- Áudios gravados no Sítio Olho D’água: Em uma gravação feita na véspera da eleição, no dia 5 de outubro, uma interlocutora identificada como Francisca Aureliano Cruz, conhecida como “Beta”, relata a visita de Antônio Claudio Ribeiro Laurindo (“Neném Lorindo”) e Rafaela Gonçalves Rodrigues. Na conversa, os visitantes, supostamente a mando de Késia, exigem a devolução de valores recebidos pelos eleitores e, diante da negativa, coagem os moradores a entregar seus documentos pessoais para garantir que não votariam.
- Mensagens via WhatsApp: Em um áudio anexado ao processo, Cícera da Conceição (“Valda”) afirma que representantes de Késia tentaram recuperar dinheiro entregue anteriormente, além de pressioná-la para que não comparecesse às urnas. Valda chega a declarar: “A advogada da Késia saiu aqui agora, que me deu mil reais, queria que eu desse a ela de volta.”
- Relatos de compra de votos: Um áudio de Maurícia Reis de Farias indica que uma vizinha, identificada como Aparecida, teria vendido seu título de eleitor por R$ 400. O documento, segundo o relato, foi entregue a Rafaela Gonçalves, que seria responsável pela compra de vários títulos na região.
- Oferta de dinheiro pela própria candidata: A denúncia inclui uma gravação em que Ana Késia teria oferecido dinheiro diretamente a uma eleitora durante uma visita domiciliar. Na conversa, a candidata teria respondido a pedidos de “ajuda para um bolo de aniversário” e uma “prestação a pagar”, supostamente entregando valores no ato.

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