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Alta até 8% no preço de cervejas da Ambev a bares e restaurantes será repassada ao consumidor cearense

A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes no Ceará (Abrasel-CE) esclarece que o encarecimento será a partir da segunda-feira, 4 de outubro, na Ambev, mas somente começará a valer quando os estoques dos estabelecimentos forem renovados Foto: Reprodução/Unsplash Os preços das cervejas da Ambev vão aumentar entre 6% e 8% em todo o País e os estabelecimentos de alimentação fora do lar não têm como segurar essa alta, que será repassada ao consumidor integralmente. O encarecimento se dará em embalagens deste 600ml até descartáveis. A informação é da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes no Ceará (Abrasel-CE), que esclarece que o encarecimento será a partir da segunda-feira, 4 de outubro, na Ambev, mas somente começará a valer quando os estoques dos estabelecimentos forem renovados. Em nota ao O POVO, a Ambev informa que faz, periodicamente, ajustes nos preços de seus produtos e as mudanças variam de acordo com as regiões, marca, canal de venda e embalagem. Taiene Righetto, presidente Abrasel-CE, informa que o aumento no valor da gelada vai variar muito do tipo de distribuidora e embalagem, mas vai de 6% a 8%. Ele acrescenta que no Ceará o sentimento do impacto é muito grande, pois na Grande Fortaleza, por exemplo, há uma das maiores inflações do País. O empresário ainda se queixa das restrições de funcionamento dos restaurantes no Estado, que continuam com capacidade de operação reduzida em 50%, além disso, o limite de hora é até uma da manhã. Outro peso no orçamento dos bares e restaurantes detalhado por Taiene é a energia elétrica e o aluguel. “A negociação com imobiliárias tem sido difícil”, diz. Acrescenta ainda que o faturamento dos empreendimentos está a 65% do nível pré-pandemia. “Não tem outra saída. Esse impacto (valor maior das cervejas) vai ser sentido por todo mundo”. Sobre a Ambev, ele diz que entende o aumento, pois a alta na conta de luz também chegou para a indústria, bem como a inflação nos preços dos insumos para produção de cerveja. Sem impostos e fretes, a alta acumulada em 2021, de janeiro a agosto, chega a 4,11% nos preços de porta de fábrica das bebidas, e de 5,89% nos últimos 12 meses, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira, 29, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Preços na indústria O aumento de preços pode ser visto na indústria como um todo, que subiram 1,86% frente ao mês anterior em agosto. Com isso, as 24 atividades analisadas tiveram alta de valores o que somente havia ocorrido em agosto de 2020. Os dados são do Índice de Preços ao Produtor (IPP) divulgados nesta quarta-feira, 29, pelo IBGE, que mede a variação dos preços de produtos na “porta da fábrica”, sem impostos e frete das indústrias extrativas e da transformação. No ano, o aumento acumulado nos preços da indústria chegou a 23,55% e, em 12 meses, a 33,08%. “A demanda aquecida do comércio internacional e a desvalorização do Real frente ao dólar vêm impactando os preços industriais no mercado interno. O movimento dos preços do minério de ferro e do óleo bruto do petróleo, por exemplo, afeta de forma quase direta os setores de químicos, de refino e de metalurgia. No setor alimentício, as exportações de commodities, como soja e milho, pressionam para cima os custos das rações para animais e, por consequência, das carnes”, esclarece Manuel Souza Neto, gerente do IPP. O setor de alimentos foi o que mais influenciou o resultado geral do IPP de agosto (0,51 ponto percentual). Na comparação com o mês de julho, os alimentos subiram 2,19%, sendo a sétima taxa positiva observada ao longo do ano (a única negativa foi a de junho, em 0,14%) e a segunda maior de 2021, perdendo apenas para os 2,66% registrados em abril. No ano, o segmento acumula alta de 12,47%. O Povo

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Ceará tem condições favoráveis de chuva no noroeste e no litoral

Precipitações devem se formar nas regiões entre a tarde e a noite. No entanto, registros não devem ser tão intensos, informa Funceme Foto: Fábio Lima O Ceará apresenta condições favoráveis de chuva, entre esta quarta-feira, 29, e quinta-feira, 30, na região noroeste e no litoral do Estado. Segundo previsão da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), as precipitações devem ocorrer nos litorais do Pecém e de Fortaleza.  Entre a tarde e a noite desta quarta, 29, há possibilidade de chuva na Ibiapaba e no Litoral Norte. Fatores como umidade, temperatura, relevo e a atuação de ventos que sopram do continente para o mar favorecem a formação das precipitações, informa a Fundação. Registros não devem ser muito intensos. Na quinta-feira, 30, o noroeste tem uma “possibilidade alta” de chuva. Já nos litorais do Pecém e de Fortaleza, assim como no Sertão Central e Inhamuns, há uma chance “baixa” de que precipitações aconteçam no período. Nas demais regiões do Estado, entre hoje e amanhã o céu deve variar entre parcialmente nublado a poucas nuvens. Funceme alertou ainda sobre possibilidade de “rajadas de vento pontuais próximo ao litoral e na Ibiapaba”, com valores entre 50 km/h e 60 km/h. Sobre a umidade relativa do ar, nesta quarta, 29, o índice deve ficar abaixo de 20% no Cariri e entre 20% e 30% no Sertão Central e Inhamuns e no sul da Jaguaribana.  O Povo

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Precipitações devem se formar nas regiões entre a tarde e a noite. No entanto, registros não devem ser tão intensos, informa Funceme Foto: Fábio Lima O Ceará apresenta condições favoráveis de chuva, entre esta quarta-feira, 29, e quinta-feira, 30, na região noroeste e no litoral do Estado. Segundo previsão da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), as precipitações devem ocorrer nos litorais do Pecém e de Fortaleza.  Entre a tarde e a noite desta quarta, 29, há possibilidade de chuva na Ibiapaba e no Litoral Norte. Fatores como umidade, temperatura, relevo e a atuação de ventos que sopram do continente para o mar favorecem a formação das precipitações, informa a Fundação. Registros não devem ser muito intensos. Na quinta-feira, 30, o noroeste tem uma “possibilidade alta” de chuva. Já nos litorais do Pecém e de Fortaleza, assim como no Sertão Central e Inhamuns, há uma chance “baixa” de que precipitações aconteçam no período. Nas demais regiões do Estado, entre hoje e amanhã o céu deve variar entre parcialmente nublado a poucas nuvens. Funceme alertou ainda sobre possibilidade de “rajadas de vento pontuais próximo ao litoral e na Ibiapaba”, com valores entre 50 km/h e 60 km/h. Sobre a umidade relativa do ar, nesta quarta, 29, o índice deve ficar abaixo de 20% no Cariri e entre 20% e 30% no Sertão Central e Inhamuns e no sul da Jaguaribana.  O Povo

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Mulher presa por mandar matar marido pode ser solta após conclusão do inquérito

A prisão preventiva da Maria Aparecida foi mantida pela Justiça durante audiência de custódia, mas decisão pode mudar após entrega de relatório policial Foto: TV Verdes Mares / Reprodução O delegado Daniel Aragão apresentará, até esta quinta-feira (30), o relatório final do procedimento investigatório que investiga a analista de crédito Maria Aparecida Barroso, de 36 anos, presa por tentativa de homicídio contra o marido e a enteada, em Canindé, no Interior do Ceará. Com a conclusão do inquérito, a Justiça definirá pela soltura da suspeita ou a permanência dela na cadeia durante a instrução processual. Segundo o delegado, não há mais necessidade de mantê-la na unidade policial. “A prisão temporária ocorre para concluirmos a investigação. No caso, ela entregou os telefones, disse como contratou os atiradores e (deu) todos os detalhes (do caso)”, explicou Aragão ao Diário do Nordeste.  A prisão temporária de Maria Aparecida foi mantida pela Justiça, na tarde desta terça-feira (28), durante audiência realizada no Fórum do Município. No entanto, segundo a defesa da suspeita, o Juízo da 1ª Vara da Comarca de Canindé solicitou a autoridade policial mais informações e deve apreciar a possibilidade de revogar a prisão.   Conforme Renata Fonseca, advogada da suspeita, se o documento for entregue até amanhã, a liberdade pode ser deferida até sexta-feira (1º).  “Minha cliente foi presa, cautelarmente, na segunda-feira (27), por volta das 16h30. A audiência ocorreu ontem (28), às 13h30. Então, a juíza ainda não tinha o posicionamento da autoridade policial”, detalha.  “Esperamos que, com a entrega do relatório que informa que não se faz mais necessária a prisão temporária, ela saia até o fim do dia de amanhã e, no mais tardar, até sexta”, observa.  Já o inquérito contra o outro acusado de participação no crime, Antonio Herilson da Silva Lopes, de 26 anos, ainda não foi concluído, segundo o delegado.  ACUSADA VIVIA SOB AMEAÇAS Segundo a investigação, há cerca de dois anos, Maria Aparecida Barroso tenta se separar de Jaelson Oliveira, de 36 anos, após descobrir que ele mantinha relações sexuais com a própria filha. Durante depoimentos, ela relatou ser violentada física e psicologicamente. Por esta razão, temia-denunciá-lo. “Aparecida foi ameaçada de morte. Assim como tantas mulheres, não conseguiu se desvencilhar da situação”, explicou a defesa, apontando que ela faz tratamento psicológico.   TENTATIVA DE HOMICÍDIO  Jaelson Oliveira e a filha, de 20 anos, levaram tiros na entrada de casa, no último dia 29 de junho. A esposa dele, Maria Aparecida Barroso, confessou ter planejado o assassinato. Os dois sobreviveram, mas o pai segue internado em um hospital. Conforme a investigação, o ato criminoso tinha como alvo o homem que mantinha o relacionamento sexual com a própria filha, mas a jovem acabou sendo lesionada durante a ação.  O Diário do Nordeste apurou que, ao ver o pai baleado, ela correu para ajudá-lo, mas levou um tiro que acertou um dos olhos. A jovem foi socorrida para um hospital da região e já recebeu alta hospitalar, mas perdeu a visão do olho atingido.   ENTENDA O CASO Após sofrer violência física, psicológica e diversas tentativas frustradas de separação do marido, Maria Aparecida Barroso planejou o assassinato de Jaelson de Oliveira. Ela teve a ajuda de Antonio Herilson da Silva Lopes. Conforme a investigação, esse parceiro do crime tinha um relacionamento casual com a enteada de Aparecida. A jovem teria convidado Antonio Herilson para uma relação sexual com outra pessoa. Somente após a concretização do ato, ele teria identificado quem era o terceiro envolvido. Revoltado, se recusou a participar de novos encontros com pai e filha, apesar das insistências de Jaelson.  Antonio procurou, segundo a investigação, Aparecida para contar sobre o caso. Juntos, então, planejaram o assassinato de Jaelson. Ela deu dinheiro para que ele contratasse homens para praticar o crime. POLÍCIA INVESTIGA SE PAI COMETEU ESTUPRO DE VULNERÁVEL CONTRA FILHA A Polícia Civil do Estado (PC-CE) também investiga se Jaelson cometeu estupro de vulnerável contra a filha. As investigações apontam que o incesto ocorre há pelo menos dois anos. Na tarde dessa terça-feira (28), a mãe da jovem prestou depoimento na Delegacia Regional do Município.  Ela relatou que a filha mora com o pai desde os 15 anos, mas não sabe informar se abusos ocorreram antes. Apesar de ser um tabu moral e religioso, o incesto (sexo entre familiares) não é considerado ilegal pela legislação brasileira — desde que a relação seja consentida pelos adultos envolvidos. No entanto, a prática configura-se crime quando ocorre o estupro de vulnerável, ou seja, a violência sexual contra crianças, adolescentes ou quando a vítima não consegue oferecer resistência ao ato por qualquer motivo.  Reprodução: Diário do Nordeste

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A prisão preventiva da Maria Aparecida foi mantida pela Justiça durante audiência de custódia, mas decisão pode mudar após entrega de relatório policial Foto: TV Verdes Mares / Reprodução O delegado Daniel Aragão apresentará, até esta quinta-feira (30), o relatório final do procedimento investigatório que investiga a analista de crédito Maria Aparecida Barroso, de 36 anos, presa por tentativa de homicídio contra o marido e a enteada, em Canindé, no Interior do Ceará. Com a conclusão do inquérito, a Justiça definirá pela soltura da suspeita ou a permanência dela na cadeia durante a instrução processual. Segundo o delegado, não há mais necessidade de mantê-la na unidade policial. “A prisão temporária ocorre para concluirmos a investigação. No caso, ela entregou os telefones, disse como contratou os atiradores e (deu) todos os detalhes (do caso)”, explicou Aragão ao Diário do Nordeste.  A prisão temporária de Maria Aparecida foi mantida pela Justiça, na tarde desta terça-feira (28), durante audiência realizada no Fórum do Município. No entanto, segundo a defesa da suspeita, o Juízo da 1ª Vara da Comarca de Canindé solicitou a autoridade policial mais informações e deve apreciar a possibilidade de revogar a prisão.   Conforme Renata Fonseca, advogada da suspeita, se o documento for entregue até amanhã, a liberdade pode ser deferida até sexta-feira (1º).  “Minha cliente foi presa, cautelarmente, na segunda-feira (27), por volta das 16h30. A audiência ocorreu ontem (28), às 13h30. Então, a juíza ainda não tinha o posicionamento da autoridade policial”, detalha.  “Esperamos que, com a entrega do relatório que informa que não se faz mais necessária a prisão temporária, ela saia até o fim do dia de amanhã e, no mais tardar, até sexta”, observa.  Já o inquérito contra o outro acusado de participação no crime, Antonio Herilson da Silva Lopes, de 26 anos, ainda não foi concluído, segundo o delegado.  ACUSADA VIVIA SOB AMEAÇAS Segundo a investigação, há cerca de dois anos, Maria Aparecida Barroso tenta se separar de Jaelson Oliveira, de 36 anos, após descobrir que ele mantinha relações sexuais com a própria filha. Durante depoimentos, ela relatou ser violentada física e psicologicamente. Por esta razão, temia-denunciá-lo. “Aparecida foi ameaçada de morte. Assim como tantas mulheres, não conseguiu se desvencilhar da situação”, explicou a defesa, apontando que ela faz tratamento psicológico.   TENTATIVA DE HOMICÍDIO  Jaelson Oliveira e a filha, de 20 anos, levaram tiros na entrada de casa, no último dia 29 de junho. A esposa dele, Maria Aparecida Barroso, confessou ter planejado o assassinato. Os dois sobreviveram, mas o pai segue internado em um hospital. Conforme a investigação, o ato criminoso tinha como alvo o homem que mantinha o relacionamento sexual com a própria filha, mas a jovem acabou sendo lesionada durante a ação.  O Diário do Nordeste apurou que, ao ver o pai baleado, ela correu para ajudá-lo, mas levou um tiro que acertou um dos olhos. A jovem foi socorrida para um hospital da região e já recebeu alta hospitalar, mas perdeu a visão do olho atingido.   ENTENDA O CASO Após sofrer violência física, psicológica e diversas tentativas frustradas de separação do marido, Maria Aparecida Barroso planejou o assassinato de Jaelson de Oliveira. Ela teve a ajuda de Antonio Herilson da Silva Lopes. Conforme a investigação, esse parceiro do crime tinha um relacionamento casual com a enteada de Aparecida. A jovem teria convidado Antonio Herilson para uma relação sexual com outra pessoa. Somente após a concretização do ato, ele teria identificado quem era o terceiro envolvido. Revoltado, se recusou a participar de novos encontros com pai e filha, apesar das insistências de Jaelson.  Antonio procurou, segundo a investigação, Aparecida para contar sobre o caso. Juntos, então, planejaram o assassinato de Jaelson. Ela deu dinheiro para que ele contratasse homens para praticar o crime. POLÍCIA INVESTIGA SE PAI COMETEU ESTUPRO DE VULNERÁVEL CONTRA FILHA A Polícia Civil do Estado (PC-CE) também investiga se Jaelson cometeu estupro de vulnerável contra a filha. As investigações apontam que o incesto ocorre há pelo menos dois anos. Na tarde dessa terça-feira (28), a mãe da jovem prestou depoimento na Delegacia Regional do Município.  Ela relatou que a filha mora com o pai desde os 15 anos, mas não sabe informar se abusos ocorreram antes. Apesar de ser um tabu moral e religioso, o incesto (sexo entre familiares) não é considerado ilegal pela legislação brasileira — desde que a relação seja consentida pelos adultos envolvidos. No entanto, a prática configura-se crime quando ocorre o estupro de vulnerável, ou seja, a violência sexual contra crianças, adolescentes ou quando a vítima não consegue oferecer resistência ao ato por qualquer motivo.  Reprodução: Diário do Nordeste

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Icasa aguarda indenização após Justiça penhorar R$ 52 milhões da CBF em ação sobre a Série B 2013

Clube alega que prosseguimento do processo ocorreu sem consentimento e que a CBF deve recorrer Foto: Antônio Rodrigues No último fim de semana, o Icasa conseguiu uma decisão favorável contra a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), com o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) realizando uma penhora de R$ 52 milhões da entidade após acordo entre ela e o clube cearense não acontecer. O Verdão move ação contra a CBF desde 2014, alegando escalação irregular do atleta Luan, do Figueirense, na Série B do ano anterior, sendo prejudicado por não ter sido promovido à Série A, mesmo com a mentora do futebol brasileiro tendo admitido o erro na escalação do jogador. Sem acordo A Justiça havia condenado a CBF para pagamento da dívida ao Icasa no prazo de 15 dias, mas ambos entraram em um consenso para suspender o processo por 180 dias e negociarem um acordo. O prazo acabou, um acordo não foi feito e, agora, o trâmite do processo prossegue, com o deferimento da penhora contra a CBF. Apesar da decisão favorável, ela não foi vista com otimismo pelo presidente do Icasa, Francisco França, em entrevista ao Diário do Nordeste. Segundo o mandatário, a solicitação para o prosseguimento do processo realizado pelo advogado ocorreu sem o consentimento do clube e que a CBF deve recorrer, dificultando um acordo. França lamenta que o clube possa ser prejudicado por uma demora em acordo com a CBF, já que o clube acumula uma dívida de 15 milhões e tem 180 ações trabalhistas. “O Icasa hoje tem uma dívida de R$ 15 milhões e 180 ações trabalhistas, que estão crescendo. O clube está inviabilizado de recursos. Se tivermos logo um acordo, podemos resolver estas pendências e seguir em frente. Mas pode demorar muito agora”, lamentou. Proposta O mandatário icasiano afirmou que o clube tinha uma proposta de acordo e que o clube não pode esperar tanto tempo para receber o que tem direito. “A proposta de acordo que fizemos era de R$ 25 milhões. Mas agora mudou tudo após essa ação de penhora. Vamos aguardar e ver se uma nova negociação de abre. Um acordo tem que sair logo. O Icasa não pode esperar dois, três anos para receber esse recurso”. Em seguida, França admitiu que o valor é inferior ao que o Icasa perdeu por não disputar a Sèrie A de 2014, nmas que o montante ajudaria o clube a se reerguer.  “O valor que o clube espera receber não representa quase nada do que ele ganharia se jogasse a Série A daquele ano. Ele ganharia R$ 33 milhões só de cota, teriam as rendas, patrocinadores. Aumentaria o turismo na região pelos jogos que teríamos aqui com times grandes. O que aconteceu foi muito ruim para Juazeiro e o Icasa. O prejuízo é incalculável, mas estamos tentando pelo menos que se repare isso, com o clube se reerguendo após essa injustiça”. Em Campo O Icasa está na Série A do Campeonato Cearense e foi eliminado na 2ª Fase, ao retornar ao certame com um time mais barato após problemas financeiros. Agora, o Verdão se prepara para jogar a Copa Fares Lopes de 2021, que dá uma vaga na Copa do Brasil de 2022. Os problemas financeiros se agravaram, e o time do Cariri jogará com um elenco formado por jogadores da base, mais alguns reforços. “Vamos jogar. Estamos inscritos.  Temos jogadores da nossa categoria de base e vamos contratar alguns atletas para completar o elenco”, finalizou França. Diário do Nordeste

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Icasa aguarda indenização após Justiça penhorar R$ 52 milhões da CBF em ação sobre a Série B 2013

Clube alega que prosseguimento do processo ocorreu sem consentimento e que a CBF deve recorrer Foto: Antônio Rodrigues No último fim de semana, o Icasa conseguiu uma decisão favorável contra a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), com o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) realizando uma penhora de R$ 52 milhões da entidade após acordo entre ela e o clube cearense não acontecer. O Verdão move ação contra a CBF desde 2014, alegando escalação irregular do atleta Luan, do Figueirense, na Série B do ano anterior, sendo prejudicado por não ter sido promovido à Série A, mesmo com a mentora do futebol brasileiro tendo admitido o erro na escalação do jogador. Sem acordo A Justiça havia condenado a CBF para pagamento da dívida ao Icasa no prazo de 15 dias, mas ambos entraram em um consenso para suspender o processo por 180 dias e negociarem um acordo. O prazo acabou, um acordo não foi feito e, agora, o trâmite do processo prossegue, com o deferimento da penhora contra a CBF. Apesar da decisão favorável, ela não foi vista com otimismo pelo presidente do Icasa, Francisco França, em entrevista ao Diário do Nordeste. Segundo o mandatário, a solicitação para o prosseguimento do processo realizado pelo advogado ocorreu sem o consentimento do clube e que a CBF deve recorrer, dificultando um acordo. França lamenta que o clube possa ser prejudicado por uma demora em acordo com a CBF, já que o clube acumula uma dívida de 15 milhões e tem 180 ações trabalhistas. “O Icasa hoje tem uma dívida de R$ 15 milhões e 180 ações trabalhistas, que estão crescendo. O clube está inviabilizado de recursos. Se tivermos logo um acordo, podemos resolver estas pendências e seguir em frente. Mas pode demorar muito agora”, lamentou. Proposta O mandatário icasiano afirmou que o clube tinha uma proposta de acordo e que o clube não pode esperar tanto tempo para receber o que tem direito. “A proposta de acordo que fizemos era de R$ 25 milhões. Mas agora mudou tudo após essa ação de penhora. Vamos aguardar e ver se uma nova negociação de abre. Um acordo tem que sair logo. O Icasa não pode esperar dois, três anos para receber esse recurso”. Em seguida, França admitiu que o valor é inferior ao que o Icasa perdeu por não disputar a Sèrie A de 2014, nmas que o montante ajudaria o clube a se reerguer.  “O valor que o clube espera receber não representa quase nada do que ele ganharia se jogasse a Série A daquele ano. Ele ganharia R$ 33 milhões só de cota, teriam as rendas, patrocinadores. Aumentaria o turismo na região pelos jogos que teríamos aqui com times grandes. O que aconteceu foi muito ruim para Juazeiro e o Icasa. O prejuízo é incalculável, mas estamos tentando pelo menos que se repare isso, com o clube se reerguendo após essa injustiça”. Em Campo O Icasa está na Série A do Campeonato Cearense e foi eliminado na 2ª Fase, ao retornar ao certame com um time mais barato após problemas financeiros. Agora, o Verdão se prepara para jogar a Copa Fares Lopes de 2021, que dá uma vaga na Copa do Brasil de 2022. Os problemas financeiros se agravaram, e o time do Cariri jogará com um elenco formado por jogadores da base, mais alguns reforços. “Vamos jogar. Estamos inscritos.  Temos jogadores da nossa categoria de base e vamos contratar alguns atletas para completar o elenco”, finalizou França. Diário do Nordeste

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Ao menos 137 mil trabalhadores da saúde no Ceará podem tomar reforço da vacina em outubro

O Ministério da Saúde orientou a aplicação da dose extra, mas não divulgou quando deve ocorrer. Cerca de 32 mil pessoas neste grupo foram contaminadas Foto: Thiago Gadelha O reforço na proteção contra a Covid-19 daqueles que atuam na área da saúde foi oficialmente orientado, na sexta-feira (24), pelo Ministério da Saúde com a recomendação da aplicação da dose extra neste grupo. No Ceará, ao menos, 137.697 trabalhadores da saúde, que tomaram a segunda dose até o dia 30 de março, estão aptos a receberem a nova dose em outubro. A estimativa foi feita pelo Diário do Nordeste, baseada em dados do Vacinômetro Covid e números do Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SIPNI).   Contudo, a Secretaria Estadual da Saúde (Sesa) informa que ainda aguarda uma nota técnica do Ministério da Saúde para definir quando e como a nova etapa realmente terá início. O número projetado pode variar, já que o SIPNI é alimentado constantemente pelos municípios. No Brasil, em cidades dos estados do Mato Grosso do Sul, do Maranhão, do Rio de Janeiro e de São Paulo, as gestões já decidiram começar a vacinar os trabalhadores da saúde. Em alguns municípios desses estados, a dose de reforço tem sido aplicada de forma decrescente por idade nesse grupo. Em outros, a prioridade de aplicação é quem está no exercício efetivo das funções nas unidades de saúde.  Novo momento da campanha A nova aplicação, conforme determina o Ministério da Saúde, deve ser realizada preferencialmente com a vacina da Pfizer e o grupo deverá receber a nova dose seis meses após o profissional ter completado o ciclo vacinal (com as duas doses ou a dose única) independentemente de qual imunizante tomou. No Ceará, os profissionais aptos a já receberem o reforço em outubro, de acordo com o SIPNI, tomaram a 1ª e a 2ª dose da Coronavac. Dentre os 137 mil estão: agentes comunitários de saúde, médicos, auxiliares de enfermagem, enfermeiros, médicos, odontólogos e fisioterapeutas.  No Estado, 32 mil pessoas, enquadradas neste grupo, foram contaminadas. Dentre aqueles que perderam a vida, estavam médicos, técnicos e auxiliares de enfermagem, enfermeiros, agentes de combate a endemias, condutores de ambulância, cirurgião dentista, farmacêuticos e nutricionista.  O Sindicato dos Médicos do Ceará, há alguns meses, solicita a aplicação da dose de reforço da vacina, tendo em vista a permanente exposição dos profissionais ao vírus e o avanço das variantes. Em pesquisa realizada entre os médicos, na qual 824 profissionais responderam, segundo a entidade, 87,3% afirmaram ter interesse que o Sindicato atue para garantir uma terceira dose do imunizante. Para a vice-presidente do Sindicato de Enfermeiros do Estado do Ceará (Senece), Telma Cordeiro, após a vacinação dos idosos, a dos trabalhadores da saúde “deve ser uma prioridade. Porque somos nós que ainda estamos na linha de frente. Resta saber como vai funcionar”, acrescenta.  De acordo com Telma, que atua no Hospital São José, o Sindicato avalia ser de extrema necessidade que os trabalhadores da saúde recebam a terceira dose da vacina. No Estado, segundo dados do Integrasus, a dinâmica dos casos de Covid entre trabalhadores da saúde seguiu o movimento das duas ondas de contaminação da população em geral. Houve pico em maio de 2020, com 6,4 mil casos, e na segunda onda; o maior número de confirmações ocorreu em março, com 1,8 mil contaminações.  De março de 2021 em diante, há um recuo expressivo e consecutivo nos registros entre trabalhadores da saúde. Em setembro, até o dia 27, foram 43 confirmações no mês.   “Avalio que a vacinação influenciou muito. Mesmo com toda a problemática da (variante) delta, nós não tivemos os casos esperados. No Brasil, praticamente paramos na segunda onda e estamos segurando para que não venha ocorrer. A vacinação contribui muito.Tem tido uma diminuição bem drástica dos casos”, completa Telma.  Diário do Nordeste

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Ao menos 137 mil trabalhadores da saúde no Ceará podem tomar reforço da vacina em outubro

O Ministério da Saúde orientou a aplicação da dose extra, mas não divulgou quando deve ocorrer. Cerca de 32 mil pessoas neste grupo foram contaminadas Foto: Thiago Gadelha O reforço na proteção contra a Covid-19 daqueles que atuam na área da saúde foi oficialmente orientado, na sexta-feira (24), pelo Ministério da Saúde com a recomendação da aplicação da dose extra neste grupo. No Ceará, ao menos, 137.697 trabalhadores da saúde, que tomaram a segunda dose até o dia 30 de março, estão aptos a receberem a nova dose em outubro. A estimativa foi feita pelo Diário do Nordeste, baseada em dados do Vacinômetro Covid e números do Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SIPNI).   Contudo, a Secretaria Estadual da Saúde (Sesa) informa que ainda aguarda uma nota técnica do Ministério da Saúde para definir quando e como a nova etapa realmente terá início. O número projetado pode variar, já que o SIPNI é alimentado constantemente pelos municípios. No Brasil, em cidades dos estados do Mato Grosso do Sul, do Maranhão, do Rio de Janeiro e de São Paulo, as gestões já decidiram começar a vacinar os trabalhadores da saúde. Em alguns municípios desses estados, a dose de reforço tem sido aplicada de forma decrescente por idade nesse grupo. Em outros, a prioridade de aplicação é quem está no exercício efetivo das funções nas unidades de saúde.  Novo momento da campanha A nova aplicação, conforme determina o Ministério da Saúde, deve ser realizada preferencialmente com a vacina da Pfizer e o grupo deverá receber a nova dose seis meses após o profissional ter completado o ciclo vacinal (com as duas doses ou a dose única) independentemente de qual imunizante tomou. No Ceará, os profissionais aptos a já receberem o reforço em outubro, de acordo com o SIPNI, tomaram a 1ª e a 2ª dose da Coronavac. Dentre os 137 mil estão: agentes comunitários de saúde, médicos, auxiliares de enfermagem, enfermeiros, médicos, odontólogos e fisioterapeutas.  No Estado, 32 mil pessoas, enquadradas neste grupo, foram contaminadas. Dentre aqueles que perderam a vida, estavam médicos, técnicos e auxiliares de enfermagem, enfermeiros, agentes de combate a endemias, condutores de ambulância, cirurgião dentista, farmacêuticos e nutricionista.  O Sindicato dos Médicos do Ceará, há alguns meses, solicita a aplicação da dose de reforço da vacina, tendo em vista a permanente exposição dos profissionais ao vírus e o avanço das variantes. Em pesquisa realizada entre os médicos, na qual 824 profissionais responderam, segundo a entidade, 87,3% afirmaram ter interesse que o Sindicato atue para garantir uma terceira dose do imunizante. Para a vice-presidente do Sindicato de Enfermeiros do Estado do Ceará (Senece), Telma Cordeiro, após a vacinação dos idosos, a dos trabalhadores da saúde “deve ser uma prioridade. Porque somos nós que ainda estamos na linha de frente. Resta saber como vai funcionar”, acrescenta.  De acordo com Telma, que atua no Hospital São José, o Sindicato avalia ser de extrema necessidade que os trabalhadores da saúde recebam a terceira dose da vacina. No Estado, segundo dados do Integrasus, a dinâmica dos casos de Covid entre trabalhadores da saúde seguiu o movimento das duas ondas de contaminação da população em geral. Houve pico em maio de 2020, com 6,4 mil casos, e na segunda onda; o maior número de confirmações ocorreu em março, com 1,8 mil contaminações.  De março de 2021 em diante, há um recuo expressivo e consecutivo nos registros entre trabalhadores da saúde. Em setembro, até o dia 27, foram 43 confirmações no mês.   “Avalio que a vacinação influenciou muito. Mesmo com toda a problemática da (variante) delta, nós não tivemos os casos esperados. No Brasil, praticamente paramos na segunda onda e estamos segurando para que não venha ocorrer. A vacinação contribui muito.Tem tido uma diminuição bem drástica dos casos”, completa Telma.  Diário do Nordeste

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Casos de dengue por 100 mil habitantes no Ceará: 2021 registra quase o dobro em relação a 2020

 Somando as cinco regiões do estado (Fortaleza, Norte, Cariri, Sertão Central e Litoral Leste), o Ceará tem 27.988 casos confirmados de dengue, 698 de chikungunya e 158 de zika Foto: Gustavo Simão Em relação às arboviroses urbanas, as maiores incidências registradas nos anos de 2021, no Ceará, foram de dengue. Chikungunya e zika demonstraram uma propagação mais lenta, com menor número de registros. Neste ano, o pico de incidência de casos confirmados de dengue ocorreu em junho, com 81 casos por 100 mil habitantes. No ano anterior, o pico de incidência de casos confirmados de dengue ocorreu em abril, com 44 casos por 100 mil habitantes. As informações são do novo Boletim de Arboviroses da Secretaria da Saúde do Ceará, atualizado na última segunda-feira, 27. Somando cinco regiões do Estado (Fortaleza, Norte, Cariri, Sertão Central e Litoral Leste), o Ceará tem 27.988 casos confirmados de dengue, 698 de chikungunya e 158 de zika. Só na Capital, o boletim confirmou 17.336 casos de dengue, 356 de chikungunya e 78 de zika vírus. Em 2020, o total de casos de dengue foi de 20.796. Além disso, oito das 22 coordenadorias de Saúde do Estado apresentaram altas incidências de casos confirmados de arboviroses: Russas, Limoeiro do Norte, Fortaleza, Canindé, Aracati, Cascavel, Maracanaú e Tianguá, respectivamente. A Sesa também destaca o mapeamento dos casos no município de Russas, com taxa de incidência acumulada acima de 1.000 casos por 100 mil habitantes, considerada muito alta. Em relação à população que contraiu a dengue no Ceará, a faixa etária é predominantemente de indivíduos com 20 a 49 anos, em 55,7% dos casos. Outro dado traduzido no mapeamento de arboviroses é que 56,7% dos casos são do sexo feminino e 28,4% dos casos confirmados ocorreram em menores de 19 anos. Casos graves   Foram confirmados 528 casos de dengue com Sinais de Alarme no Ceará. Houve também a confirmação de 25 casos de Dengue Grave, com dez mortes: Fortaleza (03), Iracema (01), Maracanaú (01), Porteira (01), Sobral (02) e Viçosa do Ceará (02). Os focos do Aedes aegypti se encontram predominante nos depósitos ao nível do solo, com 62,68%, localizados em barril, poço, tambor e tanque. Seguido pelos depósitos móveis como vasos/frascos, pratos, pingadeiras, bebedouros, baldes, com 12,41%.  O Povo

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