O último caso foi na vitória por 3 a 0 do Ceará sobre o Botafogo-SP na última sexta-feira, 7

Imagem: Reprodução/ Redes Sociais
Em uma entrevista nesta terça-feira, 11, o diretor jurídico do time de futebol Ceara, Fred Bandeira, comentou sobre o que o clube está fazendo contra a homofobia nos estádios. Ele relembra a situação do Corinthians que sofreu punição por gritos preconceituosos pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva do Futebol (STJD). “Tem a questão de gritos homofóbicos. A gente tem feito campanhas na Arena Castelão contra racismo e gritos homofóbicos. Nós temos um grito histórico, que todo jogo, principalmente nos clássicos, a torcida do Ceará faz esse grito, que tem um certo tom de homofobia. Isso tem que acabar. Temos que ir para o estádio para torcer e ver nosso time sair vitorioso do gramado”, disse o diretor.
O último caso foi na vitória por 3 a 0 do Ceará sobre o Botafogo-SP na última sexta-feira, 7, pela Série B, e algumas das ações puderam ser observadas, como cânticos com teor homofóbico, avisos repudiando o ato foram expostos na Arena Castelos e advertências reproduzidas em alto-falante.
A punição foi dada tomando como base o artigo 243 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que proíbe “praticar ato discriminatório, desdenhoso ou ultrajante, relacionado a preconceito em razão de origem étnica, raça, sexo, cor, idade, condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência”.
Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no texto do Regulamento Geral de Competições de 2023, estabeleceu que atos de discriminação em competições organizadas pela entidade máxima do futebol brasileiro poderiam levar à punições esportivas. As punições são tomadas como base o artigo 243 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que proíbe “praticar ato discriminatório, desdenhoso ou ultrajante, relacionado a preconceito em razão de origem étnica, raça, sexo, cor, idade, condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência”.
Por: Redação Caririensi