencial Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) devem decidir, em julgamento marcado para esta quarta-feira, 29, que o presidente Jair Bolsonaro preste depoimento presencialmente às autoridades policiais no inquérito que apura se ele tentou interferir politicamente no comando da Polícia Federal. A pauta no plenário da Corte questiona se o chefe do Executivo pode se manifestar por escrito na investigação aberta a partir da denúncia do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro de suposto uso da corporação para proteger seus filhos e aliados. Segundo o Estadão apurou com integrantes da Corte, a tendência é de que seja mantido o entendimento defendido pelo relator original do caso, Celso de Mello, que, antes de se aposentar, votou para que o depoimento do presidente seja realizado presencialmente. Com a matéria parada há quase um ano no STF, os magistrados não têm pressa em julgá-la e analisam com atenção os seus efeitos após o recuo tático de Bolsonaro costurado pelo ex-presidente Michel Temer (MDB). Celso de Mello decidiu que o presidente é obrigado a depor pessoalmente quando estiver na condição de investigado, mesmo que o artigo 221 do Código de Processo Penal diga que autoridades como presidente e vice-presidente da República, senadores e deputados federais poderão optar pela prestação de depoimento por escrito. O ministro aposentado argumentou que a lei só se aplica em caso de vítimas e testemunhas. De saída do governo, Moro declarou, em abril do ano passado que Bolsonaro estava operando mudanças na diretoria da PF para evitar que investigações atingissem seu círculo de alianças. Em dezembro de 2020, o ministro Alexandre de Moraes, atual relator do inquérito, remeteu o caso ao colegiado do Supremo após Bolsonaro declarar, por meio da Advocacia-Geral da União (AGU), que não iria prestar depoimento. O Povo

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