Glêdson Bezerra perde padrinhos políticos e se isola sem projeção governamental (OPINIÃO)

Imagens: Reprodução/ Redes Sociais 
Coluna de opinião Política de A a Z por Karol Matos
Isolado do grupo político, liderado pelo senador eleito Camilo Santana (PT), e seu homem de confiança, no Cariri, deputado estadual Fernando Santana (PT), por ter declarado apoio a Bolsonaro (PL), Glêdson Bezerra saiu de cena no contexto político do Cariri. 
O clima de decepção foi notado, durante cerimônia de beatificação da Menina Benigna, ao não ser convidado para estar no palanque do senador Camilo Santana (PT), na segunda-feira (24), no Parque de Exposição Pedro Felício Cavalcante, no Crato. 
Glêdson deverá enfrentar a terceira grande derrota, em apenas um ano; com a inexpressiva votação de Bolsonaro (PL), em Juazeiro do Norte, Glêdson não atendeu o pedido de Fernando Santana (PT), em apoiar o candidato a presidente Lula (PT) e isso demonstrou que, o prefeito não teve gratidão por todo o apoio que o deputado lhe concedeu – e nem força política no município. 
Caso o petista ganhe, tanto Camilo como Fernando, estarão impossibilitados de aproximar Glêdson de Lula. O Partido dos Trabalhadores, do Ceará, não irá admitir tal proximidade, além de não ter engolido o apoio de Glêdson a Capitão Wagner (UB), nas eleições para governador.
Se Bolsonaro ganhar, Glêdson irá precisar se esforçar e ter ajuda do deputado federal eleito Yure do Paredão (PL), para chegar até o presidente. 
Glêdson se encontra isolado, sem grupo político em Juazeiro, sem base na Câmara Municipal e sem sustentação política, após não atender o pedido de Camilo Santana (PT) e se rebelar contra a população do Cariri que, majoritariamente, é contra Bolsonaro.

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