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Secult lança dois novos Editais: Bolsas Agentes de Leitura do Ceará 2021 e Formadores do Programa Agentes de Leitura 2021

Os dois editais têm como objetivo promover a leitura e proporcionar a transformação social através da agregação de valores que a leitura oferece


Reprodução

A Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult) torna público o processo de inscrições para dois editais do programa Agentes de Leitura: o Edital “Bolsas Agentes de Leitura do Ceará 2021” e o Edital “Formadores do Programa Agentes de Leitura 2021”. A iniciativa tem por finalidade promover a democratização do acesso ao livro e aos meios da leitura como ação cultural estratégica de inclusão social, desenvolvimento humano e cidadania, com ênfase na formação de leitores, incentivando o aprimoramento da interpretação de textos, e a fruição da leitura literária no âmbito familiar das comunidades de baixa renda. As inscrições são feitas online pelo site de editais da Secult (www.editais.cultura.ce.br), no período de 19 de julho a 2 de agosto de 2021.
A coordenadora das políticas do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas da Secult, Goreth Albuquerque, ressalta a dimensão do programa Agentes de Leitura. “O escritor peruano Mário Vargas Llosa disse que estar ‘condenados a uma existência que nunca está à altura de seus sonhos…’ fez com que criássemos a ficção e fizemos isso para escapar dos limites da nossa vida diária. Para esse autor, é por meio da ficção que podemos viver mais e melhor. Todos os povos criam suas narrativas ficcionais mesmo antes da escrita, mas tradicionalmente, a literatura escrita tem sido destinada às pessoas que por uma série de fatores tiveram o privilégio de imersão no mundo da escrita. É como se fosse uma necessidade intelectual específica de determinados humanos, mas a necessidade da ficção pela humanidade não escolhe classe social ou escolaridade. Levar um programa sociocultural, de mediação de leitura literária para famílias em situação de extrema pobreza, é garantir o uso da cultura escrita como um direito de cidadania, como um direito à arte e à cultura”, pontua a gestora.

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