A Secretaria de Agricultura, Meio Ambiente e Serviços Públicos (SEAMASP) se manifestou publicamente sobre as acusações de perseguição durante a ação realizada para a retirada de bancas e comerciantes ambulantes em espaço público no município. A pasta esclareceu que o objetivo da ação foi “garantir a organização e o ordenamento dos espaços urbanos“.
“Houve resistência por parte de alguns ambulantes, sendo necessário o acionamento da Polícia Municipal para garantir a segurança dos fiscais. Não houve apreensão de produtos, apenas orientação para desocupação da área. A SEAMASP esclarece ainda que não houve solicitação formal, por meio de ofício, para atuação no período recente de chegada de ônibus”, disse a nota.
De acordo com a Semasp, o comércio ambulante da cidade obedece a determinadas regras, sobretudo durante as romarias. Segundo a nota, também foi estabelecido com a categoria e com a associação representativa, um calendário específico que autoriza a atividade em datas como o Carnaval e a Semana Santa, no período de 29 de março a 5 de abril de 2026.
“A secretaria destaca que a ocupação irregular de espaços públicos ao longo de todo o ano pode gerar transtornos, especialmente relacionados ao trânsito e à circulação nas calçadas. Em 2025, foi realizado um teste de ocupação contínua, que resultou em aumento de reclamações da população devido aos impactos na mobilidade urbana”, ressaltou a secretária.
Populares alegaram ainda que agentes estariam recebendo propina por parte dos fiscais. A pasta disse que não recebeu provas das acusações e nenhuma denúncia formal. O órgão pediu que caso existam indícios, a orientação é que sejam encaminhados à Ouvidoria Municipal, para que sejam devidamente apurados por meio dos procedimentos legais cabíveis.
Por redação: Caririensi