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Queiroga compara máscara a preservativo: ‘diminui doenças, mas vou fazer lei pra obrigar o uso?’

Conforme o ministro, com o avanço da vacinação contra a Covid-19 no Brasil, já é possível pensar em retirar a obrigatoriedade do uso de máscaras ao ar livre                Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse nesta sexta-feira (8) que, com o avanço da vacinação contra a Covid-19 no Brasil, já é possível pensar em retirar a obrigatoriedade do uso de máscaras ao ar livre. Ele não deu prazo para autorizar a flexibilização, mas afirmou esperar que ela ocorra em breve. Durante a coletiva de imprensa realizada para detalhar o planejamento da campanha de imunização contra a doença em 2022, Queiroga voltou a falar que a obrigação do uso da máscara por parte dos governos não serve para conscientizar a população sobre a importância do uso do equipamento. Para sustentar sua tese, ele fez uma analogia com o uso de preservativos para evitar infecções sexualmente transmissíveis. “Preservativos diminuem DSTs, vou fazer lei que obrigue a usar preservativo? Nosso problema não é máscara, temos que desmascarar algumas pessoas aí, que têm narrativas que não se sustentam”, criticou. A secretária Extraordinária de Enfrentamento à Covid, Rosana Melo, disse que é preciso ter prudência em relação à liberação das máscaras. “Gostaríamos de ver Zé Gotinha sem máscara, mas não é assim, temos de ter prudência”, declarou, ao falar que vários critérios precisam ser observados em relação à pandemia para decidir sobre isso. TRATAMENTO PRECOCE Questionado sobre o tratamento precoce, Queiroga afirmou que a opinião que tem é desnecessária por já ter emitido juízo em relação ao assunto. “O tratamento inicial está sendo discutido. Já me manifestei sobre isso. É desnecessário me manifestar sobre esse aspecto. Todos sabem qual é minha posição. É preciso destruir narrativas. Se esse documento da Conitec, que prega o não uso do kit Covid como tratamento vazou, vazou de forma inadequada. Quem participa de reuniões privativas do Ministério e divulga, está sujeito a punições”, disse. VACINAS Queiroga disse ainda que o Brasil não precisará das vacinas do Covax Facility em 2022. Ele afirmou acreditar que o imunizante da Janssen obtenha registro definitivo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e “desejar fortemente” que a Coronavac consiga o mesmo. “Quanto mais vacinas que tiverem registro definitivo e que forem incorporados pelo sistema de saúde, podem diminuir o custo. Vamos insistir que vacinas sejam incorporadas na saúde suplementar; vantajoso para operadoras de saúde.” Rosana Melo falou que ainda não se sabe se haverá necessidade de dose de reforço para a população acima dos 12 anos. Segundo Rodrigo Cruz, caso haja necessidade de compra de mais imunizantes, o ministério tem “instrumento” para contratar  Reprodução: Diário do Nordeste

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Conforme o ministro, com o avanço da vacinação contra a Covid-19 no Brasil, já é possível pensar em retirar a obrigatoriedade do uso de máscaras ao ar livre                Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse nesta sexta-feira (8) que, com o avanço da vacinação contra a Covid-19 no Brasil, já é possível pensar em retirar a obrigatoriedade do uso de máscaras ao ar livre. Ele não deu prazo para autorizar a flexibilização, mas afirmou esperar que ela ocorra em breve. Durante a coletiva de imprensa realizada para detalhar o planejamento da campanha de imunização contra a doença em 2022, Queiroga voltou a falar que a obrigação do uso da máscara por parte dos governos não serve para conscientizar a população sobre a importância do uso do equipamento. Para sustentar sua tese, ele fez uma analogia com o uso de preservativos para evitar infecções sexualmente transmissíveis. “Preservativos diminuem DSTs, vou fazer lei que obrigue a usar preservativo? Nosso problema não é máscara, temos que desmascarar algumas pessoas aí, que têm narrativas que não se sustentam”, criticou. A secretária Extraordinária de Enfrentamento à Covid, Rosana Melo, disse que é preciso ter prudência em relação à liberação das máscaras. “Gostaríamos de ver Zé Gotinha sem máscara, mas não é assim, temos de ter prudência”, declarou, ao falar que vários critérios precisam ser observados em relação à pandemia para decidir sobre isso. TRATAMENTO PRECOCE Questionado sobre o tratamento precoce, Queiroga afirmou que a opinião que tem é desnecessária por já ter emitido juízo em relação ao assunto. “O tratamento inicial está sendo discutido. Já me manifestei sobre isso. É desnecessário me manifestar sobre esse aspecto. Todos sabem qual é minha posição. É preciso destruir narrativas. Se esse documento da Conitec, que prega o não uso do kit Covid como tratamento vazou, vazou de forma inadequada. Quem participa de reuniões privativas do Ministério e divulga, está sujeito a punições”, disse. VACINAS Queiroga disse ainda que o Brasil não precisará das vacinas do Covax Facility em 2022. Ele afirmou acreditar que o imunizante da Janssen obtenha registro definitivo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e “desejar fortemente” que a Coronavac consiga o mesmo. “Quanto mais vacinas que tiverem registro definitivo e que forem incorporados pelo sistema de saúde, podem diminuir o custo. Vamos insistir que vacinas sejam incorporadas na saúde suplementar; vantajoso para operadoras de saúde.” Rosana Melo falou que ainda não se sabe se haverá necessidade de dose de reforço para a população acima dos 12 anos. Segundo Rodrigo Cruz, caso haja necessidade de compra de mais imunizantes, o ministério tem “instrumento” para contratar  Reprodução: Diário do Nordeste

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No Ceará, 170 meninas são internadas todo ano, em média, por doenças ligadas à pobreza menstrual

Uso de alternativas ao absorvente, como jornais e panos, é uma das principais causas de infecções íntimas                            Legenda: Tabus ligados à menstruação                    Foto: Shutterstock Menstruar é um processo natural, mas nem sempre saudável para meninas, mulheres e para homens transexuais. A falta de recursos para obter itens de higiene nesse período – a pobreza menstrual – afeta a saúde de dezenas de cearenses anualmente, muitas vezes de forma irreversível. No Ceará, de janeiro a julho deste ano, 62 meninas de 10 a 19 anos foram internadas por agravos de doenças inflamatórias pélvicas, as DIP. Por ano, são 170 internações do tipo, em média. Um dos motivos, como alertam ginecologistas, é o uso de alternativas ao absorvente – como papel higiênico, panos e até jornal. A médica ginecologista Nathalia Posso explica que os absorventes menstruais são projetados para criar barreiras protetoras e impedir que as bactérias do sangue retornem ao trato genital, o que não é proporcionado pelas opções “caseiras”. O sangue acumula, as bactérias se proliferam e geram as infecções, que podem levar a quadros graves de febre, dor pélvica, abscessos e até à infertilidade ou perda do útero. NATHALIA POSSO Ginecologista Em 2018, o Ceará somou 187 internações por doenças inflamatórias pélvicas na faixa etária de 10 a 19 anos. No ano seguinte, foram 183, contra 141 em 2020. Os dados são do Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS), coletados pelo Diário do Nordeste. Entre as doenças que causaram as 573 hospitalizações entre 2018 e 2021, estão parametrite e celulite pélvicas, pelviperitonite aguda e crônica feminina, aderências pelviperitonais e outras infecções na pelve. Dor na parte baixa do abdômen (no “pé da barriga”), dor abdominal e nas costas, febre, fadiga e vômitos, corrimento vaginal, sangramento vaginal e dor ao urinar estão entre os principais sinais e sintomas da DIP. IMPACTOS DA POBREZA MENSTRUAL O número alto de internações por DIP no Ceará “com certeza está relacionado com a má higiene e a manipulação inadequada do produto menstrual”, como avalia a ginecologista Mayna Moura. médica pontua que quando há uma higiene adequada da região íntima com água e sabão e uso de absorvente, a saúde se mantém regular – realidade inacessível para muitas mulheres, sobretudo as de baixa renda. Meninas pobres, que moram em casas sem saneamento e não têm facilidade de acesso à água e produtos de higiene, têm um grau elevado de evasão escolar no período da menstruação, porque não têm absorvente ou a escola não tem um banheiro adequado. MAYNA MOURA Ginecologista Os impactos sociais, então, reverberam em diversas dimensões. “Elas veem negativamente o ato de menstruar, porque gera essa repercussão negativa na vida, na saúde física e emocional. As famílias também sofrem, porque a menina que sai da escola por vergonha de estar menstruada vai depender economicamente de outras pessoas”, analisa Mayna. Ana (nome fictício para preservar identidade), 15, estudante de uma escola estadual de Fortaleza, define os quatro dias de ciclo menstrual como “a pior semana do mês”, período que já foi motivo para faltar às aulas “por diversas vezes”, como ela mesma confessa. “A minha (menstruação) vem muita, então preciso trocar o absorvente muito rápido. E não é barato, né? Teve um dia que eu não tinha, precisei usar papel e vazou na cadeira da escola. Foi horrível. Hoje, prefiro ficar em casa”, relata. TABU DA MENSTRUAÇÃO Falar do sangue que flui naturalmente, todo mês, dos corpos que têm útero – ou vê-lo em uma roupa ou cadeira manchada – ainda é tabu para uma sociedade que vê a menstruação como algo vergonhoso, como pontua a ginecologista Mayna Moura. “É um tabu muito grande até entre nós mulheres mesmo. A gente tem vergonha de estar menstruada, de sair, trabalhar, fazer nossas atividades. O que precisamos entender é que é um fenômeno fisiológico”, reitera. Para a médica, essa dificuldade prejudica inclusive a discussão urgente de se distribuir absorventes higiênicos – e tem o cenário agravado pela deficiência nas políticas de saneamento e saúde coletiva. É de extrema importância que meninas e mulheres tenham acesso a esse item básico, pra se sentirem incluídas na sociedade. Além disso, muito mais do que dar um absorvente, seria importante proporcionar o mais básico: saneamento, água e produtos de higiene.  Reprodução Diário do Nordeste

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No Ceará, 170 meninas são internadas todo ano, em média, por doenças ligadas à pobreza menstrual

Uso de alternativas ao absorvente, como jornais e panos, é uma das principais causas de infecções íntimas                            Legenda: Tabus ligados à menstruação                    Foto: Shutterstock Menstruar é um processo natural, mas nem sempre saudável para meninas, mulheres e para homens transexuais. A falta de recursos para obter itens de higiene nesse período – a pobreza menstrual – afeta a saúde de dezenas de cearenses anualmente, muitas vezes de forma irreversível. No Ceará, de janeiro a julho deste ano, 62 meninas de 10 a 19 anos foram internadas por agravos de doenças inflamatórias pélvicas, as DIP. Por ano, são 170 internações do tipo, em média. Um dos motivos, como alertam ginecologistas, é o uso de alternativas ao absorvente – como papel higiênico, panos e até jornal. A médica ginecologista Nathalia Posso explica que os absorventes menstruais são projetados para criar barreiras protetoras e impedir que as bactérias do sangue retornem ao trato genital, o que não é proporcionado pelas opções “caseiras”. O sangue acumula, as bactérias se proliferam e geram as infecções, que podem levar a quadros graves de febre, dor pélvica, abscessos e até à infertilidade ou perda do útero. NATHALIA POSSO Ginecologista Em 2018, o Ceará somou 187 internações por doenças inflamatórias pélvicas na faixa etária de 10 a 19 anos. No ano seguinte, foram 183, contra 141 em 2020. Os dados são do Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS), coletados pelo Diário do Nordeste. Entre as doenças que causaram as 573 hospitalizações entre 2018 e 2021, estão parametrite e celulite pélvicas, pelviperitonite aguda e crônica feminina, aderências pelviperitonais e outras infecções na pelve. Dor na parte baixa do abdômen (no “pé da barriga”), dor abdominal e nas costas, febre, fadiga e vômitos, corrimento vaginal, sangramento vaginal e dor ao urinar estão entre os principais sinais e sintomas da DIP. IMPACTOS DA POBREZA MENSTRUAL O número alto de internações por DIP no Ceará “com certeza está relacionado com a má higiene e a manipulação inadequada do produto menstrual”, como avalia a ginecologista Mayna Moura. médica pontua que quando há uma higiene adequada da região íntima com água e sabão e uso de absorvente, a saúde se mantém regular – realidade inacessível para muitas mulheres, sobretudo as de baixa renda. Meninas pobres, que moram em casas sem saneamento e não têm facilidade de acesso à água e produtos de higiene, têm um grau elevado de evasão escolar no período da menstruação, porque não têm absorvente ou a escola não tem um banheiro adequado. MAYNA MOURA Ginecologista Os impactos sociais, então, reverberam em diversas dimensões. “Elas veem negativamente o ato de menstruar, porque gera essa repercussão negativa na vida, na saúde física e emocional. As famílias também sofrem, porque a menina que sai da escola por vergonha de estar menstruada vai depender economicamente de outras pessoas”, analisa Mayna. Ana (nome fictício para preservar identidade), 15, estudante de uma escola estadual de Fortaleza, define os quatro dias de ciclo menstrual como “a pior semana do mês”, período que já foi motivo para faltar às aulas “por diversas vezes”, como ela mesma confessa. “A minha (menstruação) vem muita, então preciso trocar o absorvente muito rápido. E não é barato, né? Teve um dia que eu não tinha, precisei usar papel e vazou na cadeira da escola. Foi horrível. Hoje, prefiro ficar em casa”, relata. TABU DA MENSTRUAÇÃO Falar do sangue que flui naturalmente, todo mês, dos corpos que têm útero – ou vê-lo em uma roupa ou cadeira manchada – ainda é tabu para uma sociedade que vê a menstruação como algo vergonhoso, como pontua a ginecologista Mayna Moura. “É um tabu muito grande até entre nós mulheres mesmo. A gente tem vergonha de estar menstruada, de sair, trabalhar, fazer nossas atividades. O que precisamos entender é que é um fenômeno fisiológico”, reitera. Para a médica, essa dificuldade prejudica inclusive a discussão urgente de se distribuir absorventes higiênicos – e tem o cenário agravado pela deficiência nas políticas de saneamento e saúde coletiva. É de extrema importância que meninas e mulheres tenham acesso a esse item básico, pra se sentirem incluídas na sociedade. Além disso, muito mais do que dar um absorvente, seria importante proporcionar o mais básico: saneamento, água e produtos de higiene.  Reprodução Diário do Nordeste

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Preço da gasolina passará por novo reajuste, anuncia Petrobras

 Em comunicado, a companhia anunciou que o aumento será de 7,2%                       Foto: Thiago Gadelha  O preço da gasolina será reajustado para as distribuidoras da Petrobras a partir deste sábado (9), segundo anunciou a companhia nesta sexta-feira (8). O aumento, diz o comunicado, será de 7,2% no combustível. Agora, com a alteração, o preço médio da gasolina passará de R$ 2,78 para R$ 2,98 por litro nas refinarias. Dessa forma, o reajuste médio será de R$ 0,20 por litro. A parcela da Petrobras no preço final passará a ser de R$ 2,18 por litro, em média, correspondendo a um aumento de R$ 0,15. Isso acontece por conta da mistura obrigatória de 27% de etanol anidro e 73% de gasolina A para a composição da gasolina comercializada. JUSTIFICATIVA DO AUMENTO A elevação da vez, segundo a Petrobras, reflete os patamares internacionais de preços de petróleo e a atual taxa de câmbio.  Na quinta-feira, o preço do barril de petróleo Brent, utilizado como referência internacional, fechou acima em US$ 81,95. Enquanto isso, o dólar atingiu R$ 5,5160, a maior cotação desde o dia 20 de abril.

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 Em comunicado, a companhia anunciou que o aumento será de 7,2%                       Foto: Thiago Gadelha  O preço da gasolina será reajustado para as distribuidoras da Petrobras a partir deste sábado (9), segundo anunciou a companhia nesta sexta-feira (8). O aumento, diz o comunicado, será de 7,2% no combustível. Agora, com a alteração, o preço médio da gasolina passará de R$ 2,78 para R$ 2,98 por litro nas refinarias. Dessa forma, o reajuste médio será de R$ 0,20 por litro. A parcela da Petrobras no preço final passará a ser de R$ 2,18 por litro, em média, correspondendo a um aumento de R$ 0,15. Isso acontece por conta da mistura obrigatória de 27% de etanol anidro e 73% de gasolina A para a composição da gasolina comercializada. JUSTIFICATIVA DO AUMENTO A elevação da vez, segundo a Petrobras, reflete os patamares internacionais de preços de petróleo e a atual taxa de câmbio.  Na quinta-feira, o preço do barril de petróleo Brent, utilizado como referência internacional, fechou acima em US$ 81,95. Enquanto isso, o dólar atingiu R$ 5,5160, a maior cotação desde o dia 20 de abril.

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Demônio de areia? Redemoinho de poeira surpreende motorista no Crato; veja vídeo

Evento é causado quando ar localizado sobe rápido em contato com a poeira, em condição climática quente           Foto: Reprodução Uma cena inusitada chamou a atenção de um motorista que passava por trecho da CE-292, no município de Crato, no Ceará. Nas imagens, publicadas nesta quinta-feira (7), um redemoinho se forma em uma zona terrosa à beira da estrada. O vídeo foi gravado pelo representante comercial Edrei Samuel, que contou em entrevista ao G1 que vê o fenômeno com constância enquanto trafega por estradas do estado, mas achou “esse bem interessante em relação aos outros que já tinha presenciado”. O funil de terra que se forma com a força do vento, apesar de gerar imagens impressionantes, não é um fenômeno para se preocupar. Trata-se de um evento conhecido como ‘dust devil’, ou demônio de areia. De acordo com a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), o redemoinho se forma “quando ar quente, bem localizado, sobe de forma rápida, ganhando rotação e absorvendo, pela diminuição da pressão, o que está ao redor, principalmente poeira” Nas redes sociais, usuários repercutiram o vídeo e sinalizaram outras manifestações do pequeno redemoinho em diferentes regiões do estado. É o caso da professora Lia Karine Girão, que respondeu à Funceme, pelo Twitter, registrando uma ocorrência semelhante em Altaneira, na região Sul cearense. Assista vídeos no topo da página.  

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Evento é causado quando ar localizado sobe rápido em contato com a poeira, em condição climática quente           Foto: Reprodução Uma cena inusitada chamou a atenção de um motorista que passava por trecho da CE-292, no município de Crato, no Ceará. Nas imagens, publicadas nesta quinta-feira (7), um redemoinho se forma em uma zona terrosa à beira da estrada. O vídeo foi gravado pelo representante comercial Edrei Samuel, que contou em entrevista ao G1 que vê o fenômeno com constância enquanto trafega por estradas do estado, mas achou “esse bem interessante em relação aos outros que já tinha presenciado”. O funil de terra que se forma com a força do vento, apesar de gerar imagens impressionantes, não é um fenômeno para se preocupar. Trata-se de um evento conhecido como ‘dust devil’, ou demônio de areia. De acordo com a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), o redemoinho se forma “quando ar quente, bem localizado, sobe de forma rápida, ganhando rotação e absorvendo, pela diminuição da pressão, o que está ao redor, principalmente poeira” Nas redes sociais, usuários repercutiram o vídeo e sinalizaram outras manifestações do pequeno redemoinho em diferentes regiões do estado. É o caso da professora Lia Karine Girão, que respondeu à Funceme, pelo Twitter, registrando uma ocorrência semelhante em Altaneira, na região Sul cearense. Assista vídeos no topo da página.  

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Aplicativo de ônibus por fretamento chega ao Cariri com preços mais baratos que rodoviária

A startup Buser, uma das principais plataformas de transporte rodoviário por fretamento do país, passa a conectar Juazeiro do Norte e Crato a mais três destinos no Ceará, a partir deste domingo (10). Conhecida pelos seus veículos na cor rosa, a proposta de transporte dinâmico da empresa promete passagens com preços menores que os aplicados em rotas comuns de ônibus saindo de rodoviárias, tendo passagens do Cariri até Fortaleza custando a partir de R$ 55,90 o trecho. A expectativa é transportar mais de 5 mil passageiros no Estado só em dezembro, passando de 80 mil viajantes em 2022.       Foto: Redes Sociais Até o momento, a empresa irá ofertar rotas saindo do Cariri apenas dentro do Ceará, fazendo a rota Fortaleza – Quixadá – Iguatu – Crato – Juazeiro do Norte, com saídas do Posto de Embarque às segundas, quintas, sextas e domingos, com paradas apenas nos postos de embarque destes municípios. O valores dos trechos saindo do Cariri começam a partir de R$ 9,90 com destino a Iguatu, R$ 35,90 para Quixadá e R$ 55,90 para Fortaleza, com saídas do Posto BR Petrobrás, no Giradouro do bairro Triângulo em Juazeiro do Norte, e do Posto Petrobras na Avenida Thomaz Osterne de Alencar, número 860, no centro de Crato. Em cada posto, a parada é de cerca de 20 minutos para embarque e desembarque. Saindo de Juazeiro, a rota parte às 20:30 com passagens disponíveis a partir de domingo (10), e de Crato às 06:50, com vendas disponíveis para viagens a partir de segunda-feira (11). As reservas podem ser feitas diretamente no site da Buser, e no aplicativo da plataforma, disponível para Android e iOS. De Fortaleza, o cliente também pode pegar outros ônibus da plataforma direto para outras cidades dentro do Estado, como Beberibe, Aracati, Itapipoca, Sobral e Tianguá, e também para destinos no Rio Grande do Norte, Pernambuco, Piauí e diversos outros estados do Nordeste e do país. Plataforma O serviço da plataforma digital, criada em 2017, funciona da seguinte forma: ela junta um grupo de pessoas que divide o valor do fretamento de uma viagem, o que barateia os preços aos passageiros segundo a empresa. A experiência assemelha-se a de um site de compra de passagens, mas ao invés de adquirir o bilhete, o passageiro faz a reserva e aguarda a confirmação da viagem. Tudo é feito pelo aplicativo ou site da Buser. No momento da reserva, aparecem todos os detalhes referentes ao embarque, que acontecem em pontos mantidos pela plataforma fora das rodoviárias. Com o modelo, a Buser calcula que a economia para o usuário é de 60% sobre do valor da concorrência. Um exemplo dado é o do trecho Fortaleza (CE) – Mossoró (RN), que sai por R$ 29,90 na Buser, mas custa o dobro (R$ 60,00) na concorrência. Na operação a estratégia é se aliar a empresas pequenas e médias de ônibus, que dispõem de todas as licenças necessárias, de acordo com a Buser. “Trata-se de um modelo ainda novo no País, que de fato está revolucionando o mercado de viagens rodoviárias, tanto pela questão do preço quanto pela experiência que proporcionamos. Nosso objetivo é unicamente beneficiar a população, tornando o transporte mais acessível”, coloca Marcelo Vasconcellos, cofundador da empresa. O lançamento faz parte de plano de expansão da Buser no Nordeste. Como parte da estratégia para conquistar novos mercados, a plataforma distribui cupons nas redes sociais, site e aplicativo, com direito à primeira viagem grátis. “Muitos brasileiros vão optar por fazer viagens dentro do Brasil. Sabemos que o setor turístico vem crescendo bastante no Ceará nos últimos meses. Com o avanço da vacinação, a expectativa é de que os turistas procurem o Estado ainda com mais intensidade”, analisa também o diretor de Operações da Buser, Thiago Zanetti. Nos últimos meses, a startup evoluiu, passando a ser uma plataforma de mobilidade coletiva multisserviços, atuando também como marketplace de passagens, em parceria com grandes companhias, e agora com o Buser Encomendas. A Buser conta com mais de 400 parceiros (entre fretadores e viações maiores), utilizando aproximadamente 1.200 ônibus. A startup já conta com mais de 4 milhões de pessoas em sua plataforma digital.

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A startup Buser, uma das principais plataformas de transporte rodoviário por fretamento do país, passa a conectar Juazeiro do Norte e Crato a mais três destinos no Ceará, a partir deste domingo (10). Conhecida pelos seus veículos na cor rosa, a proposta de transporte dinâmico da empresa promete passagens com preços menores que os aplicados em rotas comuns de ônibus saindo de rodoviárias, tendo passagens do Cariri até Fortaleza custando a partir de R$ 55,90 o trecho. A expectativa é transportar mais de 5 mil passageiros no Estado só em dezembro, passando de 80 mil viajantes em 2022.       Foto: Redes Sociais Até o momento, a empresa irá ofertar rotas saindo do Cariri apenas dentro do Ceará, fazendo a rota Fortaleza – Quixadá – Iguatu – Crato – Juazeiro do Norte, com saídas do Posto de Embarque às segundas, quintas, sextas e domingos, com paradas apenas nos postos de embarque destes municípios. O valores dos trechos saindo do Cariri começam a partir de R$ 9,90 com destino a Iguatu, R$ 35,90 para Quixadá e R$ 55,90 para Fortaleza, com saídas do Posto BR Petrobrás, no Giradouro do bairro Triângulo em Juazeiro do Norte, e do Posto Petrobras na Avenida Thomaz Osterne de Alencar, número 860, no centro de Crato. Em cada posto, a parada é de cerca de 20 minutos para embarque e desembarque. Saindo de Juazeiro, a rota parte às 20:30 com passagens disponíveis a partir de domingo (10), e de Crato às 06:50, com vendas disponíveis para viagens a partir de segunda-feira (11). As reservas podem ser feitas diretamente no site da Buser, e no aplicativo da plataforma, disponível para Android e iOS. De Fortaleza, o cliente também pode pegar outros ônibus da plataforma direto para outras cidades dentro do Estado, como Beberibe, Aracati, Itapipoca, Sobral e Tianguá, e também para destinos no Rio Grande do Norte, Pernambuco, Piauí e diversos outros estados do Nordeste e do país. Plataforma O serviço da plataforma digital, criada em 2017, funciona da seguinte forma: ela junta um grupo de pessoas que divide o valor do fretamento de uma viagem, o que barateia os preços aos passageiros segundo a empresa. A experiência assemelha-se a de um site de compra de passagens, mas ao invés de adquirir o bilhete, o passageiro faz a reserva e aguarda a confirmação da viagem. Tudo é feito pelo aplicativo ou site da Buser. No momento da reserva, aparecem todos os detalhes referentes ao embarque, que acontecem em pontos mantidos pela plataforma fora das rodoviárias. Com o modelo, a Buser calcula que a economia para o usuário é de 60% sobre do valor da concorrência. Um exemplo dado é o do trecho Fortaleza (CE) – Mossoró (RN), que sai por R$ 29,90 na Buser, mas custa o dobro (R$ 60,00) na concorrência. Na operação a estratégia é se aliar a empresas pequenas e médias de ônibus, que dispõem de todas as licenças necessárias, de acordo com a Buser. “Trata-se de um modelo ainda novo no País, que de fato está revolucionando o mercado de viagens rodoviárias, tanto pela questão do preço quanto pela experiência que proporcionamos. Nosso objetivo é unicamente beneficiar a população, tornando o transporte mais acessível”, coloca Marcelo Vasconcellos, cofundador da empresa. O lançamento faz parte de plano de expansão da Buser no Nordeste. Como parte da estratégia para conquistar novos mercados, a plataforma distribui cupons nas redes sociais, site e aplicativo, com direito à primeira viagem grátis. “Muitos brasileiros vão optar por fazer viagens dentro do Brasil. Sabemos que o setor turístico vem crescendo bastante no Ceará nos últimos meses. Com o avanço da vacinação, a expectativa é de que os turistas procurem o Estado ainda com mais intensidade”, analisa também o diretor de Operações da Buser, Thiago Zanetti. Nos últimos meses, a startup evoluiu, passando a ser uma plataforma de mobilidade coletiva multisserviços, atuando também como marketplace de passagens, em parceria com grandes companhias, e agora com o Buser Encomendas. A Buser conta com mais de 400 parceiros (entre fretadores e viações maiores), utilizando aproximadamente 1.200 ônibus. A startup já conta com mais de 4 milhões de pessoas em sua plataforma digital.

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