terça-feira, 27 de outubro de 2026

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Prefeito Glêdson nega fechamento do Hospital Estefânia após críticas do governador Elmano

Prefeito diz que o atendimento infantil foi transferido para o Hospital Maria Amélia; Elmano havia afirmado que a unidade foi fechada

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Nesta segunda-feira (8), o prefeito Glêdson Bezerra (Podemos) publicou um vídeo em suas redes sociais destacando as ações da sua gestão na saúde e esclarecendo que os atendimentos do hospital Estefânia Rocha Lima foram transferidos para outros locais. Na última sexta-feira (5), o governador do estado, Elmano de Freitas (PT), afirmou que a Prefeitura de Juazeiro do Norte havia fechado a unidade, durante entrevista à rádio O Povo CBN Cariri.

“Ou o governador está mal informado ou está mentindo. Em Juazeiro do Norte nenhum hospital foi fechado. Na verdade, nós somos a gestão que mais abriu equipamentos de saúde e eu vou provar. Nós tiramos o atendimento infantil. que funcionava de forma precária no prédio do Estefânia e colocamos no hospital Maria Amélia, aquele mesmo hospital Maria Amélia que foi abandonado pela turma do Governador e ficou com obras paralisadas por quase 6 anos“, disse o prefeito.

O embate ocorre a menos de um ano das eleições de 2026, e Elmano ressaltou que 73% dos moradores de Juazeiro do Norte dependem do Hospital Regional do Cariri, mantido pelo governo estadual. Segundo o governador, a gestão municipal omite o papel do Estado na assistência à população. Apesar da troca de acusações, ele afirmou que as divergências fazem parte do ambiente democrático. Poucas horas após as falas de Elmano, Glêdson já havia rebatido o chefe do Executivo nas redes sociais.

“Eu o desafio a apresentar qual foi o hospital que eu fechei. Pelo contrário, eu abri unidades de saúde que os aliados dele fecharam. Abri o Hospital Infantil Maria Amélia, abri o Sandú, concluí as obras de seis PSFs, do Centro de Reabilitação e da Oficina Ortopédica, que estavam abandonadas há mais de uma década. Lamentável ver um governo estadual fazer uma afirmação mentirosa como essa!”, escreveu Glêdson.

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