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Sem desfalques, Ceará busca vencer fora de casa contra o São Paulo; confira provável escalação

Equipes se enfrentam na quinta-feira (14)                                           Foto: Kely Pereira/AGIF O Ceará entra em campo no Morumbi contra o São Paulo na quinta-feira (14), às 19h. O Vovô busca a primeira vitória fora de casa pelo Brasileirão e encontra um Tricolor que não perde em casa há seis jogos na competição. O Alvinegro terá o retorno de Marlon, que cumpriu suspensão pelo 3º cartão amarelo no jogo contra o Atlético-MG, e o atacante colombiano Yony González. O jogador está recuperado de desconforto em panturrilha e está com o grupo em São Paulo. Provável time: Richard; Igor, Messias, Luiz Otávio, Bruno Pacheco; Marlon, Fernando Sobral, Lima, Vina; Rick e Clebão. Pela 7ª rodada do Brasileirão 2021, Ceará e São Paulo empataram por 1 a 1, no Castelão, no dia 27 de junho. Jorginho abriu o placar para os donos da casa, e Gabriel Dias, contra, deixou tudo igual. Fonte: Reprodução GE/Ce 

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Equipes se enfrentam na quinta-feira (14)                                           Foto: Kely Pereira/AGIF O Ceará entra em campo no Morumbi contra o São Paulo na quinta-feira (14), às 19h. O Vovô busca a primeira vitória fora de casa pelo Brasileirão e encontra um Tricolor que não perde em casa há seis jogos na competição. O Alvinegro terá o retorno de Marlon, que cumpriu suspensão pelo 3º cartão amarelo no jogo contra o Atlético-MG, e o atacante colombiano Yony González. O jogador está recuperado de desconforto em panturrilha e está com o grupo em São Paulo. Provável time: Richard; Igor, Messias, Luiz Otávio, Bruno Pacheco; Marlon, Fernando Sobral, Lima, Vina; Rick e Clebão. Pela 7ª rodada do Brasileirão 2021, Ceará e São Paulo empataram por 1 a 1, no Castelão, no dia 27 de junho. Jorginho abriu o placar para os donos da casa, e Gabriel Dias, contra, deixou tudo igual. Fonte: Reprodução GE/Ce 

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Tadeu Schmidt e Boninho se reúnem para discutir o BBB 22: ‘vem coisa boa por aí’

 Diretor publicou foto do encontro nas redes sociais                                   Foto: Reprodução/Instagram Confirmado para a apresentação do Big Brother Brasil (BBB) 22, Tadeu Schmidt se reuniu com o diretor Boninho, nesta quarta-feira (13).  “BBB 22 reunião no japa! Vem coisa boa por ai!!!”, escreveu Boninho na legenda, marcando o perfil de Tadeu. Na foto, os dois aparecem ao lado do diretor-geral do BBB, Rodrigo Dourado. A publicação recebeu reações de anônimos e famosos como Wesley Safadão, Alex Escobar e Poliana Abritta – que divide a apresentação do “Fantástico” com Tadeu. Tadeu no BBB 22 A TV Globo anunciou na noite do último domingo (10), durante o “Fantástico”, que Tadeu Schmidt deixará o programa para apresentar o BBB a partir de 2022. Poliana Abritta, então, dividirá o dominical com Maria Júlia Coutinho, que sairá do “Jornal Hoje”. Tadeu Schmidt substituirá Tiago Leifert no comando do reality show global. Leifert deixará o canal a partir do ano que vem.

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 Diretor publicou foto do encontro nas redes sociais                                   Foto: Reprodução/Instagram Confirmado para a apresentação do Big Brother Brasil (BBB) 22, Tadeu Schmidt se reuniu com o diretor Boninho, nesta quarta-feira (13).  “BBB 22 reunião no japa! Vem coisa boa por ai!!!”, escreveu Boninho na legenda, marcando o perfil de Tadeu. Na foto, os dois aparecem ao lado do diretor-geral do BBB, Rodrigo Dourado. A publicação recebeu reações de anônimos e famosos como Wesley Safadão, Alex Escobar e Poliana Abritta – que divide a apresentação do “Fantástico” com Tadeu. Tadeu no BBB 22 A TV Globo anunciou na noite do último domingo (10), durante o “Fantástico”, que Tadeu Schmidt deixará o programa para apresentar o BBB a partir de 2022. Poliana Abritta, então, dividirá o dominical com Maria Júlia Coutinho, que sairá do “Jornal Hoje”. Tadeu Schmidt substituirá Tiago Leifert no comando do reality show global. Leifert deixará o canal a partir do ano que vem.

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William Shatner vai ao espaço na missão NS-18 da Blue Origin

                                           Foto: Reprodução Instagram Acontece nesta quarta-feira (13), a partir da base da empresa Blue Origin em West Texas (EUA), o lançamento da missão NS-18, o segundo voo suborbital tripulado da companhia. E um dos tripulantes é ninguém menos que William Shatner, ator que interpretou o capitão Kirk em “Jornada nas Estrelas”, nos anos 1960. A decolagem estava marcada para as 11h (de Brasília), mas houve uma suspensão temporária da contagem regressiva para checagem de sistemas, em T-45 minutos, o que empurrou o início do voo para 11h30. Originalmente marcado para a terça, ele foi adiado para quarta por questões meteorológicas. O veículo New Shepard foi desenvolvido pela empresa de Jeff Bezos (o dono da Amazon e homem mais rico do mundo) para fomentar o turismo espacial e fez sua primeira viagem com tripulação em 20 de julho, quando voaram o próprio Bezos, seu irmão Mark, a aviadora Wally Funk e o jovem estudante Mark Daemen. O voo tem perfil suborbital: ele vai à borda do espaço e retorna em seguida, atingindo altitude de pouco mais de 100 km. Lá, os passageiros esperam alguns minutos da sensação de ausência de peso e podem ver a curvatura da Terra do espaço. É mais ou menos o mesmo perfil de missão realizada pelo primeiro astronauta americano, Alan Shepard, em maio de 1961. Daí o nome do veículo. A missão toda dura cerca de 12 minutos. A cápsula decola acoplada a um foguete de um único estágio e se solta após a fase propulsada do voo, executando uma parábola até a borda do espaço. No retorno, a descida é suavizada por paraquedas e um sistema de retropropulsão que se ativa na iminência do contato com o solo. Com o voo desta quarta, Shatner se torna também a pessoa mais velha a ir ao espaço. Aos 90 anos, ele bate o recorde de Funk, 82, também passageira da Blue Origin. Seus companheiros de viagem são Audrey Powers, vice-presidente de operações de voo da Blue Origin, e os empresários Chris Boshuizen, cofundador da operadora de satélites Planet, e Glen de Vries, cofundador da empresa de dados médicos Medidata Solutions.

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                                           Foto: Reprodução Instagram Acontece nesta quarta-feira (13), a partir da base da empresa Blue Origin em West Texas (EUA), o lançamento da missão NS-18, o segundo voo suborbital tripulado da companhia. E um dos tripulantes é ninguém menos que William Shatner, ator que interpretou o capitão Kirk em “Jornada nas Estrelas”, nos anos 1960. A decolagem estava marcada para as 11h (de Brasília), mas houve uma suspensão temporária da contagem regressiva para checagem de sistemas, em T-45 minutos, o que empurrou o início do voo para 11h30. Originalmente marcado para a terça, ele foi adiado para quarta por questões meteorológicas. O veículo New Shepard foi desenvolvido pela empresa de Jeff Bezos (o dono da Amazon e homem mais rico do mundo) para fomentar o turismo espacial e fez sua primeira viagem com tripulação em 20 de julho, quando voaram o próprio Bezos, seu irmão Mark, a aviadora Wally Funk e o jovem estudante Mark Daemen. O voo tem perfil suborbital: ele vai à borda do espaço e retorna em seguida, atingindo altitude de pouco mais de 100 km. Lá, os passageiros esperam alguns minutos da sensação de ausência de peso e podem ver a curvatura da Terra do espaço. É mais ou menos o mesmo perfil de missão realizada pelo primeiro astronauta americano, Alan Shepard, em maio de 1961. Daí o nome do veículo. A missão toda dura cerca de 12 minutos. A cápsula decola acoplada a um foguete de um único estágio e se solta após a fase propulsada do voo, executando uma parábola até a borda do espaço. No retorno, a descida é suavizada por paraquedas e um sistema de retropropulsão que se ativa na iminência do contato com o solo. Com o voo desta quarta, Shatner se torna também a pessoa mais velha a ir ao espaço. Aos 90 anos, ele bate o recorde de Funk, 82, também passageira da Blue Origin. Seus companheiros de viagem são Audrey Powers, vice-presidente de operações de voo da Blue Origin, e os empresários Chris Boshuizen, cofundador da operadora de satélites Planet, e Glen de Vries, cofundador da empresa de dados médicos Medidata Solutions.

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CGD expulsa mais um Policial Militar por participação no motim de 2020

Órgão ainda apura a conduta de mais de 300 militares suspeitos de terem participado do movimento paredista ilegal ocorrido no ano passado                         Foto: Francisco Fontenele/O Povo Mais um policial militar do Ceará foi expulso da corporação, nesta quarta-feira, 13, por participar do motim de 2020. A punição, que consta em portaria publicada hoje no Diário Oficial do Estado, foi aplicada ao soldado Adriano Cavalcante Gomes, que respondia a Processo Administrativo Disciplinar (PAD), no âmbito da Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública (CGD), desde 21 de fevereiro do ano passado. Com ele, subiu para quatro o número de militares demitidos por envolvimento no ato paredista ilegal. De acordo com o relatório da comissão processante, Adriano Cavalcante violou deveres e princípios básicos da profissão, incorrendo em prática de transgressão disciplinar. O documento cita que o soldado participou de uma reunião com outros militares, no dia 18 de fevereiro, nas imediações da Assembleia Legislativa, para articular estratégias relativas à iminente paralisação, que veio a ser deflagrada oficialmente no dia seguinte. “Imagens contidas em vídeo corroboram a participação do acusado no movimento reivindicatório. […] De maneira incontroversa, o acusado descumpriu diretamente as determinações do Comando Geral da PMCE […]”, destaca trecho da portaria. Em depoimento, o militar confirmou que ele é realmente a pessoa filmada na gravação apensada ao processo, mas negou que tenha articulado a deflagração do movimento paredista. O PM alega que sua ida ao local se deu por coincidência, pois no momento em que ocorria a reunião, ele aguardava um ônibus para se dirigir a uma faculdade privada onde cursava direito. Justificou que, ao avistar os colegas de farda, resolveu conversar rapidamente com eles enquanto esperava a chegada do coletivo. “Disse [o soldado] que no local onde aparece no vídeo, as pessoas se encontravam naquele local para pegar ônibus, uma vez que havia obras na av. Desembargador Moreira”, descreve o processo. Os argumentos, no entanto, não foram aceitos pela CGD. Ao rebater as alegações, o órgão sustenta que as justificativas apresentadas pelo PM tem o objetivo de “descaracterizar as provas nos autos que comprovam que o acusado voluntariamente se integrou ao ilegal coletivo de militares estaduais que naquele dia realizavam reivindicações, desafiando princípios basilares da hierarquia e disciplina e descumprindo diretamente as determinações do Comando Geral da PMCE”. O documento ainda afirma que o soldado teve comportamento incompatível com a função, demonstrando desprezo, desrespeito, indisciplina e insubordinação à administração militar. “Com seu comportamento, [o soldado] violou e contrariou disposições da deontologia policial militar, constituída em sua essência pelos valores e deveres éticos, traduzidos em normas de conduta[..]. Com seu desdém para com a sua missão constitucional, feriu veementemente atributos fundamentais, determinantes da moral militar estadual, como a hierarquia, a disciplina, o profissionalismo, a lealdade, a honra, a honestidade, dentre outros”, sustentou o documento. Antes de Adriano Cavalcante, outros três militares já haviam sido punidos com demissão por participação no motim policial de 2020. O primeiro a ser expulso foi o soldado Raylan Kadio Augusto de Oliveira, em junho último. Ele foi apontado como um dos invasores do 18º BPM, no dia 19 de fevereiro de 2020. No mês seguinte, a mesma punição foi aplicada ao bombeiro Magno Maciel da Silva, que por ter participado ativamente do movimento ilegal, foi declarado “incapacitado de permanecer na situação ativa” da corporação. A mais recente expulsão aconteceu em setembro. O alvo foi o soldado Antônio Soares Lima Filho, que respondia a Processo Administrativo desde 10 de março do ano passado. Investigados O motim ocorreu entre os dias 18 de fevereiro e 2 de março do ano passado, em diversas cidades cearenses. Atualmente, segundo a CGD, 340 policiais identificados por participação no movimento continuam respondendo a processos administrativos disciplinares, estando estes em fase de instrução processual. O órgão pontua que também existem outras investigações em curso, ainda em fase inicial, que podem resultar na abertura de novos processos disciplinares. Fonte: Reprodução Jornal O Povo

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CGD expulsa mais um Policial Militar por participação no motim de 2020

Órgão ainda apura a conduta de mais de 300 militares suspeitos de terem participado do movimento paredista ilegal ocorrido no ano passado                         Foto: Francisco Fontenele/O Povo Mais um policial militar do Ceará foi expulso da corporação, nesta quarta-feira, 13, por participar do motim de 2020. A punição, que consta em portaria publicada hoje no Diário Oficial do Estado, foi aplicada ao soldado Adriano Cavalcante Gomes, que respondia a Processo Administrativo Disciplinar (PAD), no âmbito da Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública (CGD), desde 21 de fevereiro do ano passado. Com ele, subiu para quatro o número de militares demitidos por envolvimento no ato paredista ilegal. De acordo com o relatório da comissão processante, Adriano Cavalcante violou deveres e princípios básicos da profissão, incorrendo em prática de transgressão disciplinar. O documento cita que o soldado participou de uma reunião com outros militares, no dia 18 de fevereiro, nas imediações da Assembleia Legislativa, para articular estratégias relativas à iminente paralisação, que veio a ser deflagrada oficialmente no dia seguinte. “Imagens contidas em vídeo corroboram a participação do acusado no movimento reivindicatório. […] De maneira incontroversa, o acusado descumpriu diretamente as determinações do Comando Geral da PMCE […]”, destaca trecho da portaria. Em depoimento, o militar confirmou que ele é realmente a pessoa filmada na gravação apensada ao processo, mas negou que tenha articulado a deflagração do movimento paredista. O PM alega que sua ida ao local se deu por coincidência, pois no momento em que ocorria a reunião, ele aguardava um ônibus para se dirigir a uma faculdade privada onde cursava direito. Justificou que, ao avistar os colegas de farda, resolveu conversar rapidamente com eles enquanto esperava a chegada do coletivo. “Disse [o soldado] que no local onde aparece no vídeo, as pessoas se encontravam naquele local para pegar ônibus, uma vez que havia obras na av. Desembargador Moreira”, descreve o processo. Os argumentos, no entanto, não foram aceitos pela CGD. Ao rebater as alegações, o órgão sustenta que as justificativas apresentadas pelo PM tem o objetivo de “descaracterizar as provas nos autos que comprovam que o acusado voluntariamente se integrou ao ilegal coletivo de militares estaduais que naquele dia realizavam reivindicações, desafiando princípios basilares da hierarquia e disciplina e descumprindo diretamente as determinações do Comando Geral da PMCE”. O documento ainda afirma que o soldado teve comportamento incompatível com a função, demonstrando desprezo, desrespeito, indisciplina e insubordinação à administração militar. “Com seu comportamento, [o soldado] violou e contrariou disposições da deontologia policial militar, constituída em sua essência pelos valores e deveres éticos, traduzidos em normas de conduta[..]. Com seu desdém para com a sua missão constitucional, feriu veementemente atributos fundamentais, determinantes da moral militar estadual, como a hierarquia, a disciplina, o profissionalismo, a lealdade, a honra, a honestidade, dentre outros”, sustentou o documento. Antes de Adriano Cavalcante, outros três militares já haviam sido punidos com demissão por participação no motim policial de 2020. O primeiro a ser expulso foi o soldado Raylan Kadio Augusto de Oliveira, em junho último. Ele foi apontado como um dos invasores do 18º BPM, no dia 19 de fevereiro de 2020. No mês seguinte, a mesma punição foi aplicada ao bombeiro Magno Maciel da Silva, que por ter participado ativamente do movimento ilegal, foi declarado “incapacitado de permanecer na situação ativa” da corporação. A mais recente expulsão aconteceu em setembro. O alvo foi o soldado Antônio Soares Lima Filho, que respondia a Processo Administrativo desde 10 de março do ano passado. Investigados O motim ocorreu entre os dias 18 de fevereiro e 2 de março do ano passado, em diversas cidades cearenses. Atualmente, segundo a CGD, 340 policiais identificados por participação no movimento continuam respondendo a processos administrativos disciplinares, estando estes em fase de instrução processual. O órgão pontua que também existem outras investigações em curso, ainda em fase inicial, que podem resultar na abertura de novos processos disciplinares. Fonte: Reprodução Jornal O Povo

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Procurador descarta crime, mas vê possível improbidade em offshores de Paulo Guedes e Campos Neto

 Caso polêmico é alvo de críticas e de pedidos de investigação, além de convocações para explicações no Senado e na Câmara                    Foto: Agência Brasil e José Dias/PR João Gabriel de Queiroz, procurador da República no Distrito Federal, descartou nesta quarta-feira (13) a suspeita de crimes relacionados às contas offshore do ministro da Economia, Paulo Guedes, e do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Porém, ele apontou possível improbidade administrativa.  Como o procurador analisa casos criminais, o caso será distribuído a outro núcleo da Procuradoria, para serem investigados os indícios de improbidade. As informações são do portal g1.  “Não aceitarei ser ameaçado”, diz Davi Alcolumbre sobre sabatina de André Mendonça  Após bate-boca entre Ciro e Dilma, bancada cearense do PT na Câmara se divide sobre ruptura com PDT “[…] reconheço a ausência de atribuição deste 9º Ofício de Combate ao Crime e à Improbidade Administrativa, para atuar no presente feito, e determino sua remessa ao NUCIVE [núcleo civel, para redistribuição a um dos Ofícios de Atos Administrativos”, pontuou Queiroz.  A polêmica virou ainda motivo de convocação para explicações no Senado Federal e na Câmara dos Deputados. Audiências públicas devem ocorrer ainda neste mês. Contas milionárias em paraísos fiscais no exterior foram noticiadas pelo consórcio de jornalismo investigativo Pandora Papers no último dia 3 de outubro.  De acordo com os dados divulgados, em 25 de setembro de 2014, Guedes – à época sócio da gestora de recursos Bozano Investimentos – abriu a Dreadnoughts International, uma offshore nas Ilhas Virgens Britânicas, um paraíso fiscal no Caribe. Após aquele dia, ele depositou na conta 9,55 milhões de dólares. Em 2014, o montante valia R$ 23 milhões. Contudo, devido à alta de 39% da taxa de câmbio desde que o próprio Guedes virou ministro, atualmente, a mesma quantia equivale a R$ 51 milhões. PAULO GUEDES NEGA CONFLITO DE INTERESSES  A manutenção de negócios em paraíso fiscal não é considerada ilegal, desde que declarada devidamente à Receita Federal, mas fere código de ética ao qual estão submetidos os ministros. [render name=”Leia mais” contentId=”1.3147691″] No último dia 8, O ministro da Economia disse não haver nenhum conflito de interesse na existência de recursos em seu nome numa offshore em Ilhas Virgens, um paraíso fiscal, uma vez que ele saiu da gestão da empresa e os recursos foram declarados às autoridades competentes, como requer a lei. Não há qualquer conflito de interesse. Tudo é claro, legal e declarado”, insistiu Guedes. “O resto é só barulho, e ficará pior à medida que nos aproximamos da eleição”, afirmou o ministro, classificando as reações de “ataques pessoais” “As offshores são legais, foram declaradas, não houve movimentação para trazer dinheiro do exterior, nem envio de dinheiro para o exterior desde que eu enviei o dinheiro, em 2014 ou 2015”, disse Guedes. O ministro, que antes de assumir o cargo tinha participações em investimentos nas áreas de educação e saúde, disse ainda que vendeu tudo pelo valor de investimento antes mesmo de poder colher os resultados, justamente para evitar qualquer conflito de interesse. Reprodução: Diário do Nordeste

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 Caso polêmico é alvo de críticas e de pedidos de investigação, além de convocações para explicações no Senado e na Câmara                    Foto: Agência Brasil e José Dias/PR João Gabriel de Queiroz, procurador da República no Distrito Federal, descartou nesta quarta-feira (13) a suspeita de crimes relacionados às contas offshore do ministro da Economia, Paulo Guedes, e do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. Porém, ele apontou possível improbidade administrativa.  Como o procurador analisa casos criminais, o caso será distribuído a outro núcleo da Procuradoria, para serem investigados os indícios de improbidade. As informações são do portal g1.  “Não aceitarei ser ameaçado”, diz Davi Alcolumbre sobre sabatina de André Mendonça  Após bate-boca entre Ciro e Dilma, bancada cearense do PT na Câmara se divide sobre ruptura com PDT “[…] reconheço a ausência de atribuição deste 9º Ofício de Combate ao Crime e à Improbidade Administrativa, para atuar no presente feito, e determino sua remessa ao NUCIVE [núcleo civel, para redistribuição a um dos Ofícios de Atos Administrativos”, pontuou Queiroz.  A polêmica virou ainda motivo de convocação para explicações no Senado Federal e na Câmara dos Deputados. Audiências públicas devem ocorrer ainda neste mês. Contas milionárias em paraísos fiscais no exterior foram noticiadas pelo consórcio de jornalismo investigativo Pandora Papers no último dia 3 de outubro.  De acordo com os dados divulgados, em 25 de setembro de 2014, Guedes – à época sócio da gestora de recursos Bozano Investimentos – abriu a Dreadnoughts International, uma offshore nas Ilhas Virgens Britânicas, um paraíso fiscal no Caribe. Após aquele dia, ele depositou na conta 9,55 milhões de dólares. Em 2014, o montante valia R$ 23 milhões. Contudo, devido à alta de 39% da taxa de câmbio desde que o próprio Guedes virou ministro, atualmente, a mesma quantia equivale a R$ 51 milhões. PAULO GUEDES NEGA CONFLITO DE INTERESSES  A manutenção de negócios em paraíso fiscal não é considerada ilegal, desde que declarada devidamente à Receita Federal, mas fere código de ética ao qual estão submetidos os ministros. [render name=”Leia mais” contentId=”1.3147691″] No último dia 8, O ministro da Economia disse não haver nenhum conflito de interesse na existência de recursos em seu nome numa offshore em Ilhas Virgens, um paraíso fiscal, uma vez que ele saiu da gestão da empresa e os recursos foram declarados às autoridades competentes, como requer a lei. Não há qualquer conflito de interesse. Tudo é claro, legal e declarado”, insistiu Guedes. “O resto é só barulho, e ficará pior à medida que nos aproximamos da eleição”, afirmou o ministro, classificando as reações de “ataques pessoais” “As offshores são legais, foram declaradas, não houve movimentação para trazer dinheiro do exterior, nem envio de dinheiro para o exterior desde que eu enviei o dinheiro, em 2014 ou 2015”, disse Guedes. O ministro, que antes de assumir o cargo tinha participações em investimentos nas áreas de educação e saúde, disse ainda que vendeu tudo pelo valor de investimento antes mesmo de poder colher os resultados, justamente para evitar qualquer conflito de interesse. Reprodução: Diário do Nordeste

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