Aliança entre PT, PDT e PSB no Ceará vive incertezas com articulações nacionais

As movimentações locais para a sucessão de Camilo Santana em 2022 devem sofrer influência de arranjos mais amplos

Reprodução/Tv Verdes Mares


PDT, PSB e PT, que integram a aliança que governa o Ceará com Camilo Santana, vivem momento de incertezas em relação à parceria estadual por conta das questões nacionais que envolvem os interesses dos comandos das legendas para 2022.
No Estado, o PT, ao qual o governador é filiado, e o PDT, maior fiador de sua candidatura nas duas eleições, são os principais integrantes da base governista e terão peso ao definir o próximo candidato ao Palácio da Abolição em 2022, na hipótese de a aliança ser mantida. As condições objetivas para isso, no entanto, precisam ser criadas.
O PSB cearense, que vive altos e baixos em relação à sua relevância no cenário político, teve um “boom” ao receber, na década passada, o grupo ligado aos irmãos Cid e Ciro Gomes. Perdeu força após a saída do grupo e agora, novamente com ajuda dos governista, volta a ter mais espaço no Ceará.
Reprodução/Diário do Nordeste

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